“Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível.” – Mahatma Gandhi

Uma das razões porque umas pessoas são bem- sucedidas em muitos aspectos da vida e outras não têm nada para mostrar, para além de monstrinhos, tem a ver com o facto de a maioria pensar que o “eu” são na realidade “muitos” que nada têm que ver uns com os outros:

  • – Um “eu” no emprego, outro em casa, outro com os amigos, outros com a família, outro ainda nos negócios, outro a cuidar do corpo, outro da mente.

Se pensares que tu és muitos, poderás pensar que consegues fazer várias coisas incompatíveis sem problemas:

  • – Ter saúde e fumar, ser infiel e amar a tua esposa ou marido, ser mentiroso e bem-intencionado, tirar vantagem dos outros e ser generoso, ser aparentemente bem-sucedido e ser egoísta, falar de ética e puxar o tapete debaixo dos pés a alguém.

Pensas que podes construir seja o que for se não te entregares a 100%?

Não penses que poderás melhorar o teu relacionamento com a tua esposa ou marido se continuares a maltratar a tua saúde com excessos de comida, álcool e tabaco, ou que poderás ter sucesso nos negócios se insistires em ser mentiroso ou gabarola com os amigos. Não penses que o que fazes no teu cantinho escuro não se manifestará já amanhã em plena luz do dia!…

Todos os monstrinhos que andas a cultivar em vários campos da tua vida vêm de volta para te morder o rabo. E olha que eles atacam onde menos esperas:

de repente a falta de dinheiro separa-te da esposa ou marido, o stress e uma má consciência tiram-te a saúde e a falta desta faz-te perder o emprego, ou então uma traição a um amigo (sim, traição! mesmo que tenhas arranjado uma boa desculpa para ela) fechou-te a porta a uma oportunidade.

Não esqueças: Tu não és “muitos”: és “Um”. E é esse Um, em todas as suas facetas, que te leva à glória ou ao desastre.

Trata-te bem, aprende e evolui como um todo e em todos os aspectos: corpo, mente, espírito e todas as suas manifestações.

E deixa os monstrinhos da vida arrumados na gaveta, já não precisas deles.

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