Vou dar-te neste artigo os 3 Passos Para Tomares Sempre as Melhores Decisões, principalmente quando estás num aperto e precisas tomar ação rapidamente.

Tomar uma decisão é um processo, não um ato. Por isso, antes de falarmos dos 3 Passos, precisamos colocar claridade no que é isto de “tomar decisões” e como funciona este processo.

O que acontece quando tens tantas competências e gostas de tanta coisa que não consegues tomar uma decisão:

A história do Pato, do Peixe e do Coelho, ou, como gosto de dizer: O Pato Lixou-se.

No meio da floresta havia um lago e, na margem desse lago encontraram-se um pato, um coelho e o peixe.

Estavam a discutir qual deles seria melhor para escapar da águia e dizia o peixe:

– Eu sou o melhor pois, se vier a águia eu nado para o fundo do lago e ela não me poderá apanhar.

– Não, não, disse o coelho, eu é que sou o melhor, pois, se vier a águia, eu corro para dentro da minha toca e ela não me poderá apanhar.

Mas o pato respondeu:

– Vocês são muito talentosos, o peixe com o seu nadar e o coelho com o seu correr, mas eu, pato, se quiser nadar, eu nado, se quiser correr, eu corro e se quiser voar eu voo. Quem é o melhor agora? Quem?

Nisto, apareceu a sombra da águia na relva e os três animais olharam para cima. Viram que a águia vinha a pique na sua direção e:

O peixe nadou.

O coelho correu.

O pato lixou-se: Foi apanhado porque ficou ali parado a pensar se devia voar, correr ou nadar.

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A Inércia da indecisão vem do facto de teres muitas opções.

Fizeram um estudo sobre o grau de satisfação dos consumidores quando tinham várias opções e compararam com o grau de satisfação dos consumidores quando só tinham uma opção e, estranhamente, os consumidores de uma só opção mantiveram-se mais satisfeitos após a compra do que aqueles que tinham tido várias opções, também devolveram menos produtos e contactaram menos os serviços de apoio reportando menos defeitos.

Os produtos em que só havia uma opção eram melhores do que os outros em que havia muitas? Não necessariamente.

O que se passa quando temos opções é que ficamos a pensar no que não escolhemos em vez de apreciarmos o que escolhemos.

– Será que fiz mesmo a melhor opção? Será que este é mesmo o melhor produto?

– Será que este é o melhor caminho? 

– “Não seria melhor se tivesse escolhido uma das outras opções?”

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Esta é a razão do menos grau de satisfação depois de tomada uma decisão, quando tens várias opções.

Qualquer coisa que não esteja perfeita, pensas sempre que talvez não tenhas decidido da melhor forma.

A psicologia da decisão tem destas coisas.

Por isso, quando temos várias opções podemos ficar perdidos avaliando, pensando, comparando… porque já sabemos que depois vamos ficar a pensar naquilo que perdemos, mais do que naquilo que conseguimos.

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Foi o que aconteceu com o pato, e acontece contigo, comigo e com todos nós: ficamos presos na armadilha da indecisão. Olha o que aconteceu ao pato!

Seguir o Instinto ou os Dados ? A Intuição ou a Razão?

Ouviste dizer: “segue o teu coração”? Eu próprio digo-o com frequência para significar “seguir o instinto”, ou “seguir a intuição”, ou aquilo que tu sentes que te parece bom.

Antes de mais nada, vamos ver o que é uma decisão certa e uma decisão errada:

Em rigor não há decisões erradas, porque nós podemos sempre transformar um erro numa oportunidade e aprender coisas que não aprenderíamos se não tivéssemos ido nesse caminho “errado”.

Porém ninguém gosta de andar sempre na mesma, gostamos de evoluir e avançar e um erro pode mandar-nos para trás meses ou anos.

Por isso, aqui considero uma decisão certa aquela que te aproxima do teu sonho, ou da tua visão, ou da realização do teu projeto de vida e uma decisão errada é aquela que te afasta.

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Se quero ser saudável e decido fumar, essa é uma decisão errada. Não significa que, por fumares agora, não possas mais tarde, quando deixares, servir de exemplo aos fumadores e inspirá-los a eliminarem esse hábito. Porém, agora, fumar é uma má decisão.

Porque falamos de boas e más decisões quando falamos de seguir o instinto ou a razão? Porque vamos avaliar estes dois processos, muito rapidamente.

A  Intuição é uma forma de nos conectarmos com as informações do nosso subconsciente. Ora, ele sabe tudo o que faz parte da nossa experiência (e há quem diga que sabe também coisas da nossa experiência coletiva enquanto seres humanos, ou pode aceder até a vidas passadas, mas deixemos isso de lado por agora). O subconsciente indica-nos o que decidir através de emoções.

Uma coisa parece que é uma boa decisão, sentes que sim? Isso é intuição e é o teu subconsciente a comunicar contigo.

Ele vai buscar informações à enorme biblioteca de informação que acumulou ao longo dos anos.

Tu já viste muitas coisas no passado, já presenciaste, já fizeste, já viveste. Essa experiência acumulada, criou um paradigma de crenças e valores, do que é bom ou mau para ti e está toda ali, guardada fora do alcance do teu raciocínio.

Esse é o mundo subconsciente ao qual acedes todos os dias e que está na origem de todas, ou quase todas as tuas decisões do dia-a-dia.

É super-eficaz para te apoiar na tomada de decisões do quotidiano, dentro do ambiente normal da tua existência.

Está feito para te manter seguro, dentro da tua zona de conforto, do que é conhecido. Faz-te sentir bem quando decides em favor de algo que não representa uma ameaça para ti e que contribui para manter o teu status quo.

Quando é boa ideia seguir a intuição?

Quando estás para tomar uma decisão dentro daquilo que conheces:

– Dominas um negócio? Usa a tua intuição.

– Tens ideias claras quanto à tua profissão, sabes perfeitamente a tua direção e dominas o processo? Usa a tua intuição.

– Nas decisões do dia-a-dia: conheces uma pessoa nova, precisas decidir algo na tua profissão, relativamente aos teus filhos, trabalho, vida social…

Por vezes as informações parecem boas, os dados parecem fazer sentido, mas alguma coisa não bate certo. O teu subconsciente está a apanhar sinais do subconsciente da outra pessoa ou detalhes do ambiente ou está a relacionar a situação atual com alguma situação do passado que não correu bem… está a avisar-te porque não quer que corras riscos.

Usa a tua intuição. Não confies somente nela, pondera os dados, pois sabes que ela está programada para te proteger, mas pode ser uma forma fantástica de tomar decisões rápidas e acertadas.

Porém, se te estás a mover num novo meio, um novo negócio, um projeto de mudança a tua intuição pode falhar redondamente.

Ela não é a melhor conselheira se estás a entrar em algo novo, um novo mundo com o qual nunca tiveste contacto. Poderá estar a dar-te respostas corretas para situações que dominas, mas impróprias para novas situações.

Dá-lhe ouvidos, mas um pouco menos.

Nestes casos eu prefiro confiar na intuição de alguém que domina essa área e que é de minha confiança, e guiar-me mais pelos dados, planos, estratégias (a parte mais racional) para tomar as minhas decisões.

Uma coisa é certa: a razão e a intuição foram-nos dadas para que as usemos a ambas.

Conheço pessoas que desprezam a intuição e baseiam as suas decisões somente nos números. Má opção. Acabam por cometer montes de erros, gastar tempo e dinheiro a resolver problemas que não teriam existido que tivessem dado mais atenção ao seu coração irracional e emocional.

Também conheço pessoas que seguem o coração para tudo, e continuam a tentar fazer alguma coisa de grande, continuam a tentar ter um impacto, mas desprezam os dados, as estratégias e os planos de ação.

Resultado estão sempre no mesmo sítio, a começar e a recomeçar sempre as mesmas coisas.

Decidir com toda a informação ou decidir, agir e ir aprendendo no caminho?

 “Se tens uma boa oportunidade e não sabes como a irás realizar, diz sim. Irás aprender tudo o que for necessário pelo caminho.”– Richard Branson, fundador da Virgin.

Uma boa parte das pessoas tenta recolher toda a informação sobre um determinado assunto antes de tomar decisões sobre esse assunto.

Fica ali, pensando, avaliando, pensando de novo, tentando entender tudo o que poderá acontecer, planear para todas as circunstâncias antes de dar o primeiro passo.

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Se é o teu caso, fazes bem, mas coloca limites.

Esta é a realidade:

Nunca terás todas as informações

Nunca poderás prever todas as variáveis nem circunstâncias

Nunca poderás evitar todos os riscos nem conhecer todos os detalhes de todas as pessoas, serviços, produtos, acontecimentos.

Por isso, chega um momento em que terás de decidir alguma coisa sabendo que estás a correr alguns riscos.

Não há nada de errado em recolher informações, porém nós, humanos, podemos computar informações muito mais eficazmente do que um computador.

O computador precisa avaliar todos os dados, calcular milhões de probabilidades.

Nós, humanos, tomamos decisões muito mais acertadas avaliando muito poucos dados, porque o nosso cérebro tem a incrível capacidade de criar generalizações e de aceder ao subconsciente e à intuição e dessa forma tomar melhores decisões avaliando somente meia dúzia de dados.

Não sei se conheces alguém que fica paralisado ou paralisada pela análise. Pensa, pensa, pensa mas não chega a tomar nenhuma decisão, e muito menos a tomar ação. Chamamos a esta “doença” a Paralisia da Análise e é coisa comum, mas destrutiva.

Por outro lado temos muitas pessoas também que veem uma oportunidade, analisam meia dúzia de factos, sentem que podem começar, sentem que é por ali o caminho, e, mesmo sem saberem bem o que irá acontecer nem como o irão fazer, tomam a decisão de avançar, tomar ação e resolver o que tiver de ser resolvido pelo caminho.

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Este processo ajuda muito a velocidade. Velocidade é um dos principais parâmetros do sucesso, e a capacidade de tomar decisões rapidamente, mesmo sem ter todas as informações, ajuda muito.

Tolerância à Incerteza e ao Risco.

A capacidade de tomar decisões rapidamente mesmo sem ter todas as informações, falada aqui por cima, depende do nível de tolerância ao risco, que é diferente para cada um de nós.

A tolerância ao risco é o grau de risco que alguém está disposto a correr, sem entrar em pânico ou perder o controlo.

Falamos muito em “sair da zona de conforto”. Esta expressão significa: “aumentar a tolerância ao risco” simplesmente correndo alguns riscos.

– Para algumas pessoas o facto de haver uma possibilidade de terem um acidente quando pegam no carro, impede-as de pegar no carro. Tolerância ao risco: muito baixa.

– Conheço pessoas que, se for necessário comprar alguma coisa na Internet e colocar os dados do cartão de crédito, preferem não comprar, e perder uma oportunidade, ou deixar de fazer algo realmente importante. Tolerância ao risco: baixa.

– Por vezes a ideia de investir nem que seja uma centena de euros em alguma coisa deixa a pessoa paralisada com medo de perder. O medo de perder impede-a de crescer. Tolerância ao risco: baixa.

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Faz parte do nosso crescimento pessoal irmos aumentando a nossa tolerância ao risco. Quando estás confortável no meio de alguma incerteza, podes tomar melhores decisões pois o medo não está a paralisar-te.

– Podes pegar no carro sem sequer pensar duas vezes e não há realmente problema nenhum.

– Podes comprar coisas na Internet e colocar os dados do teu cartão e não há qualquer stress.

– Podes investir um pouco, ou mesmo um pouco mais, e não há nenhum drama, somente desafios e entusiasmo.

Não existe qualquer crescimento sem aumentares a tua tolerância ao risco, pois:

– Para haver crescimento é necessário haver mudança

– Para haver mudança tens de decidir pensar e fazer algo diferente do que estás habituado

– Fazendo algo de diferente do que estás habituado, estás a entrar na zona de desconforto: a zona da incerteza e do risco.

Uma das minhas missões e do treino que fazemos na Tribo é de ajudar todos a viverem confortavelmente na zona de desconforto, a fazer um pouco mais do que cada um pensava que era capaz, a ajudar cada pessoa a tomar decisões que sabe que são boas e para as quais não se sente completamente preparado, mas pronto para aprender o que for preciso pelo caminho.

Tu já sabes: todo o crescimento está fora da zona de conforto.

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E Agora Estamos Prontos Para Os 3 Passos Para Tomares Sempre As Melhores Decisões

Primeiro: Verifica a tua Visão, Missão e Valores, ou seja: precisas saber em que direção queres levar a tua vida, qual o papel que tens no mundo, fazendo que coisas pretendes realizar esse papel e que valores queres fazer despertar nas pessoas que te rodeiam. 

Sei que isto pode parece um bocado difícil ou complicado, mas começa com algo simples como:

Exemplo de Visão (descrição do futuro que desejas, como o vês já realizado):

– “Eu vejo as pessoas à minha volta a viverem em abundância, eu tenho todo o tempo, dinheiro e competências para me sentir feliz e realizado.”

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Exemplo de Missão (que ações e recursos vais usar para realizar a tua Visão):

– “Conquisto abundância para mim e para as pessoas à minha volta através do uso da Internet, da criação de conteúdos de inspiração e formação, através da colaboração com outras pessoas e das vendas de bens, produtos e serviços, digitais.

Exemplo de Valores (que valores a tua ação desperta em ti e noutras pessoas):

– Liberdade, Valor da Pessoa, Crescimento Pessoal e Espiritual.

 Estes são um exemplo do que pode ser uma declaração de Visão Missão e Valores.

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Tu podes e deves fazer a tua, assim que possível. Não é algo definitivo mas sim evolutivo e irás modificá-la sempre que necessário à medida que ganhas mais clareza.

Porque é importante teres claras as tua Visão, Missão e Valores?

Um montanhista decidiu subir uma montanha e passou toda a vida na preparação da escalada, depois em tentativas e erros, tentava, falhava, tentava de novo, ia um pouco mais acima e falhava de novo.

Investiu todo o seu tempo, talento e dinheiro nessa escalada, e, finalmente conseguiu. Chegou ao topo e por momentos sentiu-se o rei do universo.

Porém olhando à sua volta, deu-se conta de que tinha escalado a montanha errada, ele queria mesmo, afinal era ter escalado aquela outra, ali ao lado, à qual não tinha prestado muita atenção, tão focado estava no que estava a fazer.

Agora porém ele era velho, estava cansado e não tinha nem tempo nem recursos para começar tudo de novo ali ao lado e realizar realmente aquilo que desejava ter realizado.

Consegues imaginar um pecado maior do que desperdiçar uma vida inteira escalando a montanha errada e chegar às portas na morte sabendo que afinal a vida não foi como poderia ter sido?

Por isso precisas ter uma Visão Clara, uma Missão concreta e uns Valores bem alinhados.

Preparação para os 3 Passos: faz uma lista.

Faz uma lista com todas as decisões que tens diante de ti. Todas as decisões, oportunidades, ideias de coisas para fazer. Não te acanhes e não julgues. Simplesmente coloca tudo na lista.

Se fores um pato (vê a metáfora no princípio do artigo), pões 3 coisas: nadar, correr e voar. Se não fores um pato, põe todas as possibilidades de decisão que tens na tua frente, todas as ideias que pretendes realizar.

Passo 1: Relevância

Depois de teres a tua lista, coloca na frente de cada ideia uma classificação de relevância. Vais classificar cada ideia de zero a 5 conforme te aproxima mais ou menos da tua Visão. Zero para “nada”, 5 para “Imenso”.

Usa o teu melhor juízo, sabendo que podes não saber tudo. Todas as classificações são subjetivas. Se tiveres tantas dúvidas que não consigas classificar, volta a ler este artigo no que respeita à “paralisia da análise” ou à “tolerância ao risco”, e, se continuares com dificuldades, procura um mentor que te possa ajudar a criar clareza.

Passo 2: Potencial de Retorno

Se a tua visão inclui por exemplo “rendimento” então avalias quanto dinheiro cada uma das ideias te pode trazer. Coloca em cada uma: se não tive potencial para trazer nenhum dinheiro: colocas um zero. Se puder trazer muito, colocas um 5.

Outro exemplo: se a tua visão inclui “criar um impacto em milhões de pessoas”, então avalias cada ideia quanto ao seu potencial de chegar a quantas pessoas e poder influenciá-las: de zero a 5.

Esta avaliação serve para te ajudar a produzir o máximo resultado, ajuda-te a focar as tuas decisões e ações naquilo que realmente funciona e ajuda-te a ser produtivo.

Passo 3: Velocidade de execução.

Uma decisão certa, principalmente quando estás num aperto (gosto desta expressão) tem de integrar um elemento “velocidade”.

Se precisas de dinheiro rapidamente, não te interessa muito tomar uma decisão que te poderá render uma pipa de massa…. daqui a 5 anos.

Por isso, coloca diante de cada opção um zero, se for algo que demora muito tempo a trazer os resultados, ou 5 se demora pouco tempo.

Esta avaliação serve para te ajudar a produzir o máximo resultado no mais curso espaço de tempo.

 

infografico os 3 passos para tomar sempre as melhores decisões

A Infografia acima resume mais ou menos os 3 passos, mas precisas ler o artigo para saberes saberes como fazer isto como deve ser.

Depois de teres as tuas avaliações, é hora de tomar decisões, conforme as tuas prioridades.

Se a tua prioridade é a Relevância (tens um grande sentido de Missão) então, em caso de empate, ganha a Relevância.

Se a tua prioridade são os Resultados (queres ganhar mais ou ter um impacto maior possível) então, em caso de empate, o Potencial ganha.

Se a tua prioridade é a Velocidade (tens um emergência ou estás num aperto) então, em caso de empate, ganha a Velocidade, mesmo que algo seja uma pouco menos relevante ou que não tenha um potencial tão grande, se produz resultados rápidos, pode ser a melhor decisão. A Urgência (velocidade) pode passar à frente do Importante (a Missão)

Porém, Presta Atenção:

NUNCA tomes uma decisão que não te aproxime da tua Missão, ou que te afaste dela.

NUNCA tomes uma decisão que comprometa os teus valores, por muitos resultados que possa trazer ou por muito rapidamente os possa trazer.

NUNCA tomes uma decisão que comprometa os resultados: Não te interessa fazer uma coisa que te aproxima da tua  Missão (por exemplo: ajudar os outros) mas que não te permite ter resultados (por exemplo ganhar dinheiro para poderes continuar a ajudar os outros).

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