“A Fé, activa Deus, o Medo activa o Inimigo.” – Joel Osteen

Depois de um qualquer acontecimento seja ele exterior seja interior, como um pensamento, tens um período de 2 segundos durante o qual tu tomas a decisão acerca de forma como irás lidar com isso.

  • Primeiro verificas o que aconteceu comparando com memórias passadas, principalmente com emoções.
  • Depois decides da natureza do facto ou pensamento: bom ou mau para mim, agradável ou desagradável, corrobora ou desmente as memórias e as emoções.

Ao fim de 2 segundos decides o que fazer a propósito: responder violentamente, sorrir, ter medo, alegria, angústia, frustração, entusiasmo, abraçar, lutar ou fugir.

Depois de tomada a decisão irás buscar todos os argumentos racionais e emocionais que justifiquem a tua decisão, mas ela foi tomada muito antes, sem teres recorrido a nenhum desses artifícios. Decidiste em liberdade, sem restrições, sem amarras e sem racionalizações.

Quando chega a hora de agir, aí entra a razão. O que é conveniente, apropriado, vantajoso, correcto. Se a acção não for adequada à decisão, sentes-te frustrado ou frustrada, começas num diálogo interior autodestrutivo.

Lembras-te quando foste repreendido em frente de todos e querias dizer isto e aquilo ao patrão e não disseste? A tua decisão dos 2 segundos foi de uma forma e a tua acção foi de outra. À noite, na tua cama, ficaste a argumentar até adormeceres. Ficaste amarrado pela decisão livre e pela acção condicionada.

Se quiseres fazer um exercício interessante, verifica por ti mesmo esses 2 segundos de verdadeira liberdade e o que acontece neles. Não é espectacular o potencial que temos sem saber?

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