NÃO  HÁ  FACTOS  INÓCUOS.

Saber o que fazer para conquistar os nossos sonhos por vezes é difícil,  mas às vezes ainda  é mais difícil saber que tipo de pessoas evitar,  que tipo de conteúdos afugentar, com  que  pessoas não te deves associar, o que não deves fazer, nem pensar, nem dizer.

Todas  as  coisas  que  tu  pensas,  fazes,  dizes,  e  todas  as  tuas  associações, sejam  com  pessoas,  eventos,  ideias,  emails,  conteúdos,  etc.  tudo,  mesmo tudo,  contribui  para  te  promover  ou  para  te  prejudicar .  Nada  é  inóquo.

O  facto  de  tu  poderes  falar  a  alguém  ou  escrever  um  post  ou  um comentário no  Facebook  acerca  deste artigo,  irá  obrigatoriamente  associar a ti algumas ideias por parte da tua audiência. Espero que positivas se o teu  objectivo  for  tornares-te  reconhecido,  apreciado  e  pago.

Todas  as  tuas  associações  têm  um  poder  sobre  a  tua  reputação  online.

Imagina  um defensor dos direitos dos animais, que quer ser reconhecido como um paladino da causa, frequentar locais onde estão os abusadores desses mesmos animais ou divertir-se junto com eles, participar das suas redes  sociais,  desfrutar  dos  mesmos gostos  e  actividades!  Ou  uma  pessoa que  se  debate  pela  ética  online  andar  a  repassar  emails  em  cadeia  e  a fazer SPAM. Ou uma outra que quer ser reconhecida como um Internet Marketer  de  referência,  passar  os  dias  a  jogar  jogos  sociais  no  Facebook.

Tudo  o  que  pensas,  fazes,  demonstras e todas as pessoas com  quem  te associas,  movimentos a que aderes ou que endossas, páginas que comentas ou eventos que patrocinas, têm de servir o teu objectivo e tu precisas de os escolher com cuidado porque, ficas a saber: ou te servem ou  te  prejudicam.

O  QUE  NÃO  FAZER

ACTOS  E  ATITUDES  A  EVITAR  DESDE  JÁ.
Para  te ajudar  a  afinar  o teu potenciómetro de benefício/prejuízo,  vou dar-te algumas dicas.

Coisas que nunca deves incluir  nas tuas  actividades online:

–  Pelágio:  difundir  um  conteúdo  que  não  é  teu  mas dares  a  ideia  que  de foste tu o autor . Não importa se o dizes directamente ou não. Se o leitor ficar com a ideia  de que tu  és o autor de algo  e não o fores de facto,  isso  é um  grande  “não-fazer”.
–  Usar  ideias  de  outras  pessoas  sem  lhes  dar  o  devido  crédito. Evidentemente que, se  leste ou viste alguma coisa de útil e importante podes e deves fazer eco dessa ideia. Até podes elaborar em cima dela e melhorar  o seu  conteúdo  com a  tua  visão,  experiência  e conhecimento pessoal.  Contudo  deves  dar  crédito  a  quem  te  inspirou  e  deves  mencionar isso  no  teu  conteúdo.
– Ter como único objectivo o teu próprio interesse. Quando comentas um  blog,  ou  deixas  uma  marca  no  mural  de  outra  pessoa  não  deves aproveitar  isso  para  te  limitares  a  promover  o  teu  link  ou  o  teu  site.  É  uma falta  de  respeito  pelo  espaço  da  outra  pessoa  estares  a  aproveitar  o tráfego  dela,  os  amigos  dela  e,  literalmente,  o  trabalho  dela  para  te promoveres  a  ti  mesmo. Deixa  aí  algo  de  valioso,  que  contribua  para  o
crédito  da  pessoa  que  escreveu  o  artigo  ou  que  é  dono  da  página  de  fãs  ou do perfil  social.
–  Enviar  SPAM.  Esta  é  sempre  uma  questão  polémica.  Uma  coisa  é  o  que é  considerado  “legalmente”  spam.  Outra  completamente  diferente  é  o que  é  entendido  como  incómodo  pelos  destinatários  dos  emails.  Se envias  emails  a  pessoas  e  essas  pessoas  não  pediram  expressamente  para receber mensagens tuas, acerca do assunto do email, seja o que for que enviares, é spam. Não importa se a pessoa te enviou um email antes, se fez spam contigo, se estás tu e ela em listas de spammers, se adicionaste instruções  de  remoção  ou  uma  cópia  do  decreto-lei  “não-sei-quantos” que estabelece  o  que  é  ou  não  spam.  O  que  tu  não  queres  é  invadir  o espaço  da  outra  pessoa  sem  teres  sido  convidado.
–  Fazeres  eco  de  tudo  e  mais  alguma  coisa.  Agora  falas  de  internet marketing, daqui a uma hora estás a pedir uma vaca para a tua quinta no farmville,  depois  és  contra  as  touradas,  em  seguida  pelos  direitos  dos homossexuais, depois contra a violência doméstica, em seguida  pela luta contra a droga e contra a delinquência juvenil, depois contra o trabalho infantil,  em  seguida  defendes  uma  oportunidade  para  ganhar  dinheiro rápido, e no final do dia comentas um dia de bebedeira com uns amigos. No dia seguinte reencaminhas uns emails em cadeia, espalhas boatos, e falas  de  novo  de  um  produto  afiliado,  depois  de  outro  marketing multinível.

Todas as coisas que referi são coisas a “não-fazer”.

Isso é o que fazem os desocupados, ocupam-se.

Tu não. Tu não te ocupas, tu és produtivo.

Tens  um  foco,  um  propósito  e  tudo  o  que  publicas  tem  uma  intenção  bem definida.

Tu  és  um  líder  que  está  a  conduzir  a  tua  audiência  numa determinada  direcção.

Quer  dizer  que  não  te  podes  associar  a  actividades,  eventos, movimentos de carácter cívico ou humanitário? É claro que podes.

Mas quando  o  fizeres,  escolhe  bem  e  atua  em  profundidade,  para  teres impacto.  Não  para  fazeres  de  papagaio  repetindo  tudo  o  que  outros andam  a  repetir .

O  QUE  FAZER

ACTOS  E  ATITUDES  A  CULTIVAR  A  PARTIR  DE  “AGORA  MESMO”.

– Serviço.

Não sei se te recordas, mas o Jim Rohn disse-me um dia que eu ganhava exactamente o que merecia e que, se quisesse ganhar mais dinheiro,  teria  de  ter  mais  valor  para  o  mercado. Naquela  altura  eu  não  entendia  aquilo.  Achava  que  o  meu  trabalho tinha um  valor  instrínseco  e  não  eu.  Depois  comecei  a  ver  que  havia pessoas  a  dar  consultadoria  e  a  cobrar  1000  euros  por  hora  e  outros  a fazer  o  mesmo e  a  cobrarem  1000  euros  por  mês. A  diferença  era  abismal. A  única  explicação  que  encontrei  para  aquilo  foram  as  palavras  de  Jim Rohn.

Alguém  sabe  algo  tão  valioso  que  há  pessoas  dispostas  a  pagar fortunas  para  terem  esse  conhecimento.

Este  é  o  princípio  por  detrás  do  Guru  Instantâneo.  Jean  Paul  Getty  dizia que o segredo do sucesso era “levantar-se cedo, trabalhar duramente e achar  petróleo”.  Destas  três  condições  as  duas  primeiras  são  óbvias, fáceis  e  simples,  e  uma  boa  parte  das  pessoas  faz  isso.  Aqui  vamos  falar  da terceira:  descobrir  o  teu  petróleo.

Todo  o  sucesso  começa  e  acaba  com  esta  palavra:  serviço.

Quanto mais pessoas servires e quanto melhor as servires mais sucesso terás.

É assim  com  todas  as  pessoas,  empresas,  organizações:  mais e melhor serviço: mais sucesso.

Agora  precisas  de  saber  de  que  forma  poderás  tu  servir ,  tens  de descobrir  a  quem  servir e de que modo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.