Quando perguntam porque estamos aqui, neste Hangout estão algumas respostas.

Quando começamos a partilhar uma visão ela ganha forma nas nossas mentes. A clareza aumenta, vemos o futuro mais nítido. Desta nitidez saem decisões. Destas decisões saem ações, e, destas ações sai a realização da visão. Assim é simples.

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Este vídeo é uma parte de um Hangout que fiz para a minha equipa. Pode ser para ti uma surpresa, mas os sonhos falados e partilhados tornam-se frequentemente realizados.

♦  Transcrição

Rui – Olha a Milu chegou! Olá Milu.

Milu – Olá!

(…)

Carlos – Ó Rui?

Rui – Sim?

Carlos – Deixa-me só, deixa-me só dizer qualquer coisa. Pronto, é só para confirmar que concordo 100% com o que estás a dizer. Cada um tem o seu processo, o seu caminho, e tem que se encontrar, não é? O que nós damos aqui é indicações, mas cada um tem que seguir o seu processo, não é?

Como costumas dizer. E descobrir a sua…  clarificar as suas ideias e saber exatamente… criar o seu caminho. Portanto, não…  eu não… eu levo muito tempo a mudar as minhas ideias, são as ideias pesadas.

Rui – É, és resistente, és resistente.

Carlos – Sou, sou. Sou muito resistente porque… pronto, porque é o meu processo. Aliás, tenho grande admiração por aquelas pessoas que mudam rápido. Hoje são assim, amanhã já são assado… Não sei, acho que é… não sei se é bom, se é mau, nem quero saber. Isto sou eu assim, e pronto. E… Levo ás vezes muito tempo a amadurecer uma coisa, mas depois também levo muito tempo a sair dessa coisa. Portanto é… há quem diga que é um registo, há muita… há muitos termos…

Rui – Ó Carlos, todos nós temos resistência à mudança, não é? Por isso é que é difícil alterar hábitos, porque os hábitos, por natureza, são algo que nós criámos e a própria definição de hábito implica resistência a mudança, não é? Se não, não é um hábito.

Carlos – Sim, sim.

Rui – E portanto, estando nós confortáveis, nós criarmos alguma coisa, impede-nos de largá-la.

E tem outra coisa: quando nós investimos muito numa coisa, o facto de nós termos investido muito, (estou a dizer tempo, dedicação, energia, entusiasmo, paixão, essas coisas todas) quando nós investimos muito numa coisa é difícil para nós largar essa coisa porque nós já investimos muito naquilo.

Estamos sempre a pensar no que é que nós vamos perder, porque tudo aquilo que eu estive a fazer não serviu para nada. Mas não é verdade, não é verdade.

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Nós estivemos a investir, não foi nessa coisa, foi no nosso processo, ok?

Para mim sair dos Lazy Millionaires foi difícil? Não foi nada difícil, foi muito fácil. Demorei tempo, ok? Demorei tempo. O facto de ter demorado tempo não quer dizer que tenha sido difícil, eu demorei tempo a decidir quando ia sair, ok? E quando eu decidi sair, foi facílimo. Ouve, foi um alívio quando eu tomei a decisão.

Eu falei com o Sílvio no dia a seguir a eu ter tomado a decisão. Tomei a decisão num dia, e no dia a seguir falei com ele, e só não falei com ele no mesmo dia porque não pareceu que fossem horas adequadas, ok? Porque já era tarde. No outro dia, logo assim que ele apareceu online, eu disse-lhe.

Então, porque eu tomei a decisão, a ação foi muito rápida.

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E sabes uma coisa muito interessante?

Sabes como é que eu meço se eu tomei uma boa decisão ou não?

Eu vou-te dizer. Vou-te dizer o que é que eu faço, não é? Não quer dizer que contigo funcione, mas comigo funciona sempre.

Então, eu posiciono-me mentalmente, imagino-me a mim… por exemplo, agora vou tomar a decisão de sair dos Lazy Millionaires, ok? Vou sair dos Lazy. Então eu concentro-me um bocadinho e penso ”ok, eu agora vou sair dos Lazy’‘, e nesse momento, eu registo uma certa emoção, uma certa sensação, e se essa sensação for positiva eu já sei que essa decisão é boa.

E depois começa o raciocínio. ”Ah, mas se tu saíres depois vai ser assim, e depois vai ser assado, e vai acontecer isto e aquilo, e não sei quê…” isto não interessa. O raciocínio depois, que vem a seguir, tanto me vai ajudar a, neste caso a sair, como a ficar. ‘‘Ah, mas se tu saíres depois vai ser assim, depois vai ser assado, depois as pessoas vão dizer isto, depois vão dizer aquilo…”, não interessa. Isso são tudo racionalizações que a gente faz a seguir.

Mas naquele momento em que tomas a decisão e que na tua cabeça dizes ”agora saí dos Lazy Millionaires” e registas como é que te sentes, isso, essa sensação é aquela que te mostra se estás num bom caminho ou não. Essa sensação pode ser, ao mesmo tempo, de excitação e de medo, por exemplo. Que é muito normal, aquele receio.

Mas há receio negativo e receio positivo:

  • há receio associado com a excitação do desconhecido, do risco e do desafio;
  • e há o receio associado com o medo.

 

  • O receio associado com o desafio é positivo, dá-nos energia.
  • O receio associado com o medo é negativo, retira-nos energia.

Estás a ver? Então é preciso a gente analisar e nos conhecermos a nós próprios um bocadinho.

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Isto para mim é fácil, eu sei na hora. Quando eu digo assim ”Olha, eu não quero mais isto”, como no caso dos Lazy Millionaires, eu não quero mais estar nos Lazy Millionaires, e quando eu registo essa sensação ”ok, eu saí, e agora? E de repente eu fiquei… parece que me saiu um peso de cima. Eu senti-me tão leve, senti-me tão bem, eu senti… epá, não dúvida nenhuma do que é que eu tenho de decidir, eu não tinha dúvida nenhuma, tomei a decisão nesse mesmo momento.

Eu senti… claro que senti receio, senti excitação, medo. E comentei com a Melissa, disse ”Olha eu decidi e já saí dos Lazy” e ela olhou assim para mim ‘‘E então?”, e eu assim ‘‘É que eu estou cheio de medo”. Foi o que eu lhe disse, porque de repente não há mapa, não é? Não há mapa.

A gente tem aquela rotinazinha, já sabe, o mapa está feito, e de repente, blup, o mapa desapareceu. E agora?

E então isso é um espetáculo, fico entusiasmado com medo. Isto é o receio, aquele receio que vem com o desafio e o risco, faz-me sentir bem. Não é aquele receio de quando a gente tem medo, não é o medo negativo que retira a energia, ”Ah, agora como é que vou fazer, estou desgraçado da minha vida.’‘ É o contrário! É precisamente o oposto. Fiquei cheio de energia, estás a ver?

Agora, sim tenho algum receio porque a gente não sabe o que é que vai acontecer amanhã. Em todo o caso, nós também não sabemos o que é que vai acontecer amanhã se continuar nos Lazy Millionaires. Ninguém sabe.

  • O pior é que, continuando nos Lazy Millionaires, no meu caso, eu não tenho… a minha voz ativa no que é que vai acontecer amanhã é muito pequena. Porque eu estou ali, há muita gente a  pedir coisas, há pessoas que têm opiniões opostas à minha, e a minha vida vai numa direção que eu não quero. Isso é que me fazia sentir mal.
  • Agora, estar livre para fazer as coisas à minha maneira, com a visão que eu tenho, com os valores que eu tenho, com a minha missão, claro que deixa-me com receio mas deixa-me entusiasmado.

Estás a ver?

E essa sensação, é que me vai dar a entender se eu estou num bom caminho ou não.

A questão do receio está lá, o receio está lá, mas esse receio vem da excitação do risco de estar a navegar sem mapa; ou vem do medo, de eu agora sou um desgraçado e não sei o que hei-de fazer à minha vida. Estão a ver?

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Por exemplo, acontece quando uma pessoa sai porque quer sair, porque tem outras ideias, sai de uma forma positiva. Se a pessoa sai porque foi expulso porque fez alguma coisa de mal, sai de uma forma negativa. Ambos saem, mas um foi expulso porque fez alguma coisa de errado, ficou pior que ao que estava; uma pessoa que saiu porque tem ideias diferentes e quer perseguir a sua visão, ficou melhor.

Este tipo de coisas acontecem no nosso dia-a-dia, não é só aqui. Eu estou a dar o exemplo dos Lazy porque nós estamos a falar disso. Mas acontece em quase todas as situações.

Um gajo decide casar, não é? Todos os que estamos aqui somos casados. Quando tomámos a decisão de casar, como é que a gente se sentiu? Não é? Bem, eu não sei, eu estou a dizer por mim, não é? Eu fiquei… apeteceu-me atirar-me aos pulos ao teto, não é? Fiquei super entusiasmado, e cheio de medo, não é? Cheio de medo! ”E agora como é que vai ser a nossa vida? Aiaiaiaiaiai”

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É que um gajo que está numa montanha-russa já não pode voltar para trás. O carrinho está a subir, a subir, a subir, a subir, e estás a ver ‘‘C’um carago, onde é que isto vai chegar? Ai agora, ai agora, ai agora…” E pronto, já não tem volta, então aprecia a viagem porque vai ser um espetáculo.

Mas esta excitação, este receio do inicio a gente tem, e isso é bom! Trás adrenalina, trás uma energia incrível, não é? E é uma coisa boa, não é? Porque dá-nos energia para fazer as coisas.

Nós, ao longo da vida, tomamos muitas decisões assim. Escolher uma carreira, escolher um emprego, conquistar um emprego… ”Olha, eu agora quero trabalhar ali” e de repente tu visualizas-te a trabalhar ali, a fazer aquilo e ficas todo entusiasmado. ”Epá, fogo, é mesmo isto que eu quero.”

Quando criaste a tua empresa, Carlos, quando criaste a tua empresa tinhas uma visão, tinhas um sonho, estavas entusiasmado. ”Epá, vou fazer assim, vou fazer assado, e vai ser assim, vai ser fixe”, começas a visualizar o teu futuro a fazer uma coisa que tu gostas de fazer, não é?

E todos nós passamos muitas vezes ao longo da nossa vida por este tipo de situações, em que nós estamos a entrar no desconhecido, não há mapa para o território, a gente vai ter de fazer o mapa conforme formos andando. Eu gosto de chamar isto ‘‘navegar à vista”, não é? Não há plano traçado, vai-se fazendo, o plano vai-se fazendo à medida que vamos avançando, vai-se fazendo o plano, vai-se traçando, vai-se desenhando o mapa, não é?

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E isto causa uma excitação, causa uma energia que é indescritível, é um espetáculo, não é? Porque, de repente, o mundo não tem limites, e esta ideia toda a gente devia viver isto.

E há pessoas que não vivem porque têm tanto medo.

Podiam sentir-se excitadas, e felizes, e ”vamos a eles”, abraçar o risco, mas têm o medo… a parte do medo que faz com que não tomem decisões porque preferem ficar no mesmo, mesmo que seja mau, preferem ficar com o medo.

Eu acho que a grande maioria das pessoas é assim, é o que nós chamamos ‘a zona de conforto’. A pessoa prefere ficar no mesmo do que correr algum risco, sair fora da zona de conforto, ir para sítios desconhecidos, começar a fazer coisas que nunca ninguém fez, que não sabe como é que se faz, não é? E fazer! Mesmo assim fazer, porque tem uma paixão, tem um sonho, quer ir atrás, gosta de coisas e quer realizá-las.

Toda a gente devia de viver isto, nem toda a gente o vive. Mas eu garanto-te, aqui na Tribo, a malta que chega até o Nível 3 vive isto, sem dúvida, porque ao longo do caminho vai ser colocado, de propósito, neste tipo de situações em que vai ter que tomar decisões deste estilo e vai ter que viver estas circunstâncias assim. Faz parte do treino, ok? Faz parte do treino.

Então, ao longo do tempo, nós somos colocados diante este tipo de… Por exemplo, nós queremos criar líderes, não é? O próprio sistema de treino que nós temos, treina líderes. Não é aquilo que a gente faz. Agora vamos fazer… vamos rever…. fazer uma revisão do artigo da Milu, ok? Fazer a revisão do artigo da Milu é um exercício de liderança, a Milu vai viver esse processo de uma certa forma, os outros membros da equipa que vão assistir vão viver esse processo de uma certa forma, e quem for fazer a revisão (ou eu, ou o Carlos, ou outra pessoa) vai viver esse processo de uma certa forma. E essa vivência desse processo é sempre, tem que ser sempre, um exercício de liderança, um exercício de autonomia. Sempre.

E se vocês repararem, quando nós estamos a falar, mesmo agora enquanto eu estou a falar aqui, se vocês depois forem ver esta gravação, se vocês repararem, as palavras mais repetidas que eu estou a dizer ao longo do tempo, vocês percebem que aquelas 4 ou 5 palavras que eu estou a repetir mais, vocês dessas 4 ou 5 palavras conseguem perceber a mensagem que eu estou a transmitir. Somando o número de vezes que eu digo determinadas palavras. Isso é assim. Eu estou a fazer treino. Quando eu estou a dizer as coisas… quando eu estou a dizer um determinado número de coisas, eu digo de uma determinada forma porque serve um determinado objetivo. Não é só dizer a coisa, a forma de dizer faz parte, porque se não eu escrevia a toda a gente ia ler, não fazíamos Hangouts, não é? E até podíamos nem ter aqui as imagens, eu sei que a imagem, a cara, os gestos, são importantes.

Então, este tipo de coisas a gente aprende isto ao longo do tempo, não é?

Melhor ainda, aprendemos como fazer estas coisas de forma inconsciente, que é a parte boa.

Não tenho de estar a pensar na técnica para fazer isto, ou para fazer aquilo. Não é preciso, vais ganhando um treino de congruência, okay? É um treino de congruência, por isso é que disse logo desde o inicio, e repito, não podemos ter atrito interno, okay?

A única coisa que nos impede de ter o sucesso que a gente quer é o atrito. Estamos a fazer uma coisa, mas ao mesmo tempo permitimos que estejam areias na engrenagem. Porquê? Porque não podemos ser fanáticos. ”Epá, não posso ser assim tão fanático”. Pessoal, quem ganha dinheiro, quem tem sucesso seja no que for, é fanático. Claro, fanático… o critério de definir fanático é diferente de pessoa para pessoa, não é?

Vocês acham que o Cristiano Ronaldo pensa em mais alguma coisa, desde que nasceu, a não ser jogar à bola? Não, não pensa em mais nada. É fanático? Claro que é fanático.

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Eu conheci uma pessoa da Madeira, a Manuela. Tu lembras-te da Manuela, Carlos? Na Madeira, no Funchal. A Manuela, está la no Funchal, ela é retornada, é uma pessoa que tem muitas posses e assim, e trabalhou para ela a mãe do Cristiano Ronaldo.

Carlos – A Manuela Gouveia, não é?

Rui – É. É Gouveia, é Gouveia. Exatamente. A mãe do Cristiano Ronaldo trabalhou para ela, como mulher-a-dias. E a mãe do Cristiano Ronaldo queixava-se constantemente do Cristiano Ronaldo à Manuela, não sabia o que é que havia de fazer a este filho porque faltava à escola todos os dias, chegava a casa com os pés em sangue de andar a jogar à bola descalço no meio da rua. Constantemente ela dizia ‘‘O que é que vou fazer a este filho?”

É muito engraçado isto. Era o gajo miúdo, faltava à escola e depois passava o dia a jogar à bola na rua e chegava a casa com os pés em sangue, porque era descalço que ele não tinha dinheiro para comprar sapatos. Estás a ver? Agora, acham que o gajo tinha sido o que ele é se ele não fosse fanático? Achas? Claro que não.

E nós somos fanáticos nas coisas quando temos uma visão muito clara daquilo que nós queremos, quando tens uma missão, tens bem clara ‘‘a minha missão é esta, eu estou aqui para isto, é isto que eu quero fazer”, de repente ficas fanático.

Trabalhas o tempo que for preciso, de dia e de noite, as horas que for, o que for preciso, não há preço.

A gente diz assim: ”Pagar o preço”, não é? Como diz a Cesarina: ”Não é pagar o preço, é desfrutar o preço”. Ela tem razão.

  • A gente desfruta o preço quando temos uma visão bem clara que aquilo que nós estamos a fazer não é trabalho. Isso é desfrutar o preço.
  • Agora, se para nós for difícil… ”epá eu preferia não fazer isto, preferia estar a fazer aquilo’‘, então não estamos a desfrutar peço nenhum, estamos a pagá-lo, estamos em esforço, estamos em atrito.

Então, o trabalho todo, todo o trabalho que há a fazer é interior. Todo!

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Tendo feito o trabalho interior, o trabalho exterior deixa de ser trabalho. Já não é. Deixamos de trabalhar, nunca mais a gente trabalha na vida, tendo o trabalho interior feito, as ideias alinhadas.

”Eu quero isto, eu quero aquilo, eu quero fazer isto desta forma.” E este é o caminho que nós estamos a fazer aqui. No Nível 2 é possível que alguns de nós não tenhamos ainda as ideias bem afinadas, é possível. Mas isso vai mudando com o tempo, há medida que vamos tendo mais experiência, vamos contactando com formas de pensar, a nossa mente vai-se esclarecendo, vamos ganhando clareza.

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E no Nível 3 garanto, o nível de clareza é muito elevado, muito elevado. Porque é que é muito elevado? Porque o trabalho vai ser muito interessante. Sabes o que é nós termos pessoas a fazer coisas, no mesmo grupo, pessoas a fazerem coisas completamente diferentes umas das outras? E cada um mais entusiasmado do que o outro? E cada um está a desenhar o seu próprio mapa, e não há mapa? ”There is no spoon”, não é? Lembram-se do Matrix? Não há mapa, não há. E cada um tem que procurar o seu, tem que desenhar o seu. Este é um exercício incrível! Incrível! É uma aventura! C’um caneco! Eu, só de pensar nisso eu fico exelariante… não é como é que se diz a expressão?

Ouve, eu fico nas nuvens só de pensar nisso, a ver a malta a encontrar e a seguir os seus objetivos e os seus sonhos dessa maneira. É incrível, é incrível.

E a gente sabe fazer isso, não é? Eu sei fazer isso, e a gente sabe fazer isso.E então eu quero começar a ver pessoas lá, começar a ver pessoas a fazer este tipo de coisas, não é? Já começamos a ter uns sinais dentro do grupo, mas vamos ter muita gente, ok? Vamos ter muita gente.

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Eu estou a ver… Sabes o que é que eu estou a ver? Eu estou a ver, por exemplo, o seguinte: estou a ver a Isabel a fazer um evento. Seja lá do que for, eu não sei do que é que vai ser, mas é um evento da Isabel. Eu não sei o que é que vai ser, não é? Mas tu vais saber. Vais fazer um evento, vais juntar lá centenas ou milhares de pessoas acerca de um assunto, que é o teu, e tu és a estrela desse evento, e tu és o ator principal nesse evento, as pessoas vão lá para te ver a ti. Não é incrível? Isso vai acontecer.

Isabel – Posso falar?

Rui – Força.

Isabel – É só para perguntar uma coisa. Eu tenho uma amiga que tem uma lojinha de moda, e eu ajudo-a a promover a loja dela no Facebook e tal. E ontem fui tomar café com ela. Assim a meio do trabalho ela ligou-me, eu estava um bocado atolada, mas fui tomar café com ela. E tivemos uma conversa excelente, porque ela tem uma certa paranoia… sabes que eu tenho um curso de psicoterapeuta, de 3 anos, acho que já te disse isso, e de repente na conversa da psicoterapeuta surgiu ali, não sei como, uma conversa que acabamos por ir almoçar e… foi quase uma consulta, digamos, embora fosse uma conversa de amigas. E agora que estás a dizer isso, é que ela no fim ficou tão mexida com as coisas dela, ela foi para casa pensar naquilo, mas o que ela me disse foi ”agora é que estou a ver, porque é que tu não fazes umas palestras? Se tu quiseres fazer uma palestra na Biblioteca, ou onde for, não sei, eu ajudo-te. Eu faço, eu promovo, eu convido pessoas. Eu estou mesmo a ver, gostava mesmo de te ver a fazer uma palestra.’‘ E eu estou-me a rir por causa do que tu estás a dizer agora, porque é engraçado como as coisas são, não é? Não há coincidências.

Rui – Tu achas que, por alguma razão… achas que não há razão nenhuma para eu ir buscar precisamente este exemplo? Achas que não houve razão nenhuma?

Isabel – Acho que tudo tem as suas razões.

Rui – Então, porque as coisas estão alinhadas, não é? Quando as coisas estão alinhadas, não falham. Não falham. Eu podia ter estado lá a ver, mas não tive, não é?

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Isabel – Não.

Rui – Este exemplo que eu dei, e em relação a ti especificamente, bate certo. Bate certo, as coisas batem certo e nós não sabemos como. Mas eu estou a ver isso a acontecer. Neste caso, estás a falar da área da psicoterapia, ou do desenvolvimento pessoal, ou do que for, é tudo isso, vai acontecer.

E depois o que é que vai acontecer? Vais convidar o Carlos Barradas para ir falar, e vais convidar a Milu e o Toni para irem falar, e vais convidar o Manero, e vais convidar o Miguel Borges, e vais convidar o Filipe Vala, e a malta vai lá, e paga bilhete, bué, ganhas uma pipa de massa, viram um painel de oradores em que tu és a estrela, é o teu palco, e tu tens ali umas pessoas convidadas para falarem também para a tua audiência. Eu vejo isto a acontecer perfeitamente.

E há saída tem lá o livro do Manero à venda, tem o livro do Carlos Barradas à venda, e as pessoas vão lá e compram porque gostaram do que ouviram. Têm áudios à venda, e as pessoas vão lá e compram. E tem áudios do Toni e da Milu a falar da experiência deles e das coisas que eles descobriram, e as pessoas vão lá e compram ali à saída. Eu estou a ver isso. É que nem sequer é complicado! Estás a ver? Não é nada complicado fazer, é tudo fácil.

Mas à medida que nós vamos descobrindo o nosso valor, vamos atraindo pessoas que apreciam o nosso valor.

As duas coisas acontecem ao mesmo tempo, não é possível as pessoas valorizarem-nos quando nós próprios não descobrimos o nosso próprio valor. Vão valorizar o quê? Não há nada para valorizar, não é?

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Então, há medida que nós vamos descobrindo o nosso próprio valor, vamos tendo pessoas que o vão apreciando. E quando tivermos uma quantidade considerável de pessoas a apreciar, ó meu, a gente nunca mais, nunca mais deixa de ter impacto no mundo. Nunca mais. É o que a gente quiser.

Agora imagina, depois o Carlos Barradas faz o evento dele, e vai fazer o quê? É o palco do Carlos, vai apresentar um livro, vai falar acerca do livro dele, para as pessoas comprarem o livro, para estarem lá, e vai falar acerca desse assunto. Então, o Carlos Barradas vai-te convidar a ti, vai convidar a Milu e o Toni, e vai-me convidar a mim, e vai convidar o Filipe Vala, o Miguel Borges, essa malta toda se quiser. E a gente vai estar lá a ver, e vamos aplaudir, e vamos participar.

E nós começamos a jogar o jogo no tabuleiro uns dos outros, não é o meu jogo no meu tabuleiro.

Não, não, eu agora, hoje jogo no meu, amanhã jogo no da Milu, no outro dia jogo no do Carlos Barradas. Porque o Carlos Barradas tem o seu próprio jogo a jogar, aquilo que ele tem para transmitir não é o mesmo que eu tenho para transmitir, nem o mesmo de nenhum de nós, cada um tem as suas coisas.

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Depois há o outro, o Toni, pode fazer um evento de desporto e de artes marciais, uma cena brutal. Por exemplo, ó Toni, imaginas-te a juntar a malta toda das academias e das associações para fazer um treino, um evento de artes marciais, sem artes marciais? Por exemplo, de mindset? Mindset desportivo. E fazes um evento de um dia inteiro só a falar de mindset desportivo, por exemplo. Não era interessante?

Toni – Era espetáculo. Ia ser um grande espetáculo, não tenho dúvida.

Rui – E a juntar malta de todo o lado, trocarem experiências diferentes, de culturas e de formas diferentes. As artes marciais são um mundo que não tem fim, não é?

Imagina tu promoveres lá material (por exemplo: livros, ou áudios, ou reflexões em vídeos, ou o que fosse) de pessoas dessa área, que tu ajudaste no negócio delas. Um gajo qualquer, ou um guru qualquer que tu ajudaste no marketing dele, o gajo fez o seu material, escreveu livros, fez coleções de vídeos, e isso está à venda lá, tu estás a promover esse teu cliente, ou os clientes que forem.

Onde é que está a dúvida? Não tem dúvida nenhuma, nós não precisamos de centenas de milhares de pessoas para fazer isto, nós só precisamos de meia dúzia de pessoas focadas e determinadas.

Mais nada, meia dúzia. Imagina que nós temos meia dúzia de pessoas no Nível 4, essa meia dúzia de pessoas movem milhares. Milhares! A influência que têm é tão grande, no dia em que a Isabel no Nível 4 decidir ”eu vou fazer isto, eu vou fazer uma exposição de pintura no Palácio de Cristal do Porto”, eu aposto, em 6 meses tu fazes a exposição. Fazes o que tu quiseres porque tens os contactos, tens as pessoas, tens a influência, tens os aliados, tens as ideias claras, e isto tudo cria circunstâncias à tua volta que tu neste momento não tens, mas vais ter.

Não há limites para aquilo que tu queres fazer, tu e qualquer pessoa que está aqui.

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A gente sabe a fórmula.

Qual é a fórmula?

A fórmula é: saber o que se quer, depois reunir recursos, e reunir aliados, não é? Sendo os recursos: tempo e dinheiro. Certo? Não tem nada que saber, é sempre a mesma coisa, é sempre igual. Sabes o que é que queres, reúnes os recursos e reúnes os aliados.

Porque é que temos de ter os aliados? Porque nós nunca temos os recursos todos que são precisos, a gente nunca tem, nunca temos o dinheiro necessário, nunca temos o tempo necessário, nunca temos as competências necessárias: são os 3 tipos de recursos.

E então precisamos de aliados, porquê?

  • porque o dinheiro que nós não temos, eles têm;
  • porque o conhecimento que nós não temos;
  • as competências, eles têm;
  • o tempo que nós não temos, eles têm.

E então vamos nos conectar com os recursos deles, não é? E é isto! Não tem mais nada que saber, é só isto! É a fórmula mais simples e é sempre a mesma coisa, não é?

Portanto não há limite nenhum para aquilo que a gente pode fazer, pessoal. Não há limite nenhum. E então, vocês estão a ver o caminho que a gente está a seguir, e nem começamos ainda. Não é? Nem começamos.

Mas esta é a minha visão. Eu estou a ver isto, estás a ver? Tão claro, tão claro, tão claro. Tão claro.

Claro, estou-me a ver a mim a assumir este papel, a inspirar e a liderar pessoas nessa direção e estou a ver montes de pessoas a fazerem o mesmo. Claro, isto tem que começar por vocês que estão aqui, não é? As outras pessoas têm outros objetivos, mas todos os objetivos são possíveis. Todos, sabendo bem o que se quer, a visão clara, recursos e aliados. É sempre igual.

Aqui, no Nível 2 em que nós estamos, estamos a trabalhar onde? Na visão. O trabalho é esse aqui, não é outro. Escrever no blog e gerar contactos, mandar emails, fazer vendas, tudo isso são as ferramentas que nós estamos a usar para nos ajudarem a esclarecer a nossa visão, mais nada, é só para isso que serve. Claro, vamos ganhando dinheiro, vamos conhecendo pessoas, estabelecemos relações, depois lá à frente, as pessoas com que nós nos relacionamos, a influência que nós vamos gerando no nosso blog aqui no Nível 2, quando chegarmos ao Nível 4, estão aí os nossos aliados. Está aí o nosso nicho, está aí a nossa influência, estão aí os nossos aliados todos, está tudo aí.

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Ontem fui contactado de uma forma muito invulgar, por uma pessoa ligada à Associação de Marketing de Aveiro, e eu não fazia ideia quem era aquela pessoa, nunca o tinha visto, nunca tinha falado com ele, e de repente… de repente não, ele deixou uma mensagem longa no meu email, na minha caixa de facebook, no inbox. Epá, falava de mim de uma maneira parecia que eu era sei lá o quê. Elogiava-me de muitas maneiras, montes de cenas a falar do meu blog, a falar da minha visão, da minha coragem e da… sei lá, montes de cenas assim! Eu fiquei assim: ”Mas, quem é este homem? O que é que ele está para aqui a dizer?” E depois fui ver quem ele era, e fiquei a saber que é um gajo ligado… tem uma empresa de coaching empresarial e cenas assim, não é? E depois trabalha para a Associação de Marketing de Aveiro de alguma forma, não percebi muito bem como. Mas eu fui ver no perfil dele, sistematicamente ele partilha conteúdos meus de uma forma inacreditável. Ouve, com uma coisa… faz-me ali um filme à volta daquilo, que é um espetáculo e que toda a gente devia ver aquilo…

Carlos – Como é que se chama, Rui?

Rui – Arnaldo… qualquer coisa. Eu publiquei um print screen ontem no meu Facebook. Fui lá ao perfil dele e vi aquilo, opá, fiquei impressionado, não é?

Milu – Tu publicaste ontem?

Rui – É, eu publiquei. Eu fiquei impressionado, eu estou-te a dizer! Epá fiz um print screen daquilo e publiquei, e agradeci-lhe, não é? Obviamente.

Isabel – Eu vi, eu vi.

Rui – Agradeci-lhe muito… E… Ele fala do meu blog, para as pessoas irem ler o meu blog, para ouvirem o áudio ”Mentalitude”… tem lá, ‘‘epá, vão lá e vejam, e façam, e toda a gente tem que ver“, coisas assim. E é um gajo que não é Lazy, não é da Empower, não é nada disso, estás a ver? Não tem nada haver com o nosso mercado, nem com o nosso mundo, nem com o nosso meio, tem no ponto de vista do contexto empresarial.

Portanto, tem uma empresa, ou pelo menos trabalha numa empresa ligada com isso, (eu andei a ver) e isso significa que nós começamos a ter influência no mundo à nossa volta, de onde vem depois não só a nossa audiência, mas os nossos aliados. Os nossos aliados vêm nessa sequência.

Vou dar um exemplo, o Manuel Manero está a publicar o livro dele sem gastar 1 cêntimo do bolso dele, que é uma coisa inacreditável. Completamente inacreditável! Não é normal, ele nunca escreveu um livro, é o primeiro livro, e está a fazer tudo sem gastar dinheiro! E ele foi a procura do dinheiro, foi procurar financiadores? Não, apareceu-lhe tudo! Tudo o que foi preciso apareceu, até a sessão fotográfica para tirar fotografias, para fazer as fotos para o livro, 250 euros, até isso foi financiado sem ele pedir. Tudo!

Porquê? Porque o Manero anda a trabalhar à muito tempo a criar relações, a criar influência, da influência que ele tem, que é muita, muito mais até daquilo que ele pensa (eu não sei se ele está aqui a ouvir isto ou não), muito mais do que aquilo que ele pensa.

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Das relações que ele foi criando ao longo do tempo, nascem os aliados, e ele tem muitos, tem muitos aliados.

Valem mais os aliados do que vale o dinheiro.

Nós, tendo o dinheiro e não tendo aliados, a gente não consegue fazer nada, ninguém consegue fazer nada sozinho, mesmo com dinheiro. Mas, se não tivermos dinheiro mas tivermos aliados, a gente consegue fazer seja o que for, não há limites.

O dinheiro que a gente tenha é irrelevante, muito ou pouco… podemos ter muito dinheiro, ou pouco, muitas competências, ou poucas, muito tempo, ou pouco, não faz mal. Se nós tivermos aliados que tenham aquilo que nos faz falta, a gente consegue fazer seja o que for.

queresirlonge

Este método, pessoal, não falha e é sempre assim, ok?

Por isso é que eu estou muito… estou confiante nada, tenho a certeza do que é que vai acontecer, seu sei.

Imagina que nós começamos a ter 20 ou 30 pessoas, a fundo, a trabalhar desta forma, no Nível 3… avançado, vá, para o Nível 4. Meu, a gente muda um país! Mesmo que esse país seja Portugal, a gente muda isto. Tu estás a ver a Milu… ó Milu, tu sabes o que é o TED? Não te estou a ouvir, não te estou a ouvir.

Milu – O que é o quê, Rui? Não percebi.

Rui – TED. TED. T-E-D.

Milu – Não…

Rui – Ok, então vai lá, ted.com, ok? Ou faz…. ted… procura no Google ”TED Portugal”, ainda é melhor.

Milu – Já apontei.

Rui – Há TEDs na Covilhã, em Lisboa, no Porto, em Aveiro. Mas vamos ter malta, não é 1 nem 2, um monte deles daqui a falar no TED… nos TEDs. Alguém tem dúvidas? É normal. Isso vai acontecer.

Carlos – Eu já vi…. ó Rui, ó Rui, já vi palestras, as nossas são muito superiores àquilo que se ouve às vezes, lá nos TEDs, e o TED tem coisas alto nível.

Rui – Nós estamos… não estamos a um nível menor, não estamos.

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Carlos – Não, não, não.

Rui – Não estamos. Não temos ainda é os aliados. Estás a ver?

Carlos – Pois, pois.

Rui – É só isso! Mas isso resolve-se, não tem problema nenhum. Isso resolve-se. É só a gente querer. A gente… isso resolve-se bem. É perceber como é que funciona o modelo e onde é que estão os aliados, como qualquer outra coisa.

Temos o nosso tempo, o nosso dinheiro, as nossas competências, não é? Que são os nossos recursos. E depois temos os aliados. E pronto, e com estas coisas a gente faz seja o que for. Eu vejo muitos de nós a falarem nos TEDs, no de Lisboa, no do Porto, no de Aveiro, no da Covilhã, e noutros que possa haver que eu não conheço mais nenhumas, conheço estes. Estão a ver? É uma coisa espetacular! E nós estamos perfeitamente ao nível de qualquer uma dessas pessoas, e quem não está ainda, vai estar. Estão a ver?

É incrível, pessoal. Não há limites.

O nível de influência positiva que nós podemos ter… tudo isto que eu estou a falar é interessante porque trás-nos reconhecimento, trás-nos apreço, trás-nos dinheiro, tudo isso é interessante, mas nada disto serve para nada se nós não tivermos uma ideia clara da nossa missão, e se esta não for a nossa missão, se não for um veículo adequado à nossa missão.

Mas se for um veículo adequado, então nós podemos fazer isto tudo, isto e muito mais.

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A visão, realmente, não tem assim muitos limites, ainda não vi onde é que pode parar, ok? Não consegui expandir a mente até dizer num sítio ”ok, a partir de ali já não conseguimos ir’‘, ainda não vi isso, ainda não vi isso a acontecer.

Eu falo nos palcos internacionais da Empower, ó meu, aquilo é um nível muito diferente, é um nível muito bom, mas qualquer um de nós está preparado para estar lá. Não é só estar preparado, está com um nível que a malta lá vai querer ouvir, ok? Nós vamos ter lá malta daqui, vai estar num evento e vai haver malta para ir ao evento porque quer ouvir aquela pessoa. Nós temos isso, isso vai acontecer, isso vai acontecer. Porquê? Porque aquela pessoa tem tanto para partilhar e é tão importante que ninguém quer perder. Isso vai acontecer.

E estamos a falar de eventos, mas, além dos eventos, temos o negócio online, temos as vendas online, temos os produtos próprios, temos os eventos próprios, temos essas coisas todas para expandir, não há limite para aquilo que a gente pode fazer.

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Então, gostava muito de partilhar esta visão com vocês porque, ás vezes nós, no dia-a-dia, estamos tão envolvidos na rotina que trás-nos para baixo, não é?

Estamos a ver onde é que estamos a por os pés, e perdemos um bocado a visão do caminho e da paisagem à volta, não é? Não sei se já vos aconteceu, não é? Estar a andar, a fazer uma caminhada e estar a olhar para onde a gente põe os pés, e perder a paisagem. E ás vezes é bom a gente parar um bocadinho, olhar à volta e ver e apreciar a paisagem, não é? Onde é que nós estamos, qual é a nossa posição no contexto em que nós estamos, e para onde é que nós estamos a ir, não é? É muito interessante, isso. Havendo, ou não havendo mapa.

Só quando deixa de haver mapa é que tu começas a ser relevante.

Enquanto há um mapa… enquanto tu estás-te a movimentar dentro de um mapa, não tens relevância nenhuma, ok? Não tens valor especialmente nenhum. Estás naturalmente a jogar no jogo de outra pessoa. De quem? De quem desenhou o mapa, certo? Alguém desenhou.

Enquanto tu estiveres a mover-te dentro desse mapa, tu estás a jogar o jogo de quem desenhou esse mapa. E está certo, porque esse jogo que tu estás a fazer, está-te a fazer evoluir, está-te a fazer avançar, tu podes aproveitar a oportunidades para eventualmente saíres desse mapa e começares a desenhar o teu próprio. Começares a andar por caminhos que não estão no mapa.

A partir daí, tu começas a ter o teu valor pessoal, começas a ser valiosa para o mercado. Para quem? Para outras pessoas que não têm mapa e querem seguir o teu, porque ainda não estão preparadas para desenhar os seus próprios mapas.

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Têm medo, não têm competências… estão a ver? E então como têm pouco dinheiro, ou pouco tempo, ou poucas competências, vão-se juntar a um aliado. Neste caso, à Isabel. E a Isabel desenhou um mapa, desenhou-o ela, ok? Andou ela por caminhos que não existiam. Desenhou um mapa, e agora vai ver outras pessoas que vão precisar dela como aliada, para se movimentarem no mapa que ela desenhou.

E tu Isabel vais ser aliada doutra pessoa, que precisa de ti, porque não tem um mapa próprio, e agora se calhar… nós que estamos aqui, que se calhar estão a seguir o meu mapa… não havia mapa, não tem problema nenhum. Eu desenho um mapa. E se calhar muitos dos que estão aqui e naturalmente… ou todos, ou quase todos estão a seguir o meu mapa. E vêm-me perguntar assim: “Rui como é que nós fazemos isto? Rui, como é que nós fazemos aquilo? Como é que nós lidamos com isto? Como é que nós lidamos com aquilo?” E é assim mesmo, não tem nada de mal. É o meu mapa. É a minha visão.

E o que é que vai acontecer? Vai acontecer que: andando neste mapa, passado um bocadinho… passado um bocadinho começa a construir o seu próprio mapa. E nessa altura começa a ser relevante. Começa a ser relevante no mercado. Começa a ser aliado de outras pessoas, outras pessoas vão se querer juntar a ele para ser aliar, estão a ver? Estou a ilustrar a visão dele. Sendo tu aliado dele. Porquê? Porque tens um mapa e ele não tem. É ou não é um espetáculo?

Eu não vejo outra forma melhor de desenvolver uma atividade ou de evoluir enquanto pessoa, enquanto ser humano, enquanto… realizar uma missão no mundo, concretizar uma visão qualquer, não vejo outra maneira melhor, que é esta.

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Se alguém vir, diga-me que eu vou. Eu não sou esquisito. Onde eu poder aprender e poder tirar vantagem de poder evoluir, eu vou… eu vou atrás, ok? Mas esta como vocês veem, para mim é muito claro, é muito claro. E eu vejo isto tudo a acontecer no Futuro, não é um Futuro muito longínquo, mas eu vejo isso tudo a acontecer, e das pessoas que estão aqui, muitas vão viver esta visão junto comigo, mas também separadamente de mim. Que isso é que é espetacular, ok? Completamente separado.

Não significa que nós não precisamos uns dos outros. Eu acredito que nós vamos sempre precisar uns dos outros. Precisar, porque queremos precisar, ok? Vamos depender uns dos outros, porque queremos depender. É uma opção, ok? Eu não vou fazer as coisas… à revelia da Isabel, porque eu quero precisar da Isabel, não é? Eu quero precisar de ti. Se eu não quiser precisar, eu não preciso. Mas eu prefiro precisar, ok? Eu prefiro que tu me sejas útil, e que eu te seja útil a ti, porque é muito melhor para todos. É muito melhor para criar uma comunidade do que estar sozinho.

Mas não é que a gente não consiga fazer sozinho. A gente arranja maneira: vamos arranjar aliados, vamos arranjar recursos… a gente arranja maneira. Mas preferimos criar uma comunidade, e fazer estas coisas dentro de uma comunidade.

Estão a ver? É uma opção, não é uma necessidade.

É uma opção. Se for necessidade, significa que nós não somos independentes, sendo necessidade… significa que estamos a jogar o jogo da outra pessoa, no mapa dela. Precisamos dela, precisamos daquele mapa. É uma necessidade. Mas quando não for necessidade eu posso jogar… eu posso caminhar no mapa da Isabel, porque eu quero. A Isabel tem a atividade dela, tem o evento, tem a exposição e tem o evento, e eu vou lá. E naquilo que eu puder ajudar, eu vou ajudar. Estão a ver? Porquê? Porque aquele é o mapa da Isabel, eu estou completamente confortável de caminhar no mapa dela, não tem problema nenhum. Não tem que ser o meu. E depois noutro dia vai ser no meu, e noutro dia vai ser no Paulo, noutro dia vais ser o do Carlos Barradas. Estão a ver?

Meu, isto é uma coisa espetacular. Eu vejo-a assim. Eu gosto muito de falar… o que nós fazemos aqui, realmente é muito… o objetivo real do nível 2 é: criar uma visão assim. Ok?

Em termos técnicos é: publicidade paga e escalar. Essa é a missão principal no Nível 2. Escrever no blog, sindicância, e isso tudo já se sabe desde o nível 1, não é? Portanto o Nível 2 continua-se a fazer isso, mas adicionamos publicidade paga, usando o Facebook, e a dinâmica do escalar o negócio, ok? Essa é a competência técnica específica a ser aprendida no Nível 2.

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A competência de mindset é esta, é esclarecer a visão. Expandir a mente. Perceber qual é o caminho que nós queremos trilhar e fazer o necessário para ir nessa direção, ok? Essa é a missão aqui no Nível 2, por isso nós fazemos Hangouts tão longos, são sempre para aí 2 horas, e falamos de montes de coisas acerca de mindset, e acerca de desenvolvimento pessoal, e acerca de visão, e acerca de atitude.

Isso é 90% do trabalho e 90% do sucesso está ai, ok? 10% depois está na parte das coisas técnicas. Também fazem falta, mas 10%. A maior parte é visão e atitude, e clareza de ideias.

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Alguém tem alguma questão? Ou algum comentário? Que é para irmos almoçar. Olá Paulo! Não te disse nada, mas quero-te dizer um bom dia.

Paulo – Olá Rui. Boa tarde. Já me vêm as lágrimas aos olhos, umas poucas de vezes. Estava a ouvir o… lá no curso. É mesmo, estou mesmo. Não há hipótese.

Rui – Vai ser um espetáculo. Um espetáculo.

Isabel – Ó Paulo. Paulo, tu andas no curso ao mesmo tempo.

Paulo – O Professor é fixe, ele deixa ouvir… Desculpem lá. Desculpem lá.

Rui – Não faz mal.

Isabel – Espetáculo.

Rui – É assim mesmo, é assim mesmo. Aquilo que nós fazemos se não nos emocionar é porque não estamos muito alinhados ainda, ok? Procuramos… com ela, quer dizer estamos muito alinhados, muito afinados. Parabéns Paulo, é assim mesmo.

Isabel – Oh… Escondeu-se.

Rui – Ok pessoal. Paulo um grande abraço, vemo-nos em breve. E tudo de bom para vocês. Bom trabalho!

Milú – Obrigado Rui.

Rui – Xau pessoal.

Isabel – Xau Rui, Obrigada.

Paulo – Xau.

3 thoughts on “A Visão Para Os Membros Da Tribo [Excerto Treino Power Bloggers 2]”

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