“O homem seria muito mais feliz se se esforçasse tanto para não cometer
asneiras como se esforça depois para as remediar.” – George Bernard Shaw

Há pessoas que fazem tudo de qualquer maneira, cometem erros e depois encrencam-se. Sair de uma situação é mais difícil do que evitar lá entrar. Isto é senso comum.

Todavia também há aqueles que, por medo de cometer asneiras nunca fazem coisa nenhuma. Para não terem de sair de uma situação difícil, não entram em nenhuma.

Entre um e outro tipo de pessoas, se eu tivesse de escolher, eu escolheria o primeiro. Aqueles que se encrencam e depois têm de sair da situação.

Imagina a diferença de desenvolvimento, riqueza de vida, de experiência que traz a necessidade absoluta de achar soluções!

Imagina dois velhinhos de 85 anos. Um, do primeiro tipo e outro do segundo. Consegues imaginar a conversa deles um com o outro? O que têm para contar?

  • Para cada história de aventura de um existe uma história de… nada do outro.
  • Para cada problema resolvido por um existe um… nada do outro.
  • Para cada fracasso e vitória de um existe um… nada do outro.

Olha bem. Eu não estou a dizer para desatares a fazer asneiras. Não. Deves evitar algumas. As que conseguires. Mas o receio de fazer asneiras não te pode travar no propósito de viver a tua vida ao máximo e de revelares todo o teu potencial.

Se não queres que, quando tiveres 85 anos a tua vida não tenha sido um bocejo, não podes passar o dia de hoje a bocejar.

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