Bom Dia.

Vou revelar-te uma das descobertas mais importantes da minha vida.

Eu tinha um sonho. Queria viver a vida boa. Queria poder comprar coisas bonitas. Queria realizar as viagens e esquecer as preocupações.

Na verdade o que eu queria mesmo era vencer o medo do futuro.

Tinha a mente e as emoções cheias de folhas mortas e de medo.
Sem conseguir lidar com o dia de amanhã, vivi anos e anos numa incerteza tão grande que até doía.

Mas fiz esta descoberta.

Descobri que havia um caminho de luz para mim.
Literalmente. Luz.

Foi isso que senti numa noite as 4h30 da manhã numa noite de medo. No dia seguinte muitas coisas más poderiam acontecer a mim e à minha família porque eu não tinha dinheiro para pagar uma data de coisas.

No meio da insónia senti uma coisa indescritível, senti-me forte, poderoso e o medo desapareceu.
Senti que havia um caminho para mim à espera de ser encontrado.

Senti que tinha de experimentar este desamparo para ganhar a clareza de o achar.

E achei.

Descobri que tinha recursos pessoais que não tinha valorizado e que isso ninguém me podia tirar.

Descobri que quando a gente perde o medo ninguém tem poder sobre nós.

Desde então tenho apontado este caminho de luz a muitas pessoas e estou agora a apontá-lo para ti.

  • Se tiveres consciência do teu valor e uma forma de o realizar perdes o medo em relação ao futuro.
  • Se perderes o medo ninguém a quem não o permitas, terá qualquer espécie de poder sobre ti.
  • Se ninguém tiver poder sobre ti tu podes entregar-te a quem quiseres e és livre.
  • Se fores livre poderás finalmente realizar o teu potencial, ter a vida que sonhaste e fazer a diferença no mundo.

Já viste o quanto o medo te encolhe se não for vencido?

Já viste o quanto a consciência do que vales te liberta?

Há um caminho de luz agora mesmo na tua frente. Se pensares um pouco vais saber e sentir exatamente o que quero dizer.

Segue-me.
Bom dia desde o Ninho das Águias

6 thoughts on “[Bom Dia!] Como Vencer o Medo do Futuro”

  1. Olá Rui!
    Obrigado pelo teu post. Muito bom como sempre.
    Medo do futuro é coisa que também já perdi há muito e agora cada vez mais, talvez por ter descoberto que vou ter muito menos tempo no futuro do que já tive no passado!
    A minha preocupação é mais no presente imediato. Quando a campaínha toca é certo sabido que bem má notícia!!!
    O que vale é que tenho consciência do meu valor e sei que esta fase negra moi mas não mata e vai ser ultrapassada de certeza.

    Um abraço
    Toni

    1. António, quando o telefone toca, quando a campainha toca, quando vais ver a caixa do correio… e esperas que não haja lá nada… e sabes que, o que houver só podem ser más notícias e mais angústia.
      Eu sei.
      Sei o que é chegar uma conta e ficar a olhar para ela a chorar por não saber como pagar aquilo, em cima de tudo o que já há para pagar.
      Eu sei.
      Vencer o medo do futuro é estar em paz com o presente. E isso eu aprendi.
      E essa paz consegue-se na luta e nos resultados. No foco no que produz resultados. Na tentativa e erro, e no progresso constante, entre sucessos e fracassos.
      Quando só há sucessos é porque não estamos a colocar objetivos suficientemente grandes.
      Quando só há fracassos é porque estamos a fazer as coisas erradas, ou as coisas certas de forma errada.
      É assim de simples.
      Mudar a forma de pensar. Mudar o sistema interno de avaliação das prioridades. Colocar ação máxima nas atividades geradoras de rendimento.
      E… contar comigo, que estou aqui para ti e para a Milu.

      Um grande, enorme abraço.

  2. Olá Rui! Enquanto ando aqui a fazer o meu trabalho dei de caras com mais um artigo teu sempre cheio de intenção positiva e muita luz para quem os lê. Atrevo.me mesmo a dizer que os teus artigos são um bálsamo para a alma. És um ser humano muito especial. Sou muito grato por nossos caminhos se terem cruzado e por conhecer-te pessoalmente. Ainda acredito que as coisas não são por acaso. Seguir-te é imperioso e de um valor enorme em vários niveis de conhecimento tanto técnico como pessoal. Esse conhecimento técnico e humano que eu ganhei cá dentro não tem preço. Há coisas que por mais que escrevamos não fazem justiça ao que sentimos.
    Dario
    Abraço

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