Nós vemos o mundo, não como ele é, mas como nós somos. O que procuramos no mundo é precisamente aquilo que encontramos.

 

Vamos fazer um exercício. Demora só 1 minuto.

Preparado?

 

Durante uns 30 segundos conta tudo o que está à tua volta que seja preto. Quantas mais coisas contares melhor. Preparado? JÁ!

 

Terminaste?

Ok. agora fecha os olhos e diz-me tudo o que está à tua volta que seja cor-de-rosa.

 

Difícil não é?

É que, como procuravas coisas pretas não viste nenhuma das cor-de-rosa que por aí estão.

Na tua cabeça só consegues referir coisas pretas.

 

Agora pensa no seguinte.

Se tu decidires que o mundo é hostil, vais achar hostilidade em todo o lado, e essa hostilidade vai-te convencer ainda mais de que tens razão: o mundo é hostil, vais por trancas à porta e viver em medo.

 

A tua percepção é influenciada pela tua crença.

E esta é alimentada pela tua percepção enviezada.

 

Se decidires que o mundo é amigável vais ver gestos de simpatia por todo o lado, pessoas boas, sorrisos e entre-ajuda. Este facto vai alimentar a tua crença de que o mundo é amigável. Vais viver confiante e mesmo que alguém te faça algum mal, é somente um episódio sem demasiada importância.

 

Normalmente, achamos que o mundo é como é e que nós o vemos como ele é. Não nos apercebemos sequer da miríade de potencialidades que nos rodeiam constantemente!

 

Somos cegos, e, mais que isso, nem sabemos que somos cegos: somos cegos à cegueira.

 

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