“O começo de todas as ciências é o espanto de as coisas serem o que são.” – Aristóteles

Aristóteles fala de ciência no sentido de “conhecimento” em oposição a “superstição” que, por sua vez, significa descrição de alguma coisa com base não em factos mas na imaginação.

Dito isto, tu crias-te a ti mesmo, alteras-te e constróis-te se te conheceres a ti mesmo. E isto acontece somente quanto te admiras, te espantas com tudo o que de fenomenal tu és.

O mestre de Aristóteles, Sócrates, dizia: “Gnoti Seauton” (“conhece-te a ti mesmo“).

Faz sentido para ti? Começa com o espanto que traz gratidão. A profunda admiração e alegria por seres exactamente como és. Cada “defeito” é somente uma oportunidade de por em prática uma qualidade das que tu já tens.

Não há pobre que não tenha capacidade de ser rico, solitário que não possa ser gregário, doente que não possa ser saudável.

Agradece e admira tantas coisas positivas que consegues identificar em ti mesmo e agradece também a pobreza, a solidão, a doença e todas as coisas a que chamas de negativas porque são oportunidades de colocares em acção o teu potencial. É esse o seu único propósito.

Obrigado Aristóteles!

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