Neste hangout falo do método para transformar alguma coisa em algo maior. Os efeitos da mudança podem demorar um pouco, mas as mudanças fazem-se de repente.

Transcrição:

Olá a todos! Muito boa noite. O meu nome é Rui Gabriel, muito bem-vindos ao nosso hangout de sábado. Quero dar as boas-vindas a todos, especialmente às pessoas novas que estão aqui, estão muitas todas as semanas.

E hoje é um dia especialíssimo porque vamos falar de um dos assuntos provavelmente mais importantes que estão há nossa frente, não é? Tem a ver com mudança.

As pessoas começam um negócio connosco, trabalham connosco, nós próprios que estamos aqui viemos para aqui porque queremos mudar de vida, não é? Queremos mudar a nossa vida e, às vezes, pensamos que esse processo é muito difícil, ou é demorado, ou é muito dispendioso.

Na verdade não é, na verdade não é. É muito fácil, é rápido e é barato mudar de vida num instante.

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Eu vou explicar como é que isso se faz.

Como é que eu sei fazer isso? Porque eu o fiz, ok? Eu fiz isso.

Eu tenho aqui ao meu lado, antes de começarmos o nosso hangout, tenho aqui o meu vasinho. Quem é que se lembra… quem é que tem um vasinho como este? Ora, ver se conseguimos ver. Ok.

Como se Muda A Vida Num Segundo, Sem Gastar Um Cêntimo

Este foi o vasinho que nós recebemos, com o cato que nós recebemos no evento há 2 semanas atrás, mais ou menos, e que simboliza uma coisa viva que nós temos nas mãos. Nós saímos do evento com uma coisa viva que nós temos que cuidar, apesar de um cato ser bastante resistente à falta de água, não é fácil deixar morrer um cato.

É como o nosso negócio, não é? É muito resistente, a nossa determinação é muito grande mas, mesmo assim, precisa de cuidados.

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Todos trouxemos um cato destes, não é?

Para nos recordar disso, que temos um negócio que é um ser vivo que temos nas mãos. E vai haver pessoas que o vão cuidar e vão fazê-lo crescer muito, e vai haver pessoas que não o vão cuidar e que o vão deixar morrer, não é?

Isso é uma questão de estatística, acontece sempre. E não acontece só assim, acontece em todo o lado.

  • De todas as pessoas que entram na Universidade, nem todos completam o curso.
  • E de todos os que completam o curso, nem todos saem com as notas melhores.
  • Dos com notas melhores, nem todos têm o emprego que gostariam de ter, nem todos se podem dedicar a fazer aquilo que realmente gostavam de se dedicar, não é?

E então é tudo uma questão de estatísticas, é tudo estatísticas, e nós podemos fazer com que as estatísticas mudem a nosso favor. Podemos fazer isso.

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Hoje vou mostrar como é que nós podemos mudar a nossa vida.

Usando um método, ok? Usando um método.

Há pessoas que querem mudar de vida, não é? Eu lembro-me muito bem de ser um pessoa assim, queria mudar de vida.

Em 2007… em 2007/2008, mas penso que foi em 2007, eu vi o filme ”O Segredo”, ok? E aquilo foi-me apresentado e eu vi-o, e depois vi-o muitas vezes, muitíssimas vezes, dezenas de vezes. E aquilo, para mim… mas eu não entendia bem, eu queria mudar de vida, eu queria que a vida mudasse, e tinha muito pensamento positivo e essas coisas, porque eu via-me numa situação muito complicada, muito difícil com a minha família. Não tínhamos dinheiro para nada, eu trabalhava muito mas não era o suficiente, vivíamos com muitas dificuldades.

E então eu desejava muito que a vida mudasse, e eu colocava esse desejo, visualizava a minha vida melhor, fazia essas coisas todas, mas parecia que nada mudava. E passara muitos anos, muitos anos a viver dentro dessa dificuldade e nada acontecia, não é?

Eu aprendi que desejar que a vida mude não muda a vida. Não é isso que faz mudar a vida, o nosso desejo não muda nada, ok? Agora, é preciso nós fazermos, nós mudarmos a vida.

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Então aprendi que, se queres que a vida mude, tu tens de mudar a vida. Tens de mudar a vida. Isso eu aprendi, eu tinha de mudar a vida, tinha de ser eu a fazer as coisas que iam provocar os acontecimentos.

Há pessoas que dizem assim ”Ah, ainda não chegou a hora. Quando chegar a hora, já sei que chegou a hora.’‘ Pessoal, não é assim. A hora chega quando nós decidimos que chega, não temos de estar à espera que haja uma conjugação astral, a hora chega quando nós decidimos.

Como diz aquela música ”algumas pessoas esperam a hora, esperam que chegue a hora, mas outras fazem acontecer”, não é? Agora não me lembro bem como é que é, mas é uma coisa assim. Fazemos com que a hora chegue quando nós queremos, isso é que nos faz mudar a vida.

Porque, pensa um bocadinho, se uma pessoa está em dificuldades, sei lá, tem uma doença, ou tem um problema no relacionamento, ou em casa, ou com alguém, ou tem problemas financeiros, ou tem problemas de falta de realização pessoal. Essa pessoa pode ficar à espera que as coisas mudem, pode ficar à espera, mas eu quero-te dizer uma coisa: nunca muda. Nada muda, sabes?

Porque o que se passa é que as circunstâncias em que nós estamos foram criadas pelas circunstâncias e por nós. Pelas circunstâncias e por nós.

Então, mesmo que as circunstâncias mudem, se nós não mudarmos não saímos da situação em que estamos, não existe uma mudança. Nós temos que mudar.

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Eu ouvi o Jim Rohn dizer, em 2005 e 2006, eu estive com ele algumas vezes nessa altura, com o Jim Rohn, e ele dizia ”para as coisas mudarem para ti, tu tens de mudar primeiro”. Eu tenho que confessar, eu não entendia isso, eu achava que não era bem verdade, eu pensava que as coisas são o que são, as circunstâncias… eu pensava ‘‘falas muito bem, mas tu não sabes da minha vida”. Eu dizia isso, ok? E hoje oiço muitas pessoas a dizerem o mesmo, não é? Talvez tu estejas a dizer isso.

Significa que ainda não entendeste que as tuas circunstâncias não têm nada haver com nada.

Há pessoas que vivem em circunstâncias muito piores, diferente da tua, melhor, não é? Quer dizer não são as circunstâncias que moldam a nossa vida.

No outro dia, estava a ouvir uma pessoa dizer ‘‘Epá, mas eu tenho um negócio, eu quero fazer o meu negócio, eu sou empreendedor, mas a minha família não acredita em mim, as pessoas à minha volta não acreditam, estão sempre a por-me para baixo. E então eu nunca consigo realizar nem cumprir os meus objetivos, porque tenho sempre pessoas à minha volta que me puxam para baixo.

Isso é verdade, há pessoas assim que têm essas circunstâncias. Mas a verdade também é que, mesmo com pessoas a puxar para baixo, muitas pessoas conseguem bons resultados.

Então não é das pessoas estarem a puxar para baixo. É de ti, depende de ti.

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Há pessoas que usam, que se deixam desmoralizar quando ouvem uma crítica, e há pessoas que ganham mais coragem quando ouvem uma crítica. Isso não depende da crítica, depende da pessoa.

E ao longo do tempo eu fui compreendendo que a situação em que eu estava que era muito difícil, muito difícil mesmo. Que essa situação dependia de mim. Tinham sido decisões que eu tinha tomado, tinham sido más decisões que eu tinha tomado, ao longo da minha vida, a pensar que eram boas decisões.

Ninguém toma más decisões, porque quer.

Todos tomamos decisões, pensamos que são as melhores de acordo com o sistema de avaliação que nós temos.

Então se eu tenho um determinado… eu acho que certas coisas são boas e outras coisas são más, eu vou tomar uma decisão baseado nesse sistema de avaliação, e essa decisão vai produzir um resultado. Mas se o meu sistema de avaliação não estiver equilibrado, se coisas que eu penso que estão corretas, estiverem erradas, e coisas que eu considero erradas estiverem certas, eu estou a fazer as coisas com a melhor das intenções, mas tudo o que eu faço está errado.

Lembra-te de alguma coisa? Ou alguém? Se calhar lembra-te a ti. Eu sei que me lembra a mim, isto que eu estou a dizer.

Então nós chamamos a isto o nosso melhor juízo, não é? O nosso melhor critério.

Quando nós no nosso melhor critério tomamos decisões e depois vamos implementar as coisas e nada funciona e nós estamos em stress a tentar, e a tentar, e nada funciona, significa que o nosso sistema de avaliação não está correto. Nós pensamos que uma coisa está certa e afinal ela está errada.

O que diz certo e errado, não é uma opinião, não é só aquilo que tu pensas, é também que efeito é que as tuas decisões têm no mundo.

Imagina que eu agora acredito… imagina que eu acredito que sei lá… arranjar assim uma crença… uma crença assim um bocadinho… um bocadinho ridícula.

Imagina que eu agora acredito que se eu sair à rua, todas as pessoas vão sair das suas casas e vêm me dar dinheiro. Vêm me entregar o dinheiro todo que têm em casa, sem eu ter que fazer nada. Imagina que eu penso, agora de repente lembro-me: “Pá, eu tenho estes super-poderes, eu vou chegar ali à rua, vou atravessar a rua, vou fazer algum barulho, vou dançar, vou cantar e as pessoas todas vêm ter comigo e vão me dar o dinheiro que elas têm.” Eu posso ter essa crença, posso imaginar que posso avaliar as circunstâncias dessa forma. Eu penso que estou certo, eu acho que é isso que vai acontecer, e se eu acho que é isso que vai acontecer, eu posso fazer isso. Mas pode não acontecer aquilo que eu esperava.

Porquê? Porque eu estava errado. Porque na verdade o que se passa não tem haver com aquilo que eu acreditava, eu podia acreditar muito piamente que era assim.

Então, todos nós temos ideias erradas acerca de como as coisas funcionam, acerca de como as coisas são.

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Há pessoas que pensam que se colocarem uma página na Internet a vender um produto, vão vender montes daquilo e vão ficar ricos. Ok? É uma decisão errada, ok? Porque não têm consciência, não sabem o que é. E chegam lá e aquilo não funciona. Porquê? Porque avaliaram a Internet, avaliaram o negócio da Internet de forma errada, porque não têm o conhecimento, nem têm a experiência, nem têm conselho.

E então, como nenhum de nós nasceu ensinado, o mais normal é nós termos ideias erradas acerca de muitas coisas. Não é uma nem duas, muitas. E vamos afinando e vamos esclarecendo o nosso sistema de avaliação à medida que o tempo vai passando, e há medida que nós vamos estando em contacto com outras pessoas que têm um sistema de avaliação semelhante àquilo que nós precisamos de ter.

Isto é muito importante, muito importante. Eu já vou explicar qual é o momento para tu mudares de vida assim, muito rapidamente, mas primeiro precisas de saber: Onde é que está a energia? Onde é que está o motor?

E o motor… a energia vem de um sítio, e o motor está localizado num sítio só, que é na tua cabeça e no teu coração. É só aí. É aí que reside tudo, é que reside as coisas como elas são agora e também é aí que reside a mudança. É aí.

Então o que acontece quando tu tens um sistema de avaliação mais afinado? Tu consegues ler mais eficazmente as circunstâncias e consegues agir, tomar decisões melhores.

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Então é preciso tu seguires o conselho de alguém que saiba que tem uma visão correta do que é o sítio onde tu queres ir.

Se for um negócio na Internet, do negócio da Internet, por exemplo vamos falar do negócio da Internet. Então se tu queres ter um negócio na Internet, tu precisas de seguir um conselho de pessoas que façam o negócio na Internet. Não é um negócio noutro sítio e depois usam a Internet, porque toda a gente usa a Internet para tudo mas isso não significa que seja um negócio na Internet.

Se tu queres fazer um negócio na Internet, precisas de aprender a comunicar, não só tecnologia, o que é preciso fazer, mas principalmente qual é o sistema de avaliação que tem as pessoas que tem muito sucesso na Internet, ok?

Por isso é que nós criámos a Tribo e trabalhamos com a Empower Network, porque temos uma rede imensa de pessoas que tem um sucesso tremendo e que nós podemos ver como é que eles pensam. Podemos ver que prioridades tem, podemos ver como é que gera o dinheiro, o que é que pensam em relação ao dinheiro, o que é que pensam em relação ao ajudar as outras pessoas, o que é que pensam em relação ao trabalho em equipa. Não só o que pensam e o que dizem, mas aquilo que fazem.

Isso é que é importante, é nós podermos estar próximos o suficiente para ver, para ver aquilo que eles fazem, não é? E então para isso temos eventos, para isso temos blogs para partilharmos as coisas que nós pensamos, e por isso nós os damos a conhecer, e por isso muitas pessoas vêm para o negócio e dizem: “Rui, eu quero trabalhar contigo, eu quero fazer aquilo que tu fazes” Porque me conhecem, entendem e sabem que eu sei disto.

E nós na Tribo, nós sabemos disto, ok? É a nossa profissão, ok? Então nós somos profissionais dos negócios da Internet. Isso significa que nós nos transformámos, nós nos transformámos, transformámos a nossa forma de pensar, transformámos a nossa forma de lidar com as coisas, ganhamos em paciência, ganhamos em resistência, ganhamos em competências técnicas, ganhamos muitas coisas. Tivemos que nos transformar, tivemos que vencer medos, tivemos que vencer aquele receio, aquelas borboletas na barriga, não saber se isto vai funcionar, ou não. Não é?

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Temos que vencer isso tudo, tivemos que fazer às vezes um bocadinho mais do que aquilo que nós pensávamos que éramos capazes de fazer, aquilo que nós chamamos dar um passo extra, ou fazer uma milha extra, ou sair da zona de conforto.

Todos nós passamos por essa experiência, e conhecer esse processo e lidar com isso de forma positiva é aquilo que nos distingue das outras pessoas todas lá fora.

Sabes há pessoas que estão lá fora, têm dinheiro a ganhar pó dentro de uma gaveta, ou têm recursos e não sabem o que fazer com eles, e queixam-se da vida, e a vida está difícil, e fazem coisas que não gostam, mas têm recursos e nem sequer sabem que os têm, às vezes têm-nos mas querem segurá-los com medo de perder, ok?

Isso é o que fazem as pessoas com medo de perder, não ganham, não é? Não jogam o jogo.

Então nós não temos que ter medo de perder, temos que correr alguns riscos? Sim, com certeza riscos. Não fazemos as coisas à maluca, mas precisamos de ter aquele nível de confiança, em quem… nos nossos mentores, em quem nos diz como fazer, e em nós próprios que vamos conseguir, ok?

Então vou-te começar a explicar o modelo para tu poderes produzir uma mudança, e muito fácil, na tua vida, e vou falar especificamente a nível financeiro, ok?

Especificamente eu acredito que o dinheiro, é uma energia muito boa, e o tempo… o tempo e o dinheiro são duas formas de energia espetaculares.

Eu acho que é nossa obrigação como seres humanos termos tempo de sobra e dinheiro de sobra.

Sabes o que é que nós fazemos com o tempo que nós não precisamos para trabalhar? O tempo de sobra. Podemos dedicá-lo a fazer as coisas que realmente gostamos ou podemos dedicá-lo a fazer coisas novas, a explorar coisas novas, a correr riscos, a viver aventuras, a passar tempo com pessoas desconhecidas, a fazer viagens, a enriquecer a nossa mente, coisas quando temos tempo a mais…

A mesma coisa quando temos dinheiro de sobra. Acontece o mesmo. Temos recursos que nós podemos distribuir. Podemos fazer mais uma viagem, podemos ajudar mais uma pessoa, podemos ajudar mais uma instituição, podemos comprar mais alguma coisa, podemos ajudar mais alguém, podemos fazer… temos extra, além daquilo que nós precisamos para nós vivermos e para alimentar o nosso modo de vida.

Então estas duas coisas, o tempo e o dinheiro, são muito valiosos. Muito valiosos! São das coisas que mais valem, mas não é o que vale mais. Não é o que vale mais, mas são das coisas que mais valem.

E todos nós precisamos de ter de sobra.

É muito interessante que eu vejo pessoas que têm dinheiro de sobra, mas o tempo é escasso. Não têm tempo para nada. E parece ser interessante, parece ser bom…

Hoje eu vi, no Facebook, uma pessoa que dá um conselho, que dava conselhos no âmbito do multinível, especificamente. E dizia: “Tu tens que te fazer…” Como é que se diz? ”Indisponível. Indisponível, não estás disponível.” Eu concordo com isso, ok? Concordo, nós não temos que estar disponíveis para tudo aquilo… nós, não é?

Mas o sentido é: tens que parecer ocupado, porque as pessoas de sucesso são pessoas muito ocupadas, é preciso tu estares sempre ocupado. Ou se alguém te ligar: “Eu agora não posso, porque estou ocupado.” E é detido como uma coisa boa uma pessoa ter 3 telefones, e estar todo o dia ao telefone, e estar à hora de almoço a falar com pessoas, e quando vai de férias leva o telefone, porque tem que estar a trabalhar à mesma, e não desliga nunca, nunca… sábados, domingos, feriados, fins de semana, as horas todas no dia e na noite, e a pessoa está sempre ligada, e não tenho tempo para nada, e diz isto com orgulho.

É uma parvoíce. É uma estupidez.

É como uma pessoa dizer: “Eu passo fome, porque não tenho dinheiro para comer.” E quando uma pessoa diz assim: “Olha eu não tenho tempo para a minha família, porque trabalho tanto” e diz isto com orgulho. “Porque eu sou trabalhador.” É tão mau ou pior que dizer: “A minha família passa fome porque eu não tenho, não a consigo sustentar.” E dizem isto com orgulho. Não é estúpido? Mas eu vejo isso constantemente a acontecer, sabes?

O dinheiro é muito importante, o tempo não é tão importante. As duas coisas são muito importantes… valorizadas.

O dinheiro, na nossa sociedade, é mais valorizado do que o tempo mas eu digo-te uma coisa: o tempo vale mais do que o dinheiro.

O tempo vale mais do que o dinheiro. Se tivermos que optar, optamos pelo tempo.

Quando eu tinha uma empresa e estava falido, há muitos anos atrás, uma pessoa com quem eu me relacionava, era um cliente meu, ele disse-me: “Rui, tu trabalhas tanto que não tens tempo para ganhar dinheiro.”

Eu achei ridículo o que ele disse na altura… “Não deves estar a pensar bem.” Mas nunca mais me esqueci. Ele fez-me ver que não era com muito trabalho que eu ia ganhar muito dinheiro, porque as horas de trabalho e o esforço nem sempre tinham uma correspondência em dinheiro do outro lado da balança. Nem sempre tinham.

E ao longo da minha vida, eu reparei quanto mais horas eu trabalhava, as épocas em que trabalhei mais, eu tive épocas de trabalhar mais de 16h por dia, semanas seguidas, incluindo sábados e domingos, e essas foram as alturas em que eu ganhei menos dinheiro.

Cria-se um bocado um ciclo vicioso. Preciso de mais dinheiro então vou trabalhar mais, mas depois trabalho mais e ganho menos dinheiro.

É uma coisa muito interessante, não é? … a empresa, naquela altura.

Todos nós passamos por este tipo de coisas, mais ou menos, uns duma forma outros da outra, mas precisamos de saber que temos estes dois recursos, temos o tempo e temos o dinheiro. Mas estes dois recursos não são os mais importantes de todos, ok? São importantíssimos, mas temos outros recursos igualmente importantes que são as tuas competências, as tuas competências.

Eu vou escrever aqui no quadro, que é para não te esqueceres, ok? Eu vou escrever aqui.

O que é que são os nossos recursos? É tempo, dinheiro, e competências.

E agora vou-te dizer como é que usas isto, esta informação para tu poderes mudar a tua vida num instante, ok? Ainda falta ali outra coisa, que eu vou dizer mais daqui a um bocadinho.

Agora vamos falar de ti e dos teus recursos. Quando uma pessoa está numa situação que não gosta e diz: “Eu tenho que mudar de vida.” Essa pessoa pensa: “Eu não gosto daquilo que eu estou a fazer. Não tenho o tempo suficiente. Eu preciso de mudar alguma coisa, eu vou fazer alguma coisa para mudar!” E de repente não sabe o que fazer e começa à procura de coisas.

Deixa-me dizer-te uma coisa: “Tu já tens agora mesmo recursos que te vão dar o combustível para tu poderes mudar a tua vida num instante.”

Tens a capacidade de tomar uma decisão. Uma decisão.

Decisão. A decisão é imediata, demora um segundo a decidir. “Ok, vou mudar.” E é gratuita, não custa dinheiro.

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Há pessoas que me dizem assim: “Rui, eu não faço esse negócio que tu fazes porque eu não tenho tempo.” Não tenho um dos recursos, estão a ver aqui? Outras pessoas dizem: “Eu não faço esse negócio que tu fazes porque eu não tenho o dinheiro.” Outras pessoas dizem: “Eu não faço esse negócio que tu fazes porque eu não tenho competências. Eu não sei nada de Internet!

E estas 3… estes 3 recursos, são as 3 desculpas que uma grande parte das pessoas usa, para não mudar de vida quando, na verdade, são recursos que a gente já tem. A pessoa já tem. A pessoa tem 24h por dia. E mesmo que esteja ocupada, se precisar arranja 1h ou 2h por dia. A pessoa tem dinheiro, claro que tem dinheiro, todas as pessoas têm dinheiro. Os mendigos, um mendigo tem dinheiro. Agora é preciso ver quais são as prioridades, vai fazer o quê? … Mas tem competências, claro que tem. “Ah, eu não sei nada de Internet.” Não é verdade, se tu reparares tu sabes entrar na Internet, sabes… tens um computador, sabes teclar, sabes usar o rato, sabes ir ao Facebook, sabes ver o email, tens muitas competências e há muitas outras.

Muitas vezes estas 3 coisas são desculpas, não são a realidade.

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Mas se tu pensares tu queres mudar usando os recursos que tu tens, tu consegues de repente perceber que estás sentado numa mina de ouro.

E hoje eu vou-te ajudar a descobrir essa mina de ouro que tu já tens.

Já tens. Ok? Não tens que a comprar, já tens.

Então faz o seguinte: pega no teu caderno, ok? Penso que tens um caderno assim parecido com este, de capas duras. E escreve. Escreve isto, isto é muito importante, é:

“O plano para mudar de vida.

Passo 1 – Decisão.”

Decisão.

Tu precisas de dizer: «Basta! Não quero mais isto. Já chega!» E chega um dia, chega uma altura, vamos fazer por isso. Nunca mais te vai acontecer. «Nunca mais eu vou passar por isto!» Esses momentos são momentos importantes. Muito importantes. Portanto não os desprezes. Valoriza-os porque a vida muda nesses momentos.

A vida muda aí, eu tive alguns assim. Tive assim alguns muito difíceis, que eu prometi a mim mesmo: “Nunca mais!”

Lembro-me da história do Jim Rohn, mas estou a falar do Jim Rohn não sei porquê, alguma coisa se está a passar… que ele não tinha dinheiro nenhum, estava falido nos seus 20 e poucos anos, e foram as escoteiras lá à porta dele para vender os bolinhos, por $2 um saquinho de bolos. E ele foi abrir a porta e viu as escoteiras a vender os bolos e ele disse ‘‘Ah, não vou comprar porque eu já tenho muitos ali”, e não tinha nada, mas não tinha $2 para dar para comprar os bolos. E quando as escoteiras se foram embora ele caíu em si e viu ‘‘a minha vida não está a ir para lado nenhum, não tenho nem $2 para comprar os bolos”.

E acho que também passaste coisas assim, não ter dinheiro para pôr gasolina para ir às compras, quanto mais para as compras. Ok? Não ter dinheiro para ir às compras no supermercado, mas nem sequer para a gasolina.

Eu lembro-me de ter uma empresa, em trabalhava em Leiria, a 15 Quilómetros do sítio onde eu morava e, quando chegava ao Domingo, a Melissa dizia-me ”Rui, vamos dar uma voltinha com as crianças”, porque estavam sempre em casa. ”Vamos ao parque”. E o parque que era numa vila vizinha, eu precisava de fazer uns 15 Quilómetros, ir e vir, 7 quilómetros para cada lado, mais ou menos. E eu dizia ”Não, não, nós não vamos. Vamos ficar em casa a ver televisão’‘, porque era Domingo, eu sabia a gasolina que eu tinha no carro e, se eu fosse com as crianças ao parque e voltasse, no outro dia já não conseguia ir trabalhar.

E quando tu tomas consciência deste tipo de coisas, alguma coisa muda.

Muda alguma coisa no teu cérebro que faz com que tu digas ”nunca mais”. São momentos de decisão.

E, se calhar, alguns são realmente assim (talvez, não sei), mas esses são momentos importantes. Muito importantes.

Também não é preciso viveres esse momento assim para tomares uma decisão, não é preciso viveres isso. Mas se, por acaso, viveres, não faz mal. Não faz mal. Chega a hora. Quando chega essa hora, tu podes resistir e ficar com pena, ou podes fechar os olhos e seja o que Deus quiser, vamos fazer isto, vamos fazer isto funcionar. Esse é o momento da decisão que todas as pessoas de sucesso tomam uma, ou duas, ou três vezes na vida.

Mas, se não tomaste ainda uma decisão assim, precisas de a tomar.

Precisas de a tomar. Dar o peito às balas e vamos a eles. Tem de ser, faz parte do processo. Faz parte do processo do sucesso. Não passando por esse tipo de coisas, não passando por esse tipo de desafios, de fazer coisas que nos metem medo de dar um passo no vazio, ou no escuro, ou de viver com alguma incerteza, de correr alguns riscos, ninguém consegue fazer coisas grandes sendo pequeno.

Então essa é a primeira coisa que tu tens de escrever aí no teu caderno: decisão. E a decisão é quando tu quiseres, e é grátis, e é imediata. Não precisas de tempo para tomar a decisão, e não precisas de dinheiro para tomar a decisão, podes tomá-la assim e esse é o passo 1. Escreveste? Ok.

Agora escrevam o passo 2: identifica quais são os teus recursos.

Tomaste uma decisão e agora precisas de ver quais são os recursos que tu tens.

Tomaste uma decisão de atingir um objetivo, ”eu vou conseguir aquilo”, ”eu vou conseguir aquilo”, ”eu vou fazer aquilo”, ”eu vou-me transformar nesta pessoa”, ou ”vou-me transformar naquela pessoa”, é a decisão que tu tomaste. Agora vais ver os recursos que tu tens.

Esses recursos são: tempo, dinheiro, e competências.

Já vamos aprofundar um bocadinho isto, mas antes quero-te dizer uma coisa.

Há pessoas que, quando chega aqui, (este é um momento crítico) olham para os seus recursos e não vêm nada, e dizem ‘‘Ah, o meu sonho não realiza para mim porque eu não tenho nada”, ”Ah, não posso”. Sabes o que é que acontece com estas pessoas que pensam assim? Pegam no sonho, escondem no fundo da gaveta porque, se pensarem nele, ficam doentes e tentam esquecer e voltam à rotina e à vida miserável e difícil. Miserável e difícil é o que eu quero dizer.

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Esta fase da vida chama-se ”sereno desespero”, e é horrível. Eu estive, não queiram estar aí.

E então, quando tu tens um sonho, ganhaste aquela raiva, aquela energia, a seguir vais ver os teus recursos e, de certeza, de certeza absoluta, tu não tens nem o tempo, nem o dinheiro, nem as competências que tu precisas para realizar esse teu sonho. De certeza absoluta. Impossível.

Sabes porquê? Porque os recursos são aqueles que te mantêm no sítio onde tu estás agora, não é? Então, tu não tens suficientes, de certeza.

Então, podes tomar duas decisões:

  • Ou desistes do sonho, e pões na gaveta e tentas esquecer, porque olhou para as suas circunstâncias e para os seus recursos, e não tem;
  • Ou então começa a ver o que tem. Começa a ver o que tem e a construir em cima disso.

Lembras-te do que eu te disse à bocadinho? Todos nós temos dinheiro e competências. Todos.

Uma pessoa diz assim ”Ah, eu não posso fazer aquilo porque eu não tenho o dinheiro.” Quanto dinheiro é que tu precisavas? ”Epá, precisava de 5 mil euros.” Ok, não tens 5 mil euros, mas tens quanto? ‘‘Só tenho 300.” Porreiro, vamos começar com os 300. Não há problema nenhum.

Mas há outra pessoa que diz ”Ah, não tenho 5000 euros, só tenho 300, vou-me embora, vou desistir e vou fazer outra coisa.” Não! Isso é o que fazem as outras pessoas, não é o que fazemos nós, não é o que fazem as pessoas de sucesso. As pessoas de sucesso vêm o que têm e vão trabalhar com aquilo que tiverem.

Então tu fazes o seguinte: na tua lista de recursos, à frente de onde diz ”tempo”… (está onde? Está aqui, quero aqui apontar para o quadro com o meu apontador de alta tecnologia a laser, a laser, este apontador é a laser).

Então aqui no meu apontador a laser, onde diz ”tempo” pões à frente quanto tempo é que tu vais dar por dia à realização do teu sonho.

Escreve. Quanto tempo tu vais dar por dia?

Pode ser que tenhas dificuldade em saber exatamente por dia, então pões, por exemplo, por semana. Quantas horas por semana? 10? 20? 50? 70? 3? Tu é que sabes.

Lembra-te que é uma decisão. Se tu achares que tens 1 hora, de certeza que tens 2. Se tu achares que só tens 2 horas por dia, de certeza que tens 4. Ok? Assim que te vem à tua cabeça, de repente ”ah, eu consigo 1 hora’‘, se tu pensares um bocadinho e talvez te organizares melhor consegues 2, ou 3. Ok?

Então põe aí no papel quanto tempo tu vais dedicar.

Lembra-te, esta é uma prioridade. A mudança de vida é uma prioridade.

Há pessoas que dizem assim ”Epá, eu preciso de salvar a vida, eu tenho coisas para pagar, tenho as Universidades, tenho os medicamentos, tenho o carro, tenho a casa, eu tenho de ter os 5 mil euros por mês e só ganho 1000 no meu emprego.” Ok, vamos trabalhar. Mas depois, quando chega a hora de atribuir o tempo, o dinheiro e as competências, os recursos, atribuí-los a um projeto que o vai libertar, que vai dar independência financeira, diz ”Ah, eu não posso porque tenho que ir para o meu emprego, eu não posso ir ao evento porque o meu patrão não me deixa, eu não posso trabalhar 4 horas aqui porque chego cansado das 8, ou 10, ou 12 que dou no meu emprego.’‘ Então tens as prioridades ao contrário.

Se isto é prioridade, se tu queres te libertar, tens de colocar aí a prioridade e o resto passa a ser secundário.

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Não quer dizer que tu falhes nas outras coisas, não tens que falhar, mas é secundário. Se for preciso optar… normalmente não é preciso optar, mas se for preciso optar, se chegar a esse momento, tu precisas de saber onde estão as tuas prioridades. Mas raramente é preciso optar, ok? Normalmente conseguimos fazer bastante bem tudo, não é? Com um bocadinho de com senso e um bocadinho de organização.

Então, primeiro ponto: tempo.

Segundo ponto: quanto dinheiro tu tens agora disponível para poderes investir na realização do teu objetivo.

Isto é muito importante.

No outro dia uma pessoa disse-me assim ‘‘Ah não, eu quero ganhar dinheiro, eu não quero investir dinheiro, eu quero é ganhar.’‘ Esta pessoa não percebeu nada. Não percebeu nada de nada. Não percebeu nada da vida.

Tu não podes crer uma coisa que tu não semeaste. Impossível.

  • Se tu queres dinheiro tens que semear dinheiro. Chama-se investir dinheiro.
  • Se tu queres ter mais tempo tens de investir tempo.

Por isso é que pessoas passam muito tempo a organizar uma coisa para, depois de feita, dar pouco trabalho. Está perfeito. Investiram muito tempo para depois se libertarem, para depois ganharem tempo. E é assim, isso é o normal.

Nós criamos modelos de negócio com alavancagem, onde ganhamos residuais, precisamente por isso, para nós investirmos muito tempo, o máximo que nós podermos para, daqui por um tempo, podermo-nos desligar mais e podermos ter as coisas a funcionar em automático.

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Não é? É assim. Se queres ganhar tempo, precisas de investir tempo. Se queres ganhar dinheiro, precisas de investir dinheiro. Certo?

Há pessoas que pensam que o facto de terem um emprego não é um investimento. Vou-te dizer um segredo: antes de ganhares o teu primeiro salário, o primeiro emprego e o primeiro salário, antes de ganhares o primeiro salário vê bem quanto dinheiro tu investiste para esse emprego, para ter esse emprego. Não falo da comida, que é para estares vivo, nem da roupa. Não falo disso, falo do que tu investiste para ter esse emprego.

  • Os anos todos que andaste a estudar,
  • todas as despesas das viagens que fizeste,
  • as propinas que pagaste,
  • os livros que compraste…

Uma vida inteira para depois poderes dizer ‘‘Eu tirei este curso e agora vou para o meu primeiro dia de emprego, o primeiro dia do meu emprego.” E és contratado e dizes ‘‘Finalmente vou começar a ganhar dinheiro”, todo contente.

Mas não é verdade, porque só vais receber o teu primeiro salário no final do mês, e no último mês ainda vais ser espremido porque vais ter de pagar do teu bolso o alojamento, viagens, comida, deslocações para o trabalho, não é? E só no final é que vais receber dinheiro, vais continuar a investir mesmo até à última reta final.

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Quando já tens o emprego continuas a investir nele.

Isto não é mau, é assim. É assim. Quando tu queres ganhar dinheiro tens de investir em ti próprio, em circunstâncias, em aprendizagens, em ferramentas…

Todos os bons profissionais em qualquer área investem constantemente na sua formação, por exemplo. Todos, e nem sequer são empresários nem empreendedores. Profissionais. Qualquer profissional liberal, qualquer médico, qualquer advogado, qualquer… sei lá, canalizador, eletricista, ou seja lá o que for de profissão, qualquer um está constantemente a investir em si mesmo, a tirar cursos, a especializar-se, a aumentar conhecimentos, a ir a eventos, a contactar com pessoas. Constantemente.

Então é preciso investir? Sim, com certeza. Quanto? O máximo que tu conseguires. O máximo que tu conseguires.

  • As pessoas de muito sucesso, sabes o que é que fazem com o dinheiro? Investem o máximo que conseguirem, ok? E gastam o resto.
  • E as pessoas sem sucesso financeiro gastam o máximo que conseguem, e investem o que sobrar.

E esta mentalidade do consumo, do consumidor em vez de ser do empreendedor, é que a maior parte das pessoas têm.

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Então dizem-me assim ”Ah, então é preciso pagar para trabalhar?’‘ Claro, é preciso pagar para trabalhar. Não é só aqui, é em todo o lado. Temos de pagar para aprender, sim. Porque razão alguém te havia de ensinar alguma coisa de graça? Porque motivo? Não é?

Então é preciso, sim, reunir um recurso chamado dinheiro.

Escreve aí: quanto dinheiro tu tens agora para investir no teu negócio?

Investir no teu negócio pode ser: comprar formação, comprar cursos, pode ser comprar produtos, investir em publicidade para o teu negócio, ok?

Para investir num negócio, quanto dinheiro tu tens? Escreve aí um valor que tu tens agora. E agora precisas de ver… Ok, já está? Já está? Ok.

Agora dá um passo atrás e pensa para ti mesmo: “Quanto é que eu poderia conseguir nos próximos 30 dias?” Escreve.

Agora mesmo, tens isso, já tens. Mas tu agora vais pensar bem e vais dizer, honestamente, o máximo que tu conseguires reunir de dinheiro para investir no teu negócio, nos próximos 30 dias. Daqui até ao final do mês. Estamos no dia 1, não é? Ou no dia 2, é dia 2 já. Já é dia 2. Ok?

E é assim que tu verificas os recursos que tu tens em termos de dinheiro, ok?

Vamos passar ao 3º recurso que é competências.

Todos têm competências. Então fazes também uma lista… deixem-me só beber um bocadinho de água… Fazes também uma lista, e nessa lista vais por tudo aquilo que tu sabes. Tudo o que tu sabes. Ok? Tudo o que tu sabes.

Então, tudo aquilo que tu podes produzir… por exemplo, imagina que tu és um idoso, podes produzir coisas, podes fazer mesas e cadeiras, podes fazer artesanato, podes prestar serviços da tua área, não é? Então pões isso. Os cursos que tu tiraste, as qualificações académicas que tu tens. Podes não ter tirado nenhum curso na Universidade, podes ter, por exemplo, um estágio, um workshop, o que for. Escreve. Põe na tua lista.

Mesmo coisas do passado, que tenhas feito no passado, daquelas coisas que uma pessoa faz e parece que nunca serviram para nada, põe isso. Um curso de inglês que fizeste há 20 anos, põe isso. Tens o diploma, não é? Ok, está lá. Qualquer coisa.

A tua experiência de vida, coisas que tu viveste dos quais tiraste conhecimentos e ensinamentos, ok, escreve essa experiência aí. Tudo isso são recursos.

Todas as pessoas que chegam aqui têm recursos, têm conhecimento, e normalmente têm muito conhecimento. Muito. Não têm consciência sequer do conhecimento que têm, do valor que têm.

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Então faz aí essa lista, as coisas todas que tu te lembrares, os professores que tu tiveste, o que é que eles te ensinaram, coisas que tu percebes, és bom nisso. Culinária, desporto, sei lá, aventura, ou outdoor, ou não sei, roupa, moda, qualquer coisa, artesanato, pintura, música, teatro, sei lá, engenharias, e técnicas, o que for. Faz uma lista extensa de tudo o que te lembrares. Ok? Faz uma lista… já está? Ok.

Depois faz uma lista de todas as coisas que tu podes produzir, coisas que tu podes fazer.

Sei lá, se eu for um artesão… a Bia fez isto, e mais o Alex. Ok? Têm jeito, não é? Para fazer aqui o símbolo da Tribo, han? Ok? Então têm jeito para fazer estas coisas, então podiam fazer coisas destas, não é? Isto é uma coisa que tem valor, não é? Mas pode ser qualquer coisa.

Se tu sabes fazer podes produzir coisas.

Por exemplo, se sabes muito de cozinha podes fazer comida, não é? Produzir comida, a comida tem um valor intrínseco no mercado. Podes fazer artesanato, podes fazer, produzir, sei lá, um curso acerca de qualquer coisa que tu saibas, ok? Seja o que for, ok? Então escreve coisas que tu podes produzir.

Na realidade é concretizar, tornar concreto, um conhecimento que tu tenhas, é o que isso significa. Tornar concreto.

‘Ah, eu sei muito sobre astronomia.” Ok, então mas, ok, o meu conhecimento está aqui na minha cabeça, não é? Como é que eu vou por isso cá fora? Então posso ter um livro, posso fazer um vídeo, posso fazer um áudio, posso fazer uma ilustração, posso, sei lá, fazer palestras, posso fazer eventos, posso fazer montes de coisas, posso fazer cursos, não é? Ao vivo, na Internet, por Skype, sei lá, há muitas coisas que podes fazer se tiveres o conhecimento, mas tens que empacotar esse conhecimento de uma forma que possa ser colocado no mercado para outras pessoas poderem aceder a esse conhecimento.

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Então faz uma lista, uma lista de coisas que tu podes fazer, produzir a partir das competências que tu tens. Ok? Faz esta lista.

Agora, precisas de fazer uma outra lista: coisas que tu tens, coisas que tu possuis, objetos que tu possuis, e que tu podes desfazer-te deles sem prejudicar o teu estilo de vida.

Coisas que tu tens, que não precisas e que te podes desfazer delas, dessas coisas, podes vendê-las por exemplo, sem prejudicar o teu estilo de vida. Ok?

Imagina, epá, eu gosto muito de tiro ao arco, é uma das coisas em que sou mesmo bom, eu adoro isso, tenho aqui um arco espetacular com as flechas e não sei quê. Então não vou vender isso, não é? Porque isso faz parte dos recursos. Se calhar vou fazer um curso de arqueiro, não sei. É um recurso que eu tenho, então não vou vender o meu recurso, não é? Porque, se eu vender o recurso fico sem ele.

Agora imagina que eu tenho o conjunto todo de arcos e flechas todos espetaculares, todos XPTO… é uma coisa que não me serve para nada.

Então de certeza que tu tens uma quantidade considerável de objetos, coisas dos quais tu podes te desfazer sem prejudicar em nada o teu estilo de vida e as coisas que tu precisas de fazer.

Em nada, ok?

Também não é para colocares nessa lista coisas que têm valor sentimental. Tens um anel que te deu o teu marido, não vais pô-lo aí, não é? Tem um valor… a não ser que queiras esquecer o marido, também pode ser. Ok? Mas alguma coisa que tenha valor sentimental obviamente que não, isso realmente interfere na tua qualidade de vida o facto de te desfazeres eventualmente dele.

Então faz uma lista de todas as coisas que tu tens e que, realmente, não precisas, não interferem significativamente na tua vida. Estão ali. Coisas que nós chamamos ”tralha”. Tralha. Coisas que estão ali.

Uma bicicleta que tu não usas, sei lá, uma máquina de fazer exercício que tu compraste e que nunca chegaste a usar e também não tencionas usar, não é? Porque, se tencionares usar, é boa ideia usares. O que for, o que for. E então faz uma lista de coisas, ok? Também são recursos, também são recursos teus, são coisas que tu foste acumulando e podes te desfazer delas, ok? 

Porque é que é importante fazeres estas duas listas? A lista das coisas que tu podes produzir e a lista das coisas que tu tens e que não precisas, porque é que é importante teres estas duas listas prontas?

Porque é aqui, nestas duas listas, que está o teu dinheiro, o teu dinheiro rápido. O teu dinheiro rápido.

Porque são coisas que tu já tens, não tens que ir comprar uma bicicleta… podias fazê-lo, comprar uma bicicleta no OLX por 100 euros e vendê-la por 150. Podias, e ganhavas dinheiro, e podes fazer isso, não é? Mas se tiveres a bicicleta lá em casa a ganhar pó, podes vendê-la por 150 euros e ficas com o dinheiro para ti, não é? E podes investir esse dinheiro no teu negócio, ok?

Isto é muito importante, são recursos que tu tens. Tu podes produzir um livro, tu podes fazer um curso, tu podes fazer uma atividade, ou um workshop, ou uma coisa qualquer sobre um conhecimento qualquer que tu tenhas, e as pessoas pagam-te dinheiro para isso, e tu podes usar esse dinheiro para investir no teu negócio, onde está o teu tenho, de onde veio a tua decisão.

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Porque é que precisas de tempo, dinheiro, e competências? Lembras-te? Tomaste a decisão naquele momento, e agora vamos ao trabalho.

  • Onde é que está o meu tempo?
  • Onde é que está o meu dinheiro?
  • Quais são as minhas competências?

É disto que eu estou a falar, dos teus recursos, da tua lista de recursos para tu poderes por o teu sonho em movimento.

Então não precisas de ter muito, não precisas de ter tudo, de certeza que não vais ter tudo o que precisas, mas vais ter uma boa parte das coisas que tu precisas para começar. Portanto é uma parte considerável para poderes começar bem a fazer as coisas.

Mas, como eu te disse, não vais ter tudo, de certeza absoluta. Não te vai chegar. O dinheiro não vai ser o suficiente. ”Eu vou começar o negócio e vou ser All-In, é preciso uns 5000 euros para ser All-In. Porreiro.” Mas resume-se a isso? Não, vais ter que continuar a investir, vais ter que começar a gerar rendimentos, vais ter que começar a fazer dinheiro para reinvestir no negócio, não acaba aí.

Investimento é contínuo em tempo, dinheiro e competências.

É contínuo, contínuo. É óbvio que o rendimento também é contínuo, obviamente. Nós queremos é que o rendimento pague constantemente, não é? Por isso é que nós estamos aqui. E que esse processo seja curto, seja curto, e rapidamente consigas cobrir os teus investimentos e ganhar muito dinheiro. É por isso que nós estamos aqui.

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Mas eu já sei que, no inicio, se calhar, ou provavelmente, numa fase inicial ‘‘epá, não tenho que chegue”, não é suficiente. Então eu estou a ajudar-te a reunir os recursos para tu poderes dizer ‘‘ok, eu vou fazer”, e sabes que, no caso do negócio online e essas coisas, nós estamos aqui para ajudar, é a nossa profissão, é o que nós fazemos na Tribo.

Eu estou-te a ajudar a, primeiro despertar o teu sonho, a tomar a tua decisão, e a seguir por os pés no chão, reunir os recursos.

E um recurso vital que eu não falei ainda, e que vou falar agora, porque como eu te disse já 3 ou 4 vezes, de certeza absoluta que não vais ter o dinheiro, o tempo e as competências necessárias para atingir o teu objetivo, está lá outro fator vital.

Eu até vou escrever de outra cor, que se chama ”aliados”. Aliados.

Aliados. Estás a ver os aliados? Oh, onde é que está? Está aqui.

Sabes para que é que servem os aliados?

Os aliados, é uma pessoa que tem um objetivo, um sonho parecido com o teu, tem os seus próprios recursos, tem o seu próprio dinheiro, tem o seu próprio tempo, tem as suas próprias competências, que também não lhe chegam e então pode-se juntar contigo.

Isso chama-se uma Network, uma Rede. Podes ter 4, 5, 10, 20, 30, 50, 100 aliados. O que é que acontece? As coisas que te faltar… aquilo que te faltar a ele tu podes ter. Há uma competência que tu não tens, que ele tem. Há uma competência  ele não tem e tu tens.

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Então nós por exemplo, aqui na Tribo, criámos a comunidade dos Power Bloggers, não é? Tem os níveis, tem os grupos no skype. Porque é que aquilo é tão interessante e funciona tão bem? Porque ali dentro está uma quantidade enorme de pessoas, são todos Aliados porque cada uma das pessoas que está ali tem um sonho semelhante, que é um sonho de liberdade, de independência, de autonomia, em que nos ajudamos porque não temos os recursos suficientes, porque ninguém tem.

Então nós estamos todos juntos e vamos partilhando recursos.

Eu dou um pouco do meu tempo, eu dou um pouco do meu dinheiro, eu dou um pouco das minhas competências, e as outras pessoas dão as delas. Então criamos sistemas, criamos eventos, criamos sistemas online de trabalho para trocarmos ideias e opiniões. E em conjunto vamos todos crescendo mais do que poderíamos crescer sozinhos.

Esta parte dos aliados é uma coisa que muitas pessoas se esquecem. Aliás todas as pessoas esquecem, porque isto não vem nos manuais, nem vem no código genético.

Quando uma pessoa pensa assim: “Eu tenho um sonho. Eu tomei uma decisão. Eu vou atrás.” E depois olha a sua realidade e vê que não tem o tempo, o dinheiro ou as competências necessárias e suficientes, e diz: “Eu vou-me embora, eu desisto, eu não vou conseguir, porque eu não tenho o necessário.” Isto dizem muitas pessoas.

E depois há outras mais avançadas que dizem: “Eu não tenho o necessário, mas eu vou correr atrás. Não tenho dinheiro que chegue, eu vou arranja-lo. Não tenho competências que cheguem, eu vou aprender. Não tenho o tempo, vou arranjar o tempo.” Este é um nível mais elevado e a grande parte das pessoas na indústria do marketing de rede, multinível, do trabalho a partir de casa, e mesmo os empreendedores, empreendedores tradicionais, pensam assim. Não tem, vou arranjar. Não sei, vou aprender. Ok? Nada os detém.

Mas nós estamos noutro nível porque nós trabalhamos com um número de empreendedores em rede. Não é só um grupo de empreendedores que procuram soluções, é um grupo de empreendedores que procuram soluções, mas que têm aliados. São aliados uns dos outros. É o que nós fazemos.

  • Nós somos aliados uns dos outros, por isso é que nós fazemos coisas juntos que nós sozinhos nunca conseguiríamos fazer.
  • E nós produzimos resultados juntos que nós sozinhos nunca conseguiríamos produzir.
  • E nós trazemos treino e trazemos ferramentas, que nós sozinhos nunca conseguiríamos produzir e trazer.

Por isso isto é tão interessante.

Agora já viste… já percebeste o processo, ok? Como é que podes mudar instantaneamente de vida? Já viste.

Primeiro… escreveste no caderno, certo? Decisão. Decisão.

Chega uma altura que tens que dizer «Basta não quero isto mais, eu vou mudar isto tudo!»

Há pessoas que ficam há espera que a vida mude, mas tu não. Isso começa com uma decisão. E essa decisão vai colocar a tua mente lá à frente. E o teu coração fica lá à frente. Já não está preso. Já estás a ver que vai resultar. Já estás a perceber o que é que vais fazer. Já sabes a vida que tu queres ter. Eu gosto de chamar isso pintar a visão. Já tens uma visão, pinta a à tua frente. Já sabes o que é que queres realizar.

A seguir vais ver os teus recursos. Os recursos não chegam. Não tens o tempo, não tens o dinheiro que chegue, não tens as competências que cheguem. Há pessoas que chegam aqui desistem, vão atrás. Estás a ver? Chega esta fase, vão embora. Mas os empreendedores não, os empreendedores dizem: “Não tenho o dinheiro, vou arranjá-lo. Não tenho tempo, vou arranjá-lo. Não tenho competências vou aprende-las. Onde é que isso se aprende?” E vais lá e aprendes, e compras o curso, e frequentas o curso, e falas com os professores, e compras os livros, e compras o que for preciso, e aprendes. Ok? Isto fazem os empreendedores.

E nós, além disto, ainda fazemos outra coisa mais interessante que é trabalhamos em unidade, unidos uns com os outros, em rede. E encontramos aliados que tem objetivos semelhantes com os nossos, e que tem os seus próprios recursos e nós conectamos os nossos recursos com os dele.

Fizemos um evento há duas semanas atrás. O evento RISE Mastermind, foi uma coisa inacreditável. Quem esteve lá sabe o que é que eu estou a falar. Era absolutamente impossível, qualquer um de nós individualmente ter feito aquilo, ter produzido a magia que se produziu ali. Foi uma coisa inacreditável.

É um exemplo, um exemplo prático e vivo, desta network, desta rede de aliados a funcionar. É talvez dos melhores exemplos que eu possa dar. É um evento ao vivo em que tu juntas estas pessoas todas, que tem a mesma visão, que tem os mesmos valores, ou parecida, e que tem o mesmo tipo de recursos e de dinheiro e de tempo, que todos põem tudo em conjunto e ajudamo-nos todos uns aos outros. Não é uma coisa espetacular? E então, é incrível… é incrível.

Por isso é que às vezes uma pessoa olha um de nós, e vê publicações no Facebook: “Ah, eu ganhei 1200€ hoje.” E há pessoas que dizem assim: “Ah é tudo mentira. Não pode ser.” Mas depois de saberes aquilo que eu estou aqui a explicar, sabes que é assim. Não só é possível, é comum. É comum. E é cada vez mais comum, mais pessoas ganharem mais esse tipo de dinheiro.

Porquê? Porque têm sonhos grandes, tomaram decisões corajosas, investiram todo o seu tempo, as suas competências numa coisa que as faz crescer. Numa coisa que lhes dá realização pessoal. E o dinheiro vem em consequência.

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Quando uma pessoa tem medo. Dá passos atrás. Acontece alguma coisa? Não acontece nada. Não acontece nada. O medo e o receio são das coisas piores que nos podem acontecer. São boas, tem a sua parte boa, mas também tem a sua parte negativa, ok?

Tem que ser: o medo existe para ser superado, não existe para nos superar, existe para nós superarmos, como as dificuldades, existem para nós superarmos, cada vez que nós superamos uma dificuldade, nós aumentamos o nosso valor.

Superas uma dificuldade, aumentaste o teu valor.

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Sabes mais coisas, ok? E não superaste a dificuldade, foste vencido. Não tem problema nenhum, se tu souberes aprender, também tornaste-te mais valioso  na mesma.

Isto é um processo que nunca mais acaba. Eu gosto de chamar a este processo… que não é uma linha reta, não é? É uma linha assim toda às curvas e tal.

  • E a gente falha uma vez e falha outra, e consegue outra.
  • E noutro dia leva na cabeça, e noutro dia funciona bem, e vamos aprendendo.
  • E vamos melhorando com o tempo.
  • E os nossos riscos são cada vez mais pequenos, e o nosso dinheiro é cada vez maior, e a influência que nós temos é cada vez maior, e a nossa missão está cada vez mais clara, e cada vez conseguimos realizá-la melhor, ok?

Então era isto que eu hoje tinha para vos dizer pessoal.

Quero agradecer-te a ti especialmente por estares aí, quero te desejar um bom fim de semana e que tenhas feito este trabalho, se não fizeste não faz mal. Podes ver a gravação, voltar um bocadinho atrás e fazer as listas, e tu vais ver que já tens tudo o que tu precisas para começar uma nova fase da tua vida. Não te esqueças é que precisas dos aliados.

E há pessoas que eu sei, eu sei… que têm algumas dificuldades, têm poucos recursos, mas só tem poucos recursos e estão parados, porque não se conectaram com os seus aliados. Neste caso somos nós. Só por isso. E como não se conectaram, não sabem alavancar, não sabem transformar o pouco em muito, porque isso também é uma competência que nós temos que ensinar uns aos outros, ok?

Então este é o meu apelo para ti hoje: toma uma decisão grande, sem medo.

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Uma decisão corajosa para a tua vida e depois reúne os teus recursos, procura os teus aliados.

Ó meu, não há que ter medo, é só seguir em frente. Porque nós estamos todos aqui para te ajudar e para te apoiar, e contamos também com o teu apoio.

Tu és uma peça vital dentro desta máquina. Não gosto muito de lhe chamar máquina, porque não é uma máquina e nós não somos peças nenhumas. Dentro desta rede neuronal, como se fosse um cérebro gigante, cada um de nós tem uma missão ativa, a desenrolar e a desenvolver, ok?

Fica bem, obrigado por estares aí. Vemo-nos na próxima semana. E gosto muito… Bom fim de semana!

6 thoughts on “Como se Muda A Vida Num Segundo, Sem Gastar Um Cêntimo”

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