“Primeiro confiável, depois líder.”

É uma verdade que dependemos todos uns dos outros e por isso, aquilo que escolhemos fazer afecta sempre outras pessoas.

  • Quando combinas com alguém estar num local às 20h e apareces às 21h estás a enviar várias mensagens. A primeira é que achas que os teus afazeres são mais importantes que os da outra pessoa que está à tua espera, a segunda é que não tens consideração pelo tempo do outro e a terceira é que não se pode confiar em ti para estar num local à hora combinada.
  • Se te comprometes a fazer uma determinada coisa num projecto em equipa e não cumpres o teu prazo, estás a enviar a mensagem: não sou de confiança.

Tudo isto começa por ti, antes de se manifestar na tua relação com os outros.

Sempre que estipulas uma tarefa e não a cumpres, estás a criar um padrão de comportamento não-confiável que depois vais duplicar nas tuas relações com os outros.

É claro que todos temos falhas, umas vezes não temos paciência, outras comprometemo-nos com algo que objectivamente está fora das nossas mãos poder cumprir, mas essas têm de ser as excepções e, mesmo aí, temos de dar sempre o nosso máximo e achar soluções.

Quem quer fazer negócios, ou ter relações sociais, ou mesmo de amizade (que frequentemente até tolera a falta de confiabilidade) com pessoas de quem não se pode depender?

Quando as pessoas à tua volta disserem que tudo aquilo que está nas tuas mãos sairá bem feito, nessa altura conquistaste o primeiro patamar da realização profissional.

E, quando não conseguires estar à altura do que te é pedido, apesar de teres assumido a responsabilidade: mantém informada das dificuldades toda a gente envolvida, pede ajuda, encontra soluções que até podem não ser perfeitas mas não deixam que o trabalho fique por fazer.

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