Quando se fala de “procurar emprego” a maior parte das pessoas pensa em “centro de emprego” e em “enviar currículos”.

Eu não. Eu penso em oportunidade de expressar talento, paixão e vontade de ter o futuro nas mãos.

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Isso é o que faz quem cria o seu próprio emprego. Não depende de ninguém. De nenhum patrão, nem de nenhum “recrutador”. Não tem de perder o seu rico tempinho em entrevistas inconsequentes, nem de deixar cair mais um pedaço da sua auto-estima com cada “não” e, principalmente, não coloca nem a sua vida nem o seu futuro nas mãos de outras pessoas.

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Ah, mas eu não sei o que fazer…

Ah, mas eu não tenho dinheiro para investir…

Ah, mas toda a gente procura emprego e eu não sou mais que os outros…

Ah mas eu não sei se sou capaz…

Estas perguntas todos as fazemos. Afinal não foste educado para ser livre, mas para ser trabalhador por conta de outrem.

Como eu, tu foste educado para ter um emprego e receber um salário, não para te desenvolveres diariamente, e ganhares dez vezes mais do que a média, ou não ganhar quase nada.

É esta perceção do risco “ganhar muito mais ou não ganhar nada” que “acagaça” quase toda a gente, e talvez a ti também.

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Mas o que é um facto é que ter um curso, e mesmo ter uma profissão e, nem sequer ter um emprego, representam qualquer segurança, como muito bem tu sabes. Antigamente, sim. Quem tinha uma profissão e um emprego, mantinha-o para toda a vida… Atualmente, até aos 65 anos, as pessoas passaram por uma média de 14 diferentes empregos.

Não é mau para ajudar a pagar as contas, mas nunca chegarás muito longe dependendo somente do emprego, mesmo que o consigas manter.

Porque é que ainda ficas agarrado à ideia de que ter um emprego é a situação ideal?

Infelizmente o mundo mudou mais rapidamente do que a nossa mentalidade e a nossa cultura.

Algumas pessoas já entenderam que precisam de tomar nas suas mãos o seu futuro, sem depender de patrões, nem de empregados, nem do governo, nem do FMI, nem da conjuntura internacional. A esta qualidade de pessoas eu chamo os Novos Empreendedores. São utilizadores das novas tecnologias, trabalham mais de 10 horas por dia, desenvolvem-se espiritualmente e como ser humanos, são extremamente produtivos, criam relações, trabalham por rendimentos passivos, desfrutam da vida, adaptam-se rapidamente a qualquer mudança, trabalham em networking e não têm medo de ninguém.

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Sucesso,

Rui Gabriel

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3 thoughts on “Criar o Próprio Emprego – Parte 2 de “Liberta-te: Artigos Para Novos Empreendedores Numa Nova Economia””

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