Em Portugal, todos os dias entram no mercado de trabalho milhares de pessoas. Uns perderam um emprego e estão procurando outro, outros terminaram ou desistiram dos estudos.

Uma grande percentagem da população, tanto jovem como menos jovem vive com um rendimento de cerca de 500 euros por mês. O próprio salário mínimo está por aí mesmo.

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Temos novamente um Portugal Quinhentista, só que desta vez um pouco diferente da primeira.

Pode-se viver com 500€? É claro que sim, se não tiveres de pagar casa, nem transportes, nem escola, nem roupa, nem saúde. Pode-se ter qualidade de vida com 500€? Evidentemente que não.

Não é pelo que o dinheiro te proporciona, que pouco mais é que comida, mas o que a falta dele te impede de realizar.

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Quando não se tem dinheiro não se tem nem voz.

Que alternativas? Há alguma? Claro que sim.

Algumas pessoas ficam-se pelo Portugal Quinhentista, aprendem a viver nele e não querem nada mais. “Deixem-me sossegado”.

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Mas há outras, os novos empreendedores, leitores deste blog, que acham que a liberdade não tem preço e que vale a pena lutar por mudar de vida. Nem tudo se resume a trabalho ou a emprego.

É verdade que o dinheiro não é tudo, por isso esta é uma das minhas máximas de vida:

“Que nunca faças nada por causa do dinheiro, mas não deixes de fazer nada por causa do dinheiro!”

Sucesso para todos.

Rui Gabriel

Pronto para o Próximo Capítulo de
‘Liberta-te: Artigos para Novos Empreendedores numa Nova Economia”?

Leia-o AQUI! »

3 thoughts on “Geração Quinhentista – Parte 1 de “Liberta-te: Artigos para Novos Empreendedores Numa Nova Economia””

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