“De agora em diante vivemos num mundo em que o Homem caminhou na Lua. Não é um milagre, simplesmente decidimos ir lá.” – Tom Hanks

O primeiro passo para ires à tua Lua é saberes que ela existe e onde está. Não é nem Marte, nem Saturno, nem Plutão. É a Lua.

Anda por aqui a cirandar, salta à tua vista, persegue-te, coloca-se à tua frente quando vais na estrada, aparece-te a seguir a uma curva, espreitando por detrás de um prédio ou de um monte. Nunca te larga. Acorda-te durante a noite com o seu brilho intenso, ilumina-te as noites escuras com uma luz esperançosa, mas, mesmo de dia, no meio das tuas acções urgentes, volta e meia, lá está ela por entre as nuvens, só para te recordar que foste talhado para coisas grandes.

Já sabes qual é a tua Lua?

Identificaste-a?

Deste-lhe um nome?

É sempre algo que queres TER, SER ou FAZER. E não precisas de estudar astronomia para a encontrares, procura bem aí dentro.

O passo seguinte é não passares o dia e a noite a olhar para as biqueiras dos sapatos, tens de olhar para cima de vez em quando e ligares o teu coração com o dela.

Um dia vais tomar a decisão de lá colocar a tua bandeira de conquista. O dia em que tomares essa decisão vai ser um grande dia para todos nós e vai ser esse o teu “pequeno passo”. Depois terás muitos outros para dar: aprendizagens para fazer, experiências para realizar, fracassos para ultrapassar, pessoas para envolver.

Um dia estarás a dar os teus passos na tua Lua, todos ficaremos muito admirados pelo “milagre” que realizaste e o mundo nunca mais será o mesmo.

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