“Para teres o que precisas, dá o que te faz falta”.

Toda a gente já ouviu falar na Lei da Atracção, ou na Lei da Reciprocidade, no igual que atrai igual. É parecido com o efeito Boomerang. O povo tem a sua forma própria de transmitir esta sabedoria de geração em geração:

  • “Cá se fazem, cá se pagam”.
  • “Filho és, pai serás. Como fizeres assim acharás”.
  • “Quem cama faz, nela se deita”.
  • “Quem tem telhados de vidro não deve atirar pedras ao telhado do vizinho”.
  • “Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti.”
  • etc., etc., etc.

Penso mesmo que uma boa percentagem dos provérbios vem dizer que tudo o que fazemos traz consequências de igual sinal para nós. Representam um sentido comum fabuloso, conectado directamente com esta verdade ímpar:

“Tu Atrais O Que Tu Atiras”

É o efeito Boomerang.

Tudo o que tu lanças no universo, volta para ti, multiplicado. Já ouviste isto não sei quantos milhões de vezes, já o viste acontecer debaixo dos teus próprios olhos, e, todavia, ainda duvidas.

Como é que eu sei que duvidas? Porque a maior parte de nós ainda não entendeu que para ter o que precisa, tem de dar o que lhe faz falta.

  • Se queres receber algo valioso, dinheiro, por exemplo, tens de dar algo de valioso. Não exijas, dá.
  • Estás carente de afecto, dá afecto.
  • De dinheiro, dá dinheiro.
  • Tens fome? Proporciona comida a quem tem mais fome que tu.
  • Queres aprender? Ensina.
  • Ensinar? Aprende.
  • Sentes-te só, faz companhia a alguém.
  • Queres ser compreendido? Compreende.
  • Amado? Ama.

Não exijas o que não tens. Dá o que te faz falta.

Ehehe, parece que te estou a ler o pensamento: “este gajo é maluco! Então se eu já tenho falta de alguma coisa, é suposto eu dar mesmo o pouco que tenho?”

Sim. Se toda a sabedoria popular acumulada durante milhares de gerações não estiver errada, se todas as grandes religiões do mundo e todas as correntes de espiritualidade estiverem certas, se a Lei da Atracção não for uma história de embalar e o efeito Boomerang for real, é precisamente isso que deves fazer.

  • Imagino que possas estar a pensar por exemplo em amor. Não te adianta exigir amor de outra pessoa, se tu a amares ela poderá amar-te de volta, mas se te tornares um sugador, toda a gente fugirá de ti.
  • Imagino que possas estar a pensar, também por exemplo, no dinheiro. Quando não o temos é quando é mais importante investi-lo. Colocá-lo lá fora no mundo, da melhor forma para que retorne multiplicado.
  • Já pensaste que, se estiveres só e fizeres companhia a alguém ficam ambos acompanhados? Já reparaste que a melhor forma de aprender é fazer e ensinar?

Esta lei da reciprocidade é poderosa. Precisas entendê-la e usá-la porque ela funciona sempre: ou a teu favor ou contra ti.

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