Gravação de um Hangout Privado dos Power Bloggers da Tribo em que desconstruímos os negócios de alguns membros do grupo.

O nosso trabalho tem, como base, a transparência, falarmos sobre o que nos apaixona, sermos sempre verdadeiros e honestos… sendo NÓS PRÓPRIOS.

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Avaliando os artigos dos blogs, a estrutura, os conteúdos, os anúncios, os seus resultados e o que pode ser feito para melhorar, em termos técnicos, mas principalmente em termos de desenvolvimento pessoal. Porque quando estamos conectados connosco próprios, com o nosso propósito e a nossa missão, a comunicação com a audiência melhora e as conversões são melhores.

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 Transcrição:

Manero – Agora é que é. E aqui é mesmo. Quem não falar português neste hangout é um coninhas. Power Blogger que é Power Blogger tem que ser poliglota. Se não, olha… acontece como aconteceu ao… lá com o gajo do Regresso ao Futuro. É assim.

Rui – Estamos quase em Outubro meu. Estamos quase em Outubro. O Regresso ao Futuro, no Futuro, é em Outubro de 2015.

Manero – Ai é?

Rui – É, falta pouco. Não me lembro do dia de cor, mas sei que é em Outubro. Vai haver qualquer coisa que se vai fazer na Internet com isso.

Manero – Ai é?

Rui – Ya! Sim, sim, é em Outubro.

Manero – Dia 15 de Outubro foi o dia em que me inscrevi na Empower Network. Pode ser esse o regresso.

Rui – Então porreiro. Bem, está aqui uns participantes novos, temos o André e a Regina, temos o David, temos o João…

Carlos – Olá Johnny!

Rui – Okay então vamos começar o nosso hangout. Muito fixe. Okay. Vou fazer um pequeno resumo aqui  da dinâmica aqui do grupo, que é, antes de começar, para participar aqui no grupo é preciso ter o blog estruturado no formato como eu expliquei naquele artigo. Okay? Ter os banners, saber como é que o artigo é estruturado e pronto como está lá… estão lá várias coisas. E ter o blog organizado dessa forma, já fica fácil depois para a gente poder avançar daí para a frente e começar a escrever as coisas e a fazer o resto do trabalho. Não é?

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Então o blog tem de estar estruturado para gerar contactos. Depois, o resto a gente já sabe.

O Nuno Rebocho ontem teve a pouca vergonha de ter aí uns 11 mil visitantes no blog dele. Ainda não sei como é que ele fez isso.

Paulo – Olá pessoal, boa tarde!

Rui – Olá. Allô, estás bom Paulo?

Então, o Nuno Rebocho teve mais de 10 mil visitantes no blog, individuais, e então aquilo está a deitar fumo. Ele não pode estar aqui agora, não é? Mas eu sei os dados dele.

A Milu e o Toni estão com o blog deles a crescer todos os dias, o Manero não tenho dados, o João não tenho dados, o David não tenho dados, e o Carlos Barradas também não…

Manero – Eu comecei ante-ontem. Desculpa interromper-te, mas é que eu comecei hoje a… a fazer… publiquei, fiz a publicação do artigo no sábado, e hoje promovi.

Rui – Está fixe, está fixe.

Carlos – Eu já tenho dados! Eu já tenho dados.

Rui – Então vá, manda aí os dados. A gente vê já os dados num instante.

Carlos – É dados muito… Eu comecei… Eu no dia 21 de Agosto tinha 6 visitas, e tem estado a crescer. 23, a seguir 22 e 36. Hoje ainda não sei. Mas acho isto… tenho duas campanhas a decorrer, e acho que são… pronto acho que isto é muito fraco para aquilo que eu tenho. Portanto queria, se fosse possível, analisar um bocado a campanha…

Rui – Claro, claro. Ya a gente já vamos ver isso. Vamos ver. Ali o João, o meu irmão, também está a trabalhar no blog dele com alguma intensidade.

João – Sim, também posso… também posso dar alguns dados, que são um bocadinho diferentes do Carlos. Mas também não são tão bons como os do Nuno. Para dizer a verdade eu comecei isto muito lentamente porque, como vocês sabem, eu tenho a minha atividade profissional que nunca me deixa ter o tempo que eu preciso para me dedicar ao meu blog e, sobretudo a estruturá-lo, porque agora já estou novamente a entrar num certo ritmo.

Mas, organizei… não sei se me estão a ouvir, se não… Allô? Okay. Pronto, estruturei… estruturei o blog de acordo com as indicações que o Rui deu, e realmente tenho o meu blog estruturado para gerar contactos. Portanto, o meu nicho é o nicho dos meus camaradas de repórter de imagem, jornalistas em geral, é também a população que se interessa por media, por televisão, etc.

Aproveitei o facto de eu saber que ia passar na TVI uma reportagem sobre aquele miúdo e o cão dele… o Atchi, que é o cão, e o Little Bee… e aproveitei para, um dia ou dois antes, publicar um pequeno artigo que fiz sobre esse menino que veio cá a Portugal e eu fui lá fazer uma reportagem num dia.

Portanto o meu blog é sobre os bastidores das notícias, e pode ter algum interesse para algumas pessoas, e apostei nesse artigo. Eu postei, portanto, publiquei no blog, publiquei depois na página de Facebook, e publicitei-o, não é? Publicitei o artigo, o artigo teve algum sucesso. Não tanto, sinceramente como aquele que eu imaginaria que poderia ter.

Curiosamente houve um outro artigo, 2 ou 3 dias depois, que eu não dava nada por ele, eu dava muito pouco, e que teve um sucesso incrível, que eu até me assustei. Assustei-me com…

Eu posso dar-vos… vou só aqui partilhar o ecrã, por exemplo. Então partilhar o ecrã…

Rui – Isso é uma coisa muito normal, okay?

João – Como?

Rui – A gente se assustar com o sucesso é uma coisa muito normal. De repente ”aaaahhhhhh”.

João – Ora, vamos ver. Portanto, este aqui… portanto, desde dia 16 de Agosto até hoje… portanto… o meu blog teve este alcance: 42 mil e tal pessoas.

O artigo que eu estava a falar é um artigo que está onde… está aqui. Portanto, é este artigo, foi uma viagem que eu fiz a Malega com o Primeiro-Ministro. O alcance foi de 20 mil e tal pessoas, portanto este ficou-me a 0,002 cêntimos por… por…. lead, não é, que se diz?

Rui – Por interação, por interação.

João – Por interação.

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Portanto, ficou muito barato e sinceramente desliguei… despromovi a promoção porque tive algum medo das reações e… foi um artigo muito comentado como podem ver aqui.

Depois também coincidiu com o facto de ter havido um ataque ao servidor onde eu tenho isto alojado, eu até pensei que era um ataque dos gajos das campanhas eleitorais, mas pelos vistos não foi.

Pronto, o outro artigo que eu estava a falar é este. Portanto, teve 13 mil e tal alcance de pessoas… Conclusão: desde dia 6 até hoje, portanto eu fiz no meu blog… eu vou aqui ao blog… vou aqui ao blog… ao blog não, desculpem, vou aqui… esperem só um bocadinho… ao Chrome… Ora… ver os dados aqui do Google.

Portanto, desde o dia, mais ou menos do dia 15. Aqui foi quando eu publiquei o tal artigo, portanto 2 dias depois é que ele começou… houve aqui um dia em que tive 1046 visitas. Só este dia foi responsável pela maior parte das visitas que tive ao meu blog nos últimos dias, não é? Portanto, no total nos últimos…

Rui – Podes por o Analytics, João?

João – Diz?

Rui – Podes partilhar o Analytics?

João – Não estou a partilhar?

Rui – Não, não estamos a ver.

João – Ah, pensei que estavam. Okay. Ora, como é que eu vou fazer isso? Parar de partilhar e tentar partilhar outra vez. Eu pensei que vocês estavam a ver isto pá.

Rui – Tu partilhaste aquela janela, tu abriste outra e não partilhou essa, só partilhou aquela.

João – Aahh, olha vamos lá ver se eu, se calhar, vi isto mal. Se calhar partilhei isto mal. Tem todo o ecrã…

Rui – Se fizeres ”partilhar ecrã inteiro” ele mostra tudo o que estiveres a ver.

João – Okay então é isso mesmo.

Rui – Se não só mostra o que tu puseres naquela janela.

João – Hm hm. Pronto, agora já… imagino que agora já estão a ver, não?

Rui – Já, agora já estamos a ver o Analytics.

João – Ah okay, pronto. Como estão a ver, eu comecei…

Rui – Ya tiveste aí um pico muito grande de 1000… para aí umas 1100 pessoas.

João – Pronto, foi 2 dias depois de eu ter feito aquela publicação. Pronto.

E eu depois desativei este anúncio, portanto este anúncio tive-o no ar 3 dias, depois desativei porque tive medo dele. Se calhar fiz mal, mas pronto, como tive alguma… eu vi que aquilo estava a descambar para um… muito para o campo da política partidária e com alguns acirramentos partidários, e eu não gosto disso e achei que, se calhar uma pessoa… pronto não tirei o artigo, também não apaguei os comentários, mas deixei de o promover. O que é certo é que… portanto, entretanto tenho estado a fazer outras experiências e a promover outros artigos.

No dia de hoje, portanto, tenho aqui 292 visitantes ativos. Tenho tido… esta aqui é.. são os meus… são os meus… os contactos que tenho gerado. Portanto, basicamente gerei:

No meu ‘Avô Capitão’, que é engraçado que não tenho feito promoção nenhuma disto, mas está no blog, houve 2 subscritores que subscreveram a este lead magnet, não é? Que é a oferta de um resumo do meu romance. Houve 2 pessoas que se subscreveram a isto, e eu não fiz nenhuma promoção, não fiz nada. Portanto, as pessoas que foram… isto é resultado do tráfego que tem chegado ao blog.

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Aqui para a minha lista do Kalatú, portanto, tenho 16… isto são 16 contactos. E há aqui uma outra lista que é… portanto, a lista do Kalatú é a minha lista principal, depois tenho aqui a lista da newsletter do blog, que é esta ”reporter news” gerou também 8 contactos. Portanto, estes 8 dias gerou 8+16+2 portanto… uns 25… 26… 30 contactos. Acho que ainda não tenho isto bem afinado para… porque acho que isto tem potencial para gerar mais contactos.

Rui – Tu estás assim um bocadinho disperso ainda… estás um bocadinho disperso. Mas à bocado disseste uma coisa que vale a pena a gente elaborar em cima disso. Os números, claro, é numa semana, não é? A primeira semana… não está nada mau, está fixe.

Agora é, disseste aí uma coisa muito interessante, vale a pena a gente elaborar um bocadinho, que é: ”o artigo começou a ter muita visibilidade, começou a ter muita polémica, muitos comentários, e eu tive medo então parei aquilo”.

Isso é muito interessante.

É interessante porque tiveste consciência de que aquela posição em que tu estavas anteriormente de não aquecer nem arrefecer, ou seja, a tua intervenção no teu mercado era tranquilo e pacífico, e se tu não tivesses lá não fazias lá falta. Agora começa a não ser assim, começas a ter conteúdos que geram comentários, e quando geram comentários são sempre bons desde que, se tu não queres tomar um partido, não tomas partido nenhum.

Mas que o lugar de discussão seja a tua casa é a melhor coisa que tu possas imaginar.

Manténs a tua independência, se tu quiseres manter a tua independência obviamente, não tens que o fazer, mas que as pessoas discutam na tua casa é um espetáculo.

Discutam na tua página de fãs, e que fiquem irados uns com os outros, não tem problema nenhum. E se transportares isso para o blog, melhor ainda, okay? Porque no meio dessa confusão, é óbvio, não é malta a dizer mal do teu post, nem a dizer mal de ti nem da tua opinião, mas sim a comentar aquele assunto. Estás a ver?

João – Também houve alguns a dizerem mal de mim pelo meio.

Rui – Isso…

João – Pronto, é aquele… são aqueles que engoliram o comprimido do mau-feitio e que dizem mal de tudo e de todos.

Rui – … Mas esses também puxam muito tráfego, estás a ver?

João – Claro, claro…

Rui – Então não tem problema nenhum. O facto de nós lidarmos com a opinião negativa… e então num meio que é o teu, que é o meio do jornalismo. Oh meu isso é… acho eu que é a coisa mais normal no mundo.

E agora o facto de o teu artigo começar a ter uma visibilidade grande. Não tem haver com o artigo, tem haver com a visão, e vamos agora falar um bocadinho de uma coisa um bocadinho mais profunda, ok? Serve para todos nós.

Tem haver com a visão que tu tens acerca de ti próprio e de o teu papel dentro do teu mercado.

  • Se tu tiveres um papel, se te assumires como um líder dentro do teu mercado isso não te assusta.
  • Se tu te assumires como uma pessoa que está ali a tentar fazer as coisas, mas “epá, não quero dar muito nas vistas para não ser mal visto”, então claro que isso pode te assustar um bocado.

Isso acontece com todos nós. Todos nós sem exceção nenhuma, ok?

Eu ultrapassei isso há muito tempo, porque eu de vez enquanto, ponho uns artigos polémicos para testar nesse assunto, e começar a levantar alguma polémica. E quando começo a levantar alguma polémica, eu sei que estou a pisar alguns calos, isso para mim é um treino, ok? É um treino pessoal de dizer as minhas opiniões, e se pisar alguns calos e algumas pessoas de relevo que se levantam a protestar, quer dizer que eu… a minha posição passou a ser uma posição melhor, no meu nicho, no meu mercado.

Nós costumamos dizer que a qualidade da nossa oposição revela a nossa própria qualidade. Então imagina que eu escrevo uma coisa em que as pessoas que falam e criticam, criticam ou que dão opinião, que se envolvem, são pessoas com pouco valor no meu nicho: quer dizer que aquilo que eu tenho é pouco, tem pouco valor. Se forem pessoas de muito valor, no meu nicho, líderes por exemplo, quer dizer que aquilo que eu estou a dizer está a ter um impacto, está a ter uma… está a ter força.

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Isso diz da minha posição pessoal dentro do meu nicho. Então se eu quero ser um líder dentro do meu nicho, eu tenho que ter opiniões e levantar polémica, se for esse o caso, de líderes do meu nicho.

Imagina que vinha o primeiro ministro, ou o gabinete do primeiro ministro comentar na tua página de fãs, a defender-se do outro da oposição ter lá dito não sei o quê. Oh meu, isso era a coisa melhor que podia acontecer, estás a ver? Infelizmente ele não vai, não é? Mas assim é que era bom, ok? Ou se viessem meios de comunicação, que a gente sabe que estão ligados com determinadas áreas de poder, se viessem para a tua praça, ou a tua casa, para o teu blog, ou para a tua página de fãs, a defenderem as damas uns dos outros. Isso é uma coisa espetacular, não podia ser melhor, não é?

E então é só isso. Traz algum receio, porque de repente tu tens uma exposição que não estás habituado e sentes que podes não estar preparado para isso, mentalmente e emocionalmente, mas é só isso.

Isso faz parte do crescimento pessoal que todos nós temos que fazer.

Quando nós queremos ser líderes estamos em cima do palco. A nossa opinião, aquilo que nós estamos a dizer é visto por muita gente, naturalmente traz opiniões de muitas pessoas. Umas de uma maneira, outros da outra. E nós lidamos com isso com tranquilidade, porque não somos nós.

Não és tu… aquilo que as pessoas estão a dizer não é para ti, eles estão a falar acerca daquela ideia e acerca daquele assunto.

E tu podes te pôr de lado e deixá-los falar à vontade. E se começares a ver que a coisa começa a amainar, não custa nada ir lá meter um bocadinho de veneno, só para a coisa explodir outra vez, não é? Para começar a chamar outra vez, estás a ver? É uma coisa boa, porque gera alerta, as pessoas ficam mais conscientes, e quando isso é feito na nossa casa, nós ganhamos credibilidade, ok?

Se tu não te envolveres pessoalmente, se não fores lá comentar e defender, e coisas assim, não tem problema nenhum está ótimo. Manténs-te completamente imparcial. E depois vêm uns a dizer que o teu artigo defende uma determinada visão do mundo, que tu achas que não defende, mas o outro acha. E não te importes que a seguir vem outro gajo a dizer que o teu artigo não defende essa visão do mundo, defende outra. E tu também podes dizer que não defende uma nem outra, mas não te metes, porque é a interpretação dos outros, deixá-los falar, estás a ver?

João – Sim.

Rui – Isso é um espetáculo meu. Não é de parar a campanha, é duplicar o orçamento.

João – Está muito barata, está 0,003. 0,003 portanto, epá aquilo é praticamente…

Rui – 3 décimos de cêntimo.

João – É.

Rui – É meu, eu ponho dinheiro nisso. Pões aí… não sei quanto dinheiro estavas aí a gastar, mas eu no teu lugar duplicava logo.

João – Era 1€. Estava a gastar 1€ por dia. Era 1€ por dia.

Rui – Ya, vê lá, por 1€ tiveste ali mais de 1000 pessoas no teu blog com 1€.

João – Foi muito mais de 1000. Foi… foi mil e tal… foi mil cento… mil e tal.

Rui – Põe dinheiro nisso. Põe dinheiro nisso. E a seguir… pões dinheiro aí e a seguir a gente vai ver como é que está escrito o artigo, vamos analisa-lo com outros olhos, ver como é que a gente há de mexer nele para gerares contactos para o negócio. O que a gente quer é gerar contactos para o negócio, não é?

João – Claro.

Rui – Mas não é difícil. Não é difícil a gente olhar bem para ele com atenção e desmontá-lo para começar a gerar contactos para uma lista de negócio.

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Portanto isso não é para tirar publicidade, é para aumentar o orçamento e a seguir otimizar esse artigo. O blog está como está, vale a pena mexer nesse artigo específico, olhar para ele com outros olhos e trabalhar nele, ok? E então acho que… acho que é uma boa opção a gente na próxima oportunidade avaliarmos o teu artigo, esse artigo especificamente, e ver como é que podemos pôr isso a gerar contactos para o negócio.

João – Está bem. Ok.

Rui – Então só aí facilmente tens 2000 ou 3000 pessoas por dia carago, só nesse artigo com meia dúzia de tostões.

João – Foi, foi o caso. Mas isto é realmente muito imprevisível e é engraçado, porque eu estive a ver o perfil dos meus visitantes, não é? O artigo do cãozinho é quase só mulheres, este é quase só homens. Que é uma coisa engraçada, portanto há aqui uma separação… no fundo o meu… estes dois artigos dividiram o meu nicho em dois segmentos. Homens para um lado, mulheres para o outro, pronto.

Há um outro artigo que eu sinceramente esperava que tivesse mais contactos, mais visibilidade, que é esse artigo longo da subida ao Pico com o Guterres. Esse artigo, para mim, está a ter um comportamento um bocadinho estranho, porque eu tenho muito tráfego orgânico e o Google não está a mostrar. Estou portanto a gastar um cêntimo por dia, há dois dias… o outro no segundo dia explodiu, este o Google, não sei porquê, não está a mostrá-lo, pronto e não consigo baixar o orçamento da…

Rui – Tu estás a falar do Facebook.

João – Como? Estou a falar do Facebook, desculpa. Facebook.

Rui – Ah ok.

João – O Facebook. Pronto o Facebook não me está… não está a mostrá-lo, pronto. O meu público orgânico é para aí 3 vezes superior ao público pago. Eu estou com… portanto está a interação a custar 0,01 cêntimo… e nesta altura, do meu ponto de vista, já era para estar a ser mais mostrado, aquele artigo não tem opiniões negativas, portanto tem opiniões positivas…

Rui – Podes ter orçamento baixo, ou podes… Não é isso, não é isso. Mas ele está-te a gastar muito dinheiro, o orçamento, não?

João – Pois está. Está, está, está. Está.

Rui – Então quer dizer que ele está te a mostrar o orçamento, o teu orçamento tem um determinado custo por interação, mas tu estás a pagar por visualizações, significa que muita gente está a ver, mas poucas pessoas estão a clicar nele.

João – Hm, hm…

Rui – Estás a ver? É só isso que está a acontecer. E então tu tens X por visualização, pagas barato, mas o custo por clique tem que ser elevado, em comparação aos outros. Estás a ver? Deves ter um taxa de CTR, um “click-through rate” para aí de… sei lá… 0,5% ou uma coisa assim. Abaixo de 1%.

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João – E o que é que eu devo fazer para… para alterar isso?

Rui – Nada esquece-o. Não, deixa-o estar. Deixa-o estar. É assim se for… se fosse uma mensagem que tu querias transmitir, uma coisa que tu queres impor no mercado, então valia a pena um gajo pegar naquilo e reformular, fazer um outro e perceber o que é que está a acontecer. Se não for esse o caso…

João – Não é o caso, não.

Rui – Então… e pões recursos noutros artigos. Deixa estar esse.

João – Ok.

Rui – Vais ter muitos artigos que tu pensas que têm efeito e não têm efeito nenhum, não valem nada, as pessoas não aderem aquilo.

João – Pois, pois…

Rui – E a gente não sabe bem porquê, estás a ver? Mas por alguma razão as pessoas não aderem, por exemplo esse… eu vejo esse artigo… eu li esse artigo, eu vejo esse artigo com muito interessante, por exemplo para a malta do PS, a malta do PS daquele tempo, estás a ver? Então se tu fores partilhar em grupos que estejam ligados com o Partido Socialista, de certeza que aquilo tem uma interação grande. Agora não interessa nada… para já a malta nova ninguém sabe quem é o Guterres. Ninguém se lembra dele, ninguém sabe quem o homem é.

João – Não, mas sabem que ele é o… sabem que ele é o auto-missariado da ONU, não é? Ou será que… ou não saberão? Se calhar não…

Rui – Têm, se tiverem esse nível de informação. Agora o público que tu escolheste para fazer o anúncio é que determinou o resultado, não é? É sempre assim.

João – Sim, sim, sim…

Rui – Tu podes querer investir nesse conteúdo, ou não, ou podes deixá-lo estar, e fica lá para ser visto organicamente por quem quiser, e foca a tua atenção naqueles que estão a funcionar melhor.

João – Hm, hm.

Rui – Estás a ver? E é estes que a gente escala, os outros a gente esquece-os, deixa-os estar. Tiras o dinheiro desse e pões no do… no da viagem a Malga, por exemplo.

João – Pois, pois, pois… Está bem. Ok.

Rui – E vale a pena gerir o dinheiro assim. Ok? Fixe.

João – Muito bem. Obrigado, obrigado.

Rui – De nada, nada. Isso está fixe. Está a começar aí a bombar, agora temos é que ver o artigo… a ver se a gente consegue fazer isso já amanhã, para vermos no artigo como é que a gente pode transformar numa… aquilo para gerar contactos.

Ah, uma coisa que eu estava para dizer. Tu tens esses 2 artigos um dirigido a homens outro dirigido a mulheres, certo?

João – Certo, certo…

Rui – Então faz todo o sentido tu naquele que é dirigido a mulheres pores lá um banner, ou um pop-up, ou um banner, ou mais do que um banner conforme for o tamanho do artigo, a falar de negócio próprio, a falar de coisas do estilo. E no das mulheres, faz um a falar das mulheres empreendedoras, e das mães que estão em casa com os filhos, e têm um part-time em casa e ganham mais que os maridos a trabalhar, estás a ver? Fazer tipo um banner, separado do conteúdo do artigo, para a pessoa perceber que aquilo é publicidade, estás a ver?

João – Pois, pois, pois… Sim, sim, sim, sim…

Rui – Isso a gente pode pôr mesmo sem ter contexto nenhum. O artigo está a falar de uma coisa e mete lá um banner para romper o padrão, a pessoa está a ler aquilo, vê aquilo, quebra atenção da pessoa e chama a atenção para outra coisa.

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João – Sim, sim, sim, sim…

Rui – São 2 artigos típicos em que tu podes olhar para os números, por isso é que o Analytics é tão interessante… olhas para o Analytics e o Facebook, e vês qual é estilo do tráfego que aquele artigo específico tens, e depois a seguir vais trabalhar nele para gerar contactos para aquele nicho específico que tu estás a ver que tem. Estás a perceber?

João – Hm, hm…

Rui – Tens aí duas boas indicações que o próprio Facebook te está a dar, de quem são as pessoas que estão a ver os teus artigos. Então eu… se fosse eu fazia isso, eu punha um banner com o conteúdo do negócio próprio baseado na Internet, dirigido para marketers ou empreendedores.

João – E o banner, o que é que eu ponho a seguir ao banner? Uma página de captura, meto um artigo?

Rui – Não. Uma página de captura, sim. Pões um banner com um link para uma página de captura que diga o mesmo. Fazes a página de captura assim em 10 minutos, não é?

João – Pois…

Rui – Vale a pena fazer uma página de captura, só para um artigo, com certeza que vale a pena. A gente faz isso num instante.

João – Pois.

Rui – Depois imagina que tens uma lista dirigida para os negócios a partir de casa, uma lista normal que possas ter para o trabalho em casa, da Internet, isso assim, não é? Dos dois sítios vão ter à mesma lista, mas vêm por motivos diferentes, não é?

João – Pois, pois…

Rui – Na mesma lista vão ouvir falar de empresários de sucesso, homens e mulheres, negócios próprios, de rentabilizar a tua paixão, do Kalatú… todos vão ouvir falar do mesmo, mas cada um de uma perspetiva um bocadinho diferente porque cada um chegou com uma perspetiva um bocadinho diferente.

Portanto é um caso em que não há razão para teres listas diferentes, pode ser a mesma lista, mas com 2 páginas de captura diferentes, estás a ver?

João – Está bem. Ok.

Rui – Isso gera contactos de certeza. Isso gera. Então com esse tráfego todo, isso gera contactos de certeza absoluta.

João – Muito bem. Pronto passamos agora… desculpem ter roubado tanto tempo aqui do hangout, haverá outras pessoas…

Rui – É para isto. É para isso. A gente está aqui a dizer as ideias uns dos outros, não é?

Agora, deixa-me passar ali ao Carlos Barradas, para ver, Carlos, ali a tua… tu estavas para dizer uma coisa à bocadinho, eu interrompi-te para pôr o João, diz lá. Carlos, estás aí? Eu acho que fui eu que bloqueei. Pronto, não fui eu.

Carlos – Não… Não estava a conseguir ligar aqui o som. É assim eu fiz… estou a fazer aqui testes para ver se consigo pôr isto a andar, não é? Mas os resultados são assim fracos e eu precisava de saber… o que é que estou a fazer de mal.

Rui – Vamos fazer assim. Vamos fazer assim: eu vou fazer um aqui, vou pegar num artigo qualquer meu, e vou pôr no Facebook… epá deixa-me desligar o teu som, por causa do barulho.

Vou pôr no Facebook da mesma forma como a gente tem ensinado a fazer, não é? E tu vais ver que não tem dificuldade nenhuma, ok? Mas às vezes é preciso a gente ver, como é que é, para depois tu poderes reproduzir isso no teu… no teu negócio, não é? Na tua publicidade.

Então é preciso… começa-se sempre por ter um conteúdo interessante, interessante para o nosso nicho, não é? Eu vou partilhar o ecrã, e vou começar… vou mostrar… olha pode ser aqui. Partilhar ecrã inteiro, ok. Deixa-me cá vir aqui buscar… buscar o blog… Ok. Eu estava aqui… estou aqui a trabalhar em 2 artigos. Eu estou a trabalhar aqui em 2 artigos ao mesmo tempo, um está quase pronto, o outro comecei-o à bocadinho. Não vou buscar nenhum destes, vou buscar um outro, aliás vou buscar já um link do retarget que é mais fácil. Ora deixa-me cá vir buscar aqui o retarget, vou fazer isso num instantinho, vais ver que é fácil, e vais ver como é que funciona. Queres ver? E a gente pode ter resultados interessantes.

Então venho aqui buscar um link qualquer destes mais recentes, que tenha tido pouco. Ora 56, este foi o mais fraco de todos, teve 56 visitas. Vamos buscar este aqui. Não, vamos buscar um mais antigo… um mais antigo. Blog pessoal… Facebook… Buscar este aqui. Este fala sobre, deixa me cá ver… Ah este, fala dos erros a evitar, então se calhar vou buscar outro, este aqui. Estão a ver, eu pus os links no retarget, diretamente para os artigos, para as áreas do artigo, queres ver? Tu já sabes fazer isso, mas só vou chamar a atenção à mesma.

João – Eu por acaso não sei. Eu por acaso não sei.

Rui – É. Então eu já vou fazer isso.

João – Experimentei, mas não funcionou.

Rui – Fixe. Ok. Estás a ver? Este link que está aqui, este link de retarget manda diretamente a pessoa para aqui, estão a ver? Para esta secção. Ok? Este aqui o 23, estás a ver aqui? Agora estou para aqui a carregar pop-unders, pronto então é este que está aqui.

Como é que isto se faz? Vou fazer isso aqui num instante para a gente perceber. No editor… estou a fazer este artigo, estou mesmo a fazê-lo, não é? Então, quero pôr aqui um índice… ponho aqui um índice que tenha esta lista toda. 1, 2, 3, 4, 5, 6… ok, pronto por aqui abaixo, não é? … diretamente para o 5. Então isto é um índice. Índice… Índice. Quero que este link aqui, leve para este sitio, para o número 5, estás a ver? Então o que é que eu vou fazer, vou pôr aqui… âncora, diz aqui em cima: “Insert > Anchor” estás a ver? Então vou pôr aqui… fiz aqui uma asneira. Ok, aqui um bocadinho antes do artigo, antes da linha, “Insert Anchor”, o nome neste caso é número 5… Ah já sei porquê que não conseguiste. Estás a ver? Ele não a pôs lá, vou ter que fazer outra vez, às vezes ele não põe não sei porquê. 5… mas que coisa estranha, porque é que ele não está a pôr lá o coiso.

João – Ó Rui eu fiz isso tudo certo e depois peguei no link… portanto no link, dentro da página ainda funciona, estás a ver? E eu escrevi topo, pus uma… Dentro da página funciona, quando eu transponho aquele link para o retarget é que deixa de funcionar.

Rui – Pronto, então já percebi. Já percebi, já sei porquê. É que no retarget, tu precisas de fazer a atualização da programação. Porque aquilo… deixa só aqui parar a coisa. Antes aquilo não dava para fazer, porque o link, o URL leva o cardinal e a seguir o nome da âncora, não é?

João – Exactamente, exatamente…

Rui – Isso está no URL, só que quando a gente põe isso no retarget dos Lazy.

João – Desaparece…

Rui – O próprio retarget adiciona código à frente disso. Porquê? Porque o retarget dá para fazer split test e mais não sei quê, então ele próprio adiciona código. E isso não funcionava. E então falei com o programador e disse-lhe “olha isto não funciona” e o programador  assim “olha eu estou muito ocupado aqui com o PTSender vê lá se tu descobres como é que isso se faz e depois diz-me”. E eu não percebo nada disto, bem sei eu como é que isso se faz. Curiosamente, a primeira pesquisa que eu fiz no Google disse logo porque é que não funcionava. Então descobri logo.

E o que acontece é que esse… se tiver parâmetros no meio, o cardinal com o nome da âncora tem que vir no fim, ok? Tem que ser a última coisa de todas no URL. E como a programação estava a pôr código ali no meio… a seguir, não é? Portanto tinha o cardinal e o número da âncora, e a seguir tinha código, não dava, tinha variáveis, não funcionava. O que é que ele fez? Ele arranjou maneira de pôr as variáveis no meio e pronto passou a funcionar. Mas é preciso fazer atualização da programação.

João – Ah, ok.

Rui – Ok? Porque a versão antiga… antiga estou a dizer uma coisa com 15 dias, estás a ver? Ou 3 semanas. Portanto fazendo a atualização da programação já fica resolvido.

João – Desculpa Barradas, esta minha intromissão.

Rui – Ok, foi bom, foi bom. Já ficou tratado. Outras pessoas que já tinham a mesma dificuldade. Ok.

Então vamos buscar aqui o… pode ser este, vou exemplificar este aqui. Vou buscar aqui o URL… copiar. Vamos pôr isto no Facebook. É muito fácil a gente ver como é que a coisa funciona, não é? Vou aqui à minha página de fãs.

David – Mas agora não estás a partilhar o teu ecrã.

Rui – Não estou?

David – Não.

Rui – Obrigado, ó David. Obrigado. Ok, já estou outra vez. Ok. Fixe, fixe, fixe. Ver se isto aqui anda para a frente. Pronto depois a gente chega aqui. Isto agora, eu vou-te dizer… vais ver algumas coisas importantes.

Então vamos primeiro ver aqui o artigo. Este artigo está feito para pessoas que já tem alguma coisa haver com Internet Marketing, certo? Está a dizer aqui: “Erros a evitar com ganhar dinheiro na Internet.”

Artigo Mencionado: Ganhar Dinheiro na Internet – 41 Erros Estúpidos a Evitar

Então são pessoas portanto que já de alguma forma estão ligadas com isso. Todas as pessoas que querem ganhar dinheiro na Internet, já procuraram, já acharam, já viram, muita coisa. A não ser que este artigo seja a primeira coisa que eles encontram, enquanto se lembram: “Espera lá, eu quero ganhar dinheiro com a Internet.” E então este é a primeira coisa que eles encontram, não é? O que não é fácil, normalmente já têm alguma experiência, já andaram a ver algumas coisas. Então esse… esse é o público natural para este artigo. Olha deixa ver se está aqui… é o João, ok. Só a ver onde é que estava a vir o eco.

E portanto este é o público natural deste artigo e então é essas pessoas que eu quero. Quero pessoas que venham aqui que trabalham com Internet Marketing, mas não têm sucesso no Internet Marketing, para perceberem onde é que estão os erros, porque é que eles estão a cometer os erros, ou que erros é que são esses.

Então essas são as pessoas, é isso que eu tenho que procurar aqui no Facebook, então venho aqui buscar o link, está aqui em cima, está aqui. Não sei se já tinha copiado ou não. Copiado, então agora vou pô-lo aqui na minha página de fãs.

Aqui fala em “Ganhar Dinheiro na Internet: 41 Erros Estúpidos a Evitar“. 20% das pessoas ganham 80% e não comentem estes erros, ok? Então vamos procurar aqui mais palavras que tenham haver com este assunto. “Quase todas as pessoas comentem ou já cometeram alguns destes 41 erros…” “Quando comecei…” Estou a falar um bocadinho da minha história. Falar um bocadinho da história… Aqui é dirigido… Estou aqui à procura de uma frase que seja interessante para as pessoas, não é? Aqui já dá conteúdo, eu não quero dar conteúdo. Só quero pôr coisas introdutórias. Portanto temos aqui… Ok… “Vais ver erros (…) 20% das pessoas (…) ganham 80% do dinheiro que é ganho na Internet.” Ok, vamos ver este aqui. Vamos experimentar pôr este. Aqui… vou aqui à parte de baixo pôr mais um bocadinho de texto, agora este aqui. Ok.

Então eu vou explicar porque é que eu estou a pôr o link aqui no meio, ok? Vou pôr o link aqui no meio. Se tu reparares, vou dar este exemplo, este post aqui tem o link no fim, estás a ver? É visível, mas está no fim, mas quando eu partilhei isto no meu perfil, ou noutro sítio qualquer, se tu reparares o link de texto clicável não está cá. Desapareceu, estás a ver? Era a última coisa do texto, o Facebook tirou, porque a imagem é clicável, isto é tudo clicável, então o Facebook tirou o texto clicável da descrição. Aqui, estás a ver? O original está, na partilha não está. Na partilha está o texto, mas não está o link e eu quero que na partilha apareça o link.

Este link o facto de ser o texto e ser clicável, gera cliques ok? Uns 10% a mais ou 15%, entre 10 e 15 depende dos artigos.

Entre 10% e 15% a mais cliques do que se tiver só a imagem, ok? Então vale a pena a gente ter o link, não é? Em formato de texto, como está aqui. Para isso acontecer, então eu ponho o URL no meio, estás a ver como está aqui? Isto vai fazer com que este artigo… agora vou copiar isto… vai fazer com que este artigo quando for partilhado, apareça este texto clicável aqui no meio, ok?

Se reparares eu falo aqui de dinheiro, “ganhar dinheiro”, estás a ver? Mas a palavra “dinheiro”, eu tenho que a usar aqui, porque é acerca disso. E então a palavra dinheiro, invés de ter um “i” tem um “L” e isto é um “L” minúsculo, aqui nota-se um bocadinho a diferença, estás a ver? Não é um “i”, para evitar o robô do Facebook, ok? De identificar aqui a palavra “dinheiro” e depois não me aprovar o anúncio, quando eu quiser promove-lo, ok? É só para evitar isso. Eu já promovi vários anúncios com a palavra “dinheiro”, ok? Mas se não quiser correr esse risco, então uso um estratagema deste estilo.

Em todo o caso eu tenho verificado que aquelas palavras proibidas que nós estamos sempre a falar, de “rendimento extra”, “trabalho em casa”, “multi-nível”, “dinheiro”… nem todos os anúncios são proibidos usando essas palavras, tem muito haver com o nosso histórico. O Facebook sabe qual é o nosso histórico, se nós fazemos muitos artigos a falar… a promover… a falar nesse tipo de coisas, ele já sabe que nós somos desse sector e então começa a proibir-nos o uso dessas palavras, ok?

Mas por exemplo a palavra “dinheiro” não é proibida, se eu tiver uma empresa de contabilidade e fizer um produto digital a dizer “finanças pessoais… para gerir o teu dinheiro”, não vai interferir com nada disso, porque é um contexto, por exemplo, da contabilidade ou da gestão ou da economia, se for a economista ou se trabalhar com economia, claro tenho que falar de dinheiro, não é? E o Facebook não vai impedir de falar de dinheiro, por causa disso.

Impede sim, falar de dinheiro dentro do contexto dos afiliados, ou do multi-nível, porque isso é que não se pode falar. Não é do falar de dinheiro, é do contexto do multi-nível, ok?

Então eu tenho reparado que à medida que eu vou tendo mais e mais e mais anúncios aprovados, dando mais conteúdo e dando mais valor, o Facebook começa a relaxar um bocadinho a marcação em cima desse tipo de palavras, pelo menos em relação a mim, ok? Tenho reparado nisso.

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Em todo caso se eu não quiser correr riscos, então não uso, se tiver mesmo que usar, então tenho… uso um estratagema deste estilo, estás a ver? Usando o “L” minúsculo invés da palavra maiúsculo… invés da letra “i” maiúscula. Aqui em cima, tem aqui a palavra “dinheiro” também, pode se tirar aqui a palavra “dinheiro” sem problema nenhum, ok? “20% das pessoas ganharam 80%  do que é ganho na Internet” Ok? Já sabe que se está a falar de dinheiro, aqui fala outra vez de dinheiro. “Que impedem uma pessoa de ganhar com a Internet”, também já sabemos que está a falar de dinheiro. E pronto, e aqui evitamos facilmente a palavra dinheiro.

Pronto vou copiar isto, publicar e depois partilhar no perfil, queres ver? Este perfil está assim. Ok, partilhar… Partilhar aqui no meu perfil. Ok. Depois daqui a um bocadinho vamos ver como é que ele, estás a ver como é que ele… Estás a ver aqui o artigo… o link aqui no meio? Isto é um perfil, isto é o meu perfil. Esta é a página de fãs, e este é o perfil. Olha aqui o meu perfil, ele deixou ficar aqui o link, aqui no meio, estás a ver? Enquanto neste retirou, estás a ver a diferença? Isto ajuda, isto ajuda a gerar mais cliques em cima do anúncio, ok?

Pronto, então vamos fazer outras coisas, agora vamos por exemplo aqui ao Google+, ao Pinterest, ao Twitter, promover este anúncio, não é? Já sabes fazer isso.

Enquanto a gente faz isso tudo, aqui na página de fãs, ele fica aqui carborado, a ver… a gente vai ver quantas pessoas é que ele vai mostrar, não é? De forma orgânica, quando for a altura de promover. Então a gente vem aqui à promoção e temos que escolher um público adequado ao conteúdo que a gente está a dar, ok?

Então vamos dar um exemplo… vamos ver aqui um exemplo. Tenho aqui vários públicos, claro, vários públicos criados, mas imagina vou criar um público novo, só para a gente ver. Se for só para Portugal… ok, está aqui Portugal… neste exemplo que está aqui, tenho aqui marketing de conteúdo, otimização de motor de busca, palavras-chave… ok, isto… olha, nível de marketing, marketing digital, hiperclick… este parece que está adequado, estás a ver? Trabalhos em casa, vendas, vendas online, blogger, marketing de afiliação, ganhar dinheiro, vendedor, empreendedorismo, empresas… isto parece ser interessante, mas é para Portugal, não é? Se eu quiser adicionar aqui Brasil… Brasil também, ok? “Negócio”… vou dar aqui outro nome, “negócio PT br”. É igual ao “negócio PT” só que é PT… Portugal e Brasil… E guardar, ok?

Pronto, então tenho aqui este em Portugal e Brasil, agora vamos ver aqui o que é que aconteceu. 7€ durante 7 dias, olha aqui 6100 pessoas para este público, para o Portugal e para o Brasil. Esta é a estimativa de alcance mínima do Facebook, ok?

Vamos ver aqui só para Portugal, estás a ver? Até foi maior, é maior o alcance só para Portugal, do que para Portugal e Brasil, vê lá tu bem! E é exatamente igual. Então o Facebook acha que os portugueses, sendo muito menos, é só 1.800.000 pessoas de público total.

Ora onde é que está aqui… Negócio PT… Ah não, era Internet Marketing, não era negócio… Não, era negócio que eu fiz… Onde é que ele está o teste. “Internet Marketing PT BR”. Então não está aqui gravado? Onde é que ele está? O público que criei mesmo agora. Se calhar fiz aqui alguma coisa de errado. Não… Está aqui, está aqui no fundo. Está aqui para baixo. Ora… Está aqui. Está aqui… Dinheiro rápido, dinheiro…

Está aqui, “Negócio PT BR”. Ok, “Negócio PT BR” tem 27.000.000 de pessoas potenciais, com este preço chega só a 6000, estás a ver? O “Negócio PT” tem só 1.800.000 pessoas de potencial, mas com o mesmo dinheiro tem, neste caso… já está a mostrar, tem o mesmo alcance. Então isto é um alcance estimado, ok? Não é aquilo que vai acontecer, ou aquilo que o Facebook acha que vai acontecer.

Então eu posso, tenho aqui outros públicos, posso procurar, posso continuar a editar neste público, editá-lo e ver o que é que interessa mais, não é?

Isto não é muito, é bastante pouco de alcance. Eu neste caso, já tinha aqui vários públicos criados, posso ir a passar pelos públicos a ver o que é que é mais interessante. Olha neste caso, páginas empreendedoras vai mostrar a 14.000 pessoas, é muito mais interessante, não é? Tenho aqui outro “Internet Marketing Portugal e Brasil”… vai mostrar com 7€ a 17.000 pessoas, estás a ver?

E então daqui escolho qual é o público que o Facebook vai mostrar mais, não é?

Aquele público que eu criei à bocadinho, assim num instante, realmente não é muito bom. O Facebook só ia mostrar a 6.000 pessoas estás a ver? E este ainda é pior, este “Desenvolvimento Pessoal” só a 3.000, com o mesmo dinheiro.

Atenção ao dinheiro, é sempre o mesmo. Então a gente vai mexer nos públicos até encontrar um valor… para mim mínimo de 1.000 visualizações por cada euro, ou seja, se tiver no mínimo 7.000 visualizações, estás a ver? É o meu critério, mas cada um tem o seu, conforme também o seu público e o seu nicho, não é?

Neste caso, aquilo que a gente viu aqui, o melhor de todos é este aqui: “Internet Marketing Portugal e Brasil”, em que tem aqui 17.000 pessoas. Pronto e carrego no botão “promover”, e já está a promoção feita.

A questão de nós escolhermos aqui o grupo… o grupo não, o público é muito importante, escolher um público por interesses. Deixa-me aqui acabar de partilhar a tela, vou aí a pouco falar com o Borges, ver se o gajo aqui já está a mostrar alguma coisa e vou partilhar outra vez aquilo. Ok. Artigo mostrou a 63 pessoas. Isto não é… ainda não é nada. Ainda só passaram 5 min, mas daqui por 20 ou 25 min eu já sei o alcance natural que isto vai ter, e se vale a pena pôr aqui dinheiro ou não, não é? Se chegar aí às 250 pessoas, mais ou menos, em meia hora, para mim já sei que vale a pena. Na minha experiência diz-me que já é um anúncio interessante já vale pena propagar, pagar para ver, estás a ver? Ora, onde é que estamos aqui no hangout? Estamos aqui.

David – Escuta Rui, quantas pessoas?

Rui – É no meu… na minha página… na minha, eu já vi se eu tiver em meia hora, mais ou menos 250 pessoas, ou seja 5% do número de fãs, que aquilo… aquele anúncio vai ser um anúncio interessante, ok? Interessante para mim é 5 cêntimos por clique para o site, ok?

David – 10% da tua página?

Rui – 5, 5% dos fãs, em meia hora, ou 10% em 1 hora, ok?

David – E quantos fãs tens?

Rui – Tenho 5000 e poucos, ok? Tenho pouco mais de 5000, ok? E então, mas esse é um número que eu vi, porque comecei a ver as métricas, e comecei a ver: “ok, este funciona bem, que alcance é que ele teve orgânico no inicio?”; “este funcionou menos bem qual foi o alcance orgânico que ele teve no início?”; estás a ver? Então comecei a tirar conclusões daí, para eu saber antes de pôr dinheiro, se já valia a pena pôr dinheiro, ou não. Ok? Para ter uma forma de saber se valia a pena estar a investir dinheiro ali ou não. Nem que seja só 1€, não é?

A questão é assim, 1€ não é nada. Mas se eu tiver 10 anúncios, são 10€. E desses 10 anúncios, se calhar 5, eu evitava estar pôr lá 5€, e podia pôr 5€ num anúncio que está a gerar contactos a um cêntimo, ou a gerar tráfego a 1 cêntimo, e podia ter mais 1000 visitantes no meu blog, com esses 5€, se não tivessem a ocupados esses 5€ em anúncios que não prestam, e que eu já posso saber à partida que não prestam, estás a ver? Que não são bons.

Então o próprio Facebook, isto é uma experiência que cada um deve fazer, para mim o critério tem sido este mais ou menos, ok? Mais ou menos 200 pessoas ao final de meia hora, 250 pessoas ao final de meia hora, se tiver isso eu já sei que posso patrocinar e vai gerar cliques, mais ou menos a 5 cêntimos, ok? Às vezes tenho boas surpresas, outras vezes tenho más surpresas, não é? Mas mais ou menos é o indicador, ok? Na minha posição pessoal, ao longo do tempo, eu fui verificando… cliques para o site, não é interação, ok? Cliques para o site abaixo… acima dos 5 cêntimos é caríssimo, ok? Eu apaguei as minhas campanhas todas acima de 3 cêntimos, ok? Um clique para o site a mais de 3 cêntimos, eu já não pago. Paro e vou pôr o dinheiro noutro lado, ok?

E daí a pouco tu tens anúncios a gerar tráfego para o blog a 1 cêntimo a 2 cêntimos. Isso significa que se tiveres 10€ por dia, tu tens mais de 1000 visitantes no teu blog, 1000 visitantes é muita gente a ver o blog. Com 1000 visitantes geras facilmente com o blog otimizado, geras facilmente entre 50 e 100 contactos, ok? Só te custaram 5€, não é? Com dinheiro gerado no blog, não é?

Então o objetivo qual é? É que a gente tenha muito tráfego, muito barato, e do nicho que nós queremos, este é o objetivo do blog.

A gente consegue fazer isso com o blog, não conseguimos fazer isso com uma página de captura.

A página de captura dá sempre… afunila sempre demasiado o nosso nicho. Eu faço um anúncio para uma página de captura só vou apanhar pessoas daquele nicho específico, não é? Agora se eu gerar tráfego para um artigo no blog, o mesmo artigo pode gerar contactos para várias listas, até de vários nichos diferentes, então é uma dinâmica completamente diferente.

A gente quer tráfego no nosso blog a 1 cêntimo a 2 cêntimos por visitante, quando nós temos isso e temos 2 ou 3 anúncios a gerar esse tipo de tráfego, para 2 ou 3 artigos, a gente começa a gerar muitos contactos, porque vamos otimizar esses artigos específicos para gerar mais contactos.

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Se for preciso, até fazemos um lead magnet de propósito. Não tem mal nenhum, ok?

Eu fiz isso num artigo que eu tinha, estava a gerar contactos a menos de 1 cêntimo por clique, para o site. Então eu fui lá adicionar a um artigo longo, eu adicionei lá 2 banners a dizer “Se este artigo é longo, se não poderes lê-lo agora, diz qual é o teu email que eu vou enviá-lo para o teu email, para tu leres mais tarde. Vou mandar um PDF para o teu email.

E isso gerou um terço de todos os contactos do blog, foram gerados aí, com esse banner, nesse artigo. Muitas pessoas apreciaram e enviaram-me mensagens a dizer que apreciaram, nunca tinham visto um blog a ter em consideração que as pessoas vêm, leem os artigos no telemóvel, e podem estar no comboio, podem estar no emprego, podem estar na rua, podem estar na hora de almoço, e não têm tempo para estar a ler um artigo que demora 20 minutos a ler, ok? Então acharam isso muito interessante. Então tive muitas inscrições ali.

É um banner… não, é um formulário com um pop-up, não é? A pessoa clica ali para pôr o email, põe o email e fica na lista. E está numa lista específica, neste caso, que tem no primeiro follow up, o PDF desse artigo, estás a ver?

Então só para dar um exemplo, vale a pena, quando nós encontramos, nós nunca sabemos à partida sem experimentar. Como tu disseste, ó João, a gente nunca imagina o que é que vai funcionar melhor ou não, não é? A gente não sabe. Então temos que pôr lá fora, temos que expor, temos de pagar, temos que pôr os anúncios, temos que fazer isso tudo.

E depois em 10 ou 20 anúncios há 1 ou 2 que ficam espetaculares, geram tráfego à tonelada para determinados artigos, esses artigos vale a pena nós começarmos a trabalhar. Como eu disse, se for preciso fazemos um funil inteiro só para isso. Fazemos uma página de captura específica, um lead magnet específico, uma lista específica… Não tem problema nenhum, a gente faz isso num instante, ok?

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Vale a pena investir esse tipo de esforço, quando a gente vê que temos um artigo a funcionar. Não o fazemos com todos porquê? Porque dá muito trabalho, a orgânica e a mecânica é muito complicada, porque depois ficas com 50.000 listas, se calhar todas mais ou menos parecidas umas com as outras, pronto é uma estrutura que complica e dá muito trabalho a fazer, consome os recursos.

E a gente só vai fazer isso quando já temos artigos que já estão a funcionar bem.

Não há razão nenhuma para estar a fazer isso para depois… criar uma lista, uma página de captura, um lead magnet, para pôr num… específico de um artigo que não gera tráfego nenhum. Não serve para nada, estamos a perder o nosso tempo, Mas vale a pena fazê-lo, quando temos um artigo que já está a gerar muito tráfego, ok?

E então… e por isso isto é um processo que nunca acaba. Nós estamos sempre a ver, a olhar para o artigo e modificar o artigo, que já está publicado a melhorá-lo, a ver como é que ele pode ser mais eficaz, ok? Quando a gente percebe que é um bom artigo, as pessoas interagem, que trazemos tráfego para ele. Ok? Fixe.

Então agora penso que, podemos ir ali ao… ok, continuar… Carlos, Carlos tu percebeste… Eu penso que é importância maior… são 2 coisas: uma é o conteúdo tem que ser interessante, não é? Mas o conteúdo não diz que tu tens tráfego para o blog, ou não, estás a ver? A parte do tráfego só tem haver com o Facebook, não tem haver com o conteúdo do blog. Estás a ver? Então…

Carlos – Sim.

Rui – O que está aqui a falhar, nesta fase, é adequação do teu anúncio para o teu público. É só isso que está a falhar, é isso que a gente precisa trabalhar um bocadinho, ok?

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Diz lá Carlos, interrompi-te. Desculpa lá. Diz lá, diz lá.

Carlos – É assim, eu moro aqui numa rua, que tem muito transito aqui agora e possivelmente faz muito barulho. Peço desculpa, mas… se vierem aqui no Inverno é o oposto. Estamos no Verão.

Mas o que eu queria exatamente… isso que tu disseste eu já ouvi isto para aí umas 3 vezes, portanto eu já percebi. Já percebi a mecânica.

Quando tu dizes “criar conteúdo interessante”, claro, isso é o que eu quero fazer! Eu estive aqui a criar conteúdo e agora gostava de perceber… se é assim tão interessante, ou se não tem interesse nenhum. Porque criar um artigo… portanto eu comecei por criar um artigo longo, depois comecei por otimizar as palavras, tive a criar páginas de captura, tive a fazer uma série de coisas, tive a fazer aquilo tudo que tu disseste, sem saber se o artigo ia ter interesse ou não. Portanto se calhar fiz um bocadinho ao contrário, mas pronto foi a forma de começar.

Agora, peguei nesse artigo e  fiz 3 anúncios, aliás fiz 2 anúncios para um artigo, e um terceiro para outro. Nesses 2 anúncios para o mesmo artigo fiz como variantes, ou seja utilizei a mesma imagem, mas um texto um bocado diferente. E gostava de analisar era os resultados, quer dizer… porque eu não tenho ideia…

Rui – Mas é assim… Vamos fazer isso agora. Lembra-te do seguinte: a maior parte dos anúncios que a gente faz, não são grande coisa, ok?

Eu encontrei um “Messi” e um “Cristiano Ronaldo”, não é? Geram me tráfego a baixo de 1 cêntimo por clique, mas tenho talvez uns 35 ou 40 anúncios que eu acabei por parar, não é? Alguns deram-me alguma coisa, outros não deram nada.

Então a gente nunca sabe, precisamos de ter um certo volume, um certo número, para daí começar a tirar conclusões, ok?

Com 2 ou 3 anúncios é normal que não funcionem muito bem. Em todo o caso, a regra é muito simples e é sempre esta, imagina: tens 3 anúncios a correr, são 3€, ao final do dia, eu comecei a fazer isso todos os dias às 10 horas da noite, ok? Mais ou menos, para ter sempre mais ou menos a mesma hora. E todos os dias a essa hora, eu vou ver o resultado, não é?

E então, ponho na folhinha de cálculo, o resultado desses 3 anúncios. Vejo principalmente o custo por clique para o site, isso é o que me interessa mais. Nem interação, nem alcance, nem nada disso, é custo por clique para o site, ok?

Tenho 3 anúncios, 3€… tenho 1 anúncio que é muito melhor do que os outros 2, eu paro os outros 2 e ponho o dinheiro deles no primeiro, fico só com um anúncio com 3€, que é o melhor, ok? Os outros dois, esquece-os, ok? No dia seguinte, vou fazer o quê? No dia seguinte, vou fazer mais 2 anúncios ou 3, ficam 24h também.

Depois de 24h eu já sei, já tenho 4 anúncios: 1 deles a gastar 3€ por dia, e depois tenho mais 3, por exemplo, a gastar 1€ cada um. Então tenho um orçamento de 6€ por dia, não é?

Carlos – Desculpa Rui. Desculpa. Todos esses anúncios para o mesmo artigo?

Rui – Não, pode ser para onde for. Não importa se é para o mesmo, se é para artigos diferentes, ok? Não interessa, isso não interessa. Já fiz de tudo misturado, por exemplo já tive 5 anúncios ao mesmo tempo, para o mesmo artigo, e desses 5 parei 4, só fiquei com um, e nem era aquele que eu pensava que ia ganhar, ok? Mas ao mesmo tempo, tenho outros anúncios a correr para outros artigos, não é? Já estão alguns lá há 3 dias, outros há 5, outro há uma semana, estás a ver? Isso é completamente irrelevante e não interessa, interessa é teres vários.

Neste exemplo que eu te estava a dar. Então neste momento, imagina que tens 1 anúncio a gastar 3€, está a gerar tráfego para o site, por exemplo a 7 cêntimos por clique. 7, ok? E depois puseste 3 anúncios novos, 1€ em cada anúncio, então no dia seguinte, no teu segundo dia de campanha vais gastar 6€, certo? Então esses 6€, no final do dia vamos ver o que é que aconteceu. Vais ver o custo por clique. Por clique. Imagina que um dos anúncios novos… um dos novos, baixou… por exemplo, tem cliques a 2 cêntimos. O que tu tinhas antes era a 7. E tens 1… e descobriste 1 que gera cliques a 2. Ó meu, apanhaste um “Cristiano Ronaldo”. O que é que vais fazer? Vais pegar no dinheiro do outro, dos 7, dos 3€… esqueces esse anúncio, vai para o lixo e pões esse dinheiro no novo anúncio que é o novo vencedor, então ficas com 1 anúncio a gerar tráfego a 2 cêntimos, com 3€ por dia e depois ficas com mais os outros 3 anúncios novos, se forem interessantes, se andarem nos 2… 3 cêntimos, nos 4 ou nos 5, estás a ver?

Manténs à mesma, para ver se entretanto apanhas melhor, então imagina agora tens 3 anúncios, no terceiro dia: um com 3€ a gerar tráfego a 2 cêntimos por clique, e depois tens mais 2 a gerarem tráfego a 5 cêntimos por clique. No total tens 5€ por dia. No terceiro dia vais fazer mais um anúncio ou dois, podes fazer anúncios para artigos que tu já tens publicados no blog há muito tempo, ok? Não tem mal nenhum. Vai lá otimizar o artigo, pôr os banners, pô-lo porreirinho para gerar contactos, pôr os link internos, como tu sabes, não é? As fotos, tudo certinho.

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O artigo já pode estar lá publicado há muito tempo, mas podes otimizá-lo, fazer um link de retarget e pô-lo no Facebook agora como se tivesse sido publicado agora. Não tem mal nenhum. E então tens mais um anúncio a concorrer com os outros 3 que tu já tinhas. No terceiro dia, vais ver o que é que acontece. Então os anúncios piores, tu tira-los, e o dinheiro deles vai para o anúncio melhor, e de repente tens um anúncio que está a 2 cêntimos, que tem 5€ por dia de orçamento.Por exemplo, não é?

Se isso tiver dentro do teu orçamento, se não tiver, divide sempre metade do valor para o melhor anúncio e a outra metade para distribuir pelos outros anúncios, mas tens que ter sempre outros anúncios, não podes só pôr dinheiro no anúncio melhor.

Porquê? Porque o anúncio que hoje é melhor, daqui a por 3 dias pode deixar de funcionar. E tu não tens mais nada, de repente parou tudo, tens que começar outra vez a procurar anúncios que funcionem bem, e passas mais de uma semana ou duas, até encontrar um anúncio bom.

E então isto tem que ser feito tudo em paralelo, tens 3 ou 4 anúncios, o teu orçamento diário que tu estipulares, seja ele qual for tem que ser gasto. Sei lá, 5€ por dia. Ok, durante os próximos 15 dias, eu tenho 5€ por dia de orçamento para publicidade. Ok, 5€ por dia. Vou fazer 5 anúncios, e vou pôr 1€ em cada anúncio. Pronto, e já tenho os meus 5€ gastos. No dia seguinte vou tirar o pior, e vou juntar esse orçamento no melhor. Gasto os 5 anúncios à mesma, mas o resultado já melhorou muito, com o mesmo dinheiro, porque o teu anúncio melhor vai consumir o recurso do anúncio pior, resultado: os cliques (click) explodiam.

No terceiro dia fazes o mesmo, vais tirar o anúncio pior e pões o dinheiro no anúncio melhor, e de repente (pum)… deste mais um pulo. Entretanto, pões mais um anúncio novo. E então, obviamente, invés de tirares o dinheiro do anúncio pior e pões no melhor, esse dinheiro vai para o anúncio novo. O anúncio melhor fica como estava, porque tu manténs sempre  o teu orçamento de 5€, se forem 5€, não é? Se forem 10, são 10, se for 20, são 20, o que for. A questão é que tu manténs te fiel ao teu orçamento, mas a forma como tu vais distribuindo esse orçamento pelos artigos, pelos anúncios, vai fazer o teu resultado, multiplicar.

Tu viste no último hangout, como nós fizemos com os 2 anúncios da Milú e do Tony. Eles tinham lá, isto é interessante ó pessoal, prestem atenção. Eles tinham lá 2 anúncios, os 2 anúncios a gerar cliques a 3 cêntimos. E então, bem são os dois iguais, um deles tinha 3€ e outro tinha 1€, era uma coisa assim, por dia. E então os dois estavam a gerar cliques a 3 cêntimos para o site, mas eu disse “não, tens que confiar não é no Facebook, é na tua calculadora. Tens que ver exatamente quanto é que custa cada clique.” E afinal fizeram as contas um clique custava 2 ponto não sei quanto… 2.7 ou uma coisa assim. Portanto aparecia, pelo arredondamento, aparecia no Facebook como 3 cêntimos. E o outro custava 3.2 ou 3.4, ou não sei o que eram. Também aparecia como sendo 3 cêntimos. Na verdade, davam uns 6 ou 7 décimos de cêntimo de diferença, de um para o outro. E aquele dinheiro… o anúncio que ele estava a gastar mais dinheiro, 3€ por dia era o anúncio que estava com os cliques mais caros. Apesar de no Facebook aparecer o mesmo preço, 3 cêntimos. Mas havia uma diferença de mais de meio cêntimo para o outro. E então o que é que eu lhes disse? “Então fazes é o contrário, põe o que está mais caro a 1€ por dia, e o outro com 3€, passaram de 200 pessoas no blog, para mais de 300, de um dia para o outro. Com o mesmo dinheiro. Não gastaram mais, gastaram exatamente o mesmo, ok?

E então nós precisamos de ver, perceber que há várias campanhas a correr, o nosso orçamento, para mim eu faço assim, metade do meu orçamento está no anúncio melhor. Eu tive anúncios a gastar 35€ por dia, um anúncio só, não é? Então metade do meu orçamento, o que for, o orçamento de cada um, metade vai para ali, outra metade é para pôr em outros anúncios, para nós identificarmos qual daqueles, ou quais daqueles vão ficar melhores.

Depois chega-se a um ponto interessante, tens 2 ou 3 anúncios todos abaixo de 1 cêntimo, a tua vontade é pôr 100€ em cada um, ok? Então facilmente gastas o teu orçamento inteiro, em 2 ou 3 anúncios que estão espetaculares, geram milhares e milhares de visitas ao blog, estás a ver? Mas não faz mal, porque tens sempre 5 ou 6€ de reserva, para teres sempre 5 ou 6 anúncios novos todos os dias, a competir com os que já lá estão, estás a ver? É sempre assim.

Aqueles anúncios melhores que estão a gerar visitantes abaixo de 1 cêntimo, são os melhores que a gente pode ter, não é?

Passado um pouco começam a aumentar um bocadinho, aumentar, depois passam para 2, depois para 2.5, depois para 3, se calhar daqui a um mês estão a gerar visitantes a 5 cêntimos, ou a 3, já não interessam, mas não faz mal, porque tu tens outros que já estão a funcionar bem, estás a ver? E é assim. É um jogo que a gente todos os dias vai ver.

Temos o nosso orçamento, redistribuímos o dinheiro pelos anúncios diferentes, conforme onde o dinheiro está a render mais.

Por isso é que é fácil gerar muito tráfego para o blog. Não é nada cara, é barato. Ter lá 2 ou 3 mil pessoas no blog todos os dias é fácil, é muito fácil. Conseguimos isso depois de 15 dias, 3 semanas, talvez um mês de treino a fazer isto, estás a ver? Mas não é uma coisa difícil, é uma coisa fácil de fazer.

Agora, é importante que os anúncios sejam adequados ao nosso público. Aquilo que eu vou dizer agora, é importante para todos, mas principalmente quando é no início. O Facebook funciona assim, aquilo que nós publicamos, ele vai mostrar às pessoas, aos nossos fãs, aos nossos amigos, conforme o histórico que nós temos de interação com essas pessoas, ou dessas pessoas connosco, o nosso histórico.

Então imagina que eu tenho uma página de fãs, ou um perfil no Facebook, onde eu ponho todo o tipo de coisas, ponho coisas que falo de cães e gatos, e falo de desenvolvimento pessoal, depois falo de futebol, e depois falo de atividades radicais, e depois falo de alimentação natural, então falo tudo e mais alguma coisa. Aquilo mistura muito, tem muitos fãs, posso ter muitos fãs de muitos nichos diferentes, aquilo é tudo misturado. Quando eu publico alguma coisa sobre qualquer uma dessas coisas, o número de pessoas a quem o Facebook vai mostrar é muito pequena.

Imagina que eu no meu raio de acção, eu tenho 5.000 fãs, e tenho 5.000 amigos do meu Facebook. Então eu vou publicar uma coisa sobre a indústria aeroespacial, e uso palavras-chave como “avião, estratosfera, foguetão, combustível não sei das quantas, engenharia mecânica, sei lá, eletrotécnica”, esse tipo de palavras. Eu não tenho, quase de certeza, quase ninguém a ver aquilo, porque é uma coisa tão diferente, eu nunca publiquei nada sobre esse tipo de assuntos, então os meus amigos, não estão habituados a ver isso, os meus fãs não estão habituados a ver isso, não estão cá por causa desse tipo de assuntos, mas mesmo assim. O Facebook, vai mostrar a alguns, a quem? Aqueles que por acaso, são meus amigos ou são meus fãs, mas além de gostarem daquilo que eu costumo falar, também gostam da indústria aeroespacial, se calhar em 100 está 1. E o Facebook mostra para esse. Agora imagina que eu queria começar o negócio da indústria aeroespacial. Ouve, os primeiros posts que eu ia ter, é que nem o Facebook, não mostra a ninguém, mostra só a 2 ou 3 pessoas, porque é uma coisa fora daquilo que eu costumo mostrar.

E no nosso caso aqui, por exemplo, nós estamos habituados a falar de negócio a partir de casa, de independência financeira, de marketing de rede, de multi-nível… se nós estamos habituados a falar nesse tipo de linguagem, então a maior parte das pessoas que estão próximas de nós, são pessoas desse nicho, são pessoas desse sector. Se nós agora começamos a falar de empreendedorismo, desenvolvimento pessoal, sei lá outras coisas… como pode ser um assunto um bocadinho diferente, o Facebook vai mostrar menos. Vai mostrar somente a algumas pessoas, quer dizer quando a gente paga para o Facebook mostrar, ele vai ficar mais caro, cada clique e cada visualização porque, naturalmente, organicamente o Facebook já mostra pouco.

Como é que isso se resolve? De uma forma muito fácil, é criar uma consistência de conteúdos.

Sei lá… eu vou começar agora a publicar no blog. Eu falo sobre o quê? A primeira coisa que a gente tem de decidir é ”sobre o que é que eu vou falar”. Eu tomei a decisão no meu blog, quando eu comecei a fazer este plano, eu disse assim ”eu vou falar sobre dinheiro e desenvolvimento pessoal, as duas coisas juntas.” Para mim, na minha cabeça, o modelo é o T. Harv Eker, toda a gente conhece, não é? O autor d”’Os Segredos da Mente Milionária’‘. É um homem que junta magistralmente bem estas duas coisas: dinheiro e desenvolvimento pessoal. Disse assim ”Olha, para mim, é isto que eu quero.” Pelo meio falo de empreendedorismo… isso faz parte, não é? Mas aquilo que eu quero falar é este assunto.

Porreiro, vou começar a falar disto, todos os meus artigos têm este tema, e vou publicar no Facebook sempre coisas relacionadas com isto, ou uma coisa ou outra. Nunca mais publiquei nada que tivesse haver com multi-nível, nem que tivesse haver com… com… dinheiro rápido, nem com pirâmides, nem com o trabalho em casa, porque tudo isso são coisas um bocadinho diferentes. Dinheiro e desenvolvimento pessoal e, por exemplo, trabalho a partir de casa são conceitos completamente diferentes. Eu deixei de falar de trabalho a partir de casa por causa disso, estás a ver?

Carlos – Posso…?

Rui – Diz, diz.

Carlos – Posso só fazer uma pergunta? Quando tu lanças uma campanha no Facebook, tu não estás a criar… estás a criar um público, portanto selecionas aquele publico que estiveste a fazer à bocado, o público por interesses. Então, quando tu fazes um anúncio vai mostrar a essas pessoas com esses interesses, não é? Estás com o som desligado, olha o som.

Rui – É assim, é exatamente isso. Só que, se reparares, com um orçamento pequeno mostra a pouca gente. Estás a ver?

Eu tenho uma componente viral, uma componente orgânica, muito pequena. Ou seja, fica mais caro, inclusive o Facebook não mostra. Ele mostra, mas custa mais dinheiro, mas ele mostra na mesma. Estás a ver? Qual é a magia do Facebook nesse aspeto?

É que a gente mostra organicamente, no inicio, mostra a poucas pessoas pelos motivos que eu estive agora a falar. Mas depois, quando tu pões dinheiro, e escolhes o nicho, o interesse… por interesse, vai atrair pessoas de fora do teu ciclo de influencia para verem aquele conteúdo. Certo? Vais atrair pessoas de fora. Algumas dessas pessoas vão interagir, vão por Likes, vão partilhar, vão fazer Like na página… algumas.

Mas 1 euro não dá muito. Imagina que 1 euro vai chegar a 1000 pessoas, dessas 1000 pessoas se calhar 20 ou 30 interagem, ou 10. Estás a ver? É uma massa pequena de gente porque não tem tráfego viral nenhum, é só pago. Estás a perceber? Então fica caro.

É por essa razão que é boa ideia nós, no inicio, quando pomos um post no Facebook, esperarem 1 hora, meia hora ou 1 hora, para ver como é que o Facebook já está a mostrar organicamente o vosso post ás pessoas.

Para a gente evitar estar a por 1 euro ou 2 para nada. Então a gente tem de testar a ver como é que o Facebook já mostra organicamente. A gente diz que temos cliques a 1 cêntimo para o site, mas não é a contar só com o tráfego pago. Estás a ver? É pago e orgânico.

Quando as pessoas interagem mais o Facebook mostra mais, portanto fica mais barato a visualização.

Não quer dizer que tu, por exemplo… o…. os anúncios que tu já tens feitos, tu podes ter 10 mil pessoas no blog com esses anúncios, mas se calhar vão te custar 100 euros, ou 200, ou 1000. Estás a perceber? E ele vai ter de mostrar a muito mais pessoas porque não tem tráfego viral, não tem tráfego orgânico ainda… ainda.

Então como é que isso se processa? O processo é sempre o mesmo e é fácil:

Quando tu… no inicio, quando tu começas, o Facebook mostra a algumas pessoas, que são aquelas que tu já tens, a nível viral, não é? A nível orgânico. Os teus fãs e os teus amigos, partilhar no teu perfil é sempre boa ideia, por na página de fãs e partilhar no perfil. Depois o Facebook vai mostrar, por exemplo, a 20 pessoas. Como é que o Facebook escolhe quais são as 20 pessoas? O Facebook sabe do que é que tu estás a falar, lê meia dúzia de palavras e percebe qual é o contexto, qual é o anúncio, qual é o conteúdo, o assunto acerca do que é que tu estás a falar.

Ele sabe isto, é a inteligência do Facebook não fica só por aqui, não é? Ele sabe, e ele sabe, dentro do teu ciclo de influência, ou seja os teus fãs na página e os teus amigos no perfil, quais são aqueles que interagem sempre com qualquer coisa que apareça sobre esse assunto. Então agora imagina, eu sou fanático do Yoga, qualquer coisa que me apareça à frente que fale de Yoga eu clico, estás a ver? Eu vejo, eu estou interessado. Então tu chamas-te Miguel Borges e tens um site de Yoga, então, eu sou teu amigo, o Facebook já sabe e vai-me mostrar isso imediatamente. Eu sou teu fã, ou sou teu amigo, apesar de poder ser teu fã no contexto do negócio, agente é… é um contexto completamente diferente, mas como eu também tenho esse interesse o Facebook vai-me mostrar isso imediatamente. Mas, como é uma coisa tão diferente do que é normal na tua página, se calhar vai mostrar a poucas pessoas.

Como é que o Facebook funciona?

Mostra a esses, são 20 ou 30, e se essas pessoas, que interagem com tudo o que tem haver com esse nicho, se essas pessoas tiverem interação acima da média, põe Likes, ou partilham, ou comentam, então o Facebook percebe ”espera lá, este conteúdo é um conteúdo relevante para este nicho, para estas pessoas, mais do que o normal.”

E se é relevante mais do que o normal, de repente, pumba, expande e vai mostrar a mais pessoas. Àquelas que não interagem com tudo, mas interagem de vez em quando com esse tipo de assuntos. Isto é tudo orgânico.

Então mostrou a 20 numa primeira fase, e de repente mostrou a mais 100, e tu em 20 minutos tens 100 pessoas a ver, ou 120, ou 150, ou os que forem, não é?

Se essas pessoas tiverem o mesmo tipo de comportamento, ‘‘epá isto é uma coisa que nos interessa”, o Facebook pumba, vai expandir de novo, vai mostrar a mais 500.

E depois, quando é que pára isto? Isto pára quando o Facebook atinge um… um… quando mostra numa certa dimensão. Imagina círculos concêntricos. Quando mostra a um certo número de pessoas e, nesse número de pessoas maior, já não há interação média, a interação média já baixou. E isso acontece sempre. Ou acontece nas 500 pessoas, ou nas 1000, ou nas 1500, ou nas 2000, ou nas 5000… acontece sempre.

Então o Facebook já sabe, e tu também porque vês o número de visualizações, ficas a saber qual é o alcance orgânico que aquela publicação tem. Ou seja, entre os teus fãs, os amigos dos teus fãs e os teus amigos, quais são aqueles que realmente, no entender do Facebook, se interessam por aquele assunto?

Então imagina, tu publicas um conteúdo agora no Facebook, em 24 horas tu já sabes qual é o alcance orgânico que esse artigo vai ter. E já não vai passar daquilo. Chegaste ás 1000 pessoas em 24 horas, epá, daqui a 1 mês continuas lá com pouco mais de 1000, 1100 ou 150, estás a ver? Já não passa muito mais daquilo precisamente por causa disso, o Facebook atingiu aquele limite, ‘‘okay, estas pessoas que interessavam já viram, pronto agora não consigo mostrar a mais ninguém.” E já não mostra a mais pessoas. Mas isso serve para tu perceberes qual é o tamanho real da tua audiência para esse tipo de conteúdo. São, por exemplo, 1000 pessoas.

O que é que acontece quando nós pagamos?

Quando nós pagamos por interesses, o Facebook vai trazer pessoas de fora da nossa influência, fora dos nossos fãs ou fora dos nosso amigos, vai trazer pessoas para dentro da casa, não é?

Essas pessoas, por sua vez, também vão interagir com aquele conteúdo. Mas já são pessoas que o Facebook sabe que gostam. Então imagina, o teu primeiro euro trouxe 100 pessoas para o monte, pessoas que se interessam, gerou 20 cliques, 50 contactos, 50 interações, o que for. O teu segundo euro vai trazer mais 100, o teu terceiro euro vai trazer mais 150, okay. E passado 5 ou 6 euros, durante 5 ou 6 dias, tens um alcance orgânico de, por exemplo, 1100 pessoas ou 1200 pessoas, e pago de 5 ou 6 mil.

O que é que acontece quando tu publicares alguma coisa sem pagar?

O Facebook já sabe que aquelas pessoas todas que foram alcançadas a nível pago, quais foram aquelas que interagiram, aquelas que mostraram interesse, e já vai mostrar a essas de forma orgânica.

Então muitas dessas pessoas já vão ver o teu post sem tu teres de pagar. Já pagaste para elas verem 1 vez ou 2, mas elas agora vão ver de forma orgânica porque elas ficaram muito interessadas, interagiram muito, e o Facebook sabe. E então já não mostra só aos teus fãs e aos teus amigos, mas mostra também aos teus novos fãs e aos teus novos amigos que vieram porque tu fizeste publicidade paga.

O que é que acontece?

O teu anúncio, daqui a 8 dias… o anúncio que tu fizeste, daqui a 8 dias tem um impacto completamente diferente de um anúncio que fazes hoje. Porque criaste condições diferentes.

  • O Facebook mostrou a pessoas diferentes,
  • tu atraíste um determinado tipo de pessoas que começaram a rondar ali à volta da tua página e do teu perfil,
  • o Facebook sabe quem elas são, tu publicas alguma coisa, ele mostra a essas pessoas de graça,
  • essas pessoas como são muito interessadas começam a interagir mais, a partilhar mais,
  • e de repente tu pões um bocadinho de dinheiro e o Facebook percebe que… como o Facebook chama, chama-se ”classificação de relevância”, tens um anúncio que é muito relevante no teu nicho e então ele mostra a milhares de pessoas com meia dúzia de cêntimos. Estás a ver? Porque é muito relevante, e o Facebook quer isso.

E esta é a dinâmica.

Quando nós fazemos um anúncio ou dois no inicio, acontecem estas coisas todas porque nós não estamos ainda preparados, a nossa página não tem os fãs certos, o nosso perfil não tem as pessoas do nosso nicho, o Facebook não sabe ainda bem a quem é que há-de mostrar as coisas, não é? Porque nós andamos a por conteúdos um bocado dispersos, um bocado espalhados dentro de uma série de coisas diferentes.

Quando nós começamos a seguir um método como este, em que tu tens um assunto que fales no teu blog, okay? Está bem estruturado na tua cabeça ”Eu vou falar acerca do quê?” E depois és consistente a falar desse tipo de temas, pões no teu Facebook, partilhas no teu perfil, pões algum dinheiro, escolhes os interesses adequados, não é? E começas a fazer este jogo, ao final de 2 semanas tu já dominas a pantera, tu já sabes como fazer.

Mas entretanto gastaste, não sei, 20 ou 30 euros se calhar, em anúncios, a fazer experiências de como é que é, e como é que não é, e se calhar estiveste ali 2 ou 3 dias sem ter praticamente resultado nenhum, e depois…. vá, passado 15 dias, ou passado 10 dias, ou 15, ou o tempo que for, tu já percebeste quais são os teus números.

Como eu disse, no meu caso, se eu não tiver pelo menos 200 pessoas a ver o meu post na primeira meia hora, eu não ponho lá dinheiro nenhum porque já sei que não vai dar nada.

Porquê? Porque já fiz isso muitas vezes, okay? E é consistente. Se tiver menos de 200 pessoas… entre 200 e 250, ainda posso ter umas boas surpresas, abaixo das 200 já sei que não vale a pena por o dinheiro no artigo.

Por falar nisso, deixa-me cá ver onde é que está… onde é que está o… aquele post que a gente pôs à bocadinho, só para ver como é que o Facebook está a mostrar para ver se vale a pena por lá dinheiro ou não. Deixa lá ver onde é que ele está… Ora… Está à 40 minutos, tem 245 pessoas alcançadas. Estás a ver? Está a 41 minutos, okay? Está mesmo, mesmo, mesmo ali no limite, okay? Eu acho que podia valer a pena por ali dinheiro. Tem 250… desculpa, 245 pessoas alcançadas, e está… foi publicado à 41 minutos. Okay. Portanto, talvez há meia hora atrás tivesse umas 200. Há meia hora não, há 10 minutos atrás tivesse umas 200.

Pode estar mesmo ali no limite para eu promover. Eu.. pronto é um anúncio que vale a pena promover. Por 1 euro como eu disse à bocadinho, escolher um publico melhor, neste caso tem o… com 7 euros tem umas 17 mil pessoas que vão ver, e depois ver como é que ele se comporta.

Amanhã já sei como é que ele se comporta, se me der cliques a menos de 3 cêntimos fica, se for abaixo dos 3 cêntimos sai porque tenho anúncios melhores. Se não tiver anúncios melhores fica o melhor, nem que seja a 1 euro por clique. Estás a ver? Não interessa.

Pessoal, ás vezes parar uma campanha porque está a gerar cliques muito caros é um erro.

A gente… o orçamento diário tem de se gastar, okay? A gente não pode estar a poupar o dinheiro para amanhã, tem de se gastar. Nós estamos a gastar dinheiro no Facebook em 2 coisas: em tráfego, e em aprendizagem.

Da minha opinião, é meio por meio: metade em tráfego, metade em aprendizagem. E então, metade do dinheiro eu sei que é muito bem gasto porque ponho sempre em anúncios vencedores, a outra metade é para aprender, é para gerar mais anúncios vencedores. Uns são, outros não são.

Estás a ver? Mas o dinheiro, no final do dia, tem de ser gasto, não importa quanto é que é, okay? Se for 100 euros por dia, é 100. Se for 1 euro, é 1 euro. É o que for. E depois esticar esse orçamento ao máximo, tentar que ele produza o máximo de efeito.

Isto tem haver só com o tráfego para o blog. Outra conversa completamente diferente é, no blog, como é que a gente envolve uma pessoa para ela se inscrever na nossa lista, ou para interagir connosco de alguma maneira. Isso é uma conversa diferente.

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Mas a gente vamos pegar nessa conversa também, mas primeiro, Carlos… queria que tu tomasses consciência de que os anúncios que tu tens estão dentro do processo porque tu começaste agora. Okay? A minha recomendação é que deixes o melhor, o melhor fica, e os outros saem, e pões anúncios novos a correr com o melhor, e o orçamento é dividido. Okay? É isto que tens de fazer. Okay? Percebeste?

Carlos – Sim, já percebi isso. Agora… agora é só por isso na prática. É, por exemplo… pelo que eu estou a perceber, seria mais interessante para mim fazer uma página nova do que estar a utilizar uma página que tem quase 5000 fãs mas… é… é um publico tão disperso, se calhar não consigo fazer nada com ele. Começar a construir uma coisa de raiz, com…

Rui – Eu vou-te dizer. Podes fazer isso, mas eu vou-te dizer, eu fiz isso também. Há poucas coisas que eu não tenha feito, e vou-te dizer o que é que aconteceu, o resultado. Okay? Eu passei por isso exatamente assim, daquela página estar toda destrambelhada, que não ia dar nada, e fazer uma página nova. E fiz. Okay?

E vou-te dizer o resultado. O resultado foi que fiz campanhas nas 2, ao mesmo tempo, com as mesmas coisas, e os cliques da página nova nunca chegaram nem sequer ao dobro do preço dos outros da página velha. Ou seja, saía sempre a pelo menos o dobro. Fiz isso durante aí uns 10 dias, mais ou menos, um bocadinho mais de uma semana, e foi muito consistente. Nunca consegui um preço por clique para o site na página nova que fosse abaixo, a menos do dobro. Ou seja, se tenho 5 cêntimos de um lado, tenho para aí 12 no outro. Estás a ver?

E então decidi e percebi que começar uma página nova tem um processo mais longo. Chega ao mesmo sitio, okay?

  • Provavelmente… pode ser que ande um bocado a patinar mais no inicio uma página nova, porque, por muito mal que esteja o histórico numa página antiga, tens lá 4 ou 5 mil fãs, também já tens gente. Desses 5000 fãs se calhar tens uns 500 ou 600 que são exatamente o teu nicho, e começas com uma base nem que seja de 100, portanto, de pessoas mesmo do nicho.
  • Do outro lado começas do zero, okay? E começar do zero ou começar do 100 é muito diferente, é completamente diferente, tem custos muito diferentes. É preferível começar do 100, mesmo que depois os outros 4500, ou 4700, ou 4900 fãs que tu tenhas não valem para nada. Não interessa, também não te custam dinheiro a estar lá, portanto não tem… não interessa.

Interessa é que comeces a criar uma base de fãs que sejam do teu nicho, e é mais fácil, muito mais fácil, custa pelo menos metade do dinheiro, se usares a página que tu já tens em vez de fazer uma nova.

E este também é o motivo pelo qual a gente tem de cuidar muito bem e seguir as regras do Facebook, porque quando ele nos bloqueia uma página, a gente tem de fazer uma nova e não fica tudo como estava antes. Não, não. De repente custa-nos uma pipa de massa a mais, porque temos de criar de novo uma audiência desde o principio para a página nova. Não é irrelevante, não é irrelevante. Mas não tem mal, se a gente tiver de o fazer. Uma pessoa está a começar agora no negócio, o que é que tem de fazer? Claro, uma página nova, não é? Não tem mal, não tem mal nenhum. Mas é um processo que custa um bocadinho mais de dinheiro. Uma página nova, de raiz, do zero, a ter cliques para o site a 10 cêntimos é um bom preço. A 10, estás a ver? Não é a 2. Pode demorar um bocadinho mais, mas por isso é que recomendo que continues com aquela que tu tens. Depois podes fazer outra nova.

Carlos – Eu tenho números muito mais altos do que isso, muito mais altos.

Rui – Não, eu estou a falar de uma coisa assim do ar, não sei a realidade, não é?

Carlos – Eu fiz 2 anúncios que ainda não… há qualquer coisa que está aqui muito errada. Só tenho… por exemplo, só tenho 2 cliques, já vai à 3 dias, ou 2 dias, Portanto está aqui qualquer coisa que está muito mal.

Rui – Carlos, isso é muito simples. Não está bem, pára de fazer as campanhas e faz outras. É fácil.

É sempre assim. O procedimento é sempre o mesmo, a gente… não interessa… a gente não estamos agarrados, pegados ao anúncio ou ao artigo. Não, não.

O importante é não fazer funis, nem páginas de captura, nem nada disso, antes de saber se o artigo está a dar alguma coisa ou não.

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Isso é outra conversa. Nós investimos muito no inicio num artigo e depois ele não dá, custa-nos ficar ali e abandoná-lo, não é? Porque investimos muito tempo, ou porque investimos muita dedicação.

Carlos – Sim…

Rui – A gente faz o nosso melhor no artigo. Okay. Em todos eles, em todos os artigos. Mas depois, quando começamos a ver que há um que é mais popular, aí a gente vai e mexe, vai a outro nível de envolvimento, mas depois de a gente ver que ele está a funcionar.

Dois anúncios que não funcionam, opá, estão te a custar 25 cêntimos ou 30 cêntimos por clique. Ó meu, pára isso, não é? Não tem problema nenhum. Se tens 1 artigo, 1 anúncio que é melhor… tens 2, 1 deles é melhor que o outro, paras um e deixas ficar outro. Nem que seja a 20 cêntimos por clique, não interessa, deixa-o ficar.

Agora, vais fazer mais um ou 2, e esse 1 ou 2 vais fazer exatamente da mesma maneira, vais por as palavras na descrição, as palavras-chave, aquelas que tu achas que são principais para o Facebook saber do que é que estás a falar, vais promover junto de pessoas do nicho, criar um público personalizado dentro do possível, que mostre ao maior número possível de pessoas para depois clicarem, vais fazer isso. Epá, se calhar demoras um bocadinho a fazer isso, não é? Eu faço rápido porque já tenho lá muitos públicos, já os fiz. Mas fazer um público ás vezes demora um bocado. A gente está a por interesses, a seguir vamos ver o alcance, epá, piorou, então tens de ir aos interesses e por outros. Temos de andar a ver, a adicionar interesses e a tirá-los, e a seguir, a ver se o alcance aumentou ou diminuiu, até termos um alcance ótimo, o melhor possível. E depois guardamos esse público, e já temos um público para o futuro.

E então, quando temos os anúncios, se o anúncio não estiver bom a gente apaga-o, mas temos de ter sempre o máximo de dinheiro no nosso anúncio melhor, seja a que preço for. Não importa a que preço é, seja a que preço for. O nosso orçamento diário tem de ser gasto.

Então imagina, metade do teu orçamento diário vais colocá-lo no anúncio melhor que está a a gerar cliques, por exemplo, a 20 cêntimos por clique. É uma fortuna, não faz mal. Não tens nenhum melhor, é para aí que vai o dinheiro. E a seguir vais fazer mais anúncios, 2 ou 3. Amanhã provavelmente 1 desses 2 ou 3 anúncios é melhor do que este de hoje, vais ter cliques a 15 cêntimos. Okay. Paras o outro e pões o dinheiro neste. Daqui por 1 semana, ou daqui por 2 semanas, mas nunca passa da 1 semana, tens anúncios abaixo dos 5 cêntimos. E depois, passado 2 semanas tens 1, apanhaste 1 anúncio abaixo de 2. Mas entretanto tens 20 anúncios já feitos, estás a ver? E desses 20 anúncios feitos já tens 2 ou 3 a funcionar, os outros paraste-os mas cumpriram o seu papel. Tu não sabias como é que ia ser, estás a ver?

E entretanto quanto dinheiro é que tu gastaste? É sempre o mesmo, todos os dias vais lá pondo dinheiro, 5 euros, ou 10, ou 15, ou 20, ou 50… o que for. Não gastas mais, gastas o teu orçamento diariamente. Nem mais, nem menos.

E depois o nosso trabalho diário é pegar no dinheiro e pô-lo em campanhas diferentes conforme a gente vê que elas estão a funcionar.

Ora esta merece mais um dinheirinho, pumba, pomos mais um dinheirinho ali e tiramos das outras que estão a funcionar menos. É só isto!

Do lado do tráfego, okay? Para o lado do tráfego. Trazer gente para o blog, okay? Depois, já disse, no blog é outra parte da conversa por as pessoas a inscreverem-se, a gerar contactos, okay? Essa é outra parte da conversa, mas em termos do tráfego não tem segredo nenhum, ó Carlos. É mesmo só isto, é só isto.

Ter um anúncio a gastar 25 cêntimos e 35 cêntimos por clique já tive muitos. O que é que eu faço? Pronto olha, estão lá 1 dia, só gasto 1 euro. Pronto. Amanhã já não estão, o dinheiro deles foi para outro lado. Mas eu já tive muitos assim. Muitos, muitos, muitos. A gente confia que são bons e afinal não valem nada, estás a ver? Mas isto é normal, não tem nada de estranhar. Não estás a fazer nada de errado. Percebes o que eu quero dizer? Não é por isso que estamos a fazer alguma coisa de errado.

Faz mais, faz mais anúncios. Divide o orçamento… é uma boa ideia dividir o orçamento assim, metade para o teu anúncio melhor, metade do orçamento é consumido no teu melhor anúncio, e a outra metade a dividir pelos outros todos. É uma boa forma de fazer, e é fácil de escalar.

O anúncio melhor perde o estatuto, o que é que acontece?

O dinheiro todo vai para outro em bloco. Zuca, faço uma transferência direta de dinheiro de um anúncio para outro, o teu tráfego no blog passa de X a X vezes 3 num instante. De um dia para outro! É de um dia para o outro.

Estás a ver, Carlos? Estás a perceber a lógica?

Carlos – Sim, já percebi essa lógica. Agora é por isso em pratica, é que é mais difícil. Essa parte mecânica de investir aqui, investir ali, isso… pronto. Agora… o que eu fiz foi, gastei muita energia, esforcei-me muito para fazer um artigo e agora estava a querer que aquilo desse alguma coisa. Mas…

Rui – Eu percebo bem isso.

Carlos – Então já estou aqui a fazer várias coisas e nada funciona. Eu devo estar a fazer qualquer coisa mal.

Rui – Não, não é isso. Não é isso.

O teu nível de esforço não tem nada haver com o efeito que as coisas têm no mercado. Não tem nada haver.

Carlos – Claro, claro, claro.

Rui – Então é assim, quando a gente se esforça muito para fazer uma coisa, é só porque fizemos uma. Para nós tem muita importância porque é única. Quando tu tens esse nível de esforço e fazes 50, e tens esse nível de esforço em cada uma, cada uma delas já não tem grande importância porque já fizeste muitas. Estás a ver?

Agora, claro quando é só uma, como a primeira vez que a gente escreve um artigo com 5000 palavras, andamos 1 semana a escrever aquilo, andamos ali de alma e coração, demos o nosso melhor, a gente quer espremer aquilo, e que dê resultado, não é? A gente quer fazê-lo, e com certeza, a gente fez o nosso melhor. Não quer dizer que a gente tenha o nosso nicho perfeitamente identificado, se as pessoas que realmente apreciam esse artigo que a gente consiga chegar até elas, ou elas chegarem até nós. É toda a parte do marketing que a gente não tem ainda prática, não é? E então temos muito esforço, temos muito trabalho, e pouco resultado porque a máquina não está oleada.

Agora imagina, um gajo como o Neil Patel. O Neil Patel tem 80% do tráfego dele é orgânico. Ele põe uma coisa qualquer no Facebook, toda a gente vai ver, não é preciso pagar, não é? Porquê? Porque ele criou este pipeline de tráfego para o blog dele baseado no valor e no conteúdo. Dá-lhe muito trabalho, dá, mas ele tem lá centenas e centenas de artigos muito bons, vê-se que ele dedicou alma e coração àquilo. E é por isso que ele tem esse resultado, mas demorou tempo, não é?

O que é que nós estamos a fazer?

Nós estamos a começar a criar uma base de conteúdo, essa base de conteúdo é a coisa mais importante que a gente pode fazer porque nos ajuda a esclarecer, nós próprios, as nossas ideias, a tu perceberes qual é o teu sentido, o que é que estás aqui a fazer, qual é a tua missão enquanto empresário, o que é que tu tens que é forte para trazer ao mercado.

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Esta clareza pessoal tua, vais descobrindo enquanto vais escrevendo no teu blog, vais pondo conteúdo no teu blog. Ao mesmo tempo começas a fazer marketing do artigo, a publicá-lo e a disseminá-lo, e sindicância a pagar, tráfego, e este é um processo diferente, é um processo que também tem o seu tempo.

Então, é fácil, a mecânica, como tu disseste, é muito fácil. Fazes 3 ou 4 artigos, 3 ou 4 anúncios, e pões o dinheiro onde funciona melhor. E quando estás a fazer isso tu és o marketer, não és o autor. És um marketer. Se for preciso apagar o post e metê-lo no lixo, fazes isso sem pensar e sem pestanejar. Não ficas a pensar ”Ah mas deu-me tanto trabalho” e mais não sei quê. Não.

O marketer é outra pessoa diferente do autor, o autor está muito agarrado à sua criação, o marketer não está. Se este não funciona a gente faz outro, estás a ver? A gente tem de ter bem a consciência desta divisão, porque nós realmente fazemos as 2 tarefas:

  • Por um lado somos autores, autores de conteúdo;
  • por outro lado somos marketers.

Mas aqui quem tem que mandar no nosso negócio é o marketing, não é a produção de conteúdo.

  • Se a gente vê que o conteúdo não está a funcionar com o marketing, a gente tem de mudar o conteúdo, estás a ver?
  • Por outro lado, se a gente vê que o conteúdo é bom , a gente acha que é bom, o nosso nicho é perfeito, e não sei quê, e o marketing não está a funcionar, temos de mudar o marketing. Não é?

Mas a nossa cabeça tem de estar sempre a pensar em marketing, não é agarrados ao conteúdo.

Estás a ver? E então é só isso, ó Carlos. É fazer mais. O número, a quantidade põe as coisas em perspetiva.

Mais anúncios fica menos peso em cada um, mais artigos colocas menos peso em cada um… e vídeos, um gajo faz 3 vídeos, cada vídeo tem de ser perfeito porque senão aquilo não dá nada. Mas se fizeres 500 podem ser todos mal, mas pelo número, produzes um efeito, estás a ver? Peça quantidade. Então é preciso porquê? Porque cada vídeo fica menos… a gente põe menos responsabilidade em cima de cada um. Se eu fizer um vídeo e dedicar 3 semanas a fazer o vídeo, aquele vídeo tem de gerar montes de contactos, tem de gerar 3000 contactos, tem que fazer 5 vendas, mas eu posso não saber o suficiente para por um vídeo a trazer esse resultado porque só fiz 1. Se em vez de fazer 1 em 3 semanas, fizer 10 por dia, dá 300 vídeos em 3 semanas, opá, eu não me ralo se o vídeo está bem feito ou não, mas no total geram montes de tráfego e geram montes de contactos. Estás a ver? E claro, com certeza, a gente vai melhorando, vamos fazendo os vídeos cada vez melhor, cada vez com menos esforço, os artigos agora custou um certo esforço, custam cada vez menos, o segundo vai custar menos.

Eu escrevi o meu primeiro artigo de 5000 palavras eu pensava que nunca mais o acabava, entretanto já escrevi outros com 10000 e com 15000, não é? Escrevo um artigo com 1000 palavras, tenho a sensação que nem sequer comecei, parece-me tão pequeno, estás a ver? E já lá vão 1500 palavras, ou 2000, e eu olho para aquilo ”então mas ainda não disse nada”. Estás a ver? Porque comecei-me a habituar, o meu padrão mental começou-se a habituar a produzir mais conteúdos maiores, não é? É só por isso.

Portanto foca-te em produzir, em produzir mais, estás a ver? A gente tem que produzir todos os dias, escrever no blog todos os dias. Não é publicar todos os dias, é escrever todos os dias, produzir conteúdo todos os dias, e depois fazer marketing todos os dias, gerar tráfego para o blog com os nossos conteúdos todos os dias.

Isto é o segundo e o terceiro compromisso, é isto. É escrever no blog e fazer marketing, estás a ver? E tem que ser diário, tem de ser trabalho diário. Portanto é só isso, ó Carlos, é com o tempo. Tempo e volume. Mais artigos, mais anúncios, e claro, deixar passar um tempo.

Começaste agora esta semana, epá, e como eu te disse desde o início, a gente precisa de 15 dias a 1 mês para ligar a máquina, estás a ver? Não é um plano de 90 dias, isto que nós estamos aqui a fazer é um plano só de 1 mês, okay? Um plano de 90 dias a gente não precisa, ninguém precisa de 90 dias para dominar isto, nem 1 mês, nem 1 mês. 15 dias chega mas, com a prática e tal acho que, epá, 1 mês ficas a perceber.

Alguns têm mais resultado mais depressa. Viste a Milu e o Toni, os dois anúncios que puseram, c’um carago, tiveram logo tráfego a 2 cêntimos. Mas foi um acaso… não é bem um acaso… tem haver com o conteúdo que eles têm andado a passar na Internet, favoreceu-os muito ali. Tem haver com o histórico, não é? É o que é, não é propriamente um acaso. Agora, o facto de eles não perceberem bem porque é que isso aconteceu, no caso deles pela positiva e no teu caso pela negativa, só tem haver com o facto de a gente não estar ainda muito práticos nisto, não temos muita prática. É só, é só isso.

Mais alguma questão?

Carlos – Eu acho que o que se passa é que eu dispersei muito, falei de muitas coisas diferentes, queria ir por… aquela história que tu estavas a falar de ter muitos públicos diferentes e… pronto, depois quando escrevo sobre um determinado assunto só vou apanhar uma pequena parte desse público. No conjunto tenho um público grande, mas quando especifico um interesse tenho um público pequeno, e tenho os resultados pequenos.

Portanto, em vez de dispersar, é aquilo que estavas a falar, é concentrar-me só naquele público que eu quero mesmo, o meu nicho. E portanto, concentrar-me só nesse nicho.

No inicio andava à procura do meu nicho natural, hoje tenho ideia que tenho o meu nicho natural mas… natural, quer dizer, aquele nicho que eu queria falar, que eu penso… agora se é natural ou não, aí já vai se calhar uma distância. Mas aquele público que eu acho que eu gostava de falar com ele, se calhar andei muito tempo a falar com outros e não falei com esses. Ou pensava que estava a falar com esse nicho, mas não estava a falar corretamente, não sei. Estou aqui num processo de… ainda de clareza.

Rui – Ya, mas é só isso, ó Carlos. Olha, imagina o seguinte, imagina:

  • Se uma pessoa ler o meu blog e diz assim ”olha, o Rui Gabriel fala deste assunto”. Por exemplo, de mim dizem ”olha, desenvolvimento pessoal e empreendedorismo…” essas coisas. É o meu nicho, realmente  é aquele que eu escolhi, não é? E dinheiro.
  • E se disserem assim” olha, o Nuno Rebocho. O Nuno Rebocho fala do quê? Epá, o Nuno Rebocho fala de solidariedade social, e ação social”, fala dessas coisas, é associativismo, pronto, é o dele.
  • Se a gente diz assim ”olha, o João Gabriel está ali, o meu irmão, fala do quê? Olha, fala de jornalismo, fala de política, fala da atualidade.” Jornalismo é o dele, não é?

E enquanto a gente não tiver uma marca, alguém diga assim ”olha, aquele fulano fala sobre o quê?” e alguém diga claramente ”olha fala sobre aquilo”.

Se vier alguém para falar, por exemplo, imagina que tu queres falar sobre empreendedorismo, ou para empresários, ou para empresas na Internet, o que for. Imagina um nicho assim, imagina que agora no Lifextreme vamos escolher um orador para falar sobre empreendedorismo, e se o primeiro nome que me vier à cabeça for Carlos Barradas, quer dizer que tu estás a trabalhar muito bem esse nicho. Estás no topo da mente das pessoas, estás a ver? Quer dizer que encontraste o teu nicho, o teu lugar.

Se a gente disser assim ”olha, vamos falar sobre ação social”. Qual é o primeiro nome de todos que vem à cabeça? O Nuno Rebocho. É óbvio, porque está muito determinante, está muito definido qual é o nicho dele.

Se a gente quiser falar sobre a imprensa, ou sobre jornalistas, então a gente vai falar do João, não é?

Então, a gente tem de escolher a gente se definir.

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Okay, eu vou ser… qual é a palavra, qual é a frase, ou neste caso a palavra que me define? Eu sou o gajo, eu sou o tipo (o tio, não é? Ali para o David Beltran), eu sou o tio de quê? Okay?

Então, imagina o David Beltran gosta das motos, vai falar sobre as motos, o que ele adora é motos, não há ninguém que saiba mais de motos que é ele, todo o seu negócio vem das motos e dos motards, vai encher o Lifextreme, a parte direita do Lifextreme são todos malta vestida de cabedal e com umas botas e com as motas todas paradas lá fora, porque vieram todos de Espanha de mota para o Lifextreme. E a gente já sabe, aquela turma é toda a turma do David Beltran, okay? E a gente pensa assim ”motard”, e na nossa cabeça aparece o nome ”David Beltran” okay? Porque ele, é o nicho dele, é o nicho dele.

E não vale a pena virem falar com o David Beltran acerca de email marketing, ou acerca de sistemas de Internet, de Internet Marketing, ou acerca de blogar bem, ou acerca de nada disso, porque o dele… ele só sabe blogar sobre aquilo. Gera tráfego sobre esse assunto, respira esse assunto, sempre que fala fala disso de forma entusiasmada, a gente chama o David num Hangout e ele só fala de motards, e de motas, e de quanto ele se diverte nos encontros de motas, e como é que ele tem o negócio dele baseado nos amigos que fez nas motos, não é? Só para dar um exemplo. Porquê? É a paixão que ele tem, e de repente a gente identifica-o com isso. Ou seja, o nicho dele é óbvio, é tão óbvio, não é? Nem ele tem dúvidas nem ninguém tem dúvidas.

E se aparecer algum desgraçado na Internet que goste de motos e que se inscreva por outra pessoa, vai cancelar e vai-se inscrever pelo David logo a seguir, ou 6 meses depois, não é? Porque tem de esperar 6 meses. Porque ele tem uma cultura, tem um estilo que tem tudo haver com esse assunto.

Estou a dar um exemplo das motas e do David porque eu sei que gostas de motas, ó David.

Pode ser qualquer coisa, não é?

Quando a gente encontra um rótulo que nós colocamos a nós próprios, um rótulo na nossa cabeça a dizer ”o meu é isto”, é isto que eu sei, é neste assunto que eu sou o melhor, (okay? seja o que for), então nós encontramos o nosso nicho. Seja o que for.

Mas, por exemplo, vês o Justin Varengia que é o quê? É o exoterismo, e é espiritualidade, é o dele, não é? A gente vê a Senita Clease, por exemplo, não é? Que vem da Austrália que é o quê? São as mães, chama ”momprereurs”, não é? E a gente já sabe, mãe é aquilo, é tudo à volta do mesmo assunto. Nós aqui nos Lazy é a Irina que é a mesma coisa, não é? À volta das mães. Vamos ter uma mãe muito brevemente, a Regina, fogo, aquilo vai transpirar maternidade pelos poros todos, não é? Então, de repente, passa a ser um nicho valioso, um nicho importante, não é?

É importante que a gente percebe qual é o nosso nicho quando a gente escolhe… epá, é quase como dizer o que é que eu quero ser quando for grande, não é? É quase a mesma coisa, aquela ilusão, aquele entusiasmo que a gente gera na nossa cabeça quando a gente imagina ”eu quero ser isto”.

Por exemplo, o Manero. O Manero quer ser orador, quer ser palestrante, quer falar nos palcos, quer fazer eventos gigantescos, quer mobilizar milhares de pessoas, não é? Então, se é isso que ele quer, se é isso que ele faz, se é isso que ele gosta, ele tem de ir nessa direção. Começar a escrever coisas sobre falar em público, começar a meter-se nos palcos todos que existirem, okay? Começar a gerar… se não for convidado para orador tem de fazer os seus próprios eventos, não é? Tem que fazer isso. Tem que fazer porque está na sua natureza, é a sua segunda natureza, não é?

Estou a dar exemplos de coisas que eu conheço, não é? Mas, não sei a intensidade em que o David é motard, nem a intensidade em que o Manero é orador, não é? Não sei. Mas sei que são gostos que a pessoa tem, não é?

Então, se for alguma coisa que a pessoa quer mesmo de paixão fazer, é esse o seu nicho.

Então vai juntar pessoas que tenham o mesmo tipo de interesses, que têm o mesmo tipo de entusiasmo, que têm o mesmo tipo de paixão.

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O meu blog, se eu falo de desenvolvimento pessoal, se falo de dinheiro e falo de empreendedorismo, tudo no mesmo contexto do desenvolvimento pessoal e da espiritualidade até, se eu tenho um blog só sobre isso nunca me vais ouvir falar no blog sobre dinheiro rápido, sobre… sei lá… olha, por exemplo, os cheques. Os cheques gigantes, eu tenho lá posts dos cheques gigantes. Está lá esse tipo de coisas, da altura  em que eu não sabia bem o que é que andava aqui a fazer. Estás a ver? Eu ainda tenho lá coisas destas. Eu, agora é uma coisa que eu nunca faria, nesse contexto. Só para dar um exemplo.

E então, a ideia é esta, a gente descobre, a gente sabe o nosso lugar quando a gente larga, okay? Larga o lastro, despe as camisolas que nos andaram a enfiar pela cabeça abaixo.

  • Enfiaram-me a camisola do multi-nível, se eu quero fico com ela, se não a quero tiro-a.
  • Enfiaram-me a camisola do dinheiro rápido, se eu quero fico com ela, se não quero tiro-a. E por acaso eu quero ficar com ela, eu acho que dinheiro rápido é muito interessante.

Mas eu só fico com as camisolas vestidas aquelas que eu quero, e aquelas que eu tiro não quer dizer que sejam más, normalmente são boas, e por serem boas é que a gente as quer e a gente acaba por não ter nenhuma definição, falamos de 500 coisas porque são coisas boas.

O facto de serem boas não quer dizer que a gente fique com elas, a gente pode largá-las à mesma, okay?

E não tem problema nenhum, aliás, devemos largá-las.

Nós devemos ficar com 2 ou 3 coisas que façam… que sejam congruentes connosco, que façam um conjunto que tenha haver connosco, e as outras coisas, apesar de serem boas, a gente pode não usá-las. Estás a ver?

Por exemplo, nunca me vais ver a mim, por aquilo que eu sei hoje, a promover as reuniões em casa como ferramenta de trabalho. Estás a ver? Porquê? Porque não quero fazer, essa camisola eu não vou vestir, não a quero vestir, já a vesti e já assinei, okay? É mau? Não é mau, é um espetáculo. Mas é uma coisa que eu não quero, e como não quero, pronto. Eu não sou o gajo, o tio, das reuniões em casa, estás a ver? Nunca ninguém me vai identificar como sendo a pessoa que sabe mais sobre esse assunto porque eu não sou, nunca vou ser.

Mas, se calhar, há pessoas do grupo que são, adoram essa ferramenta, adoram a mecânica, adoram a dinâmica de convidar as pessoas, e de ir a casa dos outros, fazer os amigos, conectar com gente… gostam dessa dinâmica, sentem-se bem a fazer isso e dominam essa ferramenta, têm resultados, e então falam desse assunto. Okay? E quando alguém quer ouvir alguém sobre esse assunto, vai chamá-los a eles, ”Olha, anda cá que eu quero que me expliques como é que isso funciona”. Ou ”anda dar uma formação sobre esse assunto”, quem é que vai? É aquele, é o que domina melhor o tema, porque eles definiram isso como sendo o seu. ”Eu sou o tio, o fulano, das reuniões em casa.” Estás a ver? E, ó meu, ”não há ninguém melhor do que eu para fazer isso, para falar sobre esse assunto.” Estás a ver?

Isto é que é um nicho natural.

Quando a gente ganha esta congruência fica tudo fácil, muito fácil.

Como o Nuno ontem teve 10.000 e tal ou 11.000 pessoas no blog dele, achas que foi difícil para ele? Não foi nada. Ele gastou não sei quanto, mas foi pouquíssimo… 10 euros, ou 15 euros, ou o que foi, em publicidade. Porquê? Porque aquilo bate tudo tão certo, é tudo tão congruente que fica fácil. Não tem de ter muita técnica, só tens de te expressar como uma pessoa que sabe muito sobre esse assunto, como uma pessoa especialista nesse assunto, fica fácil.

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David, tu estavas para falar e depois não falaste, então vou-te deixar falar. Estás aí? Ah, okay, okay.

David – Sim, mas não estava a falar, não.

Rui – Ah, mas pareceu-me que estavas para falar. Eu estava a olhar para ti e pareceu-me que estavas para falar, e depois…

David – Não, não. Obrigado.

Rui – Okay, de nada. Estão a ver, pessoal? Então é assim.

O negócio faz-se quando nós temos clareza.

E a gente diz assim ”Ah porque há pessoal que tem resultados, aquela pessoa tem sucesso porque faz determinadas coisas”. Não é isso. Porque outras pessoas a fazerem as mesmas coisas teriam o mesmo resultado, não é isso que dá o resultado.

O que trás o resultado é fazer isso sim, mas com um nível de clareza muito grande, um nível de conexão com a pessoa, com a sua audiência, muito elevada. É isso que trás o resultado, e ás vezes andam aqui pessoas 1 mês, 2 meses, 3 meses, num ano a fazer coisas e não funciona, e de repente funciona.

O que é que aconteceu nesse de repente?

A pessoa andou 1 ano sem conseguir nada, e depois em 3 meses ganhou uma pipa de massa… o que é que aconteceu?

O que aconteceu não é o trabalho feito no passado que foi acumulando até dar resultado. Não, o que aconteceu foi que ”caiu a ficha”. À força da repetição a pessoa foi dominando, e dominando, e dominando, e foi estudando, e foi aprendendo, e se desenvolvendo, e a uma certa altura pum, caiu a ficha e a coisa bateu certo. Foi o que aconteceu, não foi mais nada.

Eu lembro-me disso acontecer comigo, perfeitamente. Senti que caiu a ficha. ”Epá já sei!”. Senti isso, clarinho. Caiu a ficha. E nós vamos ver que as outras pessoas que têm resultados, e mais resultados aqueles têm resultados grandes, a malta do Leader Board e assim, como muitos dos que estão aqui, se é ou não é verdade. De repente, pum, caiu a ficha e o resultado, bum, dá um pulo. É, ou não é, David? Como é que tu foste para o Leader Board, não foi assim?

David – Foi, foi. Foi assim.

Rui – Eu quero ouvir a tua voz, estás a ver? Eu estou-te a puxar porque eu quero ouvir a tua voz.

Então, acontece é que… acontecem algumas coisas que nos fazem cair a ficha, a gente percebe alguma coisa de repente.

Não é perceber mentalmente, é a coisa parece que bate certo. As peças encaixam aqui dentro, não é?

A nível da mente e a nível do coração, e a gente ganha uma congruência muito grande. E quando isso acontece, as coisas saem com pouco esforço, até isso acontecer as coisas saem com algum esforço. É preciso algum esforço, sim. Mas é esse esforço, essa continuação do estudo, na prática, na modelação, que faz com que, um dia, cai a ficha.

Aliás, há aqui pessoas, acho que a todos aqui… já caiu a ficha para todos aqui, incluindo a ti, ó Carlos Barradas. Quando tu no outro dia disseste-me assim ”epá, eu ganhei uma pipa de massa, não sei como… porque as minhas taxas de conversão as melhores do grupo”, e são. Isto é o quê? Estavas a ter um nível de congruência muito elevado sem sequer te aperceberes, estás a ver? É o que é.

Carlos – Não, houve uma altura em que eu era mais congruente comigo próprio. Eu tinha um discurso, falava exatamente de mim e da minha experiência, e as coisas funcionaram. Mas quando comecei a querer… pronto, sair um pouco daquele… daquela área, comecei a navegar por águas desconhecidas… aí as coisas complicaram-se.

Mas tem haver com isso exatamente que estás a falar, tem haver com a clareza, e com a intenção clara do que é que quer. Só assim é que se consegue ter uma comunicação eficiente, que nós estamos a falar daquilo que vem de dentro e não estamos a falar de…

Quando nós falamos da nossa experiência, estamos a falar daquilo que sentimos e isso é que toca nas outras pessoas. E ás vezes, quando a gente começa a querer falar de outras coisas que não dominamos, pronto, estamos a… se calhar estamos assim incongruentes connosco próprios e isso transmite-se e revela-se nos resultados.

Rui – Olha, eu lembro-me de um vídeo que tu fizeste que ainda hoje, para mim, é provavelmente o melhor vídeo que alguém fez nos Lazy Millionaires até hoje. Não me lembro de nenhum vídeo melhor do que esse. E é capaz de ser boa ideia tu ires buscá-lo e recuperares o marketing… fazeres marketing em cima desse vídeo porque ele está lá há muito tempo, as pessoas já esqueceram, e é bom tu recuperá-lo. Faz um post sobre isso, fazes uma transcrição do vídeo, recupera esse vídeo que esse vídeo está espetacular.

Carlos – Esse vídeo fez-me para aí umas 20… 20 ou 30 vendas. Foi incrível, foi incrível.

Rui – Acredito. Acredito.

Carlos – Sim, sim. No início. Mas depois… chegou uma altura que quis passar… quis subir de nível, não queria ficar como o canalizador que.. pronto, que teve sucesso na Internet. Queria o empresário que tem sucesso na Internet, estás a ver? Mas se calhar tenho que… pronto, tenho que redefinir a minha estratégia. Não sei, mas… Queria abrangir mais, um público mais amplo, mas se calhar ainda não estou em condições de fazer.

Rui – Desliguei o som, sem querer. Eu estava a dizer para recuperares esse vídeo, não quer dizer… epá, recuperar esse vídeo, ires lá buscá-lo e poderes utilizá-lo de novo. Eu acho que isso é interessante e, de certeza te vai trazer bons resultados. Mas, mais importante ainda do que isso, é tu te colocares na cabeça do Carlos Barradas que produziu aquele vídeo, okay? O que é que tu… como é que tu te expressaste?

Vê-se… esse vídeo é genial porque vê-se uma pureza de intenções que não é comum, é muito invulgar. Vê-se na tua forma de falar que não estás a querer vender nada a ninguém mas, por outro lado, estás a dizer assim ”tu és idiota se tu não vires este vídeo e não tomares atenção”, mas com a tua calminha, com a tua serenidade como se não fosse nada. Ó meu, é um espetáculo.

Quando estás encostado a um carro velho a dizer ”olha, tenho este carro aqui parado porque não o posso mandar arranjar, e falas da tua história passada, não é? Das dificuldades e dos problemas em que tu, como empresários, estavas. Estás a falar, metade do vídeo é sobre isso, na tua casa. E depois passas para dentro de casa e o teu discurso muda completamente, e dizes ”eu estou aqui a aprender Internet, eu ganho mais dinheiro aqui na Internet do que eu ganhava a trabalhar do outro lado.” Esta transição, esta passagem da rua, em que tu falas das dificuldades, para passas para dentro da porta por dentro e falas-lhes da solução… ó meu, se fosse um guionista a fazer um diálogo para o vídeo não saía melhor. Parece que foi feito por um profissional super treinado, não é?

E tem uma simplicidade, tem uma facilidade de comunicação porque vê-se que tu estás a falar de coração, não é? Não tem artifício nenhum, e esse mindset que produziu esse vídeo, é esse mindset onde tu deves ir… deves ir… introspetar, e meditar, e recuperá-lo outra vez. Porque isso és tu, não é? Não quer dizer que digas as mesmas coisas numa nova produção, ou que faças um vídeo igual, não é isso. Mas o mesmo mindset produzindo outro conteúdo, produz conteúdo com a mesma qualidade.

Se tu falares  da tua experiência atual, falando a partir desse mesmo mindset de simplicidade, de vontade de mostrar a realidade, e mandar ao pessoal que estão a ser idiotas por andar a aturar a dificuldade quando têm uma solução aqui à porta, não é? Esse mindset, essa energia, essa certeza que tu mostras ali, tu recupera essa certeza, essa energia porque tu tem-la da mesma maneira. Recupera-a e produz conteúdo a partir dela, o que sair é bom de certeza. Só pode, estás a ver?

Isso… por isso é que a gente fala muito em introspeção, em meditar, em procurar a nossa raiz, a gente diz sempre o mesmo. À bocado eu falei em largar o lastro, largar as camisolas que a gente veste, estás a ver? Opá, a gente não tem… se for precisa a gente tira essas camisolas todas.

O que é importante é a gente encontrar as pessoas que nós somos e perceber que não precisamos de aprender nada mais do que aquilo que a gente já sabe.

Precisamos é de aprender a comunicá-la melhor, com mais eficiência, okay?

Com mais eficiência, com menos artifício, e isso é um caminho difícil, o simples é difícil. Complicado é fácil, mas simples é difícil. ‘Ah, tens de ser simples”. Obrigado! Isso sei eu! Mas isso é que é difícil. Se é complicado é fácil, se é simples é difícil.

Uma pessoa consegue ser simples depois de ter andado a complicar durante muito tempo, e a começar a desmontar, a desmontar, a desmontar, desmontar, desmontar até chegar ao simples. O simples só vem no fim do processo, não é no início, não é?

E então isso é um caminho muito interessante para tu fazeres, e para nós fazermos, para nós fazermos. Esse vídeo, para mim, eu relembro-me dele como se fosse… como se o tivesse visto ontem. Eu na altura disse, meu, eu nunca vi um vídeo tão bom como esse em lado nenhum. Okay? E continuo a dizer o mesmo porque acho que não há, não foi feito ainda, e vale a pena recuperares essa tua forma de ser, que é tua, que é pessoal, que é única, e produz muitos resultados como tu viste. Tirar os artifícios e encontrar-te a ti, como tu és… ó meu, é uma coisa espetacular. E esse é o trabalho que deves fazer, acho eu. Okay pessoal?

Alguma questão? Concordas comigo, ó Carlos? Concordas comigo?

Carlos – Sim, concordo. Concordo. É um bocado (…) mas concordo. Porque o meu estado mental… porque a minha experiência, tudo o que eu fiz durante este tempo também mudou-me como pessoa, não é? Se calhar em alguns aspetos para melhor, e noutros para pior.

Mas… pior no sentido em que perdi um pouco a inocência, estás a ver? No início nós temos aquela inocência natural, estamos ali… não é? Estamos só a ver o… depois com o tempo começamos a endurecer em certas coisas porque… pronto, é o processo, não é? E perdemos essa inocência, e então já não conseguimos ter aquela espontaneidade que tínhamos no início, estás a ver?

Rui – Estás a ir ao ponto…

Carlos – Eu não estou no mesmo ponto que há 2 anos atrás, estou noutro ponto, estás a perceber?

Rui – Mas é interessante…

Carlos – Tu falas do espírito… o espírito é uma coisa…

Manero – Eu vou ter que sair, pessoal. Vou ter que sair.

Rui – Xau, Manero!

Manero – Até já.

Rui – Mas, Carlos, estás a ver? Puseste um rótulo naquilo que eu estava a dizer. Chamaste-lhe ”inocência”. Estás a ver?

Carlos – Pois.

Rui – Chamaste-lhe inocência. Na verdade, se eu puder por um rótulo naquilo, naquele mindset em que estás naquele vídeo, eu penso que esse rótulo é perfeito. E então, recuperar a inocência, sim. É isso que faz falta.

Não é só em ti, eu estou me a rever naquilo que estou a dizer. Recuperar a inocência significa, por exemplo, celebrar os pequenos feitos. Por exemplo. Eu lembro-me quando eu ganhei os meus primeiros $100 num dia e eu fiquei louco, eu explodi por todo o lado a dizer. Eu, agora, se ganhar $500, não ligo nada àquilo, estás a ver? Porque perdi a inocência, achei que ”ah, é o mínimo, isto não tem valor”, e perdi a capacidade de me maravilhar com as coisas pequeninas. Estás a ver? Isso é a inocência que tu estás a falar, é igual.

E quando a gente perde um bocado essa inocência, a gente perde o entusiasmo que vem agarrado com a inocência, e a capacidade de a gente se maravilhar com as coisas que acontecem à nossa volta.

Por exemplo, a gratidão. A gratidão vem da inocência, a pessoa que se sente genuinamente grata é porque é inocente, não vê maldade, não vê segundas intenções em lado nenhum. A pessoa que não é inocente, se lhe fizerem um favor ela começa logo a pensar ”mas porquê, o que é que ele espera, qual é a segunda intenção?” Estás a ver? É a pessoa que perdeu a inocência, não tem a capacidade de ser agradecível, de ser grata, não é?

E estas qualidades que estás a falar transparecem no vídeo e, claro, têm que transparecer na nossa comunicação, vem daí precisamente. Deste o rótulo perfeito em cima daquilo que eu estava a dizer, que é verdade, é a inocência.

E se nós perdemos a inocência com o tempo, nós temos de recuperar a inocência.

O que é que isso significa?

  • Significa acreditar nas pessoas,
  • significa acreditar em nós próprios,
  • significa acreditar no projeto,
  • significa não ter segundas intenções,
  • significa ser transparentes, aquilo que se vê é aquilo que é,
  • não há jogos de cintura,
  • não há meias verdades.

Estás a ver? ”Ah eu vou dizer isto, mas na verdade falta aqui qualquer coisa que eu não quero dizer” okay? Não fica bem, ou se calhar… começam outros esquemas mentais a entrar, estás a ver? Lá está, começamos a complicar, não é? E isso, a gente tem que recuperar isso.

Falaste lindamente, meu. A palavra é exatamente essa, é a palavra que eu não tinha na… debaixo da minha língua, mas é isso: a inocência. E a gente precisa de recuperar isso. Claro, o Carlos Barradas de hoje não é o mesmo que era há 3 anos, eu também não sou, mas a minha capacidade e a nossa capacidade de sermos inocentes hoje continua a ser a mesma.

A nossa capacidade para poder ser limpos, e puros, e poder perceber a realidade como ela é, e dar o nosso melhor, e não andar com joguinhos, nem com esquemas, nem com jogos de cintura, nem com tirar vantagem de ninguém, essas coisas, não é? Que a gente acaba por ir colocando na nossa cabeça, não é? A gente tem que limpar isso, largar esse lastro e recuperar a pessoa que está lá no fundo, que é aquela, que é aquela pessoa transparente, e pura, e que faz as coisas com toda a intensidade e sem segundas intenções.

E está muito bem, Carlos. Está muito bem o que tu disseste, não podias ter dito melhor. Exatamente isso. Isso, acho que dá-nos trabalho a todos. A mim dá muito material de reflexão, que é o que a gente anda aqui a fazer. Sem dúvida, sem dúvida.

Okay. Olha, acho que vamos terminar a nossa conversa de hoje, foi muito fixe pá. Muito fixe.

Ó Carlos, eu quero-te agradecer também os teus inputs, vão levar-nos numa direção espetacular. Muito bom. Muito bom.

Okay? Alguém tem alguma questão, ou algum comentário a fazer?

Não? Fixe. Então, vemo-nos amanhã. Se não houver azar, ás 11 horas da manhã.

João – É um bocado cedo.

Rui – Pronto, se houver, não tem problema nenhum porque depois o hangout fica na playlist e a malta pode lá ir ver.

João – Okay.

Rui – Fixe. Okay, pessoal. Então vá. Um abraço, até amanhã.

João – Até amanhã.

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