“O que fazemos durante as horas de trabalho, determina o que temos. O que fazemos durante as horas de lazer determina a pessoa que somos.” – George Eastman

Por outras palavras, o que fazemos determina tanto o que temos como o que somos.

O que nos determina não é o que sonhamos, nem o que queremos, nem o que desejamos. É o que fazemos.

A acção tem uma função plástica. Modela-nos por dentro e por fora.

Imagina que no futuro há muitas portas fechadas. Em cada uma está recortada uma silhueta. Quando chegas lá, não penses que tens liberdade de escolher a porta por onde queres entrar. Não, não podes escolher. Tens de passar pela porta correspondente com a tua silhueta. “Ai”, dizes tu, “mas isso não é justo!’ Assim nem todos entram num futuro feliz e próspero, cada um tem a sua silhueta recortada numa porta e não há nada que possa fazer para mudar isso.

”É o destino! Coitadinho de mim.”

Enganas-te. Realmente não podes adaptar uma silhueta recortada. Ela está lá desde o início dos tempos. O que podes fazer é executar acções continuadas, por forma a moldares-te tu, conforme o que tu ambicionas. Quando chegares à porta, verás que a que se adapta a ti te dá as boas vindas ao futuro.

O que te espera, nesse futuro lá à frente, não é o que tu desejas, mas sim o que tu és.

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