“Alguns homens vêem as coisas como são, e dizem “Por quê?” Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo “Por que não?”.” – George Bernard Shaw

Há dois tipos de pessoas: as do “porquê?” e as do “porque não?”.

DuvidasDiante de um desafio, que pode atirar uma pessoa para a frente do pelotão e mudar a sua vida há quem diga “mas porquê?” e procura (e encontra) todos os motivos para que tal não aconteça: “e porque é que é assim e não
assado?”, “não tenho dinheiro!”, “não tenho tempo!”, ” e se não resulta!?”.

Estas pessoas fracassam ainda antes de começarem a corrida.

Depois há os outros, as pessoas do “porque não?“: estes pensam: “e porque não?”, ” e se resulta?”, “e se metade do que parece ser for mesmo verdade?” e
tornam-se vencedores ainda mesmo antes de iniciarem a corrida.

Depois disto o resultado pouco importa. As primeiras pessoas vão continuar aqueixar-se de tudo e de todos e a invejar a “sorte” das segundas.

Estes, mesmo que não tenham atingido ainda os seus objectivos, estão muito mais perto e acabarão por chegar lá.

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