Continuação do tema de otimização dos artigos do blog para geração de contactos:

  • links internos e externos;
  • conteúdos;
  • banners;
  • chamadas à ação e páginas de captura
  • imagens com legendas;
  • títulos e headings;
  • estrutura e formatação do conteúdo…

E muito mais!

Artigo Relacionado: Power Bloggers – Escrever e Formatar Conteúdos

♦ Transcrição:

Rui – Ok, já estamos. Estamos live.

Manero – Agora… Agora… Agora fiquei nervoso, sabes que eu ouvi este barulho e… e fiquei nervoso sabes como é que eu sou em relação a estas coisas dos diretos, não é?

Rui – Tu és um gajo muito nervoso… É…

Manero – Não, eu vou tentar me descontrair e não soltar nenhum gás, porque normalmente isso faz me flatulência, mas pronto. Olha, então é assim… Isto está a gravar é lixado. Os hangouts comigo é sempre…

Rui – É, para ti é um problema. És um gajo muito tímido, muito envergonhado…

Manero – Então é assim, olha… Eu estava a dizer que escrevi já o artigo, aquele super artigo, não é? Já tinha mais ou menos as coisas delineadas, quando tu me passaste o link de mais ou menos como devia de ser a estrutura de um artigo, com muitas palavras.

Artigo Referido: Como Abrir um Negócio na Internet com Pouco Dinheiro e Sem Experiência

Eu já tinha, porque eu tenho… eu escrevo todos os dias, embora não publique todos os dias. Aliás, eu tive aqui uma série de tempo sem publicar, porque não me sinto à vontade em despejar conteúdo no blog sem aquilo estar minimamente composto, não é? Eu tenho que entrar no meu blog e eu tenho que gostar, aquilo é o meu templo e aquilo tem que ser uma obra de arte, não é? Eu fico deliciado com os meus artigos, é uma coisa incrível.

Já agora partilho também, eu vou ao meu blog de vez em quando e eu adoro estar no meu blog, gosto de ver bem os vídeos, gosto de ver… Eu sou um gajo do caraças, mas pronto vá… está certo. E e então eu já tenho muita coisa escrita, e quando tu me passaste aquele artigo, eu fui arranjar mais ou menos, porque tinha coisas dentro da temática do que é que é o Internet marketing e da estratégia de marketing digital, e tudo mais, foi um artigo baseado nisso que está aí.

Então o título é: “Como montar uma estratégia de marketing digital eficazmente e de forma profissional.” Provavelmente vou ser contactado pelo Bill Gates ou qualquer coisa do género, porque isto é um artigo tão poderoso, que é capaz de chegar a ele. De qualquer forma eu não sei se queres que eu partilhe a tela? Ou não? Ou… Epá, eu só me falta fazer é converter os PDFs e fazer…

Rui – Diz-me lá: Qual é o processo? O artigo está escrito e está publicado, certo?

Manero – O artigo já está publicado, só agora queria… falta-me  é fazer a conversão para os recursos: os PDFs, os ebooks… tenho que também… estou a fazer o ebook, só que ontem encrencou-me aqui o programa do Photoshop, que eu estava a fazer um ebook todo…

Rui – Qual é o tamanho do artigo? Tem quantas palavras?

Manero – São nove folhas Word, portanto, isto deve ter à volta de umas… sei lá 5.000. Hã?

Rui – Tem mais que 5.000 palavras.

Manero – Sim, tem certamente. É extenso, é extenso, é extenso…

Rui – Tem umas 6.000 talvez.

Manero – Sim por aí…

Rui – Está fixe. É extenso, quando fizeres artigos com 15.000, então começas a ficar “pro”.

Manero – Sim ainda não estou, ainda não estou para aí… Epá é uma questão também de se juntar, não é? Porque também tenho vários artigos e posso juntá-los ali de uma forma…

Rui – Não, é fixe, é fixe.

Pronto, então depois publicas o artigo, é preciso fazer a sindicância dele, não é? Nas redes sociais, incluindo fazer uma versão em PDF para pôr no Scribd, no Issuu, e no Slideshare, não é?

Manero – É isso que falta fazer. Não falta fazer isso tudo, é isso que eu estava a dizer, se quiseres eu posso partilhar, para vocês verem, mais ou menos, o formato dele, e tu dás também um… pronto, assim de alto, sem leres, não é?

Rui – Sim, sim, partilha. Partilha aí.

Manero – Olha o Carlos Barradas, pá! Estás bom? Carlinhos, pá… Carlinhos é sempre o incrível entusiasmado.

Rui – Então partilhas aí…

Carlos – Epá, temos aqui uma pessoa nova.

Manero – É verdade, sou eu, faço 40 anos para a semana.

Carlos – Espera aí, tenho o som muito baixo…

Manero – Pois.

Rui – Deixa-me dar aqui um alô ali à… Espera aí um bocadinho. Espera aí. A Ângela, é o primeiro dia que está aqui, então eu não me lembro se eu te passei o link com o... o artigo do meu blog com a estrutura que tens que criar no teu blog, como é que ele tem que estar montado. Eu cheguei te a passar esse artigo? Para tu veres?

Ângela – Não Rui. Não. Não.

Rui – Não? Pronto, esqueci-me. Eu vou-te passar isso agora.

Ângela – Está bem.

Rui – Ok, Manero enquanto tu tratas disso, eu vou passar ali no Skype…

Manero – Epá, não consigo… Estou aqui a clicar e não consigo partilhar ecrã.

Rui – Porque tu és tótó. Não percebes nada disto.

Manero – É provável.

Rui – Só pode, não é?

Manero – É provável. Sabes que… as pessoas, normalmente, mais inteligentes da galáxia são as mais tótós aos olhos dos outros, não é? Porque não conseguem acompanhar a velocidade do raciocínio.

Rui – É. Eu conhecia um génio matemático que não conseguia atar os próprios sapatos, estás a ver?

Manero – Olha, sabes o que é que eu vou fazer Rui?

Rui – Hã?

Manero – Eu vou pôr aqui, no teu Skype, o link do meu artigo e tu partilhas aí, ou não?

Rui – Está bem, pode ser.

Manero – Então vá…

Rui – Sim, pode ser, pode ser…

Manero – Está aí já.

Rui – Deixa-me só aqui buscar, aqui o… vou buscar o artigo para pôr na… para dar à Ângela. Tem aquela estrutura.

Ângela – Hm, hm…

Rui – Está aqui. Ok. Vou pôr no grupo de skype, ó Ângela.

Ângela – Está bem, está bem. Está bem.

Rui – Vou pôr nos Power Bloggers. Ok… “Artigo como estruturar o blog.” Ok. Ok, já está lá. Ângela, o que é preciso fazer é agora… aquilo é um bocado genérico, não é?

Ângela – Hm, hm…

Rui – Tu agora pegas naquilo e… depois… fazes o teu blog com aquele tipo de estrutura, porque depois no teu caso específico, nós aqui no grupo vamos afinando, estás a ver? Aquilo é assim uma coisa um bocadinho genérica. Mas aquilo é muito eficaz, ok? É um formato, é fácil de montar, e é uma estrutura de blog que realmente gera contactos e envolve bem as pessoas, e tudo funciona bem.

Artigo Relacionado: Blog Marketing para Principiantes

Ângela – Ok. Ok.

Rui – Ah Milú! Estás aí, Milú. Bem-vinda!

Milú – Olá, cheguei! Olá a todos!

Rui – Já vamos ver aí as tuas campanhas. Antes de mais nada quero te dar os parabéns, porque tens ali duas campanhas a bombar como deve de ser, ok? Orçamentos baixinhos ainda, mas com bons resultados, hã? Cliques a 2 cêntimos para um principiante, é alguma coisa de muito interessante. E logo nas duas primeiras campanhas, hã? É um espetáculo!

Milú – É verdade. É verdade.

Rui – Um espetáculo! Muito bom! Já vamos ver isso, ok? Agora vou ver aqui… aqui o artigo do Manero, ok? Vou partilhar o ecrã, se for capaz, não é? Não é Manero?

Manero – Vamos lá ver… Epá, eu clico e não dá nada. Não Partilha, não sei porquê.

Rui – Se eu for capaz. Se não for capaz, pronto não partilho. Mas se for capaz partilho. Olha consegui!

Manero – Porra…

Rui – Eu devo ser um gajo genial. Fogo, eu devo ser um espetáculo, ó Manero. Ok. Fixe, então vamos ver aqui o teu artigo. “Como montar uma estratégia de marketing digital eficazmente e de forma profissional“… “uma estratégia…” Ah, “montar uma estratégia eficazmente… de forma profissional.” Ok. Ok. “Neste artigo, vais gratuitamente e em poucos passos, ficar na posse de informação que muitas pessoas pagariam umas boas centenas, e nalguns casos até milhares, de dólares para terem.” Tens aqui este, o “a” está a mais. Já reparaste, não já?

Manero – Já. Já reparei não. Reparei agora, porque realmente está… ya…

Rui – É normal. É normal. A gente… quando é outra pessoa a ler, vê sempre coisas que…

Manero – Ya. Ya, ya… Tu estavas a lêr e soou-me mal. Ya.

Rui – Ok. A tua ideia, em termos de palavras-chave, qual é? Qual é o… Quais são as palavras que tu… tu pretendes que sejam…

Manero – Epá, marketing digital, Internet, negócio, formação…

Rui – Ok. Então presta atenção. No título tem “estratégia de marketing digital”, estás a ver?

Manero – Sim.

Rui – Estas são as palavras fortes do teu título.

Manero – Exato.

Rui – Portanto, devem ser estas as tuas palavras-chave.

Manero – Ok.

Rui – Estás a ver?

Manero – Ok. Sim, sim.

Rui – Isso significa que, no primeiro… no primeiro parágrafo tens que teres as palavras: “estratégia de marketing digital”. Estás a ver?

Manero – Ah, aí… neste caso tenho que pôr aí. Tenho que as encaixar aí. Ok.

Rui – Ok? E recomendo também que tenhas uma pergunta, e que tenhas um link aqui.

Manero – Ok.

Rui – Ok?

Manero – Ok.

Rui – Por exemplo…

Manero – Deixa me só apontar isso, assim já vou fazer aí as correções, ou seja…

Rui – Faz muita diferença, ok? Este primeiro parágrafo, vale 10% do tráfego no blog, ok?

Manero – Por causa do SEO, não é?

Rui – Não só por isso, mas porque envolve as pessoas logo no início. O facto de… nós quase todos os hangouts falamos disto, ok? Quer dizer que é uma coisa importante. O primeiro parágrafo… ter este formato como tu tens aqui… está bom, ok? É grande, chama a atenção, ok? Em termos gráficos, em termos visuais, mas depois ter uma pergunta, ter as palavras-chave e ter um link, são 3 coisas que põem o teu artigo de repente, no dobro da performance. Gera… as pessoas envolvem-se muito mais, logo no início.

Artigo Relacionado: Power Bloggers – Escrever e Formatar Conteúdos

Manero- Ter um link… Ok.

Rui – Ok? Pronto, neste exemplo… vamos dar aqui um exemplo. Portanto estás a falar de estratégia de marketing digital… “Já pensaste quanto dinheiro custaria tu teres um estratégia de marketing digital, que funciona 100% das vezes?”

Manero -Ya… Ou então… “Estarias disposto a pagar por uma estratégia de marketing digital, que funciona 100% das vezes?” Uma coisa assim desse género, ya.

Rui – Exatamente, ok?

Manero – Ya, ya…

Rui – E depois por exemplo nas palavras estratégia…. “marketing digital”, ou nas palavras, “estarias disposto a pagar”, por exemplo, podias sublinhar aquilo e pôr um link para um teu artigo, onde fales de comprar coisas. Por exemplo.

Manero – Exato.

Rui – A importância de comprar coisas… sei lá o que fosse, não é?

Manero – Ya.

Rui – Mas pôr aqui um link, pode ser para uma página de captura pode ser para um outro artigo do blog, ok? É importante aqui, ok?

Manero – Gostas do banner, do header. Está… Gostas?

Rui – Da imagem?

Manero – Sim.

Rui – Ok, está muito fixe. Gosto especialmente dali da tua cara a espreitar.

Manero – Epá eu fiquei deliciado a olhar para isto, e depois às tantas veio aí a minha mulher e disse assim: “O que é isso?” e depois pronto… “Que é isso? Pronto, ok. Pronto vai já dormir amor que deve ser sono.”

Rui – É. Não, está muito fixe, muito fixe. Ok.

Manero – Eu gosto. Eu gosto. Eu sou muito visual e acerca  do tamanho da letra a cor e essa coisas todas, tem que me causar alguma… prazer também, não é? Quando estou a ler, mas não é só o estou a ler, mas…

Rui – E está tudo bem.

Carlos – Ó Manero.

Manero – Sim?

Carlos – Quantas horas levas-te a fazer isso?

Manero – Esse banner? Não foi pouquinho, sabes que eu perco mais tempo é à procura às vezes das imagens e a compô-las, porque quando tenho a ideia é rápido. É uma questão de fazeres na…

Rui – Vou mostrar aqui uma coisa que é para vocês verem.

Carlos – Eu também, eu também tenho esse problema de encontrar as imagens.

Manero – É porque eu faço logo um desenho… eu faço logo um desenho, crio logo um desenho mental daquilo que eu quero, e depois até chegar lá, é lixado. Quando a gente não tem uma ideia daquilo que quer… eh… aquilo, olha aproxima-se, é mesmo isto, mas depois eu… fogo…

Rui – Ok. Vá ao pessoal, vocês estão a ver isto, que eu estou a mostrar?

Manero – Sim, sim, sim. Perfeitamente pá, “create a design“.

Rui – Canva.com, estão a ver?

Manero – Ya, Canva.com. Sim.

Rui – É ridículo, fácil o que é fazer coisas do estilo daquilo que tu fizeste ali.

Olha tenho aqui alguns exemplos. Isto é tudo muito fácil de fazer.

Manero – Ya…

Rui – São infográficos que eu fiz anteriormente, fiz aqui. Não fiz noutro sítio. Isto demora… sei lá, 10 minutos a fazer. Este site tem muitas coisas já feitas. Por exemplo: “Facebook Cover”, “Blog graphic”, “Photo Collage”, tudo o que quiseres, não é? Já tem tipos de templates, já feitos, e tu chegas ali e podes editar, podes pôr desenhos… Já tem muitos desenhos feitos, já podes fazer muita coisa, ok?

Manero – Ya, e fica profissional, não é? Fica fixe, não é? Estou a ver que sim…

Rui – Imagina que eu posso pegar neste que está aqui. Alguns… tem muitos gráficos, e tem alguns pagos também, mas são baratos. Agora imagina, que eu agora posso pegar aqui e posso mudar este desenhinho, que está aqui, posso mudar este… estás a ver aqui? Posso mudar isto…

Manero – Ah, ya, ya, ya…

Rui – Posso escrever aqui o que eu quiser, posso vir aqui buscar… como é que se chama?… Cliparts, estás a ver? Olha aqui. Posso vir aqui buscar estas cenas e pôr lá, estás a ver?

Manero – Olha que fixe!

Rui – Estás a ver? Por exemplo isto que está aqui, posso chegar aqui e substituir por outro, estás a ver?

Ângela – Muito fixe mesmo.

Rui – É muito fácil de fazer, e não custa nada é grátis. E fica tudo muito profissional, estão a ver?

Manero – Muito fixe meu… e dá também para importar outras imagens e montares em cima, não é?

Rui – Exatamente. Depois tu exportas isto em múltiplos formatos, pode ser em PDF, pode ser em jpeg, pode ser em png, e põe-se no blog.

Manero – Olha que fixe. Eu trabalho é com o Photoshop, não é? Também investi muitas horas e tirei formação disso e tudo, e agora já estou, mais ou menos, à vontade. Mas isso é um espetáculo.

Rui – E é curioso, porque isto é uma das dicas do blog Kalatú Premium, e o Kalatú esta cheio de dicas fixes, que a malta não liga grande coisa, mas é pena porque tem coisas muito boas, estás a ver?

Bem-vindo ao Kalatu

Manero – Ya…

Rui – Então vale a pena, vale a pena seguir. Ok. Pronto então… estávamos a falar aqui do primeiro parágrafo.

Manero – Ya…

Rui – Num nível um bocadinho mais avançado, em termos daqui do primeiro parágrafo, é interessante conectares-te emocionalmente com a pessoa. Por exemplo, usando palavras que apelam a emoção.

Manero – Ok…

Rui – Então estás aqui a falar… falaste ali… aqui em estratégia de marketing digital e estás a falar de “gratuito”, não é?

Artigo Relacionado: Power Bloggers – Ofertas, Funis de Marketing e Nichos de Mercado

Manero – Exato.

Rui – Ok. Podes fazer uma coisa do estilo: “Alguma vez te aconteceu gastares… sei lá… centenas ou milhares de euros a comprar uma coisa que não servia para nada?” Estás a ver?

Manero – Ya…

Rui – “Como é que te sentiste? Não te apetecia arrancar os cabelos todos?” Então estás a usar uma série de palavras, são perguntas, podes pôr links e usar palavras que apelam às memórias, à emoção da pessoa. Fica melhor ainda.

Manero – Ok.

Rui – Mais forte. Ok, o resto está fixe. Depois, não te esquecer de outra coisa, que eu estou aqui a ver, coloca mais ou menos um link, no campo visual… constantemente no campo visual, ok?

Manero – Ok.

Rui – Se tiveres um link, aqui no primeiro parágrafo, quando chegares mais ou menos aqui, tens que ter outro link aqui em algum lado.

Manero – Ok.

Rui – A pessoa precisa de ter algum sítio, sempre ao alcance da vista, em que possa clicar para fazer alguma coisa. As imagens, se poderes, põe uma legenda.

Manero – Ok.

Rui – O caption, sabes? Uma caption. Sabes o que é que eu estou a falar, não sabes?

Manero – De?

Rui – “Caption”, “caption”… Se eu te mostrar aqui um exemplo…

Manero – Não.

Rui – Então vou-te mostrar. Espera aí… Vou-te mostrar aqui um exemplo… Ora posts… Isto está um bocadinho lento, que eu estou aqui a partilhar o ecrã.

Manero – Sim, sim… Sim…

Rui – Ok. Vou-te dar aqui um exemplo, neste artigo de ontem. Ok? Por exemplo, se tu reparares tenho aqui uma foto, do Cristiano Ronaldo, estás a ver? Com uma legenda, estás a ver aqui?

Manero – Ainda não, ainda não abriu… Ah, agora sim. Sim, sim, sim… Ah, e é… Exato, sim,

Rui – É interessante pôr legendas nos… Estás a ver aqui a legenda?

Manero – Estou a ver, sim.

Rui – Ok? É interessante pores legendas nas fotos, porque depois dos títulos, as legendas são aquilo que se lê mais.

Manero – Está bom.

Rui – Ok? As legendas nas fotos. Eu tenho a certeza qualquer pessoa chega aqui, lê primeiro esta legenda, do que lê qualquer coisa que esteja escrito aqui ao lado.

Manero – Olha uma coisa Rui. Desculpa lá te interromper. Como é que tu fazes… já tenho estado para te perguntar isso e ainda… e andei de roda, esse quadrado azul, aí à volta, com a… Como é que tu fazes isso?

Rui – Ok. Vou-te mostrar aqui. Está aqui, olha ali. “Fancy box ID 1″, estás a ver?

Manero – Sim…

Rui – E isto a gente, faz aqui, olha… olha aqui. Vês esta coisa aqui? Diz “Content Blaster“.

Manero – Ah… Sim, sim, sim…

Rui – Fazes “Fancy Box”, neste caso, aquela azul é a número 1. Tem o 1, estás a ver?

Manero – Sim.

Rui – Há 6 tipos diferentes com…

Manero – Ahh pá! Espetáculo. Fogo, eu corri isto tudo, meu. Ouve, queria fazer uma cena dessas…

Rui – Pronto há 6 diferentes. Tu escolhes aquelas que tu quiseres, não é?

Manero – E depois dá… depois selecionas o que é que queres incluir lá dentro, não é?

Rui – Depois aqui… Estás a ver onde é que começa? Começa aqui a “fancy box”, começa aqui. E termina aqui, estás a ver?

Manero – Mas isso já é o… que cria isso que está aí, dentro do parênteses.

Rui – Não, o blog faz isto. Quando o pedires para inserir, ele faz isto, cria isto que está aqui, estás a ver?

Manero – Estou a perceber sim.

Rui – E no…

Manero – Olha deixei de te ouvir.

Rui – … e pões o que tu quiseres. Estava a dizer… Ali dentro, eu ponho como estava, não é? Estás a ver?

Manero – Ok, já estou a perceber. Ya, ya.

Rui – Tudo o que está entre esta “fancy box” que está aqui e aquela, o que está aqui neste espaço fica dentro daquela caixa.

Manero – Ya. Ok.

Rui – Pronto aqui, a legenda, estás a ver aqui a legenda? Isso faz-se na edição da imagem… vês aqui em cima onde diz “caption”.

Manero – Ahhh… Ok, ok, ok, ok. “Caption”, ok. Já estou… é que eu não ouvi tu dizeres, ouvi qualquer coisa, mas “caption”, não.

Rui – Ok. É aqui. No caso de pores um link ali… eu pus links nas fotos. Os links nas descrição das fotos, são muito bons, gera muitos cliques. No caso de quereres pôr ali um link, então tens que adicionar a caption, como eu fiz agora, não é? Escreves aqui o que tu quiseres.

Manero – Sim.

Rui – E depois para pôr um link tem que ser aqui. Selecionas a palavra e depois vais pôr o link, como pões noutra parte…

Manero – Ya, ya. Exato. Já estou a ver. Sim… ya…. É isso, é…

Rui – Não dá para pôr o link diretamente na caption, tem que ser depois aqui, estás a ver?

Manero – Ok.

Rui – Então, o que aquilo faz, estas caixas caixas azuis, estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – Há outro tipo de caixas. Cada… é interessante teres um código visual no teu blog, ok?

É interessante, por exemplo, tudo o que tem haver com estas caixas azuis, o que eu ponho são recursos, que não tem propriamente haver com o blog, são coisas que têm a haver com o assunto do blog, não é? Mas são interessantes, no contexto do blog.

Manero – Pois é isso que eu… é por isso que eu queria pôr, porque isso é… aliás é esse o efeito visual que eu tenho, quando leio as cenas. Por exemplo, aqui no meu, se tu reparares ali, na parte que descreve um bocado aquilo quem eu sou. Epá, não tem nada haver, mas é um contexto que… que é interessante de a pessoa saber. Já agora ter um… E isto fica obviamente dentro de uma caixinha dessas. Ya…

Rui – E então…

Ângela – E fica muito fixe, fica.

Rui – É interessante teres um código visual no teu blog, ok? E esse código deve ser sempre igual, ok? Por falar nisso, estava agora aqui a ver esta cena… Eu acho que a malta não ouve muito o Inner Circle, porque teve um Inner Circle esta semana, dia 18/08, temos um áudio meu, em inglês e em português, estás a ver?

Manero – Caraças pá.

Rui – O que está fixe. Ok?

Manero – Ok.

Rui – Estava para dizer o quê? Ah aqui, por causa do código, o código de leitura, ok? Vou-te dar… vou-te mostrar aqui outro exemplo. É preciso, é importante teres uma certa identidade visual, pode ser o que tu quiseres, mas visualmente as coisas têm que fazer sentido.

Manero – Ya…

Rui – Tem que ter um formato. Por exemplo: o meu formato dos artigos, tem sempre o título, depois tem sempre a imagem, a imagem tem sempre uma frase, que ocupa menos de 20% da área, que é para poder pôr no Facebook.

Artigo Relacionado: Power Bloggers – Facebook Ads e Nichos

Manero – Ya.

Rui – Depois tem o primeiro título, tem o primeiro parágrafo, que é sempre em corpo grande com um link e uma pergunta, não é? Não é sempre, mas normalmente é. E depois o que tem haver com… quando têm um índice e bónus e recursos, tem esta caixa cinzenta com uma estrelinha, ok? Por exemplo se eu estiver a dar um PDF, se eu estiver a… a dizer onde é que a pessoa vai comprar o livro que eu falo no artigo, são recursos, ok? Coisas que ajudam a pessoa a melhorar a experiência do artigo, estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – Sempre que a pessoa vê uma estrelinha, já sabe, isto é um recurso. Neste caso, é um índice. Às vezes é um… é uma área para fazer download, ou uma coisa assim, ok? Neste caso, tem esta caixinha azul, que tem esta cena aqui para a pessoa fazer download do artigo inteiro, não é? Não é para fazer download, isto realmente é uma página de captura, queres ver? Olha aqui, a pessoa clica aqui, aparece isto.

Manero – Exato. Tu da outra vez, explicaste-me e eu passou-me completamente, e agora estás a clicar. Isto deve ser aí… Eu estava para te perguntar isso.

Rui – Isto é um truque, não tem haver com aquilo que está a falar, mas na realidade, este banner que está aqui, gera um terço de todos os contactos do meu blog, ok? Este bannerzinho aqui, e outro que está aqui mais para baixo, no ponto 9.

Manero – Mas tu crias um form no aweber, e clicas, e isso sai para o form, não é? Ou é um pop-up que está aí?

Rui – É um pop-up. Não vês que é um pop-up?

Manero – Ah ok…

Rui – A pessoa pode desligar…

Manero – Ok, ok, ok… Eu estou a perceber.

Rui – Ok? É um pop-up, mas é ativado pelo clique, estás a ver? Estás a perceber a ideia?

Manero – Estou a perceber perfeitamente a ideia.

Rui – Então, para… Estamos a falar de código visual, não é? Então repara, tens… tudo o que aparece dentro de uma caixinha cinzenta com uma estrelinha, é um recurso. Então sempre que há um recurso, eu ponho dessa forma, não é? Depois o que não tem a haver com o blog, mas é útil no contexto do blog… estás a ver a caixa azul?

Manero – Exato.

Rui – É a mesma de à bocado onde está o Cristiano Ronaldo, não é? Neste caso, é um banner com uma página de captura, estás a ver? Não tem haver com o conteúdo do blog, não é? Não está na sequencia do conteúdo, mas claro, tem haver com o tema geral. Então tenho um aqui…

Manero – Exato.

Rui – Tenho outro aqui em baixo, estás a ver? Isto também é um banner para uma página de captura, mas está identificado, está separado visualmente do resto do blog.

Manero – Exatamente. Ya.

Rui – E então a pessoa põe aqui o que quiser. Não tem que ser… não tem que vir uma coisa na sequencia do artigo, estás a ver?

E se tu reparares, tem links espalhados por todo o lado, estás a ver? Constantemente, cheio de links. Olha aqui, estás a ver? Não passa um ecrã que não tenha pelo menos um link.

Manero – Ya, ya… ya…

Rui – Estes links vão para páginas de captura, neste caso, isto também é uma página de captura, ou vão para artigos do blog. Estás a ver? Pronto isto mantém as pessoas muito… a intervir muito no blog, ok? Este blog gerou-me contactos a… gerou me contactos a 1,5€… 1,2€, desculpa, e visitas para aqui, para o blog, do Facebook para aqui a 9… a 9/10 de cêntimo, ok? Não chegou a um cêntimo, por clique.

Então isto é interessante. É muito interessante. Bom, então estamos a falar do… estamos a falar do… do… da parte visual do blog. Queres ver outra coisa interessante aqui? Olha aqui, estás a ver isto? Isto são dados interessantes. “O Ronaldo vale 57 vezes o peso dele em Ouro”, não é? Ok, pus-me a fazer as contas, está aqui as continhas todas, onde é que fui buscar a informação, e não sei quê… e está aqui um tweet, estás a ver aqui? Olha aqui. Estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – A pessoa quando clica aqui, ou aqui, ou aqui na imagenzinha do tweet, vai mesmo para o Twitter, e já tem um textinho escrito e tudo, é só fazer ok. Ok, está aqui. Estás a ver?

Manero – Ya…

Rui – Já tenho um link para o blog, já vem com tudo, estás a ver? É só preciso é tweetar, e já está. Pronto, isto… isto foi uma dica que a Michelle Shaeffer deu, hoje precisamente no blog dela. E eu fui lá sacá-la para pôr isto, para pôr um tweet, onde a gente quiser no mesmo blog, estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – Pronto, há assim montes de truquezinhos, que a gente pode ir fazendo, para melhorar a performance do blog, não é? Aqui, estávamos a falar das legendas na foto, ok? É importante ter uma legenda, neste caso por exemplo seria interessante ter aqui, estás te a apresentar, seria interessante ter aqui, quem são estas pessoas, não é?

Manero – Ya.

Rui – E onde é que vocês estão, ou qual foi a ocasião. Estão a fazer o quê, e quando.

Carlos – Ó Rui… Rui…

Rui – Eu.

Carlos – Da mesma forma que põem um Twitter, também pode pôr o Facebook, por exemplo, não é?

Rui – Epá, é capaz de dar, só que, neste exemplo, dá para o Twitter, não dá para o Facebook, ok?

Carlos – Pois, mas… por exemplo, essa frase no Facebook, se calhar tem um impacto diferente do que tem no Twitter.

Rui – Ah, mas eu… sim, sim… Mas eu ponho no Facebook, e a pessoa pode partilhar isto no Facebook, tem aqui as cenas para partilhar, estás a ver?

Carlos – Sim, mas esse… esse, esse, esse… esse assunto em particular, que é o…

Rui – Eu acho que sim, só que eu não encontrei forma de partilhar isto no Facebook, de pôr aqui um botão para o Facebook, estás a ver?

Carlos – Pois… seria fixe, não era?

Rui – Sem dúvida, para o Facebook, e para o Google+, acho que é muito interessante, só que eu não a encontrei. Deve haver. Deve haver, não sei é onde. Mas deve haver. Encontrei esta do Twitter, por causa da Michelle Shaeffer, que ela fala disso no blog dela, hoje. E então…

Carlos – Sim, sim…

Rui – Achei giro… “Olha vou pôr no meu blog também.” E então pus, foi só por isso. E é uma… é uma… é um site… deixa ver onde é que está o site. O Miguel diz para a gente ir ver o coiso dele. Ora, o site está…

Carlos – Sim, mas aquelas gravações que mandaste hoje. Eu já estive a ver.

Rui – É este aqui, o clicktotweet.com, estás a ver?

Carlos – Sim…

Rui – Consegues ler? Pronto é aqui que um gajo faz o link…

Carlos – É um recurso do Twitter, não é?

Rui – Não é do Twitter, não. É deste site: clicktotweet.com, não é do Twitter.

Carlos – Ah é um… pronto é um site. Ok.

Rui – É um site sim, e depois o gajo gera um códigozinho e tu com esse código, pões no blog, e ele faz aquilo.

Carlos – O Facebook deve ter isso de certeza.

Rui- Também deve ter. Eu não sei, não encontrei. Mas é… provavelmente tem, ok?

Pronto, isso é… estamos a falar de coisinhas se a gente estiver com atenção, é fácil a gente melhorar o nosso blog, com esses detalhes, estás a ver? São coisas que provocam mais interação, as pessoas, sentem-se melhor no nosso blog, não é?

Imagina, uma pessoa chega aqui, isto tem montes de dados interessantes, não é? Fala aqui… “Se o Cristiano Ronaldo valesse o peso dele em ouro, ele tinha que pesar 4 toneladas e meia.” Estás a ver? Isto é uma coisa, é uma coisa ridícula. Eu acho que uma pessoa achar interessante, meter isto no Twitter, ou no Facebook.

Manero – Ya.

Rui – São coisas assim interessantes. Isto a propósito do valor pessoal, não falo mais do Cristiano Ronaldo, a não ser este bocadinho aqui, estás a ver? Tipo um “faits divers”. Por isso é que está isolado do resto do artigo, estás a ver?

Ok, então vamos continuar, aqui no teu blog, no teu artigo. Pronto, estávamos a falar dos links. Aqui a legenda. Depois… Ok… eu penso que faltam aqui títulos… faltam aqui títulos, devias ter aqui um título. Porque a pessoa vem daqui, não é? E depois passa outra vez por cima disto, e já não sabe o que é que está aqui… aqui estás a dar… a falar da tua história, não é?

Manero – Ya.

Rui – Mas não tens aqui um título, a dizer o que é que vais falar a seguir. E a pessoa, não sabe o que é. Aqui também, tens outra coisa diferente, já aqui. Estás a ver? Aqui estás a falar da tua história, não é? Mas aqui estás a falar de outra coisa. Estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – E agora aqui, é que começa o artigo, ok? Tens os passinhos todos, isto está fixe. Está porreiro, ok? Agora aquela parte inicial, melhorava, se pusesses uns títulos ali, ok? Ok. Fixe. Isto parece um bocadinho confuso. Ah, não é muito fácil de ler, sabes? Ó Manero, como tens isto. Precisas, visualmente, separar melhor os assuntos.

Ângela – Ou então usar a questão dos índices, por exemplo, das ancoras.

Rui – Isso ajuda, isso ajuda, tudo isso ajuda.

Manero – Ya, ya… É o que falta… falta-me montar isso, é a parte das ancoras. Ya… Esse banner fiz eu, esse último que está aí. Apanhei na imagem, juntei depois um botão de compra, está no final.

Rui – Ya, ya, ya.

Manero – Achei… achei fixe, porque tens ali… já falas no Kalatú, estás a ver? Lá em cima, a pessoa fica com a imagem do Kalatú. Montei esta parte aí e depois fiz esta… acrescentei o “quero comprar” aqui em baixo.

Rui – Ó Manero, lembra-te de uma coisa. O título do artigo… 90% das pessoas lê.

Imagina o título, à 10% das pessoas que nem leem o título. E depois começas a ir por aqui a baixo, e se fores a ver o número de pessoas que leem o artigo, normalmente, não é nem 10%.

O artigo, não está aqui para as pessoas lerem. Ninguém lê. Portanto, não é infelizmente, é assim. Tu lês aqueles artigos, que realmente te chamam muito a atenção, e tu lês tudo, não é?

Manero – Ya.

Rui – De uma ponta à outra. Mas se calhar é 1 em 100. Não há muita gente que não está ali a ler um artigo. Bumba, bumba, todas as palavrinhas, todas as letras. Como é que se lê um artigo? Nós temos que pensar, quando estamos a escrever um artigo, pensar em diversos níveis de leitura.

Então, o primeiro nível de leitura é a pessoa que lê só os títulos, aliás lê metade dos títulos, esse é o primeiro nível de leitura. Se tiveres um artigo longo, a pessoa nem chega a meio, estás a ver? Lê este título, às vezes não lê este… por exemplo, no caso deste tema que tu tens, como tem a foto, tem primeiro o título e depois é que tem a foto, estás a ver? Olha aqui, estás a ver?

Isto, este efeito, que é o mesmo que eu tenho aqui, isto faz com que muitas pessoas comecem a ler da foto para baixo, e não reparam que está um título por cima.

Manero – Exato.

Rui – A foto é o que chama mais a atenção. Por isso é que tu precisas, ou repetir o assunto, ou dizer qual é o tema no primeiro parágrafo. E usar as mesmas palavras-chave, porque senão a pessoa não sabe, estás a ver?

A maior parte das pessoas, neste tipo de temas, como tu tens e como eu tenho também, o meu é igual, no teu até o título é mais visível do que o meu, mas acontece muito, quando… tem uma foto grande no inicio e depois… tem o titulo antes da foto, é o que eu queria dizer, a pessoa começa a ler da foto para baixo, ok?

E então é preciso saber isso. Pensar dessa forma: que a pessoa não lê o título, ok? E então repetir o título no primeiro parágrafo é interessantíssimo. Usar o primeiro parágrafo como se fosse um título, como tu tens aqui, acho que está impecável, se tiver aquelas nuances melhor ainda.

Mas depois pôr aqui títulos grandes, por exemplo, iguais a este, e deste tamanho. Tens que pôr um aqui, por exemplo. Aqui. E depois tens que pôr outro aqui. E depois… este aqui já está. Ok. Contudo, “desbravar este mato”, tu não estás a dizer o que é. A pessoa não sabe o que é que tu estás a referir.

Manero – Exato.

Rui – Tem que ver para trás, não percebe o que é que tu estás a falar. Ó meu, e a malta não lê, não vai para trás. Haverá 1 em 100 que diz assim: “Epá, deixa ver que mato é este.” E vai ler um bocadinho aqui para trás, mas se for muito difícil, se não conseguir ver à primeira, não vai fazer uma segunda tentativa.

Manero – Ya…

Rui – Malta… somo todos muito preguiçosos, não é?

Manero – É verdade, ya.

Rui – Ó bem que está tudo à vista, ou então a gente até pode procurar um bocadinho, se for muito interessante, mas se não, então está-se borrifando. E então se tu tiveres a falar aqui de uma coisa que a pessoa não sabe o que é que estás a referir, e não quer ter o trabalho de ir atrás ler, passado um bocadinho ela desinteressa-se, porque não está a perceber o que é que estás a dizer, e vai-se embora. Estás a ver?

Manero – Ya…

Rui – Pronto, aqui dizes: ” Qual é o teu objetivo com esta estratégia?” Tens que repetir “estratégia de marketing digital”.

Manero – Ok.

Rui – Ok? Não te esqueças que a pessoa vem daqui de trás, tirando o título, que a pessoa… uma boa parte das pessoas não leu, daqui para baixo, já nunca mais falas de “estratégia de marketing digital” e já ninguém sabe o que é que estás a falar. Estás a ver?

Manero – Ok. Estou a perceber.

Rui – Se uma pessoa perdeu o título, e neste contexto é fácil perder o título, neste artigo, a pessoa já não sabe o que é que estás a falar, tem que ler o artigo inteiro, e a malta não faz isso. Dá trabalho, passa à frente, ok? E portanto é preciso repetir  “estratégia de marketing digital”, ok? E depois… isto está fixe, não é? Podes pôr bolds aqui no meio, como tu tens. Deixa-me ver onde é que tu tens isso.

Manero – Tenho lá para baixo.

Rui – É, eu vi isso. É interessante visualmente, por exemplo este… esta expressão aqui, esta frase, pode ser em bold.

Manero – Ya, falei no Steve Jobs. Ya…

Rui – Isto chama a atenção, estás a ver? Fala da Apple, fala de Steve Jobs, e visualmente, quando a pessoa está a ler, este é o segundo nível de leitura. Primeiro é dos títulos, o segundo é dos bolds.

Manero – Ya.

Rui – Não é? É onde a vista cai, não é? Segundo é dos bolds não. O segundo realmente é das legendas das fotos, ok? E depois é que é dos bolds. Mas se tu trabalhares bem palavras… se a pessoa perceber o teu artigo lendo só os títulos, e os bolds, e as legendas das fotos, estás como deve de ser, ok? A pessoa não tem que ler tudo. Por exemplo, isto aqui, isto é… ninguém lê isto. Está a ver?

Manero – Ya.

Rui – Estás a ver, isto não… não é possível ler. Tens que tirar daqui uma frase, e pôr aqui um título aqui no meio, ou fazer um bold aqui no meio, com uma frase interessante, que diga o que é que tu estás aqui a falar, estás a ver? Percebes? Então aqui no meio, em algum lado, tens que pôr isso em algum lado… tens que pôr aqui em algum sítio que chame a atenção, que diga o que é que tu queres dizer, por exemplo: ” nada de blogs gratuitos, por muito aliciantes e fáceis de subscrever que eles sejam, nunca irão ser tua propriedade.” Ok. Podes fazer aqui um parágrafo, passar isto para outra linha, e isto que está aqui, pões em bold.

Manero – Ok.

Rui – Estás a perceber?

Manero – Ya. Estou a perceber.

Rui – A mensagem que tu queres passar, pode ser resumida nesta frase, estás a ver? E a pessoa está a ler, pumba passou aqui, invés de ler isto tudo, leu isto, subscreve um bom serviço de blog. A seguir, explica porque é que tem que subscrever e porque é que não pode ser gratuito. E depois passa para a frente. Ok? Próximo.

Manero – Ok.

Rui – Ok? Pronto, então assim para resumir rapidamente o artigo… tens que pensar que tens vários níveis de leitura, que as pessoas não leem o teu artigo. Se tiveres um índice ajuda muito a navegação. O índice tem outra coisa espetacular que é, além de ajudar muito a navegação… isto que está aqui, ajuda muito. A pessoa olha para aqui, percebe logo o que é que está aqui escrito, mas leva a pessoa a clicar. Quando uma pessoa chega aqui e clica aqui, “o chefe é que sabe”, clicam aqui, para o Google aquela pessoa teve um clique, uma interação no meu blog, e melhorou em muito o índice de qualidade do meu blog. Ok?

Há uma coisa que o Google mete chamada taxa de rejeição, que é o número de pessoas que entram no blog e vão embora sem clicar em nada, isso chama-se taxa de rejeição.

E quanto mais baixa for a taxa de rejeição, melhor é o blog.

Quer dizer que mais pessoas são… interagem dentro do blog. Isso vale muito para o SEO, é das coisas que vale mais, vale mais até do que as palavras-chave, as pessoas que clicarem dentro do blog. O facto de teres links aqui: “voltar ao índice”, agora vem para aqui, agora volta ao índice outra vez, a pessoa está a clicar aqui, 5 ou 6 vezes… ó meu é um espetáculo, estás a ver?

Manero – Ya. Interagir dentro… ya…

Rui – E estão só a navegar, andam só a navegar, mas isso causa um impacto muito positivo no blog, neste artigo em particular e no blog.

Então é fácil este blog começar a aparecer bem posicionado nos motores de pesquisa, porque o Google vê que as pessoas interagem com ele, estás a ver? Clicam em coisas, não é?

Pronto, se tu reparares a nível… eu estou aqui a buscar este exemplo, mas se tu reparares a nível visual isto é muito fácil de navegar, não é? Olha aqui: título, título, banner, título, lista, título, título, imagem… depois tens aqui um parágrafo, depois tens uma lista, e depois tens outro parágrafo, depois tens uma lista, estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – Visualmente é muito fácil a pessoa chegar aqui e: ler isto; e ler isto; e depois mais a baixo, lê isto; e depois mais a baixo, lê isto; depois mais a baixo, lê isto que está aqui; lê isto; isto aqui, isto está muito longo, apesar de ter este parágrafo, devia de ter aqui um bold aqui no meio, mas tem um bold aqui; depois tem links; e depois lê isto; depois lê isto; e depois lê isto que está aqui; e depois lê alguma coisa que esteja aqui no meio em bold também; isto é uma história… Estás a ver?

Então, o Neil Patel, nisso o gajo é genial, o gajo diz e tem razão, a nível visual, a gente puser títulos, subtítulos, links, bolds, e listas, é o que funciona melhor, para organizar as ideias visualmente, para a pessoa poder seguir com facilidade.

Manero – Ya…

Rui – Estás a ver? Isto é bom, estás a ver? Isto assim está porreiro, isto ajuda, os títulos também, não é? As imagens também, isto é fixe. Mas depois quando tens um artigo mais longo, já complica. Vês, isto é porreiro, assim ajuda. Isto assim é bom também, isto é bom, isto é ótimo. Estás a ver? Isto assim está muito bem. Isto também.

Manero – Eu gosto muito disto aqui, desta parte das perguntas, aí com o ponto de interrogação. Transporta logo a pessoa para questões, estás a ver? Gostei bué desta parte.

Rui – Preciso ter um título dos grandes, está a ver? Não tens nenhum título aqui espalhado.

Manero – Pois não.

Rui – Um título com este tipo de letra, estás a ver este?

Manero – Ya, ya, ya…

Rui – Pronto, precisas de dividir o teu artigo em secções, com este tamanho de letra.

Manero – Ok.

Rui – Ok? Porque esse é o segundo nível de leitura, a pessoa começa a seguir este tipo de letra. Vê aqui e depois vai por aí a baixo, vê aqui; depois vai por aí a baixo, vê aqui; depois vai por aí a baixo, vê aqui. Estás a ver? Este não é igual ao outro que está ali em cima. E depois aqui, se vais falar da lista toda que é como está aqui, precisas de pôr aqui um título como aquele. Lá está, é teres um… precisas de ter um determinado código de… gráfico que seja sempre o mesmo, em todos os artigos.

Manero – Exato.

Rui – Não é? Que ajuda a pessoa a seguir. E pronto, não te esqueças dos links por aqui espalhados, links para artigos do teu blog, e links para páginas de captura. Vou te dar aqui um exemplo. Olha aqui, como é que um gajo faz links internos? Chamam-se links internos… então, deixa cá ver, “gratuitamente em poucos passos (…) informação que muitas pessoas pagariam umas centenas (…) para terem. Antes de mais (…) saliente a este aspeto (…) recolher fruto de muitos estudo, formações (…) aplicação prática (…) todas estas técnicas…” Olha aqui, “estas técnicas”, isto é interessante, onde é que tu tens aqui… onde é que falas aqui de técnicas… Aqui, olha, procurar no teu blog… Portanto falas de técnicas… “Técnicas de blog para tótós”, olha aqui um artigo tão fixe! Então chegas aqui, copias isto, e chegas ao teu blog, e pões lá, onde falas na palavra técnicas, pões um link para este artigo, estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – Chegas aqui, onde diz “estas técnicas”, aqui pões um link para aquele artigo.

Manero – Ya, ya… Ya.

Rui – Estás a ver? Isto gera cliques, dentro do blog. Abrir numa nova janela, obviamente, não é? Não…

Manero – Sim, sim, sim. Eu faço sempre isso, quando meto aí uma… isso é tipo uma hiperligação, não é?

Rui – Exactamente, é tal e qual. É um link, mas para dentro do blog, não é?

Manero – Exato, exato. Ya…

Rui – … em PDF, tipo ebook.

Manero – É aí que falta pôr o… pronto, falta pôr isso com o link, porque ainda não tenho o PDF convertida. Ya, mas já está preparado. Ya.

Rui – Depois aqui dizes “sou apaixonado pela vida e pelas pessoas e adoro desfrutar…” Ok. “Apaixonado pela vida”, eu tenho a certeza que tens isto para aqui escrito em algum lado. Deixa aqui ver no teu blog, outro sítio onde fales nesse assunto. Ora aqui, na pesquisa. “Apaixonado pela vida”… “Teres sucesso no…”  “Paixão pela vida”! Olha aqui. É que nem de propósito. Ok, copias isto, e chegas aqui ao teu blog, onde diz “apaixonado pela vida” pões um link para aquele artigo, estás a ver?

Manero – Ya.

Rui – Pronto e assim, depois de escreveres o artigo, vais passando as palavras principais que vais vendo ao longo do artigo, por aqui a baixo, mais ou menos em cada ecrã tem que ter pelo menos um link.

Manero – Já estou a perceber. Ya.

Rui – Um aqui. Agora chegavas aqui a baixo, punhas por exemplo, “é um resultado da parte do meu trabalho” “agregar valor às pessoas”. Ok, deixa cá ver este aqui, “valor às pessoas”. “Valor”. Valor, vamos lá ver o valor. Uma palavra importante, vinhas aqui ao blog… “valor”… e agora onde é que tu falas de valor… “Que valor queres dar ao mercado”; “conteúdo de valor”, “o valor que tens e ainda não sabes!”… Valor às pessoas, vamos pôr este que está aqui, copias este link, chegas aqui e pões, ok?

Manero – Ya.

Rui – “Valor às pessoas”, pões aqui. Estás a falar desse assunto precisamente, estás a ver?

Manero – Exato.

Rui – Mais um link, por aqui a baixo, até percorreres o artigo inteiro, se tu vires que tens sítios onde tu ponhas, conforme as páginas de captura que tu tiveres, imagina que tens uma página de captura que te fala de… de trabalho a partir de casa, ou… com certeza que tens de certeza, ou de usar o blog para ganhar dinheiro, então sempre que tu falares de alguma coisa que tenha a ver com isso, tu pões um link para essa página de captura.

Por exemplo, “esta estratégia”… não te esqueças de mudar aqui o título… “estratégia de marketing com o objetivo de ter mais contactos”… Por exemplo aqui, pode pôr um link, imagina que tens uma página de captura que diz: “aprende a gerar contactos, com o teu negócio de marketing multi-nível”, não é? E estás aqui…

Manero – Ya.

Rui – Ok. Então aqui pões um link para uma página de captura, estás a ver? E pronto é assim que se constrói os links dentro do artigo, por aqui a baixo. Mais ou menos não deixes passar um ecrã inteiro, sem aparecer um link, pelo menos um.

Aqui falas já do Kalatú Premium, está fixe. Ok? Então, basicamente pôr o artigo… onde é que está aqui o skype… o skype não, o coiso. Isto está para aqui cheio de…

Espera só um bocadinho. Hã? Espera aí. Pronto, tenho ideia que o meu servidor está em baixo, deixa cá ver se o servidor está em baixo ou não, se calhar está. Vou parar aqui a partilha. Melhor. Deixa-me cá ver se o meu servidor está em baixo ou não. Acho que está. Deixa-me cá, só fazer aqui uma chamadazinha aqui num instante. Ya, ya, ya… ya… Está em baixo. Alright então… ó pessoal deem-me só aqui um minuto, só para mandar aqui um recadinho. “Support… Rui Gabriel… servidor em baixo…” Está. Ok. Já está tratado. O meu servidor foi vítima de um ataque, agora esta semana que passou, por uns hackers manhosos que para lá andaram, aquilo não está bom.

Manero – Olha sabes o que é que é bom para os hackers, é os aspiradores da Rainbow, que eliminam ácaros e tudo. Aquilo… dizem que aquilo é um espetáculo. Se fores aí ao pé do computador e vais ver nunca mais tens problemas. O gajo garante que aquilo é bom.

Rui – Já ouvi dizer, já ouvi dizer. Ok, fixe. Então Manero estás orientado em relação ao teu artigo?

Manero – Ya, obrigado meu.

Rui – Mais ou menos… mais ou menos isto… pronto pois tu com a… É assim, depois fazes um anúncio no Facebook, começas a gerar tráfego e se na realidade aquele post começar a gerar muito tráfego, tu tens que lá ir mexer nele outra vez, ok? Porque tens que estar a ver como é que pôr aquilo a gerar mais contactos, e se calhar pões uns banners lá no meio, qualquer coisa, ou pões um pop-up, ou uma coisa para ajudar aquilo a gerar mais contactos, ok? Mas isso depois é um mandamento do seguimento daquilo que estiver a acontecer, não vale a pena estar a gastar muito tempo…

Artigo Relacionado: Como Anunciar no Facebook Sem Ter Anúncios Reprovados nem a Conta Cancelada

Manero – Não. Para já… para já é assim… as dicas que tu me deste e porra, são super valiosas meu.

Porque é realmente aquilo que tu estás a dizer, não é? A pessoa vai ler o artigo e tem que estar… aquilo tem que estar harmonioso para a mente absorver. E se não tiver harmonia, imagens, letras, tudo…

Carlos – Ó Rui.

Rui – Eu?

Carlos – Seria interessante fazer, nós fazermos uma pequena crítica… não é bem crítica, uma observação ou dar a sua opinião sobre… sobre o… neste caso estivemos a analisar o… aí o blog do… esse artigo do Manero, não seria interessante a gente dar uma opinião sobre… qual é a nossa impressão sobre o que viu…

Rui – Não só seria interessante, como acho que é obrigatório, ok? Eu nem falei nisso, porque eu pensei…

Carlos – Não, mas… Estás a ver? De uma forma construtiva, estás a perceber? Só… Eu por exemplo, quando olhei… Houve ali alguns pormenores…

Manero – Vai ler… Rui… espera aí, espera aí…  eu peço… eu estava a falar Rui e fiquei constrangido, porque o Carlos interrompeu-me e magoou-me. Magoou o meu desenvolvimento de processamento de informação. E eu fiquei… não o quis interromper porque dizem as boas regras de educação que a gente não deve interromper as outras pessoas enquanto falam, mas eu fiquei magoado. Eu já não aguento… desculpa lá Carlos, eu tinha que dizer isto. Estava a brincar. Vá continua.

Carlos – Então acaba lá. Acaba lá o que estavas a falar. Acaba lá.

Manero – Eu estava a brincar, podes continuar.

Carlos – Não a sério, interrompi-te. Peço desculpa então.

Manero – Não pá! Estou a brincar contigo!

Rui – Ó Carlos, mas tu não conheces o Manero.

Carlos – Epá, eu conheço o Manero e nunca sei se ele está a falar a sério ou a brincar.

Manero – Isso é bom… Isso é bom…

Rui – Ó Carlos faz como eu: para mim o Manero está sempre a brincar, no dia que ele tiver a falar a sério está lixado…

Carlos – Pronto. Então está sempre a brincar, a gente não liga muito. Ok. Então é assim…

Ângela – A primeira vez que eu o ouvi, ele estava a fazer aquele vídeo do “‘Tás comprometido”, fiquei logo muito bem impressionada de facto.

Carlos – Aquele que andava a procura… ia para a rua, vai para a rua. Não mas a… Agora também já me perdi, ia dizer aqui umas coisas…

Manero – Não, o objetivo era tu te perderes, a ver como é que tu te encontravas. Mas já estou a ver que, pronto não te encontras.

Rui – Ó Carlos estava a dizer…

Carlos – Ah! É assim, eu percebi… é assim, eu acho que… eu quando olho para um… eu já tinha reparado, eu já tinha, já vi algumas coisas do Manero. Ele… os teus artigos acabam por ficar um bocado pesados. Não sei, talvez porque não estão arrumados como o Rui agora falou. Dá ideia que tens… os parágrafos são muito grandes e torna-se monótono estar a ler. Não é que não seja interessante, mas… visualmente a gente quando olha para um artigo e vê logo muita coisa, assim textos grandes…

Manero – Para terem de ler. Ya estou a perceber. Ya. Ya.

Carlos – Ya. Depois… não sei… Tu por exemplo, logo o primeiro impacto, quando entram no teu artigo é que vejo muita coisa, muitos banners, muita… tens os banners, os mesmo os banners do lado direito e no lado esquerdo, não sei se isso é mesmo a tua forma de estar, ou queres transmitir essa ideia, mas isso para mim fica um bocadinho confuso, não é bem confuso é, são muitos estímulos visuais, estás a ver? Que nos distrai… distraem-se, a gente distrai-se a ver muita coisa e pronto. Isso é pelo menos a minha opinião. Não sei se é interessante teres as duas colunas, a coluna direita e a coluna esquerda. Pronto às vezes eu quero dizer muita coisa e acabamos não dizer nada, porque é tanta coisa.

Manero – Eu estou a perceber, mas isto, pronto… Antes de passar aqui esta parte, os meus artigos é só para serem consumidos, por pessoas entre os 25 e os 32 anos de idade. Portanto é normal que pessoas com idade superior a isto que eu estou a dizer, não consigam coordenar…

Carlos – Sim…

Manero – Estava a brincar, estava a brincar. Epá em relação aos banners, eu acho que isto tem haver aqui com a estrutura do tema do blog, sabes? Eu gosto… os banners aparece, por exemplo neste artigo, não é? Agora estou aqui dentro do artigo, que pus aí, e aparecem-me os banners do lado esquerdo, mas isto é do tema, percebes? Do lado direito só tenho um banner para a página de captura, meu, feito por mim, e mais nada. Isto é mesmo do próprio… do próprio tema, não é? Mas pronto posso alterar, isto não é, lá está…

Carlos – Não, é assim eu não estou a dizer para alterares…

Manero – É uma boa observação, e eu agradeço! Porque uma coisa é eu gostar, estás a ver? Outra coisa, até que ponto é que isto não causa ruído aos olhos que veem. E o…

Carlos – Não, mas tu deves gostar… tu deves gostar. Primeiro tens que gostar tu do que estás a fazer, e depois as outras pessoas ou gostam ou não gostam. Isso depois é com elas…

Manero – Ó Carlos é assim eu gostar, gostar… gostava de sair agora de casa com o calor tal. Levar uns calções em formato de leopardo que tenho ali e andar desfilando na rua. Agora a probabilidade que tinha de… era metromezina. Eu também gostava…

Rui – Ó pessoal… Ó pessoal. Pessoal. Alto. Alto ao trém. Aquilo que o Carlos disse é facilmente compreensível, à parte do estimulo visual, o violento que tem, o facto de ter coisas do lado esquerdo e do lado direito. Se tu reparares Manero, do lado esquerdo tens exatamente o mesmo que tens do lado direito um bocadinho mais abaixo, ok? Estás a falar de artigos recentes…

Manero – Sim, sim, sim.

Rui – Que é a mesma coisa, ok? Se puseres informação diferente, ok. Agora a mesma coisa não tem muito efeito.

Manero – Só que eu não sei como tirar isto, que isto é do tema, percebes? Só se alterar o tema.

Rui – Podes mudar. Sim, podes mudar. São widgets, de certeza que dá para mudares isso…

Manero – Ah, ok…

Rui – … Dá de certeza. Para pôr muita coisa, em princípio também dá, ok? E isso é pertinente, porque à parte desse ruído visual, pronto que é… é uma questão também pessoal, a pessoa gostar mais ou menos de exuberância, não é? Uma coisa que tu… que tu não és é discreto, portanto é natural que o teu blog também não seja discreto, seja exuberante.

Manero – Ya.

Rui – Mas à parte disso, na verdade estás a repetir conteúdo dum lado e do outro do blog, não é muito interessante. Põe lá outra coisa qualquer. Isso… mas depois também com o tempo vamos melhorando.

Por exemplo o banner que tens lá, é um banner que no meio daquele… daquela cor toda que está ali, passa muito, muito ao lado, ok? Não é uma coisa que chame a atenção. De certeza que aquilo não gera contactos, ok? Não pode gerar contactos, esse banner que está aí do lado direito.

Manero – Este que tenho 7 vídeos grátis, não é?

Rui – É, é, é… Isso não gera contactos de certeza absoluta, não faz sentido nenhum se gerar contactos. Se tiveres 20.000 visitas ao blog se calhar geras 2 contactos aí, ou se calhar 1, ou se calhar nenhum. Porque não é… é demasiado discreto para o resto.

Quando é tudo exuberante, precisas de pôr alguma coisa que faça um contraste, ou que seja mais exuberante ainda, ou nesse caso, imagina que tinhas uma… um quadrado inteiro preto com as letras vermelhas, isso chamava a atenção, ok? Mas tinha que ser uma cor sólida de fundo e com poucas palavras escritas, estás a ver? Uma palavra ou duas, e um bloco sólido de cor ajudava, ok? Mas tinha que ser cor, que neste caso, por exemplo preto, ou um vermelho escuro, ou uma coisa assim. Se fosse muito diferente do resto. Coisas muito coloridas aí no meio, só vêm acrescentar mais ruído visual ao blog, não é?

Manero – Ok. Ou seja, há aqui muita harmonia no banner em relação ao blog, não há contraste nenhum, é isso que estás a dizer, não é?

Rui – Esse banner é difícil gerar contactos, não é? Porque ele tem muitos elementos, estás a ver? Tem uma foto, depois tem um texto, depois tem uma… aquele caderno, e depois tem um botão, e aquilo tudo está num fundo branco, que é o mesmo fundo do banner. E então invés de uma pessoa ver um banner grande, vê 4 elementos diferentes que estão aí espalhados. Vê uma foto, vê um texto, vê um caderno e vê um botão, estás a ver?

Manero – Ya

Rui – Agora imagina que tu tinhas exatamente o mesmo banner, bastava que tu tivesses um fundo de uma cor sólida, qualquer. Estás a ver? Já era completamente diferente, porque já se via isso como uma unidade.

Manero – Estou a perceber.

Rui – Visualmente, já não era uma cacofonia, já era uma coisa única. Apesar de ser exatamente igual, mas se tu puseres uma cor no fundo, neste caso tens aqui cores, no teu blog as cores são laranja, por exemplo imagina pões uma cor laranja no fundo e isso de repente ganha uma vida, que de certeza começa a funcionar melhor.

Manero – Ya, ya.

Rui – Estás a ver? Basta isso, basta às vezes isso…

Manero – Não. É fácil de fazer, porque ele foi gravado em png, portanto.

Rui – É. Basta pores um fundo laranja nisso. Como lá tens em cima no blog Manuel Manero, estás a ver? Deixa cá ver se o teu tema é laranja, ou não. Sim é laranja, tens aqui coisas laranjas em todo texto.

Manero – Não e fiz de propósito, por causa deste laranja do blog, tenho aqui frases em laranja também no texto, é para causar aqui alguma harmonia. Mas sim é isso mesmo, está bem.

Rui – O tema laranja e preto, põe um fundo preto ou um fundo laranja. Eu acho que fundo laranja aí fica bem.

Manero – Ya.

Carlos – Ó Rui, uma outra coisa. Uma forma… uma estratégia.

Falando em estratégia do nosso marketing, personalizar muito as coisas terá vantagem?

Ou seja, primeiro o que nós fazemos, temos que pôr lá a nossa foto, nem que seja um banner ou um sinal, ou uma imagem, ou uma assinatura. Mas isso não corremos o risco de selecionar muito as pessoas, ou seja, ou gosta ou não gosta. Quer dizer, não há aqui… um bocadinho mais abrangentes? É só uma opinião, é só uma…

Rui – Ó Carlos, a gente está sempre a correr riscos, não é? Quando tudo tomamos uma opção, estamos sempre a correr alguns riscos, não é? Isso é inevitável. Agora imagina: eu gosto pouco, eu sou designer de profissão e gosto muito pouco de mexer, por exemplo nos temas, ok? Gosto muito pouco. Primeiro, porque eles normalmente quando estão feitos, vêm bem feitos, ok? As cores são boas, as conjugações de cores são boas, aquilo funciona bem, ok? Porque foram feitas, por quem sabe fazer, e eu sei avaliar isso, e funciona bem.

Manero – Ya.

Rui – Imagina que eu tenho um tema, em que eu pessoalmente… … e “Teal”, aquele azul esverdeado, estás a ver? São cores que eu gosto, e que são um bocadinho invulgares, então uso muito. Isso são cores que… começaram-me a identificar um bocado, no caso da cor do.. da foto do Manero. Estás a ver? Esta foto que ele pôs neste artigo, aquela cor de fundo, aquele azul esverdeado, estás a ver? É um bocado essa cor.

Carlos – Não, não… Eu não estou, não estou a ver o artigo.

Rui – Ya, ya… Sim, mas…

Carlos – Podias pôr aí o link, ó Manero, aí no skype.

Rui – Partilho já o ecrã outra vez. Não tem problema nenhum. Partilho já o ecrã, ficas já a ver, ok? Já está a partilhar, não já?

Carlos – Sim, sim. Agora sim.

Rui – Pronto estás a ver esta cor aqui. Pronto, esta cor, esta côrzinha assim, este azul, eu gosto deste tipo de cores. Se tu reparares o meu blog…

Ângela – Um azul marinho.

Rui – O meu blog está a trabalhar com tons de azul, estás a ver aqui? Tem uns cinzas, e então as cores… é muito este tipo de cores estás a ver?

Carlos – É aquelas cores tipo infográficos, aquela…

Rui – Se o blog não tivesse estas cores, e não tinha originalmente, exatamente assim, então eu mudei, não é? Mas é assim estás sempre a correr alguns riscos, quando a gente começa a mexer muito, muitas vezes estamos mais a… uma cacofonia misturado do que a estragar o que é melhorado, não é? Olha ó Manero, estás a ver o que eu estava a dizer? Aqui em relação ao banner lateral, estás a ver?

Manero – Sim.

Rui – Agora imagina que o fundo disto era branco, não tinha este fundo escuro, então vias aqui uma data de texto, aqui espalhado em cima de um fundo branco, estás a ver?

Manero – Ya, ya, ya, ya…

Rui – É outra qualidade.

Manero – Isso, esse… fizeste esse banner tu?

Rui – Fui eu que fiz, sim. Fui eu que desenhei, ok? E então para tu veres aquilo que eu te estava a dizer à bocadinho, olha isso isso isola o banner do resto e faz com que não fique tão confuso. E se tu reparares aqui, pus as redes sociais dentro de uma caixinha, também para isolar do resto, para não ficarem elementos espalhados no fundo branco, estás a ver? Então não ficou 9 iconzinhos aqui espalhados no fundo disto.

Pronto são pormenores visuais que têm a sua importância, ok?

Ajuda, ajuda a haver menos confusão visual, como o Carlos estava a dizer. Pronto, agora deixa-me cá parar a partilha de ecrã, outra vez. Agora quando a gente começa… Carlos, quando a gente começa a mexer muito nos tipos de letra, nas cores, quanto mais a gente mexe mais riscos estamos a correr. Então…

Carlos – Sim, mas eu nem estava a falar… nem estava a falar tanto nisso. Estava a falar por exemplo… Desculpa lá, eu estava a falar tanto mais, por exemplo tudo o que é imagens, os banners, por exemplo aqui o Manero utiliza o seu logótipo, por exemplo. Pronto é uma forma, é uma estratégia de marketing, mas às vezes… pronto pode personalizar muito. Quando a gente personaliza muito, estamos a rescindir a nossa audiência, penso eu. Não sei se terei a dizer aqui uma asneira.

Rui – Não, estás a falar que uma pessoa pode olhar para o logótipo do Manero e achar graça, ou pode não achar graça. Pronto se achar graça, cria uma conexão emocional positiva, se não achar graça, não cria conexão emocional nenhuma, ou cria uma negativa.

É um risco que ele está a correr. Porquê? Porque quando funciona bem, para as pessoas que funciona bem, funciona muito bem, estás a ver?

Eu posso pôr uma foto minha, pessoas que gostam da minha foto, outras pessoas não gostam, para quem gosta, ou para quem se identifica com aquilo, funciona tudo bem. Para as pessoas que não se identificam, não funciona nada, ou então vão-se embora.

Mas é um risco, toda a comunicação é assim, com comunicação visual também é assim. Nós tentamos sempre fazer o melhor possível, por isso é que há designers gráficos, se não, não havia designers gráficos, iam todos à ruína, à falência. Porque eles dominam a linguagem visual, não é? A linguagem gráfica e ajudam a passarmos a mensagem. Mas eu acho que é interessante a gente ter um logótipo, eu acho que é interessante, é uma forma mais ou menos… mais ou menos recorrente de nos mostrarmos. Eu acho que isso é interessante sim. Acho que…

Manero – Eu acho que, já agora, não é? Pronto também não tenho assim uns resultados que possam validar isto que vou dizer, mas de qualquer forma eu gosto muito de ver quando alguém tem, cria um… tem lá qualquer coisa que a identifica com a pessoa, ou uma marca, seja uma frase, seja… que identifique.

Por exemplo no caso, no teu caso Rui, tu metes sempre nos banners “BlogDeRuiGabriel“, não é? “. com” E aquilo já é um padrão, eu vejo qualquer banner que seja espalhado por aí, não é? Mas já vem lá, acabo por identificar logo, logo contigo. E gosto disso. E gosto, percebes?

Às vezes o difícil é nós chegarmos aquela imagem que é agradável de se ver, não é? Mas eu… eu, a minha opinião… epá sempre que possível devemos marcar, devemos ter a nossa marca, a nossa impressão digital em tudo aquilo que se faz, e na imagem que acho que é uma muito para mim, muito importante, não é?

Porque sou muito visual também, criar uma… desde a cor… olha vou te dar aqui um exemplo… Já agora desculpa lá Rui, se calhar estou a roubar muito tempo. Eu criei aqui uma estratégia, se tu visses… aquele artigo que tu foste à bocado, a parar que é o “técnicas de blog para tótós” certo? Eu fiz aqui… só fiz um artigo de técnicas de blog para tótós, depois o que é que eu fiz? Fiz… comecei a criar uma técnicas de blogs para nabos, é exatamente a mesma coisa, mas mudei o logo que é aquele boneco … em formato de V que é engraçado, porque já existe. Meti um nabo, arranjei um nabo, se tu veres aqui até posso… Espera aí, eu acho que isto é interessante. Digo eu, pode até não ser, mas pronto já agora que estou a falar, desculpem lá, mas… Eu criei aqui um categoria e vou registar isto, porque…

Carlos – … nabos…

Manero – Vou aqui registar… olha por exemplo este: “7 poderosas dicas de vídeo marketing para nabos” vou até pôr aqui, eu não estou a conseguir partilhar o ecrã, mas vou pôr aqui no nosso chat, aqui do skype. Só para vocês clicarem lá e irem para dentro do artigo para verem. Este banner que eu desenhei, é todo… segue o conceito do técnicas de blog para tótós, só que técnicas de blog para tótós é uma marca que já existe não é? Está registado e tudo mais. E eu tirei o bonequinho do, mas acho o conceito muito interessante, então o que é que acontece, meti agora aqui… fiz o nabo, que é o logo, o estilo de letra é que é diferente, e estas duas cores, que tem haver com o logo, com o meu ‘M’, que é este cor de laranja que aqui está e o azul que aparece por baixo, mas segue mais ou menos o mesmo padrão do técnicas de blog para… da coleção para tótós que toda a gente conhece. E é uma situação que eu quero explorar, e quero registar e tudo mais. Pronto é só isso.

Ângela – Podes fazer isso o teu logótipo.

Manero – Hã?

Ângela – Criar um logo, podes criar um logo.

Manero – Não, quero, quero! Tenho isto, é mesmo por exemplo, que eu acho engraçado este M que está aqui de Manero, também foi experiência, e é agradável de ver, e gosto deste M. E tenho aquele, aquela… a minha caricatura, também feita com cor de rosa, não sei se vocês já viram ou não, mas deve aparecer para aí no Facebook, tenho na minha página de fãs. Está aqui, aqui no foguetão está aqui a minha caricatura, se vocês virem no foguetão, como montar uma estratégia de marketing, está aqui…

Carlos – Sim, sim, esse logo está um espetáculo pá. Esse logo está um espetáculo. Está, está, está… Esse banner, esse banner está um espetáculo.

Manero – Foi graças a este banner que eu fui nomeado para representar esta galáxia, portanto por deus, não é? Nas outras galáxias, neste momento.

Rui – Espera aí, espera aí. Aproveito, já que estamos aqui neste artigo… vocês estão a ver o ecrã, não estão?

Manero – Sim, sim.

Rui – Ok, então repara aqui neste banner que tens aqui no início, ok? ‘Junta-te à maior escola de Internet Marketing da Europa, começa a desenvolver e aplicar todas estas técnicas.’

Manero – Não, não está congruente com a página de captura. Não está, não está, não está…

Rui – Pronto a gente clica aqui e vai para uma página, que não tem nada haver com aquilo.

Manero – Não, não tem nada haver. Tem os 7 vídeos… Ya… Eu já tinha reparado nisso. Há muitos artigos aí que não têm, pronto lá está… a gente vai evoluindo, não é? Esse entretanto está.

Rui – Ok. Fixe, fixe. Ótimo! Então, agora vamos aproveitar para…

Manero – Mas o que é que achas Rui, já agora. Tu és designer, e tens também essa experiência, achas interessante aquele… eu gosto lá está. Tem que se testar também, não é? Mas gostei.

Rui – Há uma diferença entre um boa ideia e uma boa execução, ok?

Eu pessoalmente considero a ideia boa, mas não acho que aquela execução seja boa, ok? Precisa de ser um bocadinho mais pormenorizado, precisa de ter mais design, ok? Mas a ideia é interessante, estás a ver? A ideia é muito gira, mas precisa de ser bem executada. E eu no teu lugar mandava fazer um, ao Fiver.com, ou uma coisa assim, mandava fazer um logótipo com aquilo, com o nabo, estou a falar do nabo, ok?

Manero – O nabo foi engraçado, tive que rapar aquilo, perdi uma tarde com aquilo.

Rui – Eu acho que está interessante, mas eu tratava um bocadinho o nível visual, um bocadinho aquilo. A ideia é gira, a ideia é muito gira.

Manero – Ok.

Rui – Trataria assim um bocadinho melhor a nível visual, não é? Ok? Fixe. Então, vamos aproveitar agora um bocadinho para vermos a campanha da Milú e do Toni.

Manero – E obrigado pá.

Só registar isto aqui: obrigado do meu fundo do coração.

Isto tem que ficar registado, tem que ficar gravado Rui: estas partilhas de informação… Não, é verdade, isto tem que se dizer e as pessoas que forem ver este hangout, vão ouvir-me falar desta forma: nunca me vou cansar de agradecer, até estou a falar para a câmara e tudo, estas partilhas isto não tem preço, e é muito importante isto que tu estás a fazer com a tua experiência, partilhares com todos nós, independentemente de tudo, sermos Empower Network sermos afiliados ou não, não interessa, mas aquilo que tu sabes, o valor que tu tens, que está refletido em todos os artigos que tu escreves, e todo o trabalho que tu tens, não é?

E partilhares isto connosco, não tem preço. Do fundo do coração: Rui obrigado, mesmo, mesmo, mesmo… É verdade e podes registar isto…

Ângela – Assino em baixo, assino em baixo…

Carlos – É verdade sim senhor!

Rui – Ok, fixe. Next. Obrigado Manero pelo teu reconhecimento e vamos passar ali à Milú e ao Toni. Então vamos fazer duas coisas, primeiro vamos ver os anúncios e a seguir vamos ver os artigos do blog, ok? Um de cada vez, ok?

Milú – Está bem, está bem…

Rui – Partilha aí o ecrã e vamos lá.

Milú – Estamos prontos…

Rui – Enquanto vocês encontram isso, eu espero…

Milu – Tu queres ver é… a minha página de Facebook? O que é que disseste? Foi… desculpa já me esqueci.

Rui – Sim, para vermos os posts que tu promoveste e ver os números dos posts, e depois a seguir ver… os posts do Facebook, depois a seguir…

Milu – Olha, um deles é este, estás a ver, não estás?

Rui – Estou a ver.

Milu – Espera aí, isto não anda. Queres que eu clique aqui?

Rui – Espera aí. Alto, alto, ao trém. Espera aí, espera aí um bocadinho, deixa me pôr aí.

Milu – Olha estou a ver aqui um comentário.

Rui – Espera aí, espera aí… Aqui, tens alcance orgânico 3.200; 17.600 alcance pago; 565 cliques em publicações, ok? Agora vai ver, abre um separador novo e mostra isto no gestor de anúncio.

Milu – Já tenho aqui aberto.

Rui – Ok. Já estás toda preparada.

Milu – Já, já estava preparada. Pronto já todos veem o meu gestor de anúncios, não já?

Rui – Sim, já estamos a ver. Qual é o artigo? É o de cima.

Milu – É este.

Rui – Ok. Então agora, ali onde diz custo…

Milu – Espera aí…

Rui – Ok, não era para clicar, espera lá.

Milu – Não era pois não. Espera aí.

Rui – Não faz mal, não faz mal, não faz mal. É. Onde ali diz custo, passa com o mouse por cima do ponto de interrogação. Ok, estás a ver por cada acção associada, não é isso que a gente quer ver, a gente quer ver por cada clique no site, ok? Então não é esse que conta, é o outro ao lado.

Milu – É este, não é?

Rui – Ao lado, ao lado. O outro ao lado. Aí, esse. Estás a ver? Isto é que conta, ok? Então se tu reparares não é igual, tens 2 cêntimos de um lado, tens 3 cêntimos do outro, estás a ver? Ok? O que nos interessa sempre é o custo por clique, não é o custo por interação. Como é tu sabes… Como é que tu fazes a conta? Fazes a conta entre o número de cliques, neste caso, 438 a dividir por montante total gasto. Neste caso 11,86€, ok? Eu vou aqui fazer a conta num instante, 11.86€ a dividir por 438… Isto dá 2.7, ok? Ele aí diz-te que é 3, mas ele diz que é 3 cêntimos, entre o 2,5 e o 3,5 cêntimos, diz sempre 3. Então, eu pessoalmente gosto de saber se esse 3, é abaixo do 3 ou acima do 3, estás a ver?

Milu – Claro…

Rui – Neste caso é abaixo do 3, ok? 2.75 por cada clique para o site. Isto é bom, abaixo dos 3 cêntimos está ok. Da minha perspetiva, ok? Vale a pena escalar isso, vale a pena pôr mais dinheiro, ok? Vale a pena escalar esse anúncio. Agora vamos ver qual é o… onde é que está o artigo? Pronto, isto gerou 438 cliques para o site, agora vamos ver o artigo e vamos ver o analitycs, então abre um separador.

Artigo Relacionado: Power Bloggers – Facebook Ads e Nichos

Milu – Olha ó Rui, aqui tinha o outro, estás a ver?

Rui – Vamos ver um de cada vez. Um de cada vez.

Milu – Agora o que é que queres que faça? Que abra o artigo?

Rui – Noutro separador, mostra o artigo do blog.

Milu – Ah, está bem.

Rui – Ok? Um separador novo, numa janela nova, ok?

Milu – Está… aqui, ok.

Rui – Ok, vá agora mostra lá esse artigo.

Milu – Olha sabes uma coisa, Rui, já pus 12 posts direitinhos.

Rui – Ahh valente!

Milu – Ainda só consegui pôr 12, isto não é fácil.

Rui – Não, não… está bom, está bom. Estás a ir numa boa direção, agora mostra-me esse artigo, que tu acabaste… ah ok, está aí. “Os filhos são vítimas de falta de tempo” ok, clica aí!

Milu – É este, já cliquei. Olha… já está.

Rui – Então a primeira coisa, a primeira coisa é, a foto que tu usas no Facebook, tens que a usar aqui também. A mesma foto.

Milu – Pois foi… pois é…

Toni – Pois, eu ontem ouvi isso.

Milu – Eu por acaso ontem ouvi isso.

Rui – Pronto essa é a primeira coisa, depois desce um bocadinho por aí abaixo. A foto que tu tens como featured image, não é a mesma que tu tens na entrada do blog, vai lá à página de entrada do blog, onde a gente esteve agora. Ya, podes voltar atrás, podes voltar atrás.

Milu – Espera aí.

Rui – Isto são coisas importantes, volta lá. Aqui aparece-te uma foto, na listagem dos artigos. Hey, saíste do blog.

Milu – É esta não é?

Rui – Ok, não era isso que eu estava a dizer. Não era isso, mas pronto deixa estar esta. Esta é uma foto, estás a ver? Aqui está uma, agora vai ao blog. Agora vai ao blog.

Milu – Agora vou ao blog.

Rui – Ok, estás a ver? Aqui tens outra. Não é igual, é outra estás a ver? Esta aqui.

Milu – É, é, pois é.

Rui – Aqui é outra, vá agora clicas aí vais ver no blog, e no blog está outra. Estás a ver?

É tudo completamente diferente, não pode ser. Tens que usar a mesma foto em todo lado, tem que ser exatamente a mesma.

Mi – Pois… Exato.

Rui – Ok? Então tens que pôr, tens que pôr aquela foto do Facebook, essa aí agora, não vais mudá-la porque é uma campanha que está a correr bem, não mexe nada aí, mas pegas nessa foto e vais pô-la no teu artigo como featured image. Como imagem principal do artigo.

Milu – Ah pois, está bem.

Rui – Sabes como é que se faz?

Milu – Altero, não é?

Rui – Sim, sim, mas tu não tens aqui posta.

Milu – Aí não tenho, não.

Rui – A imagem que tu tens como featured image, que aparece na listagem do blog, não é a mesma que tens no artigo.

Milu – Não.

Rui  – Quer dizer que não está bem posto, não é? Ora, pára a partilha da tela num instantinho. Pára aí, para eu partilhar a minha. Já paraste? Já paraste?

Milu – Já parei. Já.

Rui – Vou partilhar a minha num instante para tu veres o que é que eu quero dizer, ok? Ok. Estou a escrever este artigo, não é? Este é o artigo que estou a escrever agora, a featured image é aqui que se põe. Estás a ver aqui?

Milu – Não estou a ver Rui. Ora, mexe lá o rato.

Rui- Aqui, aqui…

Milu – Ah, ah… Sim exato, é aí, exato…

Rui – É aqui que se tem que pôr, estás a ver?

Milu – Sim.

Rui – Esta imagem que se puser aqui é a mesma que aparece aqui por cima, estás a ver? Aparece neste sítio, e é a mesma que também aparece na listagem dos artigos. Neste caso, por exemplo, na página de entrada, é uma listagem de artigos. Como… exatamente como tu tens aí no teu blog. Então a mesma foto, aparece aqui, na listagem, estás a ver? Esta foto que está aqui, esta quando se clica, vem para o artigo, que é a mesma foto, que é esta estás a vê-la?

Milu – Estou, estou.

Rui – Esta é a foto que tem que estar no Facebook.

Milu – Ah, Ah… Já estou a perceber.

Rui – Há uma coisa chamada: dissonância cognitiva, deixa-me parar aqui, a partilha.

Há uma coisa chamada dissonância cognitiva, que é o quê?

Quando nós conseguimos afinar a mente, a imaginação, e a mente de outra pessoa. Essa pessoa fica em consonância, não é? Com aquilo que nós estamos a dizer, estás a habituar a pessoa num certo padrão, a pessoa vê o texto, a pessoa vê uma cor, a pessoa vê uma foto, ok? Fica dentro daquele contexto mental.

Quando depois a pessoa clica e estiver do outro lado não vê o mesmo, vê uma coisa diferente. É uma dissonância cognitiva…. A pessoa… É uma quebra do padrão. Então a pessoa deixa de confiar, percebeste?

Milu – Entendi. Entendi.

Rui – A pessoa deixa de confiar, porquê? Porque não foi para isto que eu aqui vim, eu cliquei aqui e agora fui dar a um sítio diferente… O que é isto? E esse momento em que a pessoa está a pensar na cabeça dela… O que é isto? Não está a prestar atenção aquilo que tu estás a dizer, ok? A cabeça dela fica confusa, ok? Não era bem isto. É outra coisa. Estás a perceber?

Milu – Não te estou a ouvir Rui.

Rui – Vou tirar o teu som, ok? Ok, eu penso que agora estás me a ouvir melhor, não estás? Melhorou, melhorou? Ok, era ruído.

E então eu vou-te dar um bom exemplo disso, podemos usar isto em nosso benefício, não é? Que a gente mostra uma foto diferente, e um título diferente, e uma foto diferente, a pessoa pensa que é uma coisa diferente, certo?

Mesmo que seja o mesmo artigo, então eu escrevi um artigo longo, “11 ideias perigosas do senso comum” não sei quê… são 11 ideias, pus 11 títulos dentro do artigo, 11 fotos cada uma foto diferente da outra, e promovi 11 vezes no Facebook, como se fossem 11 artigos diferentes, ok?

A pessoa está a ver, pensa sempre que é diferente, porque está a ver uma foto hoje, amanhã, vê outra, depois vê outra, depois vê outra, a mensagem é diferente, a foto é diferente, o link que vai parar diretamente naquela parte do artigo, onde tem a foto, que a pessoa viu no Facebook, estás a ver? Aí tem que ser igual, mas o artigo é sempre o mesmo, ok?

Que eu já sei que ninguém lê o artigo inteiro. Eu já sei. E então é uma forma de nós usarmos esta estratégia, não é?

Para criar consonância, criamos uma consonância cognitiva na pessoa, as coisas batem certo, são congruentes, não é? Tens uma frase, tens uma foto, a pessoa clica ali para ir ver uma coisa e do outro lado vê, não só o mesmo assunto, mas visualmente as mesmas coisas, a mesma foto exatamente.

Por exemplo, quando nós usamos palavras, acontece o mesmo nas páginas de captura e nos artigos do blog é igual, se tu dizes a palavra “estratégia de marketing digital”, vem aprender como gerar uma estratégia de marketing digital, não podes… quando a pessoa clica não pode ir para uma página de captura que ensina a fazer Internet Marketing. Vem aprender como fazer Internet Marketing, porque a pessoa por um lado viu, estratégia de marketing digital e do outro lado viu Internet marketing, não é a mesma coisa. Ok? A cabeça dela fica a trabalhar, a computar aquela informação.

Existe… rompemos um padrão. Não tem que ser exatamente a mesma palavra. Vem aprender a gerar contactos, tens que por do outro lado, vem aprender a gerar contactos, igualzinho, nas mesmas cores, o mesmo tamanho da letra, tudo igual. Para a pessoa sentir que está a percorrer um caminho que bate certo, aquilo que bate certo. Bate a gota com a perdigota. Ok?

Então essa é a primeira coisa que precisas de ter em atenção.

Tens de ir por no blog a mesma foto que já tens no facebook, porque no blog podes mudar, mas no Facebook não. Ok? A não ser a fazer outra campanha, que acaba não mexe. Aquela está boa, não mexas nela, okay? Usa é a mesma foto no Facebook, Okay? Pronto. Agora partilha outra vez a tela para a gente continuar.

Milu – E agora o que é que queres ver, Rui?

Rui – Agora é o artigo. Continua. Mostra o resto do artigo.

Milu – O artigo. Estás a ver? Já estás a ver, Rui?

Carlos – Tens o som desligado, Rui. Tens o som desligado.

Rui – Obrigado, Carlos. Opá, eu disse aqui umas pérolas de sabedoria, estás a ver? Mas ninguém me ouviu.

Milu – Já estás a ver, não já Rui?

Rui – É, eu estava a dizer… Milu, põe no Skype o link, que é para eu ir lá e partilho eu a tela. Fica mais fácil para mim navegar em vez de te estar a dizer…

Milu – Ah, está bem. Já vou por, espera aí.

Rui – Okay… Alright. Onde é que está Power Bloggers”… Okay, fixe. Então agora vou eu partilhar o ecrã, okay?

Milu – Está bem.

Rui – Então, podes parar a tua partilha?

Milu – Vou, vou… Já está.

Rui – Então, vou partilhar o ecrã… já está. Alright. Então… ”Os Filhos São as Vítimas da Falta de Tempo” está porreiro. Melhoraste muito os… os tags aqui em cima. Isto melhorou, okay? Isto melhorou. Okay. Pronto, então agora tens a história do artigo, não é? Esta… esta foto que está aqui…

António – Não tem qualidade…

Rui – Sim, esta foto que está aqui precisas de ter… por a outra, estás a ver? Tiras esta e depois pões na ”Featured Image”, pões a que está no Facebook, okay?

Milu – Okay, okay, okay.

Rui – Esta sai. Esta sai daqui.

Milu – Sim, essa sai daí.

Rui – Pronto. E não te esqueças do seguinte, okay? Este é um assinto muito delicado. E é muito fácil conectares-te emocionalmente com as pessoas, okay? Muito fácil.

Milu – Pois é.

Rui – Põe aqui uma descrição no primeiro parágrafo, okay? Muito facilmente pões um primeiro parágrafo poderoso, com aquilo que tu tens aqui também, não é? Com um link, com uma pergunta.

Repara, é fácil conectar emocionalmente com a pessoa, não é? Uma pessoa vai ver isto, depois (…) Se fizeres uma coisa do estilo… aaa… ”É difícil para nós… é difícil para nós conseguir a… a…” ou ”já pensaste no prejuízo” ou na… sim, no prejuízo, ou na… no… ”no quanto prejudica os filhos, os vossos filhos o facto de nós não termos tempo para eles? Alguma vez pensaste nisso?” E tu fazes uma pergunta assim, ó meu, e qualquer pai, ou qualquer mãe de repente caiu, não é? Fez sentir qualquer coisa no coração. É impossível não sentir. E é muito interessante chamar a atenção dessa forma logo no inicio do artigo. Percebeste Milu? Ora… sim? Okay, okay. Fixe, fixe. Eu não te estou a ouvir, eu não te estou a ouvir.

Milu – Eu de vez em quando desligo o som que é para te ouvir melhor.

Rui – Ah. Sim, sim. Agora ouvi, agora ouvi. Ótimo, pronto. Então, vamos ver como é que está feito para a história dos contactos. Okay? Para gerar contactos. Vamos começar pelo principio. Temos aqui um banner que diz ”Ganha dinheiro com a tua paixão”, temos aqui um banner do… do coiso… com a coisa do… do ”Facilitador”, aqui dizes ”vídeos” e não tem nada. Estás a ver?

Milu – Ó Rui, os vídeos desaparecem.

Rui – Então tens de os tirar, não é? Pronto, se não aparecem…

Milu – Eu ponho e eles ficam, mas depois passado uns dias desaparecem. Não sei porquê…

Rui – É… tira-os de lá, okay? Não faz diferença estar ali.

Milu – Okay.

Rui – Não é uma coisa assim tão útil, okay?

Milu – Pois-

Rui – Depois tens outro que diz ”Viagens”, tens uma foto também não tem anda de interessante… bem, repara, a foto é interessante, mas não é uma coisa que chama a atenção a ninguém, não é? O público não se interessa muito com isso. Isso não é o assunto que estás a falar, não estás a falar de viagens. Tens só uma foto com uma viagem que fizeste para algum lado, então não é assim tão interessante. Então, estas duas coisas eu retirava daqui. Okay? Ah e fica (… … )

Milu – Não percebi o que disseste.

Rui – Tenta por em minúsculas… palavras inteiras em maiúscula, com este tipo de letra que tu usas, não fica bem. Não se pode usar este tipo de letra com maiúsculas.

Milu – Pois não, tem de ser a primeira só, e as outras em minúsculas, não é?

Rui – É isso mesmo. É isso mesmo. Se optares por este tipo de letra, perdes a oportunidade de por palavras inteiras em minúsculas.

Milu – Okay.

Rui – É, quando quiseres tiras aquilo. ”Recent posts” está okay. O ”Calendário” também tem aqui um errozinho, okay? Tens de por aqui o ”io”.

Milu – Ah, está mal escrito. Ah. Ah.

Rui – E entretanto aqui tens… aqui tens…. tens aqui é links… os dias em que publicaste aparece aqui clicável, não é?

Toni – Sim, sim.

Milu – Sim, exato.

Rui – Também podes retirar. Isto não é assim tão interessante. Okay?

Milu – O calendário não interessa, pois não?

Rui – É. Para os visitantes não interessa nada. Os… os comentários sim, para os visitantes. Mas tens de tirar este lixo, isto é só lixo, okay? Estás a ver aqui? É lixo. Tens de ir ao teu spam apagar aquilo tudo, tens para lá montes de spamers e spam.

Milu – Ah, okay.

Rui – No caso de não teres comentários ainda, não tem problema nenhum. Retiras isto, e quando tiveres comentários então metes outra vez.

Milu – Okay.

Rui – Okay? É que isto agora não interessa nada. Isto é só lixo o que está aqui. Tem de se tirar. Okay. Depois, tens aqui… para gerar contactos tens, este banner e este. Um fala sobre ganhar dinheiro com a tua paixão. Depois, tens isto aqui que vai para… uma página de captura, okay. Então vamos ver um bocadinho esta página de captura. E este ”Quero registar-me” vai para o ‘join’. Okay. Espera lá… Ah, está bom. (…)

Este artigo é para vender blogs, não é para gerar contactos. Okay? Então neste caso, aqui no fundo tens dois links, um para gerar contactos e outro para vender blogs. E o teu artigo não é uma página de venda… como página de venda é muito fraca, ninguém compra por causa… depois de ler este artigo vão comprar o blog.

Imagina, ”com a falta de tempo quem mais sofre são os filhos”… a falta de tempo, a dificuldade, aqui o Vítor de Sousa com a história do tempo, que não tem tempo para os filhos, e isso tudo, nanana… solução: comprar um blog. Não faz sentido nenhum. Estás a ver?

Artigo Relacionado: Escrever e Formatar Conteúdos

Portanto este… este aqui ”quero registar-me” não faz nenhum sentido, só estás  a fazer o mesmo na cabeça da pessoa. Ou seja, abrir uma brecha, a criar uma dissonância porque não é consequente, não vem da… não é natural que isto venha na sequência daquilo que estás aqui a falar. Okay?

Portanto este… este botão, deves tirá-lo. Não só ninguém se inscreve aqui, como está a disturbar, está a evitar que a pessoa clique noutro sítio. Quando a pessoa clica aqui, faz ruído. ”Hã? Porque é que eu hei-de querer comprar uma coisa por $25? O que é isto?” Estás a ver? ”O que é que isto tem haver com o facto de eu não ter tempo?’‘ Não… não tem nada haver. Então, como isto não tem nada haver, tira-se, deves tirá-lo.

Relativamente ao link para a página de captura… tens um link que é congruente. Ou seja, quando uma pessoa clica aqui, é congruente. Agora vamos falar um bocadinho de design. Isto é importante.

Deves evitar a todo o custo por páginas de captura em que as caras estejam tapadas com seja o que for, okay?

Isto não serve. A foto é muito gira, não serve para aqui. Okay? A gente não pode por coisas em cima dos narizes e em cima dos olhos das pessoas, okay? Podes por uma caixinha destas, mas o fundo não pode ter esta fotografia. Se é para ter caras, as caras têm de estar no lado, ou por baixo, ou por cima, nunca atrás da caixa. Okay?

E depois, as cores que tu estás a usar no texto e o tipo de letra devem ser sempre muito fáceis de ler. Muito fácil. Isto é muito difícil de ler. Requer esforço, e tudo o que requer esforço não é bom. Muitas pessoas não leem, não estão para isso, okay? Estar agora aqui a fazer um esforço para estar a ler isto, a pessoa não quer.

A pessoa quer olhar, bater com os olhos e já viu. Bateu com os olhos, já viu aquelas 2 ou 3 palavras que interessam, e depois de ler essas 2 ou 3 palavras que interessam ela vai decidir se vai ler o resto ou não.

Mas isto fica difícil. Então, Recomendo uses palavras com letra legível, okay? Estas letras assim… assim cursivo não é boa ideia para este tipo de coisas, para texto. E uses cores que sejam muito fáceis de ler, por exemplo este azul escuro que está aqui no ”acesso instantâneo”, este azul escuro e este tipo de letra é muito bom para aqui, podes usar este azul escuro. Podes usar uma cor que fique.. que tenha um contraste muito forte com isto. Um verde escuro, um azul escuro, o vermelho escuro tipo bordô, fica bem aqui, lê-se bem. Agora, amarelo e verde florescente em cima de um cinza clarinho nunca se vê bem, okay? Não é possível.

Deixa ver se consigo aqui mostrar um exemplo. Então este… só para dar um exemplo aqui de uma página de captura, okay? Estás a ver aqui o… aliás, posso ir buscar mais exemplos, não são todos iguais. Por causa da… por causa das… Ah pois tenho o servidor em baixo. Bolas. Isto não está bom. Bem ainda não está bem, ainda não está a trabalhar… Okay. Pronto, mas a… a… aquilo que eu estou a dizer… Ora deixa ver se eu me consigo fazer explicar…

Pronto, então vamos voltar aqui a este, porque não te consegui mostrar aquilo que te queria mostrar, mas já percebeste a ideia. Usa o tipo de letra direito, e cores contrastantes com o fundo. (…) Para a pessoa conseguir ler à primeira, okay? A pessoa bateu com os olhos em cima… deixa-me parar aqui um bocadinho… a pessoa bateu com os olhos em cima, visualmente já leu 2 ou 3 palavras, e não está propriamente a ler, mas já viu as 2 ou 3 palavras que interessam. Percebeste?

Milu – Sim, okay.

Rui – Depois aqui falta o resto da mensagem. ”Acesso instantâneo” a quê? Estás a ver? Não diz o que é.

A pessoa, imagina que a pessoa lia, não lê mas imagina que lia: ”Dá aos teus filhos a qualidade de vida que eles merecem. Toma já uma atitude porque o tempo passa rápido. Deixa o teu email em baixo e ficarás a saber como”. Não diz nada o que é que a pessoa vai receber. Ou seja, deixas muito espaço à imaginação da pessoa. Okay?

Vou saber como é que… vou saber como o quê? Vão me dizer o quê? Como é que eu vou dar a qualidade de vida que os meus filhos merecem, o que é que eles me vão dizer? É o quê? Vão me dizer o quê? Pior: Qual é a intenção deles? Será que alguém me vai telefonar? Será que me vão fazer um inquérito? Será que vão… sei lá, será que me vão perguntar… não sei o quê? Então mas ”toma uma atitude que o tempo passa rápido”… o que é que vai acontecer se eu deixar aqui o meu email?

Agora, imagina que tu dizes especificamente o que é que vai ser. Por exemplo: Recebe um ebook de 32 páginas que ensinam como aproveitar melhor o tempo que tu gastas com o teu filho. Por exemplo: 5 jogos e brincadeiras que tu podes fazer com o teu filho de 5 anos. Ou então: Como é que tu… 5 formas de… de te conectares com o teu filho adolescente.  Ou: Como é que tu podes aproveitar o melhor de 1 hora por dia. Eu tenho 1 hora por dia para estar com os filhos… 11 formas, 11 maneiras diferentes de ocupar produtivamente esse tempo. Transformar tempo rotineiro em tempo de qualidade, por exemplo. Porque os pais passam tempo de rotina com os filhos, não é? Dar comer, dar os banhos, por a dormir, é tempo de rotina, não é? Então, sei lá, escreves uma coisa que dá 3 dicas, 5 dicas, 11 dicas, de como aproveitar esse tempo de rotina para ser tempo de qualidade. Não é?

Então a pessoa já sabe que vai receber alguma coisa. Por exemplo, neste caso podes estar a dar um vídeo que vai ensinar como trabalhar a partir de casa, não é? Um vídeo de vendas. Então podes mesmo dizer: okay subscreve para veres um vídeo que te vai ensinar como trabalhar a partir de casa, e poderes passar tempo com os teus filhos. A pessoa já sabe que vai receber um vídeo. ””Acesso instantâneo”, okay vou receber um vídeo, vão me enviar um vídeo. Okay, eu quero ver o vídeo.” Percebes?

A pessoa tem de saber o que é que vai receber.

Ninguém mete o email sem saber porquê, o que é que vai receber com isso. Então tem de ser muito específico, okay?

Não só que é um vídeo, portanto o formato é um vídeo, não é a mesma coisa receber a informação por email, ou receber um vídeo, ou receber um PDF, ou receber um áudio. É completamente diferente. Se tu disseres o que é, na cabeça da pessoa, ela visualiza o que tu disseres.

Se disseres: Olha, recebe uma sequência de 22 emails que te vão ajudar a montar um negócio a partir de casa. E a pessoa na cabeça dela: Okay, vou receber 22 emails. Já sabe o que é que vai receber, e visualiza-se logo a receber os emails durante 22 dias. Mesmo que seja só uma vez por semana, não é? Mas na cabeça da pessoa já sabe que são 22 emails. ”Vou receber emails durante uma data de tempo.” Na cabeça da pessoa ela já visualizou o que é. Se disseres que é um ebook, é um ebook. A pessoa visualiza o ebook. Se disseres que é um vídeo, a pessoa visualiza um vídeo.

Isso faz a pessoa se sentir confortável. Quanto menos tu deixares à imaginação dela, melhor. Estás a ver? É importante a pessoa se sentir confortável.

Se tu reparares, nos meus banners no meu blog para o ebook eu ponho a fotografia do ebook, como se fosse um livro, para ajudar a pessoa a visualizar. ”Okay, eu vou receber isto.”. Não tem dúvidas. Não fica a pensar ”será isto?” ou ”será aquilo?”. Não, é um livro. Com o formato anatómico, é um livro. Mas ajuda visualmente a ver que é um livro. Tem uma capa bonitinha, tem um título, tem um nome… parece um livro, não é?

Manero – Desculpa lá interromper, Rui. Fica mais apetecível até a clicar, porque aparece lá a imagem e a pessoa… incentiva-a. Eu fiquei com essa ideia. Desculpa lá interromper.

Rui – Ya é exatamente isso. É exatamente isso.

Então, quando nós dizemos, por exemplo, uma sequência de emails, não é? Se tu conseguires arranjar uma forma visual de por isso, em formato de sequência de emails, não é? Nem que seja uma pilha de papelinhos, nem que seja, sei lá, qualquer coisa, ou uma newsletter no formato de um jornal… Qualquer coisa. Melhor ainda, se for um vídeo e tu puseres uma imagem do vídeo, melhor ainda. Com o botãozinho do play, melhor ainda. A pessoa percebe logo que vai ser um vídeo, okay? Fica pouco para a imaginação.

E depois tens de dar… tens que fazer um teaser em relação ao valor, okay? Esse vídeo tem de resolver algum problema da pessoa, se não a pessoa não põe o email.

Põe o email para quê? Para receber mais informação? Ninguém põe o email para receber informação, isso chama-se promoção. Não é informação.

Os telejornais fazem informação, os anúncios fazem promoção.

Não é? O que vende são os anúncios, não são os telejornais, os telejornais não vendem nada, não é? Eles só dão informação. Mas o que a gente faz é promoção. Então tens de usar muito estes artifícios visuais, okay? A parte visual é muito importante. Então, é preciso que a página de captura seja muito limpa, liga perfeitamente tudo aquilo que estás a falar.

Por exemplo, se puseres na página de captura a mesma foto que tu usas no anúncio, e a mesma foto que tu usas na página de facebook, melhor. Okay? Agora, arranja uma forma, arranja um formato para tu poderes colocar essa foto lá, para não ficar com uma caixa de texto por cima da cara do miúdo, não é? Porque o miúdo está no meio. Então tens de arranjar, tens de o por para o lado, tens de criar um espaço ali à volta na imagem de alguma maneira para a cara da criança ficar ao lado, para não ficar com a caixa por cima. Estás a ver?

Milu – Claro, claro.

Rui – E com o texto todo limpinho. Portanto, letras direitas, fáceis de ler, e lembra-te, se tu estás a dar um vídeo diz que recebe um vídeo, okay? ”Vídeo grátis explica como ter um trabalho a partir de casa, para passar mais tempo com a família.” Por exemplo. Isso aí já é interessante porque já vem desde lá de trás.

A pessoa viu no facebook, leu no teu artigo, entrou na página de captura, e bate tudo certo desde o momento em que clicou lá atrás no facebook. Até a forma é a mesma, a mensagem é igual, se por um lado estás a dizer ”as crianças têm problemas porque os pais são ausentes” e agora no final do funil, na realidade o inicio do funil de marketing, mas na página de captura estás a dar uma solução. Estás a ver? Okay?

Milu – Percebo melhor agora.

Rui – Então isto… é assim que a gente gera contactos. Vamos começar por aí. Por tirar aquele botão para vender o Kalatú, que está a estragar… Se a pessoa clicar ali, imagina que tu só tens 1 clique por pessoa, okay? Esgota. Só dás 1 clique a 1 pessoa, só podes dar uma vez. Okay? Então, ninguém clica mais do que uma vez no artigo, okay? Raramente ela clica mais do que uma vez. Se gastares esse clique, pagaste ao clique, para ir para uma página de venda do blog, pronto, perdeste-a. Clicou no blog já não vai clicar em mais nada.

Milu – Pois.

Rui – Gastou um clique. Okay? Ofereceu-te um clique e tu mandaste-o para uma página de venda. Okay? Então, é melhor que esse clique seja… te possa trazer mais resultado se for para uma página de captura, que essa página de captura seja congruente com o conteúdo do artigo. E começas por aí. Começas a gerar tráfego, depois podes continuar a mexer nesse artigo, podes por mais coisas. (…) Faz isso.

E depois  vamos ver no blog como é que podes por mais conteúdo melhor dentro do blog, que faça mais diferença. É tudo muito… chama-se de consciencialização, não é? Portanto, os pais tomam consciência que as crianças sofrem com o facto dos pais não estarem presentes.

Mas isso é uma coisa, outra coisa diferente é dares soluções e apresentares dados.

Vou-te dar um exemplo, a gente tem uma história no grupo espetacular, a história da Becas e do Artur Ferreira. Podes muito bem fazer uma entrevista e pôr aí. Em vez de teres esse vídeo do… do… que é muito inspirador de facto… do… do… aquele vídeo que tens lá com aquele poema, não é?

Milu – Sim, sim, sim, sim.

Rui – Metes uma entrevista com o Artur e com a Becas. O filho deles diagnosticado com Défice de Atenção e a tomar medicamentos, Ritalina e porcarias assim, afinal só precisava que os pais estivessem em casa. Quando eles largaram os empregos para ficar em casa o miúdo deixou de precisar das drogas. Estás a ver? E é um exemplo espetacular, é espetacular. Vem mesmo nessa sequência. Então podes aproveitar fazer uma entrevista com eles, para eles contarem a história deles no que diz respeito a estar com o filho, e agora não o largam já viste, vão para todo o lado com ele.

Milu – Sim.

Rui – Aqueles 3 não dão um passo sem irem os 3 juntos, seja como for. É um bom exemplo que tu podes usar para fazer o teu artigo. Okay? E assim, com uma página de captura congruente com isto, começas a… as peças começam a encaixar umas com as outras. Estás a ver?

Milu – Claro, claro. Okay, obrigada Rui.

Rui – Vamos voltar a falar sobre isto, por este artigo okay? E depois também sobre o outro. Mas sobre este artigo vamos evoluir um bocadinho mais, depois dentro do artigo onde é que tu podes colocar mais coisas boas para, realmente, aportar valor às pessoas.

Por exemplo, colocar dicas de como é que a pessoa pode organizar o tempo… Por exemplo, há pessoas que fazem exercício com os bebés, okay? Não vão para o ginásio e ficam em casa, e aprendem com os bebés: vai com o bebé para cima e para baixo, metem o bebé na barriga e fazem abdominais… Portanto acabam por usar o tempo da ginástica diária e do exercício para se envolverem com o bebé. E então aproveitam o tempo, é uma forma de aproveitar o tempo. Em vez de ir para o ginásio uma hora ou duas, ficar em casa e fazem as coisas juntas. É para dar um exemplo, não é?

Ou por exemplo, se tiver uma filha mais velha pode envolvê-las na rotina. Em vez de estar a fazer o jantar e está a miúda a ver televisão, pode dizer ”Opá anda cá, olha descascas-me estas batatas”, ou ”fazemos este bolo”, fazem uma atividade juntos, não é? Estão a fazer algo produtivo, mas estão a passar tempo juntos à mesma, não é? Por exemplo, não é? Estou a dar assim ideias no ar que tu podes por no teu blog para transformares a rotina dos pais em tempo de qualidade com os filhos. Estás a ver?

Pesquisa na Internet atividades que se podem fazer com os filhos… coisas assim, não é? E fazes uma listinha, e pões no teu blog uma lista de 7 ou 8 ou 10 coisas ou 11, e depois é valor real que estás a dar às pessoas. A pessoa lê aquilo ”epá, está aqui uma boa ideia, vou fazer isto”, estás a ver? Por exemplo, só estou a dar ideias. (…)

Milu – Ó Rui, deixa-me fazer uma pergunta, para ver se eu estou a perceber bem como é que tens estado a dizer. Então estás-me a dizer para eu por dicas no… no… no blog, mas será… não será dentro deste artigo, será outro artigo? Ou por exemplo, fazer um artigo com dicas para os pais, ou uma coisa assim do género?

Rui – Podes fazer noutro, podes fazer noutro. Eu estou a falar deste. Estou a falar deste porquê? Neste artigo tu já tens um anúncio no Facebook a gerar tráfego a 2 cêntimos por clique, okay?

Milu – Então eu posso fazer a alteração no artigo, e acrescentar uma coisa desse género, certo?

Rui – Podem alterar neste artigo, sim. Okay? Para… lembra-te do seguinte: o que a gente escreve no artigo não é… não fica escrito em pedra, a gente pode mudar quando quiser. Não é? Então, quando a gente começa a ver, como é este o caso, começa a ter bom tráfego, começa a ter muito tráfego e barato, ó meu, vamos investir o nosso tempo no artigo e melhorá-lo. Dar mais valor, ou dar mais conteúdo, por mais páginas de captura, se for preciso criar um funil inteiro só para isso.

Artigo Relacionado: Power Bloggers – Ofertas, Funis de Marketing e Nichos de Mercado

Imagina que tinhas um funil só para mães, por exemplo. Temos aqui a Ângela que é mãe, não é? Então tem um funil inteiro só para mães, não é? Podes fazer isso se tu quiseres, criar um funil inteiro só para isso. Um funil inteiro quer dizer página de captura… anúncio, página de captura, e email de seguimento follow up, não é? Mas pode não ser só para isso, mas podes criar artigos, por exemplo… desculpa, podes criar uma página de captura, ou mais do que uma página de captura, a dar conteúdo útil para essas pessoas. Não é?

Neste exemplo agora é muito fácil meteres um vídeo que ensina a criar um negócio online, não é? Se tu falares em negócio, falas de uma forma. Se falares em part-time, estás a falar de outra. É completamente diferente.

Uma mãe que tem um emprego e que não tem tempo para estar com os filhos, podes dizer, se falares em negócio ela pensa ”vou-me despedir, vou criar o meu próprio negócio”. Se falas em part-time, ela percebe ”vou continuar no meu emprego, mas vou gastar mais algumas horas a fazer um part-time, ou seja, vou estar menos tempo ainda com o meu filho.” Estás a ver? Porque ainda vai ter um part-time, não é?

Milu – Exato, o part-time já não funciona, certo?

Rui – Depende, não é? Depende. Mas tem de ser bem explicado. No artigo precisas de fazer isso, como é que um part-time vai acabar por ser um motivo para a pessoa estar mais tempo com a família. Estás a ver? Isso tem de ser muito bem explicado. É uma atividade que tu possas fazer com o teu filho, um mais crescido. Ou então podes tirar algum do teu tempo depois de ele ir dormir, tirar 1 hora ou 2 por dia, para eventualmente, num mês, 2 meses, te despedires e estares o tempo todo em casa. Por exemplo.

Milu – E aí já usufrui de todo o tempo com o filho.

Rui – Já tem o tempo todo, okay? Mas estas coisas têm de bater certo na cabeça da pessoa, e quando tu estás a explicar tens de abordar estes assuntos, porque a pessoa está a pensar neles. ”Então agora, vá, vou fazer um negócio, para ter um negocio vou ter de investir dinheiro que eu não tenho, perder o meu emprego porque tenho de me despedir, e depois como é que é?” Por exemplo, não é?

Mas se for uma pessoa que já tem um negócio, ou quer mesmo ter um negócio, reage muito bem a isso. ”Epá finalmente vou ter a oportunidade de criar um negócio com pouco dinheiro, e com 2 euros por dia.” Por exemplo. Okay. (…) Podes falar de negócios próprios e podes falar em part-time, por exemplo. Estás a perceber? (…)

Mas tem de ser bem explicado o que é que é o quê. Uma vai atrair um tipo de pessoas, outra vai atrair outro tipo de pessoas. Mas, no mesmo artigo, tu podes por links para ambas as páginas de captura porque, de um lado vais atrair pessoas de uma maneira, e do outro vais atrair pessoas de outra. Estás a perceber?

Milu – Estou a perceber, estou. Estou. Obrigada Rui. Realmente, nós aqui estamos sempre, sempre, sempre a aprender contigo. É espetacular, obrigado.

Rui – Eu estou a ver os teus olhos a iluminarem-se. A luz está a saí pelas orelhas, do cérebro, não é? Dá para perceber que tu apanhaste a ideia, okay? Fixe, fixe.

Milu – É mesmo. Obrigada.

Rui – Okay, fixe. Okay, depois nós vamos voltar a este assunto, okay? Amanhã e nas próximas vezes vamos voltar aos teus artigos, vamos melhorar as páginas de captura, vamos melhorando esse marketing todo. Okay? Está na altura disso. Vocês agora já estão num caminho bem orientado. Vamos fazer isso a seguir.

Milu – Achas que eu alavanque mais aquilo? Portanto, que eu volte a alterar o valor… subir um bocadinho o valor, não?

Rui – Mas primeiro melhora o artigo.

Milu – Primeiro vou… vou fazer as alterações, exato.

Rui – Se não estás a por dinheiro de um lado e chegas ao outro lado e aquilo não converte nada. Estás a ver?

Milu – Exato. Portanto, mas deixo-o rolar conforme ele está, certo?

Rui – Deixa-o rolar, não mexe. Deixa-o estar. Está bom, está a consumir pouco dinheiro, está a gerar tráfego (…) Estás a investir dinheiro no Facebook para o Facebook gostar de ti. E para teres mais pessoas a partilhar, mais pessoas, a ter mais alcance, okay? Estás a investir aí, certo? Agora vais melhorar o teu artigo para começares a gerar contactos com ele. Okay?

Artigo Relacionado: Como Anunciar no Facebook Sem Ter Anúncios Reprovados Nem a Conta Cancelada

Milu – Okay.

Carlos – Não está a dar contactos então, é isso?

Milu – Muito poucos. 4 ou 5 contactos, só.

Rui – Mas 4 ou 5 contactos, isso não é mau, okay? Quanto dinheiro é que tu gastaste?

Milu – Até agora… até agora já gastei 11 euros. Nos dois.

Rui – Então já gastaste 11 euros e geraste 5 contactos, foi isso?

Milu -Foi, nos dois. Gastei nos dois 11 euros, até hoje.

Rui – 2 euros, há volta disso, por contacto, não é?

Milu – Sim.

Rui – Epá, então. Até não está nada mau… para começar, para agora. Há malta que não consegue gerar contactos com páginas de captura a 2 euros, okay? E a página de captura só serve para isso, okay? Não faz mais nada. Portanto, tranquila. Estás num bom caminho. Olha, pergunta ao Carlos Barradas. Ó Carlos, quanto é que estavas a gerar de contactos, agora recentemente, com as páginas de captura?

Carlos – Eu era o mínimo de 4 euros, 4 euros e meio. Mas a média… 5… 6… Fazendo uma média, claro que tinha campanhas que geravam um bocadinho menos, outras mais, mas numa média nunca consegui menos de 4 e meio. 4,3… 4 e meio… entre os 3 e os 4 não conseguia menos.

Toni – Olha lá, mas, e era para o blog?

Carlos – Não, só para páginas de captura.

Rui – Que é mais fácil gerar contactos. Okay? É mais fácil gerar contactos com uma página de captura do que num blog.

Carlos – Aquilo, enquanto se estava a por dinheiro ia dando contactos, assim que se pára, pára tudo. Pronto, acabou tudo. Ficamos por ali. Já não há história.

Rui – Ya. E então, a Milu e o Toni, vocês estão num ótimo caminho, estão a fazer um ótimo trabalho. A vossa dedicação… está a começar a dar resultados, não é? Aliás, já começou à muito tempo a dar resultados, mas agora começas a poder medi-los. Começas a medir em… em dinheiro por lead, okay?

2 euros por lead, para começar… Com 11 euros… uma pessoa com 11 euros não faz nada, não é? Quanto mais gerar 5 contactos, okay? O que é que uma pessoa faz com 11 euros? 11 euros não serve nem para aquecer uma campanha, mas vocês já têm 2 anúncios bons, arranjaram 5 contactos, e agora vamos melhorar o blog para vocês começarem a gerar contactos a 1 euro, ou a 80 cêntimos, com o blog.

Vamos conseguir fazê-lo, okay? Vocês vão conseguir fazer isso. E entretanto sai uma venda, carago. Okay? Ou duas.

Milu – Ah pois, agora era uma venda.

Toni – Isso é que era bom.

Milu – Aqueles banners que eu tenho de lado no blog, aquele primeiro… hm…

Toni – Nós temos de construir… nós temos de construir banners…

Rui – Tudo vai passo a passo, okay? Tem calma, deixa-o estar. Foca-te no blog agora, na página de captura no blog. Foca-te no que nós estamos aqui a falar, okay? Há muita coisa que podemos fazer ali, mas tem calma que a gente chega lá, okay? Vais construir uma oferta tua, num futuro próximo, okay? Tu vais fazer o teu próprio ebook, vais fazer os teus próprios vídeos para dar às pessoas, com uma capa bonitinha com a tua cara, com a tua experiência. Esse é o caminho que tu vais seguir, mas não vai ser agora, não é? Agora estamos a fazer outras coisas.

Milu – Certo. Enquanto que o blog não estiver completamente direito… essencialmente é por aquilo direito agora, não é? Porque começamos a arranjar os posts…

Rui – O teu blog está a ficar bom. O teu blog está a ficar bom.

Milu – Eu comecei a arranjar aquilo, Rui. E, ás tantas, dei por mim e via que aquilo não estava bem. E depois tornava a ir a outro e via ”ai meu deus, mas isto também não está bem”, e olha, já não consegui sair dali. Deitei-me nessa noite, eram 4 da manhã quando me deitei e eu disse ”ei, não, vamos parar isto já chega”. Porque estava muita coisa mal, e eu…

Toni – Está tudo mal, vá.

Rui – Então mas, ó Milu, eu tenho o mesmo problema. Começo a ver artigos antigos e, ouve, dá-me vontade de arrancar os cabelos todos. Está tudo mal. Ás vezes tenho paciência para ir lá mudá-los, outras vezes não tenho paciência para isso. Olha, deixa-os estar que logo os mudo. Todos os dias eu melhoro 3 ou 4 artigos. Todos os dias. Artigos antigos, não é? Porque o meu blog também não está bom. Está melhor do que já esteve no passado, mas tenho muita coisa mal feita.

Milu – Nós conseguimos perceber contigo, agora e aqui, realmente… agora é que nós conseguimos perceber que tínhamos muita coisa mal. Por isso acho que tem sido ótimo, mesmo.

Porque nós antes não tínhamos esta noção, olhávamos para aquilo e parecia-nos que estava tudo bem, e não estava. Então, realmente estas tuas aulas têm sido fantásticas. Muito, muito bom.

Rui – Okay. Ainda bem que vocês estão a apreciar. Agora, é trabalho a dar-lhe gás no… é dar gás e trabalhar a fazer as coisas, não é?

A gente, quando sabe o que fazer, fica fácil, não é? Fica difícil é quando a gente não sabe o que fazer.

A gente anda desorientado, não sabemos o que fazer, fica difícil… Agora, quando a gente sabe, não interessa, é só trabalho. Trabalho a gente não tem medo de trabalhar, a gente faz o que for preciso. Não tem problema nenhum, okay?

Carlos – Ó Rui, podias… tenho aqui 4 páginas de captura, gostava só que me desses uma vista geral e uma crítica rápida, pode ser? Ou fica para outro dia?

Rui – É assim… vou ser rápido… eu… eu tenho 10 minutos. Epá, podemos ver, mas se calhar não dá para avançar muito, estás a ver? Mas podemos ver.

Carlos – Sim, sim. Mas é só… é rápido.

Rui – E depois, se calhar amanhã, podemos dar outra volta a isso. Põe aí. Põe aí para a gente ver.

Carlos – Eu tenho os meus artigos e queria… pronto…

Rui – Põe aí, põe aí. Partilha o ecrã.

Carlos – Já pus no Skype. Pus no Skype.

Rui – Ah okay. Então espera aí. Ora… 1, 2, 3…

Manero – Eu não sei se tenho tempo, pessoal. Tenho que ir buscar a minha… a minha filha.

Rui – Força.

Manero – Então vá, um abraço e um beijinho a todos, pá. E obrigado por este momento.

Carlos – Beijinhos, beijinhos, beijinhos.

Milu e Toni – Xau, xau.

Rui – Okay, então vamos ver aqui a primeira… Segunda… Terceira… e quarta… Ora… onde é que está? Está aqui. Partilhar o ecrã… Okay. Então vamos cá ver. … Ora, repara no título, em cima, estás a ver? Olha ali. O título da página é ”COPY COPY COPY C2Step Opt-in” e depois tem uma data e uma hora. Estás a ver? Consegues ver, Carlos?

Carlos – Sim, mas isso é do próprio… é do próprio sistema… é do próprio Instabuilder que ainda não percebi como é que se tira isso.

Rui – Ah, okay, okay.

Carlos – Eu penso que é um bug. É um bug. Porque isso é… é uma cópia de uma cópia de uma cópia de outra página. Da mesma página, se faz cópia.

Rui – Pois… pois mas é possível que consigas mudar isso.

Carlos – Sim, eu penso que é uma bug que eles têm.

Rui – Okay. Então vamos começar aqui do princípio. ”100% online, desenhado para ti. Vídeo grátis que explica como começar a partir do zero.” Eu não tenho nada a dizer em relação a isto. … Parece-me que está porreiro. ”Modelo de Negócio Independente, 100% online” okay eu aqui punha uma divisão, okay? Levava uma linha aqui. E… ”Modelo de Negócio”… ”Modelo de Negócio Independente” é uma coisa. ”100% online” é outra… ou “100% online desenhado para ti”, estás a ver? Meter as frases de forma a que seja fácil a pessoa ler, okay? ”Vídeo grátis”… ”Vídeo grátis” pode ser outra linha, o ”Que” sai. E depois a seguir ”Explica como começar a partir do zero”…

Fica mais fácil se dividires as frases, para que a pessoa visualmente olha para a frase e lê frase por frase. Pumba, pumba, pumba, pumba, pumba, sem ter de estar a ler propriamente, estás a perceber?

Carlos – Pois isso é outra… bem… que eu aqui também tenho… Quando eu mudo de linha, ele faz-me um espaço. Faz-me… abre-me um parágrafo. E depois fica desagradável.

Rui – Ya, estou a ver, estou a ver.

Carlos – Não sei tamanhos…

Rui – Eu não… não vejo… não vejo problemas por causa disso, não deixas de gerar contactos à mesma, estás a ver? Se calhar perde um bocadinho a performance, de resto… de resto está interessante, não é?

É assim, depende muito do tráfego que trouxeres para aqui. O tráfego… as pessoas que veem para aqui têm de vir por causa do contexto de “ter a vida que merece”, estás a ver? Tu estás a falar aqui de várias coisas: de ter a vida que mereces, de modelo de negócio, de criar um negócio a partir do zero… então, se tu tiveres gente que venha nesse contexto, no contexto do modelo de negócio, de não saber nada mas mesmo assim querer aprender, esta é uma boa página de captura.

O efeito da página depende muito… Tu não tens assim um erro, és capaz de não ter nenhum erro assim que a gente veja ”epá, isto está errado”. Mas depende do tráfego que tu tens para aqui, não é?

Carlos – Sim, claro.

Rui – De resto… Eu mudaria os… o… as linhas de texto para serem lidas por blocos. Visualmente, estás a ver? Pumba, pumba, pumba, pumba. Por blocos.

Carlos – Eu encostei do lado direito, as linhas… isso foi mais para conseguir que… para conseguir arrumar isso tudo melhor.

Rui – Sim. Fica um bocadinho estranho, estás a ver? Não é… não é natural estar do lado direito. Se estiver do lado esquerdo fica mais natural. Ou então centrado com o botão, é mais natural, não é? Mas a questão… pode ter um bocadinho de interferência, mas eu vejo mais a ideia de manter as linhas…

Carlos – E se utilizar vírgulas? Vírgulas?

Rui – Sim, pode ter vírgulas. Não vejo interesse nisso. Eu vejo é que, cada linha é lida de uma assentada só, estás a ver?

Carlos. – Sim. Mas eu…

Rui – Assim, quando olha para a linha, leu a linha inteira de uma vez só. Estás a ver?

Carlos –  É. Eu não consigo arrumar, realmente, o texto. Porque é mesmo uma bug do…

Rui – Já experimentaste a fazer ”Shift + Enter” quando estiveres a mudar de linha? Em vez de fazeres ”Enter”, fazes “Shift + Enter”.

Carlos – Ah. Isso muda… não… não… não muda o parágrafo, então?

Rui – Muda de linha sem criar um parágrafo.

Carlos – Ah, eu nem sabia disso.

Rui – Clicas ”Shift”, ”Enter”.

Carlos – Okay, pronto. Está bem.

Rui – É capaz de resolver.

Carlos – Ah, então isso já é uma boa dica.

Rui – Okay. Vamos ver o próximo.

Carlos – Mas visualmente está bonita a página, ou…?

Rui – Está, está porreira. Epá, esta foto é… é muito fixe. Muito fixe.

Carlos – Eu gosto, eu gosto.

Rui – E… lá está, são coisas que não têm muito haver contigo. Estás a ver? Não é uma foto tua, é uma coisa muito genérica.

Carlos – Não, mas eu gosto por causa da sensação que isso transmite.

Rui – Está boa! Está boa. Na boa. Se naquela foto estivesses tu e a tua Manela, isso é que…

Carlos – Isso é o nosso sonho, isso é o nosso sonho.

Rui – E metias na legenda, okay? ”Eu e a minha Manuela” Isso aí ficava…

Carlos – Eu faço aí um tratamento na imagem e meto-me a mim e a ela aí.

Rui – Não, não vale a pena.

Carlos – Eu hoje sou modelo e vamos lá tirar uma foto.

Rui – Okay, agora aqui… aqui já é um bocadinho diferente porque tens… o sítio onde se põe o email abaixo da linha, não é? Tem de estar… isto que está aqui, tem de estar aqui em cima.

Carlos – Pois… é… cá está, esse cria esse espaço, eu não consigo eliminar os espaços.

Rui – Isto prejudica bastante, okay? Prejudica bastante. Esta seta, pronto, já minimiza. Um gajo já sabe que há ali qualquer coisa, mas tem de estar aqui para cima. Deve estar aqui… como está ”Recebe grátis informação no teu email”, desta linha para cima… é o máximo que isto deve estar. Okay?

Depois tens aqui uma foto porreira, aqui em baixo repete, claro é natural, está okay. Okay, este está fixe. Tem aqui muita prova social, está porreiro. Se bem que esta foto está um bocadinho desfocada, não é de muito boa qualidade… prejudica, okay? Prejudica um bocadinho aqui a tua página. Isto é tudo muito limpo, muito limpo, e esta foto prejudica um bocadinho. Devias arranjar uma foto muito limpa também.

Pronto, agora isto aqui…

Carlos – Isso foi tirado de um vídeo, por vezes é difícil de…

Rui – Está. Está. Acho que deves mudar isto. Agora aqui a… isto, isto é importante sim. Tens de por aqui menos coisas para isto tudo subir aqui para cima.

Isto é importante, pores o opt-in acima da linha, okay? Da linha do ecrã, para não ter de fazer scroll, okay?

Isso é muito importante. Epá, de resto, o design está impecável, a mensagem está fixe. ”Sistema de Informação de Negócios”, ”Empresários Independentes”… Esta é um bocadinho diferente do outro, não é? Este é mais para empresários.

Carlos – Sim, sim, esse é com essa intenção.

Rui – ”Cursos online”… ”alavancar”… olha tens aqui um erro, estás a ver aqui? ”Alavan…” Ah não tem não. Parecia um erro, mas não é. ”Alavancar”. ”Ter um negócio na Internet”… ”Como identificar e trabalhar nichos de mercado na Internet”… Ya, está… está interessante, okay? Agora, puxa isto para cima. E depois, lá está, depende do tráfego que trouxeres para aqui. Não é? A pessoa tem de vir no contexto de negócio próprio, estás a ver? Tem de vir nesse contexto.

Carlos – Sim, sim.

Rui – O aspeto é muito bom. A parte gráfica é bonita. Okay? Aqui a mesma coisa… aqui esta… esta caixa preta, se tu a puseres muito mais transparente fica muito melhor.Tu, praticamente não se vê a parte da foto, estás a ver? Ela é transparente, mas, com certeza, tu podes mudar…

Carlos – Sim, sim. Posso… posso alterar.

Rui – Para aí a 50% opaco… 50, ou 60. De maneira a que se veja bem à mesma a parte branca, os textos brancos, mas para se ver também o fundo. Fica muito melhor. Muito melhor se puseres isso mais transparente. A imagem é fixe, a imagem está porreira. ”Em 2015 recupera a tua qualidade de vida e fatura numa nova economia…” ” vídeo privado…” Este é o mesmo texto que eu tenho na minha página de captura.

Carlos – Pois, fui lá gamar isso.

Rui – Exatamente o mesmo. Okay.  ”Modelo de Negócio Independente 100% online”… Eu não me importo nada. Então, não tem problema nenhum.

Milu – Copy Cat!

Carlos – Não tinha lá a dizer direitos de autor, por isso.

Rui – Está bom. Não tem problema nenhum. Agora, pronto falas do vídeo privado, okay? Então, eu aqui punha, ali por cima do email punha ”o vídeo privado será enviado para o teu email’‘, não é? Repetir a palavra, estás a ver? ”Vídeo privado”.

E pronto… e de resto é… é… de resto é gerar tráfego para aqui, não é? Para ver o que é que acontece. Tens maneira de saber o número de visitantes que veem na taxa de conversão, não tens?

Carlos – Tenho, tenho, tenho.

Rui – Pronto, então é medir isso e pronto. E ver.

Carlos – Tenho… quer dizer… tenho duas formas. O próprio sistema tem um… um… quantas visualizações. Mas ainda não… não domino bem o sistema, esse… esse sistema, mas tem lá. E eu também utilizo o… o… o retarget, para saber.

Rui – Certo, certo, certo. Ya, este aqui está fixe. Este botão… esta para mim é a melhor de todas. Isto está muito feito para as mulheres, muito bom. Estas cores são muito boas. Agora, tem uma coisa… 2 coisas que eu vejo que não estão assim tão bem. ”$10.000” É uma pipa de massa, não é credível, estás a ver?

Carlos – Esse vem em sequência daquele… do banner que eu tenho.

Rui – Ya…

Carlos – Eu estou a utilizar essa página especificamente para o banner que eu tenho lá no blog. Fala de $10.000.

Rui – ”Trabalhar para si” própria. Falta aqui a palavra ”para si própria”. Estás a usar Maiúsculas aqui, deves continuar a usar maiúsculas aqui, nas palavras ”si própria”. Trabalhar para si própria, ou para si mesma. Estás a ver? E usa o feminino, okay? ”A trabalhar para si mesmA’, ou ”para si própriA’.

Carlos – Exato, exato, exato.

Rui – Okay? Que isto é obviamente feminino. Agora, ”ganhar mais de $10.000 dólares a trabalhar para si própria desde a sua casa” eu acho que é…

Carlos – É pouco credível, não é?

Rui – Faz com que seja pouco credível. Agora, se tu puseres assim ”ganhar um extra de 500 euros por mês a partir de casa” já faz mais sentido, mais credível, mais apetecível. Okay? Ou 1000, estás a ver? Ou um extra de 1000… uma coisa assim. Uma coisa que seja mais credível, okay?

Não quer dizer que $10.000 não seja real, okay? A gente sabe que é mais do que isso, a pessoa pode ganhar muito mais do que isso.

Mas a uma pessoa que não teve nenhum contacto ainda com a nossa indústria, parece exagero. Estás a perceber? E quebra, quebra muito a credibilidade.

Okay, e de resto acho que está impecável. É por isto a funcionar. É por isto a gerar tráfego para aqui e ver o que é que acontece. Ya. Estas páginas são bonitas, são visualmente bonitas. São muito fixes. Okay, então já estou 3 minutos acima da minha hora, tenho que ir.

Carlos – Pronto.

Rui – Depois a gente volta, mede… Carlos, mede isso, gera tráfego, põe gente a ver, e depois vê como está a conversão. Para a gente ver. Acima de 3% já não é mau, okay?

A gente gosta de taxas de 40 e 50%, mas se for de 3% não é nada mau. Também porque nós conseguimos tráfego muito barato, se nós tivéssemos de pagar ali tráfego, sei lá a 2 dólares ou 3 e a 5 dólares por clique, como os americanos pagam, mesmo assim não têm taxas de conversão de 40 ou 50%, não é? Como o Vick tem. A nossa publicidade é realmente muito diferente, não é? Não conseguimos taxas de conversão tão elevadas, mas temos cliques baratíssimos, okay? Pergunta ali à Milu a ver se não é verdade. A 2 cêntimos por clique está um espetáculo.

Milu – É mesmo.

Rui – Muito bom. Okay pessoal, então olha, fiquem bem. Vou aqui parar a partilha. E a gente começa amanhã, em princípio, às 11 horas, okay?

Milu, Toni, Carlos – Okay.

Milu -Xau.

2 thoughts on “Power Bloggers: Melhorar os Artigos e Gerar Contactos”

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.