“Respeita o teu esforço, respeita-te a ti mesmo.” – Clint Eastwood

Existe uma expressão muito interessante chamada “respeito”. Não é um sentimento, nem um pensamento mas mais uma atitude que deriva de uma complexidade de emoções, sentimentos, pensamentos, mentalidade e filosofia de vida. Vais ver que é muito esquecido mas mais importante do que parece à primeira vista. Já lá vamos, mais à frente.

Através dele mostramos apreço e veneração. Isso acontece quando mostras respeito pela tua avó: queres fazê-la sentir-se valorizada. Podes exprimir gratidão, amizade, confiança noutra pessoa aceitando que ela te ajude, ou que pense de forma diferente e actue de forma independente.

Liberdade de pensamento, de expressão e de acção, não somente nas tuas relações interpessoais mas em toda a sociedade.

Mas… o que dizer do respeito por ti mesmo? Não falo de indulgência, que isso é paternalismo. Também não falo medo auto-imposto, que isso é tirania.

Falo de respeito, puro e simples:

  • Pelo teu corpo, estimando-o e mostrando apreço por tantas coisas boas que ele te proporciona.
  • Pelas tuas ideias e convicções, agindo em conformidade com elas, valorizando-as e desenvolvendo-as.
  • Pelo teu trabalho apreciando os seus processos e agradecendo os seus resultados, sejam eles muitos ou poucos.
  • Pelo teu esforço, tanto no trabalho como nas relações, como no desenvolvimento pessoal e profissional, financeiro, afectivo, etc. etc. etc., sendo grato pelo que conseguiste e trabalhando sem descanso sobre ti mesmo para melhorar a cada dia.

“O respeitinho é muito bonito e não custa dinheiro”.

Começa por ti mesmo, se conseguires. Valoriza-te, faz-te sentir apreciado por ti mesmo. Parece-me que boa parte da tua liberdade nasce precisamente aí.

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