Este artigo foi roubado (copiado sem autorização ehehe (riso maléfico). Original aqui.

O nosso cérebro é um grande aliado, mas por vezes pode ser o nosso pior inimigo.

O Cérebro humano é tão preguiçoso quando se trata de agir que consegue fazer-nos procrastinar de formas subtis a aparentemente lógicas.

Imagina o seguinte.Estás a caminho do trabalho. Estás cheio de energia. Tens os teus objetivos e os teus sonhos visivelmente diante de ti… e sabes que, assim que chegares ao teu computador vais trabalhar como um louco.

Contudo, quando chegas ao local de trabalho acabas por gastar o teu tempo fazendo tudo excepto o que devias fazer. Começas por ler os emails. Depois um colega convida-te a tomar um café. 20 minutos depois, quando poderias começar a trabalhar realmente, dás contigo a executar tarefas menores, há muito tempo para começar a trabalhar a sério, correto? Isto é o que acontece.

Quando estás na tua “zona de conforto” o teu cérebro sabe que não é obrigado a tomar ação imediata. E, quando ele faz isso, todo o entusiasmo desaparece e terminas caindo na mesma rotina de sempre.

O cérebro arranja boas DESCULPAS, matando o estado inicial de alta energia. Descarrila-te do caminho do sucesso. Contudo, se conheceres as DESCULPAS estás apto (ou apta) a contrariar as desculpas com AÇÃO! Aqui vão elas (as desculpas):

Desculpa #1: Sim, eu faço isso dentro de um minuto, deixa-me tomar um cafezinho. Este tipo de desculpa é a mais popular de todas. O cérebro está a subornar-te com uma recompensa imediata, antes mesmo de fazeres o trabalho. Quando isto acontece tens de inverter as posições: Primeiro o trabalho, depois a recompensa.

Desculpa #2: Tenho de limpar isto, a secretária está uma confusão. Isto acontece principalmente se trabalhas em casa. O teu cérebro está a enganar-te levando-te a realizar uma tarefa mais fácil. Contudo tu sabes que trabalhas com prioridades e que as tarefas mais importantes vêm primeiro independentemente do fato de serem fáceis ou difíceis. Mesmo que não as termines, ganhas “momentum” pelo simples facto de as teres iniciado e trabalho nelas durante um bocado.

Desculpa #3: Deixa-me pensar nisto um pouco mais (“análise da parálise”). Quando deres contigo a pensar assim pergunta-te: não tenho pensado já o suficiente? Há alguma nova informação que possa ajudar-me a tomar uma decisão mais acertada? Se não houver, podes estar simplesmente a oscilar entre “fazer” e “não-fazer”. Tu sabes o que deves fazer, certo? Atira-te!

Desculpa #4: Se eu fizer isto, pode acontecer algo de mau. Olha bem, muitas das coisas que fazemos trazem más consequências. Mas se existe algo que tu sabes que tens de fazer, a possibilidade de ter uma parte negativa não deve ser impeditiva para ti. Ter medo faz parte da vida, seja falar em público ou convidar aquela garota para sair. Por vezes é preciso ignorar a parte lógica do cérebro.

Desculpa #5: Ok. Estou completamente às escuras sobre se hei-de ou não fazer isto. Deixa-me perguntar a alguém. Se me disserem para fazer, eu faço. Pedir uma segunda opinião é quase sempre uma boa ideia. Pessoas com mais experiência que tu podem dar-te uma visão mais clara que te ajude no processo de toada de decisão. Mas precisas entender isto: Ninguém pode tomar decisões por ti. Ninguém pode agir em teu lugar. Ninguém pode ter sucesso (ou fracassos) em vez de ti.

Desculpa #6: Deixa-me fazer isto, mas ao mesmo tempo vou ficar de olho noutras coisas para ter melhores resultados. É mais frequente que raro que esta “outra coisa” seja algo aparentemente “mais fácil” ou mais “agradável de fazer”. É por isso que queres “ficar de olho”. A realidade é que acabas por focar 80% da tua atenção e energia em coisas sem importância enquanto aquilo que realmente importa fica numa brutal confusão. Nem vou abordar o tema do “multitasking” mas pensa no seguinte: sempre que estás a fazer duas coisas ao mesmo tempo isso revela-se mais produtivo ou simplesmente mais agradável (ou necessita de menos coragem para optar e priorizar uma vez que não terias de o fazer)?

Desculpa #7: Não me apetece Deixei esta para o final porque é a mais destrutiva de todas as desculpas. Esta aparece quando todas as outras desculpas entraram no teu diálogo interior diário e talvez nem te apercebas já delas. Simplesmente é a desculpa típica de quem não se interessa com o fato de agir ou não. Alguns são simplesmente preguiçosos, eu chamo-lhes desmotivados.

A solução? Começa por fazer algo simples, mas que nunca deixes de fazer, mesmo que não te apeteça… tens de fazer. Vais aprender o poder do compromisso. Precisas de fazer da “ação” uma parte fulcral da tua vida. Mesmo que a ação seja pequena e que não inclua nenhuma recompensa. O que espero, sinceramente, é que sempre que ouças a voz desta desculpa “não me apetece” na tua mente, espero, dizia eu, que tomes uma medida drástica, e ação imediata.

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Então? Tens desculpas? Deixa o teu comentário abaixo.

2 thoughts on “[Roubado] As 7 Desculpas Que o Nosso Cérebro Inventa Para Evitar o Nosso Sucesso”

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