“O problema de ser pontual é que não há ninguém lá para elogiar você.” – Franklin P. Jones

O Wayne Dyer fala da “milha extra” e do “caminho menos percorrido” e, efectivamente, do que se trata é de fugir do caminho da maioria.

Se alguém te dá como argumento para fazeres alguma coisa, o velho “todos fazem assim”, foge.

O caminho da maioria não é o caminho que queres percorrer a não ser que aspires ao que aparentemente a maioria possui e seja.

A maioria não tem dinheiro, não tem relações duradouras, come mal, não faz exercício, tem problemas de saúde, queixa-se do governo, do vizinho e da família, joga no euromilhões, vive na ilusão de ficar rico, gostaria de… mas não faz nada para isso se realizar, vê futebol, gosta de telenovelas, não lê livros, não viaja, não aprende mais de 2 línguas, trabalha para a reforma, reforma-se pobre.

– Pensa no que faz a maioria e nos resultados que tem.

– Adiciona as tuas observações àquela lista e tira as tuas conclusões.

– Na próxima vez que te propuseres algo, verifica se é um caminho muito percorrido ou se é algo que poucas pessoas tenham feito. Identifica essas pessoas, avalia os resultados delas e começa.

Ser pontual é chato porque estás sozinho até ser tarde, ouves as desculpas de todos, “desculpa o atraso”, mas neste detalhe como em muitos outros, tu saberás que estás a ir numa direcção que eles nem desconfiam, vais numa estrada pouco percorrida, quando todos param para descansar, tu ainda fazes mais um quilómetro.

E é este quilómetro extra, numa estrada pouco percorrida que te eleva acima da mediania e te torna num membro do clube exclusivo dos 5% da população que é feliz, rica (em mais sentidos que o dinheiro, mas também de dinheiro), e realizada.

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