“O calor não pode ser separado do fogo nem a Beleza separada do Eterno.” – Dante Alighieri

Os efeitos não podem ser separados da sua causa. Vamos atrás do culpado!

Faz a tua lista de sucessos e fracassos. Tudo o que te aconteceu, que fizeste, conseguiste, não conseguiste, desejaste. Tudo.

Agora vamos procurar o culpado ou culpada fazendo um trabalho de detective, tipo o meu herói Hercule Poirot. Se morrer alguém numa festa, os suspeitos serão todos os convivas, com excepção do morto, se excluirmos a hipótese de suicídio. Mas se morrer outra pessoa noutra festa, os maiores suspeitos serão os convivas que estiveram em ambas as festas, correcto? Agora imagina que morrem 7 ou 8 pessoas em 7 ou 8 festas diferentes. Tu irás procurar o conviva que esteve em todas elas e, provavelmente, terás o teu assassino. Se as festas foram 30, os assassinados 30 e alguém esteve em todas elas… tira as tuas conclusões. Se tens um denominador comum, tens um culpado.

Agora procura o denominador comum nas frases que escreveste na tua lista de sucesso e fracassos, por exemplo:

  • Ele não gosta de mim.
  • Sou um fracasso.
  • Consegui a promoção.
  • Ganhei dinheiro.
  • Contraí dívidas.
  • Os credores andam atrás de mim.
  • Tenho talentos.
  • Não sei o que fazer.
  • Sou doente.
  • Tenho saúde.
  • Sou demasiado jovem.
  • Sou demasiado velho.
  • Isso não é para mim.
  • etc… (vê a tua lista que é melhor).

Quem é que está em todas estas frases? Qual é o denominador comum? Quem é o culpado?

Se reparares há uma pessoa que está sempre presente quando algo de bom ou de mau acontece: Tu.

Se fores um detective honesto, vais levar-te a ti mesmo à justiça e vais responsabilizar-te por todos os sucessos e fracassos, pelo resultado que a tua vida se tornou.

Depois de assumires a responsabilidade poderás fazer algo para mudar o que tu sabes que tem de ser mudado. Se não o fizeres, serás culpado de inércia e a pena a que são condenados todos os inertes é a miserabilidade.

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